terça-feira, 31 de março de 2009

Pedagoga lança livros infantis com personagens com deficiência

Comente!
Obras foram editadas pela Fundação Educar DPaschoal

A importância da promoção da inclusão social de crianças com deficiência é o tema que permeia os enredos dos livros infantis “Um Menino Especial” e “Casa Amarela”, de autoria da pedagoga Keyla Ferrari, que foram lançados conjuntamente no dia 27 de março, em Campinas. As obras, editadas pela Fundação Educar DPaschoal, compõem a coleção “Amigos Especiais” e terão distribuição gratuita. Presidente do Centro de Dança Integrado (Cedai), Keyla Ferrari tem vasta experiência na área de educação especial e tem realizado trabalhos no Brasil e exterior voltados à descoberta de novos talentos no segmento da arte inclusiva.
De acordo com a pedagoga e escritora, “Um Menino Genial” tem por objetivo sensibilizar crianças, professores e leitores em geral para a importância da inclusão social de meninos e meninas com deficiência intelectual. Já “Casa Amarela” conta a história de um garoto surdo, destacando o valor do aprendizado da Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Vale a pena entrar em contato para solicitar os livros que terão distribuição gratuita. Os livros também podem ser solicitados pela internet no site da Fundação Educar DPaschoal, basta preencher o formulário de solicitação (Para solicitar livros clique aqui).

Mais informações
Keyla Ferrari (19) 3032-7994
Roberta Amaral (19) 9134-9902
Manuel Alves Filho (19) 960336-28

Rede Saci
SAIBA MAIS

Accessible Tour - Turismo acessível para todos

Comente!

Empresa está no mercado de turismo há 22 anos e desde 2007 conta com serviços que atendem pessoas com deficiência


No Brasil hoje existem mais de 25 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, seja física, visual, auditiva ou intelectual, e milhões de outras pessoas que podem manifestar dificuldades de locomoção e comunicação tais como idosos, gestantes, obesos, entre outras, consideradas com mobilidade reduzida. Em pleno século XXI essa grande parcela da sociedade ainda encontra enormes barreiras para desfrutar das satisfações que o turismo proporciona.

A companhia está preparada para oferecer roteiros de viagem realmente acessíveis às necessidades desse público alvo e prestar orientação correta para que seus parceiros (meios de hospedagem, transportes, receptivos e atrativos) possam estar adequados para o atendimento desses turistas especiais.

A empresa promete serviços diferenciados no segmento de turismo, visando, acima de tudo, ao conforto do cliente e à garantia que todos, independente de suas características, possam realizar seus sonhos de viagem, lazer e turismo. Para isso, conta com serviços especiais como locação e translados em veículos adaptados, locação de equipamentos e acompanhamento especializado em seus cruzeiros marítimos ao redor do mundo.

A Accessible Tour nasceu em 2007 com a experiência de 22 anos em todos os segmentos do mercado de turismo, formando parcerias com os melhores fornecedores nacionais e internacionais, tornando possível oferecer as melhores condições e produtos aos seus clientes.
O lema da empresa é: "Proporcionar lazer com segurança, tranqüilidade e prazer, a preços justos, é o nosso compromisso. Tornar o turismo acessível para todos é o nosso trabalho".

Contato: Rua da Consolação, cj. 32 - CEP 01301-000
Telefone / Fax: 55 11 3138 3477
Celular: 55 11 7885 7601

Rede saci
SAIBA MAIS

Pesquisa investiga uso de células-tronco no tratamento de doenças urológicas

Comente!
O último dia 14 de março (marcado como Dia Mundial da Incontinência Urinária), nos alertou para a importância de uma doença caracterizada pela incapacidade de controlar a micção ou de armazenar a urina, e que acomete cerca de sessenta milhões de pessoas no mundo, entre homens, mulheres e crianças. Segundo o site da Sociedade Brasileira de Urologia, a incontinência urinária pode ser tratada, de forma geral, com fisioterapia do assoalho pélvico, medicamentos e cirurgias. No entanto, pesquisas realizadas pela equipe do médico Fernando Gonçalves de Almeida, da Universidade Federal de São Paulo, apontam as células-tronco como uma nova arma no tratamento terapêutico da doença.
A perda involuntária de urina é decorrente do mau funcionamento dos nervos e músculos da bexiga e da uretra. Dessa forma, a reparação de danos destes tecidos é fundamental para restaurar a continência urinária. “Muitos casos de incontinência urinária masculina e feminina não podem ser curados com os tratamentos cirúrgicos convencionais. Esses casos poderiam se beneficiar da aplicação de células-tronco, que ajudaria na regeneração do órgão afetado”, avalia o médico urologista. Acredita-se que as células-tronco adultas são responsáveis pela regeneração em vários tecidos e já foram isoladas de diferentes órgãos, como fígado, pâncreas, rins, músculo e do sistema nervoso central.
Almeida publicou em 2005 um trabalho em colaboração com um grupo da Universidade da Califórnia em Los Angeles (Ucla), demonstrando a incorporação de células-tronco derivadas de tecido adiposo humano na uretra e bexiga de ratos e camundongos imunossuprimidos, e a diferenciação das mesmas em células musculares lisas.As células-tronco derivadas de tecido adiposo começaram a ser estudadas a partir de 2002 com objetivos clínicos. Estas células, chamadas de ADSC (Adipose Derived Stem Cells), foram isoladas de lipoaspirados humanos e possuem a capacidade de se diferenciar em células adiposas, osso, cartilagem, músculo esquelético e em linhagens neuronais.
Além de apresentarem vantagens sobre outros tipos de células-troncos, pela fácil obtenção e pelo grande número de células obtidas, as ADSC também possibilitam o transplante autólogo, ou seja, no próprio doador - o que diminui os riscos de rejeição. O grupo de Almeida testou tal procedimento em coelhos e este trabalho, que ainda não foi publicado, será o primeiro a demonstrar a viabilidade do transplante autólogo de ADSC no trato urinário. Neste modelo, tecido adiposo de pata de coelhos foi coletado e as células foram injetadas na parede uretral do coelho doador. Na oitava semana após a injeção, as células já apresentavam a tendência de se espalhar e se integrar na parede da uretra.
Células-tronco derivadas de diversos tecidos, como medula óssea e músculo, já foram testadas em animais no tratamento de doenças urológicas e o potencial de desenvolvimento desse tipo de intervenção ainda é vasto. No entanto, as células mesenquimais derivadas da medula óssea são de difícil coleta e por isso o seu uso terapêutico é limitado.
Em humanos, estudos clínicos realizados no exterior já testaram células-tronco musculares e de cordão umbilical na terapia da incontinência urinária. Apesar dos resultados preliminares serem positivos, as células derivadas do cordão umbilical não possibilitam o transplante autólogo. Estudos realizados com mioblastos (células embrionárias musculares) e fibroblastos (células responsáveis pela regeneração) humanos já demonstraram melhoras em homens com incontinência urinária ocasionada pela remoção cirúrgica de toda a glândula prostática, e de mulheres com incontinência por esforço.No Brasil, os estudos nesta área não chegaram na fase clínica, mas ainda há muito que se estudar.
A incontinência urinária, apesar de apresentar grande impacto na qualidade de vida, é uma doença de curso benigno e possui outras formas de tratamento efetivas. “Infelizmente as pesquisas ainda estão em estágio experimental e levará muitos anos até que tenhamos resultados satisfatórios quanto à eficácia e segurança do uso de células-tronco em humanos. Mas os resultados iniciais são bastante animadores. Por esse motivo é que estamos muito confiantes nas pesquisas”, diz Almeida.

http://blog.vivaasdiferencas.org.br/
SAIBA MAIS

Japonês inventa controle universal que pode ser operado com expressões faciais

Comente!


Um japonês inventou um controle universal que dispensa o uso das mãos. Batizado como Mimi Switch ou Ear Switch, ele parece um par de fones de ouvido comum. Mas o aparelho tem sensores infravermelhos que detectam pequenas movimentações faciais pela orelha do usuário.

Segundo Kazuhiro Taniguch, inventor do gadget e chefe de pesquisas da Universidade de Osaka, o usuário poderá ligar luzes ou operar a máquina de lavar da sua casa com um pequeno movimento da língua. Também com o Mimi Switch, um tocador mp3 pode começar ou parar uma música quando a pessoa põe a língua para fora ou pode ser programado para interpretas outras expressões faciais, como um sorriso.
Taniguch planeja patentear seu novo produto no mundo inteiro. Depois disso, ele trabalhará em uma versão sem fio e procurará apoio financeiro para bancar a chegada do Mimi Switch no mercado, o que pode demorar de dois a três anos.

SAIBA MAIS

Empresa desenvolve bicicleta para amputados

Comente!
Um homem chamado David Vilmar criou uma bicicleta especial que pode ser usada por amputados. Ele teve a ideia depois de sofrer uma grave lesão no joelho, que o impediu de correr. Chamada de GlideCycle, ela reduz praticamente todo impacto das pernas e é indicada também para pessoas que estão acima do peso.

A companhia, que tem o mesmo nome do produto, fica na cidade de Ashland, nos Estados Unidos. O modelo PT Pro da GlideCycle custa 1.649 dólares. Outra versão estará disponível em alguns meses, mas o preço ainda não foi divulgado.

http://colunas.galileu.globo.com
SAIBA MAIS

Como são treinados os animais de assistência?

Comente!
A expressão "melhor amigo do homem" nunca esteve tão bem traduzida como quando se fala em animais de assistência. Esses bichos passam grande parte de suas vidas trabalhando para os humanos, e suas atividades vão de guiar deficientes visuais até folhear revistas e abrir garrafas. Mas capacitar um animal para realizar tarefas domésticas está longe de ser algo fácil. "Você tem de ensiná-lo a tomar decisões que são esperadas pelos humanos", afirma Moisés Vieira, diretor técnico do Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (IRIS), uma ONG que disponibiliza oito cães-guia por ano a deficientes visuais.
Mas os cães não são os únicos animais que podem desempenhar esse papel. Desde 1979, a ONG americana Helping Hands treina macacos capuchinhos para ajudar pessoas tetraplégicas no dia-a-dia. O treinamento é constituído de três fases, gradativamente mais complexas, e podem levar 18 meses cada (veja abaixo). Mas, antes de chegar a idade de adestramento, os macacos passam anos sob cuidados atentos por famílias adotivas humanas. Elas se comprometem a banhar e a alimentar o animal diariamente, elaboram relatórios sobre sua saúde e permitem que eles passem pelo menos 5 horas por dia fora da jaula. Assim, o animal completa um ciclo: depois do macaco ser cuidado por humanos, ele torna-se capaz de cuidar de um.




Fase 1: imitando seus adestradores, eles aprendem a manipular objetos que façam parte de nosso cotidiano, como botões e objetos em forma de disco. A cada ação certa, os adestradores tocam um sininho, gerando um feedback que reforça o adestramento


Fase 2: os adestradores usam cadeira de rodas e canetas a laser para familiarizar os animais com os objetos que encontrarão nas casas. Os animais aprendem tarefas mais complexas, como abrir garrafas e colocar copos em suportes especiais


Fase 3: última etapa do treinamento. Aqui, o animal já faz ações sofisticadas, tais como acionar equipamentos de CD e DVD, virar páginas de revistas, mover membros paralisados e até colocar óculos no rosto dos adestradores e coçar sua pele

Fase 4: o animal é enviado a uma família. O candidato a receber um deve preencher requisitos como passar a maior parte do dia em casa, ter boa comunicação e saco para viver com um ajudante cujo comportamento equivale ao de uma criança.

Fonte: Revista Galileu

SAIBA MAIS

Achado crânio de criança com deficiência

Comente!
Peça de 530 mil anos negaria eliminação de prole com deficiência

O crânio de uma criança que viveu há 530 mil anos pode ser a primeira evidência de que os humanos ancestrais não eliminavam sua prole quando ela nascia com defeitos congênitos. O fóssil apresenta traços claros de uma doença rara chamada craniossinostose, causada pelo fechamento prematuro das suturas ósseas que envolvem o cérebro. Além da deformidade, a patologia pode causar danos psicomotores.O achado - batizado de Crânio 14 - ocorreu no norte da Espanha, no sítio arqueológico de Sima de los Huesos, em Atapuerca. A criança pertencia a um grupo de Homo heidelbergensis - antepassados diretos dos neandertais - e tinha entre 5 e 12 anos. Não se sabe se era menino ou menina."O crânio apresentava depressões muito desenvolvidas, o que oferece indícios de pressão intracraniana elevada", afirma Ana Gracia, do Centro de Evolução Humana e Comportamento da Universidade Complutense de Madri e do Instituto de Saúde Carlos III. Principal autora do artigo publicado hoje na Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), Ana considera possível que a criança tenha sofrido lesões no encéfalo. "E, se sofreu algum tipo de dano cognitivo ou motor, deve ter recebido cuidados especiais (dos outros membros do grupo)", aponta a pesquisadora.Os cientistas opinam que a craniossinostose foi consequência de algum trauma sofrido pelo feto durante o terceiro mês de gestação, embora não se descarte uma causa genética.Nos humanos ancestrais e atuais, a união dos ossos do crânio só ocorre quando o cérebro já alcançou seu tamanho definitivo.Atualmente, a incidência dessa patologia é de até 6 casos para cada 200 mil nascimentos no mundo.

http://www.estadao.com.br
SAIBA MAIS

DVD de 'Ensaio sobre a Cegueira' terá recursos para cegos

Comente!

Foto:Julianne Moore em cena de Ensaio sobre a Cegueira

O DVD nacional de Ensaio Sobre a Cegueira, do diretor Fernando Meirelles, terá recurso de áudio-descrição para deficientes visuais. O lançamento brasileiro acontece no dia oito de abril.
Além do filme, extras como Uma Visão da Cegueira, Trilha Sonora ¿ Uakti e Cenas Excluídas também podem ser acessados utilizando o recurso.
Ensaio sobre a Cegueira é uma co-produção do Brasil, Japão e Canadá que reúne um elenco internacional, como Julianne Moore, Mark Ruffalo, Gael Garcia Bernal e Danny Glover, entre outros.
O filme recebeu muitas críticas ao redor do mundo, mas teve bom desempenho nos países latinos.

www.cinema.terra.com.br
SAIBA MAIS

segunda-feira, 30 de março de 2009

Somos Todos Diferentes e Todos Iguais

Comente!
Todos nós somos seres humanos em busca de amor, amizade, companheirismo, vivemos sempre almejando a felicidade, mas às vezes a vida vem e nos coloca algumas barreiras que a principio nos parecem intransponiveis, mas com o tempo, vamos aprendendo a superar.
Mesmo que no início, tudo parecer difícil, inatingível, o tempo vai passando, e vamos vendo que a força que nasce de dentro de nós é maior que qualquer obstáculo que possa aparecer.
Não existe regra, não existe fórmula mágica, existe um coração apaixonado pela vida, que não deixa se entregar, que não aceita a derrota, muito pelo contrário, cria forças dentro de si, que certamente ficariam adormecidas por toda a vida, e lutam por si mesmos, por seu amigos, por outros que ainda não se sentem fortes para recomeçar.
A vida é mágica, reencontra pessoas, forma laços, vínculos, muitas vezes em uma hora tão difícil, é que aparece aquela pessoa especial que vai nos ajudar na caminhada, não pegando no colo, mas dando a mão e se fazendo sempre presente.
Ninguem pode caminhar pelo outro, viver pelo outro, mas sempre podemos nos colocar ao lado e estar lá sempre que precisar.

SAIBA MAIS

Guia traz roteiros turísticos para deficientes em dez capitais brasileiras

Comente!
A fonoaudióloga cadeirante Andréa Schwarz, 32, cansou de voltar do cinema só para fazer xixi em casa, depois de ter acreditado nos simbolozinhos dos guias de programação garantindo acessibilidade para deficientes em lugares públicos. Em 2001, lançou, ela mesma, o guia "São Paulo Adaptado", com o ponto de vista de quem vive o problema: vendeu 30 mil exemplares. Agora, foi mais longe e está publicando a versão turística "Brasil Para Todos", com a situação de adaptabilidade para o deficiente em dez capitais do país.
"O problema é que, em geral, quem prepara a programação dos guias culturais liga para o restaurante e pergunta ao dono se o lugar está adaptado para deficientes. Ele responde que sim, pensando apenas no básico. Não tem ideia se aquela rampa é íngreme demais, ou se o degrauzinho mais baixo também atrapalha", diz Andréa.
"Brasil para Todos" foi elaborado em seis meses por 11 repórteres que transformaram em texto as observações de 11 deficientes. "Sentamos os repórteres nas cadeiras de rodas também, para eles entenderem melhor", explica ela.
Dividido em três partes (onde ficar e comer e aonde ir), o guia apresenta checagens de adaptabilidade em restaurantes, hotéis, bares e pontos turísticos como o Pelourinho, em Salvador, o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar, no Rio, e o sítio histórico de Olinda.
Como o guia é extensivo aos deficientes auditivos, do aparelho motor e cegos, há remissões específicas. "Uma cadeirante como eu não pode fazer muita coisa na floresta amazônica. Já um cego tem como caminhar, tocar, sentir o ambiente."
Ela explica que a intenção do guia não é apresentar um olhar técnico, mas descritivo. "Não levamos um arquiteto para medir os degraus ou rampas. E não bastava ter boas condições de acesso. Se a comida fosse ruim, anotávamos", diz.
Um dos capítulos é dedicado às boas maneiras. Serve para lembrar, por exemplo, que não é adequado perguntar de saída ao cadeirante se "foi acidente".

Especialista

Andréa ficou paraplégica há dez anos, por causa de um problema congênito que ocasionou um choque medular espinhal. Perplexa desde que passou a "viver a vida na cadeira", ela se tornou uma especialista em soluções para deficientes.
Seu marido, o publicitário Jaques Haber, com quem é casada há sete anos e tem dois filhos (um de dois anos, outro de dois meses), também abandonou a profissão para acompanhá-la. Juntos, eles fundaram a I-Social, uma empresa de inclusão social que disponibiliza facilidades para o cumprimento da lei de cotas para deficientes.
Atendem cerca de cem empresas oferecendo palestras e cartilhas sobre empregabilidade e recrutabilidade em todo o país. Já disponibilizaram trabalho para 2.000 deficientes. Segundo Andréa, a lei de cotas melhorou a situação financeira dos deficientes e, com isso, comerciantes passaram a enxergá-los como consumidores.
"Brasil Para Todos" tem tiragem inicial de 8.000 exemplares e vai ser distribuído -não vendido.

O lançamento para o público é no próximo dia 3, sexta-feira, no Centro de Convenções Imigrantes.

Folha Online
SAIBA MAIS

Escolas adaptam aulas de educação física para alunos com deficiência

Comente!
Além de regras modificadas, deficientes contam com ajuda de colegas.Atividades de inclusão melhoram desempenho em outras disciplinas.

Várias escolas no país estão adaptando as aulas de educação física para atender alunos com deficiências físicas. Mônica Guimarães, de 15 anos, participa de atividades e esportes adaptados pela própria professora de educação física, Maria Conceição Moreira Lopes. “Começamos com um trabalho para aprimorar a coordenação motora da Mônica e, em seguida, adaptei algumas regras de esportes que costumamos ensinar para os alunos. O basquete, por exemplo, passou a ser jogado com a bola de vôlei. Já o futsal, que ela adora e pratica com a ajuda de muletas, é jogado com uma bola de borracha, mais leve”, diz Maria Conceição ao G1. A professora conta que levou a turma de Mônica para uma visita à Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) para conscientizar os alunos e reduzir o preconceito. “Essa experiência foi fundamental para que eles passassem a integrar Mônica em suas atividades e começassem a ajudá-la não só nas aulas de educação física, mas em outros momentos”, afirma.
Para especialistas, atividades de inclusão melhoram desempenho em outras disciplinas.
Mônica estuda há cinco anos no Colégio Adventista de Interlagos, em São Paulo. Segundo sua mãe, Maria Isabel dos Santos Guimarães, as mudanças nas regras dos esportes foram de grande proveito para a autoestima da menina. “Fez muita diferença para o emocional dela e melhorou, inclusive, o desempenho nas outras disciplinas. Ela passou a se sentir incluída em todas as atividades praticadas pelos outros alunos e isso me deixou muito satisfeita”, diz. Mônica nasceu prematura de 6 meses e meio. Uma hemorragia cerebral causou uma paralisia e afetou a coordenação motora da estudante.

“As atividades são produzidas de forma diferenciada, com mudanças ou adaptações de regras, materiais e dinâmica da atividade, sempre visando a inclusão e a participação desses alunos nas atividades. Entretanto, infelizmente isso não pode acontecer em todo tipo de atividade, em razão das limitações físicas diferenciadas que cada aluno pode apresentar. Em alguns momentos eles participam das atividades do grupo com outras funções, auxiliando o professor”, diz Dantival Jacyobá de Siqueira Filho, professor de educação física da Escola Pueri Domus, que também trabalha com alunos deficientes físicos.Para Dante de Rose Junior, doutor em psicologia social pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP) e professor livre-docente pela Escola de Educação Física e Esporte da USP, o esporte proporciona uma série de benefícios em muitos aspectos da convivência social.

“A atividade física ajuda qualquer pessoa, não só deficientes físicos, porque é capaz de melhorar a coordenação motora e a autoestima. No caso específico de um deficiente físico, há ainda o importante componente da socialização e da inclusão. O aluno passa a ter a oportunidade de praticar a mesma atividade que os demais, mesmo que dentro das suas limitações. O esporte amplia a capacidade de superação”, afirma o especialista ao G1. Rose Junior é autor do livro “Esporte e Atividade Física na Infância e na Adolescência”.

Coordenadora-geral de articulação da política de inclusão da Secretaria de Educação Especial, do Ministério da Educação, Martinha Dutra dos Santos considera que um sistema educacional inclusivo deve contemplar uma proposta pedagógica que atenda às necessidades específicas de todos os alunos.

“A educação física não se restringe aos jogos como vôlei ou basquete, mas consiste em atividades coletivas de cooperação, interação e participação, portanto devemos organizar grupos de pessoas independentemente de suas diferenças físicas, sensoriais, mentais”, diz ao G1.

Foto: Mônica pratica basquete com bola de vôlei nas aulas de educação física (Ágatha Lemos/Divulgação)

Fonte: G1
SAIBA MAIS

História de amor entre mãe e filha

Comente!
Carla Penteado passava férias em uma cidade do Nordeste e resolveu participar, como voluntária, de uma festa em um abrigo para crianças. Lá, encontrou Marcela, um bebê que não reagia a nenhum estímulo. “A enfermeira disse que não adiantava pegá-la porque ela não sentia. E eu disse que quem não sente é boneca”, disse Carla. Bastou pegar a criança no colo e cantar a música “Carinhoso” para perceber que, daquele momento em diante, a sua vida não seria mais a mesma. A menina chorou e ela viu que aquele bebê era sua filha! Carla decidiu adotar a menina e, para isso, teve que morar no Nordeste. Seis anos depois, mãe e filha não se desgrudam um minuto sequer e Marcela leva uma vida normal. “Ela vai à escola, brinca e participa de todas as atividades com as outras crianças”, contou a professora Flávia Rocha.
A mãe de Marcela contou ainda que ela adora comida japonesa. “E ela ouve ópera também. Não me perguntem de onde surgiu esse gosto dela”, explicou Carla.
No palco do Mais Você, ela contou que enfrenta muitas dificuldades no dia a dia. “Mas o amor sempre fala mais alto”, ressaltou.

Programa Mais Você ( 30/03/09)
SAIBA MAIS

Derrubando Barreiras - Acesso para Todos

Comente!
Hoje, o programa Derrubando Barreiras - Acesso para Todos, apresentado pela Mara Gabrilli, entrevista os empresários e consultores Andrea Schwarz e Jaques Haber.
Autores do Guia Brasil para Todos, Andrea e Jaques conversam com Mara sobre o lançamento do guia, acessibilidade no Brasil e mobilidade urbana.

Derrubando Barreiras - Acesso para Todos / Apresentação: Mara Gabrilli
Todas as segundas-feiras, às 16h30.
Reprise aos sábados, 13 horas.
Rádio Eldorado AM (700 kHz) Ouça também pela internet no novo site
www.territorioeldorado.com.br .
Pelo mesmo endereço, é possível ouvir os programas antigos em pods que já estão disponíveis.
Para participar, mande e-mail para o derrubandobarreiras@redeeldorado.com.br

Sentidos
SAIBA MAIS

Louis Braille: 200 anos

Comente!
Sistema braile foi tão importante como a imprensa de Gutenberg

Os festejos já começaram no Ceará. Mas, o bicentenário de nascimento do inventor francês Louis Braille (1809-1852) precisa ser comemorado, além da comunidade dos deficientes visuais, também pelas pessoas em geral, tendo ou não parentes e amigos sem o sentido da visão. A criação da anagliptografia ou sistema braile foi tão importante para os beneficiados quanto a imprensa de tipos móveis, estabelecida pelo alemão Johann Gutenberg (1398-1468), revolucionou a escrita e a leitura para os que vêem, então praticamente ainda dependentes de copistas. Muitos deficientes visuais já foram e são admitidos no mercado de trabalho, no qual absorvem tecnologias mais avançadas, incluindo computadores com voz orientadora. Entretanto, é com o sistema braile, de leitura na ponta dos dedos, que essas pessoas começam a absorver, afora conhecimentos orais, mais informações do mundo em geral. De acordo com a coordenadora da Associação dos Cegos do Ceará, Elinalva Alves, cerca de 14% da população do Estado é portadora da falta de visão ou tem baixa deficiência de olhar. Entretanto, no Brasil e no resto do mundo, formam uma faixa demográfica na qual podem ser exemplificados talentos surpreendentes. Afirma-se que o deficiente visual aprimora os outros sentidos, a exemplo do tato, para compensar aquilo que deixa de enxergar. Existem casos de pintores e desenhistas cegos, cujo andamento dos trabalhos pode ser monitorado com a ponta dos dedos. Assim como há exemplos até de fotógrafos deficientes visuais, cujos resultados nas imagens expressivas muitas vezes são obtidos depois de se comunicarem com pessoas que vêem. Em outras artes, a exemplo da música, a competência, igualmente, é inegável. Outra virtude da categoria está na capacidade de mobilização. A maioria reivindica oportunidades no mercado de trabalho por méritos próprios, sem paternalismos e assistencialismos. Daí, muitos cumprirem os diversos ciclos escolares e colarem grau em universidades. Alguns engajam-se na política e chegam a ministros, como já ocorreu na Grã-Bretanha. Esse milagre pode ser ressaltado desde o Primeiro ao Terceiro Mundos. Nos Estados Unidos, Helen Keller (1880-1968) nasceu cega, surda e muda. Tendo como primeira professora Ann Sullivan, tornou-se escritora e personagem famosíssima. No Egito, o cego Taha Hussein (1889-1973), educador e prosador, foi também um dos homens mais importantes daquele país no século XX. É nesse contexto, incluindo personalidades brasileiras da classe, que o legado de Braille deve ser levado em conta, já que ele acendeu a luz na escuridão.

http://www.opovo.com.br
SAIBA MAIS

Acessibilidade ainda é problema para idosos e deficientes que usam ônibus

Comente!
Idosos têm que viajar em pé porque jovens ocupam as cadeiras destinadas a eles; portadores de necessidades especiais reclama da baixa quantidade de veículos adaptados

Um direito básico dos idosos nem sempre é respeitado: o de viajar sentado nas cadeiras preferenciais dentro dos ônibus. Eles têm lugar reservado, mas com os ônibus lotados, pessoas mais jovens costumam ocupar essas cadeiras - e não levantam quando os mais velhos entram.Na parada de ônibus, a aposentada Ilsina Luz da Silva reclama. Ela tem lugar reservado dentro do ônibus, mas nem sempre as cadeiras estão livres. “Já tive que andar em pé no ônibus muitas vezes”, conta. “Já tive vontade de reclamar com os jovens, que sentam no lugar dos idosos”.As cadeiras reservadas para idosos são as que ficam na parte da frente. Deveriam ser ocupadas apenas por maiores de 60 anos, gestantes ou deficientes físicos, mas não é o que acontece. Com dificuldade para caminhar, a pensionista Espedita Godoi de Vasconcelos nem sempre encontra lugar livre para sentar. “Agora mesmo quando eu vinha, uma senhora já velha subiu, mas tinha gente jovem nas cadeiras”, disse. “Eu ofereci a minha”.
De acordo com o gerente do Grande Recife Consórcio de Transportes, Marco Ventura, em casos como este, as vítimas devem registrar a queixa. “A pessoa tem que anotar o número da linha e o número de ordem do veículo e ligar para o 0800-081-0158”, explica.
Para ele, a solução do problema passa, principalmente, pela conscientização da população. “É uma questão de reeducar e formar as pessoas”.

ACESSIBILIDADE
Os portadores de alguma deficiência física também enfrentam problemas de acessibilidade na hora de pegar o ônibus. “A dificuldade está não só no transporte, mas também no acesso aos transportes, nas calçadas e nas vias”, afirma o superintendente da Superintendência Estadual de Apoio à Pessoa com Deficiência (SEAD), João Maurício Rocha.“A mudança acontece na medida em que são criados novos corredores construídos dentro das normas de acesso. É uma questão que envolve diversos atores, como os governos federal, estadual e municipal, além dos próprios cidadãos, que têm a responsabilidade de tornar suas calçadas acessíveis”.Segundo o Grande Recife Consórcio de Transportes, atualmente há 72 linhas e 87 veículos adaptados para receber pessoa com deficiência. “Estamos fazendo um esforço grande para que todas as linhas sejam adaptadas, mas precisamos contar com ajuda da população para garantir direitos dessas pessoas”, diz Marco Ventura.Ainda assim, para João Maurício Rocha, a quantidade de linhas adaptadas ainda é insuficiente. “Os cadeirantes são os mais atingidos, mas não podemos perder de vista os idosos, que têm mobilidade reduzida, as mães com carrinho de bebê e as gestantes”.

CARTEIRA DE LIVRE ACESSO
Beneficiários das carteiras de livre têm até esta terça-feira (31) para resgatá-las na sede da Gerência Comercial do Grande Recife, localizada na Rua Carlos Porto Carreiro, 98, no bairro da Boa Vista ao lado do Colégio Contato (Pré-Vestibular).De acordo com o Grande Recife Consórcio de Transporte, quase oito mil carteiras estão prontas, aguardando o resgate por parte dos beneficiários da gratuidade. Não haverá nova prorrogação do prazo de validade e os usuários que não estiverem com a carteira nova até o dia 31 de março, não poderão circular no Sistema de Transporte Público de Passageiros utilizando a gratuidade.Caso deseje, o usuário poderá verificar a situação cadastral de sua carteira através do site do Grande Recife. A verificação também pode ser feita através da Central de Atendimento ao Usuário do Grande Recife, pelo 0800-081-0158.“Para requisitar a carteira, basta ir a um Centro de Referência de Assistência Social com a documentação necessária, que ele vai encaminhar o pedido à SEAD”, explica o superintendente João Maurício Rocha. “Nós encaminhamos para o Grande Recife Consórcio e, no caso de haver algum problema, os documentos voltam para o centro, que vai orientar cada caso”.

http://pe360graus.globo.com
SAIBA MAIS

domingo, 29 de março de 2009

Boa Semana

Comente!
“Que todos os dias quando você acordar...
receba dos Céus a bênção de ter sempre por perto as pessoas que te amam...
Uma semana com muita LUZ;"

"A grande arte da vida é acordar depois de...
um sonho, levantar depois de um... tombo,
sorrir depois de uma decepção...
e nunca se desanimar!!
É olhar pra frente...
com a esperança da vitória!!"

Glitter Para Orkut
SAIBA MAIS

Virtual Vision

Comente!
O Virtual Vision é a solução definitiva para que deficientes visuais possam utilizar com autonomia o Windows, o Office, o Internet Explorer e outros aplicativos, através da leitura dos menus e telas desses programas por um sintetizador de voz.
O Virtual Vision “varre” os programas em busca de informações que podem ser lidas para o usuário, possibilitando a navegação por menus, telas e textos presentes em praticamente qualquer aplicativo.
A navegação é realizada por meio de um teclado comum, e o som é emitido através da placa de som presente no computador. Nenhuma adaptação especial é necessária para que o programa funcione e possibilite a utilização do computador pelo deficiente visual, o que dispensa a utilização de sintetizadores externos.
O Virtual Vision também acessa o conteúdo presente na Internet através da leitura de páginas inteiras, leitura sincronizada, navegação elemento a elemento e listagem de hyperlinks presentes nas páginas.

http://www.virtualvision.com.br/
SAIBA MAIS

Surf para todos - Projeto atende necessidades especiais

2 comments

Há mais de 15 anos dando aulas de surf e há mais de 25 envolvido com o esporte, o professor de educação física e pós-graduando em surf e esporte com prancha Luciano Sant’anna desenvolve um trabalho que leva educação, cultura e inclusão social.

Organizando eventos e revelando talentos, fundou o “Projeto Antes No Mar Do Que na Rua” que atende em média de 100 a 150 crianças e adolescentes dos municípios de Caraguatatuba e Ubatuba.

Luciano fez parcerias com o comércio local, marcas de surfwear, prefeituras, entidades de classes e até pessoas físicas para manter o projeto funcionando todos os anos.
“Teve ano que a gente pensava que o projeto iria parar por falta de apoio, aí aparecia a ESPN Brasil, que por meio do programa Super Ação doavam pranchas, roupas e acessórios para o projeto continuar. Agradeço muito ao Grilo, Vivian, Formiga e toda a equipe”, diz Sant’anna.
Agora, além de tirar crianças das ruas, Luciano está com uma proposta de inclusão social por meio do surf. O projeto “O Surf Para Todos” inclui principalmente portadores de necessidades especiais e pessoas com problemas psíquicos.

A experiência já é vivenciada por Tiago que é amputado de uma perna e sua esposa Ny, portadora de paralisia cerebral. A mais recente adepta foi a jovem Mirian, que experimentou surfar, mesmo não possuindo seus membros por completo.
“Acho que a aula da Mirian foi a mais importante que dei em minha vida. Quando a vi mergulhando na beira d’água, percebi que ela era super adaptada ao meio líquido e logo a convidei para experimentar o surf”, lembra Sant’anna.
Com essa nova proposta, a Associação de Surf de Caraguá e Luciano pretendem fechar parceria com prefeituras, empresas ou com qualquer instituição que queira levar o surf para todos, seja por meio de clínicas ou surf na piscina.
O projeto também precisa de apoiadores que queiram colaborar doando equipamentos, roupas e acessórios.
Para obter mais informações, entre em contato pelo telefone (0xx12) 3883 9417, ou envie mensagem para aulasdesurf@hotmail.com.
SAIBA MAIS

Novas perspectivas para a esclerose múltipla

Comente!
Terapia com células-tronco melhorou os sintomas dos estágios iniciais de esclerose múltipla em 80% dos pacientes

A esclerose múltipla (EM) é um transtorno neurológico crônico muito debilitante que pode provocar vários sintomas, entre os quais dormência de braços e pernas e, nos estágios mais avançados, paralisia e problemas de visão. Cientistas acreditam que esse é um transtorno auto-imune no qual o sistema imunológico do corpo – que geralmente entra em ação após a invasão do organismo por microrganismos – ataca o tecido saudável. No caso da EM, o sistema imunológico dos pacientes destrói as bainhas de proteína que protegem as células nervosas ─ os neurônios ─ interrompendo os sinais entre o cérebro e o resto do corpo.Richard Burt, pesquisador e chefe de imunoterapia para transtornos auto-imunes na Faculdade de Medicina Feinberg, da Northwestern University, adverte que os resultados ainda precisam ser confirmados por testes clínicos aleatórios.Usando um método conhecido como transplante autólogo de células-tronco hematopoéticas não mieloablativas, Burt e seus colaboradores basicamente substituíram as células “mal-comportadas” por células saudáveis ─ criadas a partir de células-tronco ─ em 21 pacientes (11 mulheres e dez homens) com EM recorrente, uma forma comum da doença em que os sintomas aparecem e desaparecem.

http://www2.uol.com.br
SAIBA MAIS

Livros em braile e áudio books nas bibliotecas de estações

Comente!
O Instituto Brasil Leitor (IBL), organização voltada para a criação e gestão de projetos de estímulo à leitura e à educação, continua com seu plano de ação que facilita o acesso à leitura para pessoas com deficiências visuais ou leitores que não tem tempo para ler um livro no escritório ou em casa e preferm ouvi-los no caminho de volta do trabalho ou no horário do almoço.
Para isso, está sendo implantada aos acervos uma audioteca que disponibiliza arquivos de MP3 divididos em diversas categorias e inúmeros volumes de publicações em braile. São 314 áudio books e 518 livros em braile, disponíveis nas nove unidades, nas estações dos mêtros de Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.
" Além de disponibilizar um acervo digital para atender todo o público, contamos com livros em braile que dão oportunidade aos nossos associados com deficiências especiais de descobrirem o fantástico mundo da literatura e da escrita. A proposta é incrementar as bibliotecas com novos produtos, visando estimular o hábito de ler por prazer", explica William Nacked, diretor-geral do Instituto Brasil Leitor, criador e gestor do projeto.

Fonte: Jornal Gazeta do Tatuapé - 29/03
SAIBA MAIS

Mara Gabrilli faz apelo em Plenário para renovação da frota de ônibus municipais

Comente!
Na quarta-feira (18/03), a vereadora Mara Gabrilli discursou em Plenário pedindo ao Prefeito e ao Secretário de Transportes a ampliação da frota de ônibus acessíveis no município. "lsso significa ter um ônibus de piso baixo, de desenho universal, que permita o embarque e o desembarque em nível para qualquer cidadão. A continuidade da renovação da frota com o uso de elevadores é um retrocesso para a cidade e para o Brasil. Faço um apelo ao Sr. Secretário Alexandre de Moraes, à Secretaria de Transportes e ao Sr. Prefeito Gilberto Kassab para que essa evolução, no que diz respeito à acessibilidade do transporte, prossiga no mesmo ritmo com que vem ocorrendo. São Paulo tem de continuar referência e continuar a dar exemplo para o Brasil.

LEIA ABAIXO O PRONUNCIAMENTO DE MARA GABRILLI EM PLENÁRIO:

Senhor Presidente, telespectadores da TV Câmara São Paulo, Vereadores e Vereadoras....Lembro dos avanços que vêm ocorrendo em relação às pessoas com alguma deficiência e não me canso de falar sobre eles. No entanto, temos de refletir sobre outras questões, como, por exemplo, o transporte. O transporte é estrutural na vida de todas as pessoas. Não adianta se investir em educação se as pessoas não conseguem chegar à escola. Não adianta se investir em saúde se as pessoas não têm como chegar às Unidades Básicas de Saúde. Tudo que diz respeito ao segmento das pessoas com deficiência é importante, porque elas se encontram em todos os espaços. O transporte, portanto, é essencial, embora somente ele não baste.
Contamos com uma evolução muito grande no Município.
Hoje, temos em São Paulo uma frota de mais de três mil ônibus acessíveis, superior à mesma frota em todo o País. Essa é mais uma razão para que reflitamos e para que não retrocedamos.Faço um apelo ao Sr. Secretário Alexandre de Moraes, à Secretaria de Transportes e ao Sr. Prefeito Gilberto Kassab para que essa evolução, no que diz respeito à acessibilidade do transporte, prossiga no mesmo ritmo com que vem ocorrendo.
São Paulo tem de continuar referência e continuar a dar exemplo para o Brasil.
Hoje, ter ônibus acessível significa ter um ônibus de piso baixo, de desenho universal, que permita o embarque e o desembarque em nível para qualquer cidadão, ou seja, não só para cadeirantes, mas para cegos, para idosos, para mulheres de saia justa, para pessoas engessadas, para obesos; enfim, um acesso universal ao transporte. É isso o que queremos.
A continuidade da renovação da frota com o uso de elevadores é um retrocesso para a Cidade, para o Brasil. Esse não é o tipo de ensinamento que São Paulo quer passar. São Paulo tem de continuar a produzir tecnologia de ponta, como já vem fazendo.
Ônibus com elevador tem demonstrado ser um equipamento obsoleto, um equipamento que exige manutenção e conhecimento de manuseio, que nem sempre o motorista ou o cobrador têm. Além de tudo, é um equipamento que atrasa todo o sistema, acabando por deixar o cadeirante constrangido. Imaginem, num horário de rush, todos os ônibus, seus terminais e pontos lotados, e os cadeirantes aguardando.
Quando as pessoas percebem a presença de um cadeirante, já sabem que terão de esperar pelo menos seis minutos, tempo de funcionamento do elevador, e ficam frustradas e irritadas.Não queremos isso. Queremos um sistema que seja acessível a todos.Por isso, mais uma vez reclamo do veto à minha lei, porque os ônibus precisam ter aviso sonoro. Isso é constitucional. Não podemos subtrair de pessoa alguma o direito à informação. No entanto, é isso o que está acontecendo com os 650 mil deficientes da cidade de São Paulo, obrigados a perguntar ou levar um acompanhante consigo para saber onde eles estão. Não queremos que isso aconteça.Acredito que já tenhamos muita coisa para comemorar. Porém, ainda há uma demanda por transporte muito grande no Estado de São Paulo, relacionada à necessidade que as pessoas têm de mudar de município para fazer tratamento, reabilitação ou mesmo para estudar. Como uma pessoa de Caieiras consegue ir para Franco da Rocha ou de São Paulo para Santo André ou para Osasco? Por que não existe um transporte que consiga contemplar todo esse público? Recentemente, saiu uma portaria da Secretaria dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo que autoriza a implantação do serviço de transporte metropolitano especial. Essa é uma grande conquista do Município, que deu exemplo com o Atende, serviço que conta, hoje, com mais de 300 vans. Agora, vamos poder fazer o mesmo serviço no Estado, ultrapassando as barreiras dos municípios para levar as pessoas com deficiência à escola, ao tratamento, à reabilitação.Por isso, parabenizo o Governador José Serra, que criou uma Secretaria Municipal, depois uma Secretaria Estadual e agora implanta o serviço de transporte metropolitano especial. Muito obrigada.

http://vereadoramaragabrilli.com.br
SAIBA MAIS

A vereadora Mara Gabrilli e a deputada Célia Leão visitaram o Tribunal de Contas do Município

Comente!


Na quinta-feira, 12 de março, o presidente Roberto Braguim recebeu no TCM a deputada estadual Célia Leão e a vereadora Mara Gabrilli. As duas se destacam pelos trabalhos engajados na área de interesse das pessoas com deficiência. Ambas já apresentaram inúmeros projetos de lei que beneficiam a acessibilidade e mobilização urbana dessa parte da população, bastante representativa na Cidade de São Paulo.



“Para o trabalho que venho desenvolvendo, ter o apoio do Tribunal de Contas do Município é extremamente importante. Temos todo um universo em São Paulo para desvendar nesse aspecto. Essa ajuda é bem-vinda e vai dar muito mais peso para essas questões. Auxiliar no cumprimento das leis é fundamental”, disse a vereadora, também fundadora da ONG Projeto Próximo Passo, responsável pela promoção dos esportes entre os portadores de deficiência. A deputada Célia Leão se disse surpresa ao vir ao Tribunal e conhecer a atuação implantada atual gestão: “Vejo aqui o trabalho e empenho de pessoas do bem, de gente séria e compromissada com a sociedade como um todo. Aqui, além de fiscalizar contas e contratos, também existe o lado de auditoria operacional. Um caminho que começa a desabrochar.
O TCM está de parabéns por pensar em São Paulo”.
Na opinião da deputada, a postura do TCM em implantar a responsabilidade socioambiental e apoiar as pessoas com deficiência “são atitudes soberanas, que garantem vida à todos, sejam idosos, crianças, deficientes físicos etc. Acessibilidade – prosseguiu – é a palavra de ordem de um mundo com justiça. E só existe um jeito de promover a justiça: através da igualdade”.Ao final do encontro, as parlamentares receberam das mãos do presidente uma cópia do Programa de Auditoria - Acessibilidade, com todas as auditorias operacionais a serem realizadas em locais públicos durante o ano de 2009.

Fonte: TCM
SAIBA MAIS

Número de pessoas com deficiência no mercado de trabalho amplia em 900%

Comente!
Nos dois primeiros meses de 2009, o Programa Inclusão Eficiente empregou 758 profissionais em diversos setores, atingindo a marca de 3.232 pessoas com deficiência e mobilidade reduzida inseridas no mercado de trabalho desde 2005.

O Programa da Secretaria Municipal do Trabalho (SMTrab) atingiu a marca de 3.232 pessoas com deficiência e mobilidade reduzida inseridas no mercado de trabalho de novembro de 2005 a fevereiro de 2009.Apenas nos dois primeiros meses deste ano, o programa empregou 758 profissionais em diversos setores, aproximadamente 900% mais que o registrado no mesmo período do ano passado.Segundo a supervisora do programa Inclusão Eficiente, Daiane Oliveira de Paula, o aumento do número de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida inseridas no mercado de trabalho nos dois últimos anos reflete o esforço feito pela SMTrab no esclarecimento dos empresários sobre a importância dessa iniciativa e os incentivos previstos em lei para a contratação de pessoas com deficiência. "A qualificação e especialização dos funcionários dos Centros de Apoio ao Trabalho (Cats) também influenciaram no resultado alcançado. Em 2008, foram mais de seis cursos e nas próximas semanas terá início a quinta turma do curso de Libras (linguagem de sinais)", explica Daiane.
No ano passado, a SMTrab e o Instituto Sorri-Brasil lançaram uma cartilha destinada aos empregadores para facilitar as entrevistas de pessoas surdas.As pessoas com deficiência que estiverem em busca de uma oportunidade de trabalho podem comparecer a uma das sete unidades do CAT ou cadastrar seus dados pelo site e participar da seleção para vagas de emprego. As funções mais ofertadas são auxiliar administrativo, operador de telemarketing, auxiliar de linha de produção, operador de supermercados, repositor de mercadorias e porteiro. Mais de 70% das ofertas exigem ensino médio completo e experiência de três a seis meses na função. Os salários variam de R$ 465 a R$ 800, mais benefícios como vale-transporte, assistência médica e vale-refeição, conforme a função e a empresa contratante

.Endereços dos CATs:
- Zona Sul/Interlagos: avenida Interlagos, 6.122
- Zona Leste/Itaquera: rua Gregório Ramalho, 12
- Zona Oeste/Lapa: rua Catão, 312
- Zona Norte/Santana: rua Voluntários da Pátria, 1.553
- Zona Sul/Santo Amaro: rua Barão do Rio Branco, 864
- Zona Central/Liberdade: rua Galvão Bueno, 782
- Zona Central/Luz: rua Prestes Maia, 913
Horário de atendimento: das 7h às 18h, de segunda a sexta-feira
Documentos necessários: RG, CPF, Carteira Profissional e CID (Código Internacional de Doenças).

Fonte: Site da Prefeitura de São Paulo
SAIBA MAIS

ABRELA comemora 10 anos de atividades

1 comment

Dia 27/03, a Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, em reconhecimento ao trabalho da ABRELLA, que completou 10 anos, realizou uma sessão solene por iniciativa da deputada estadual Célia Leão (PSDB), às 10 horas, no Plenário Juscelino Kubitscheck. A vereadora Mara Gabrilli, admiradora do trabalho da associação, parabeniza a Abrela por suas atividades, celebra a data do aniversário e faz votos de sucesso nos anos vindouros.

A Associação Brasileira de Esclerose Lateral Amiotrófica – Abrela – completou dia 27 de março, 10 anos de atividades em prol de uma melhor qualidade de vida aos pacientes com esclerose lateral amiotrófica – ELA. Para celebrar e reconhecer o trabalho da Abrela, a deputada Célia Leão promoveu sessão solene na Assembléia Legislativa de São Paulo, às 10h da manhã, aberto ao público."A Abrela desenvolve um trabalho ímpar em prol das pessoas que têm uma doença degenerativa progressiva e ainda sem cura. Oferecer orientação, informação sobre o diagnóstico e tratamento desta doença para os pacientes e também às suas famílias merece nosso aplauso e reconhecimento", afirma a vereadora Mara Gabrilli. "Além disso, a Abrela e seu fundador, o Dr. Acary, divulgam informações aos profissionais de saúde para detectarem a ELA e poderem dar a assistência correta aos pacientes desta doença de progressão rápida e pouco conhecida no Brasil. De acordo com o Dr. Acary, a ELA é incurável, mas pode ser tratável. Fomos grandes parceiros de luta pela liberação das pesquisas com células-tronco embrionárias, a única esperança de cura para a ELA", completa a vereadora.

O que é ELA??
Pesquisa divulgada pela ABRELA esclarece sobre a doença.
O primeiro passo para você conhecer melhor a esclerose lateral amiotrófica, e principalmente entender seus mecanismos e forma de atuação, é saber o que significa. E não esqueça: a qualidade de informação é a principal ferramenta para se conviver com esse tipo de doença.

O que significa ELA?
ELA é a abreviatura de Esclerose Lateral Amiotrófica, uma doença cujo significado vem contido no próprio nome: • Esclerose significa endurecimento, • Lateral, porque a doença começa geralmente em um dos lados do corpo, • Amiotrófica, porque resulta na atrofia do músculo. Ou seja, o volume real do tecido muscular diminui.

Qual a característica principal da esclerose lateral amiotrófica?
A degeneração progressiva dos neurônios motores no cérebro (neurônios motores superiores) e na medula espinhal (neurônios motores inferiores), ou seja, estes neurônios perdem sua capacidade de funcionar adequadamente (transmitir os impulsos nervosos).

O que são neurônios motores?
Primeiro, é importante saber que neurônio é uma célula nervosa especializada, diferente das outras células do corpo humano porque apresenta extensões q ue realizam funções especiais. No caso dos neurônios motores, eles são responsáveis pelos movimentos de contração e relaxamento muscular.

O que essa degeneração provoca?
Quando os neurônios motores não podem mais enviar impulsos para os músculos, começa a ocorrer uma atrofia muscular, seguida de fraqueza muscular crescente. No caso da ELA, compromete o 1º neurônio superior e o 2º neurônio inferior.

Quais são as partes do corpo que a doença não afeta?
O raciocínio intelectual, a visão, a audição, o paladar, o olfato e o tato. Na maioria dos casos, a esclerose lateral amiotrófica não afeta as funções sexual, intestinal e vesical.

Quem tem mais probabilidade de desenvolver ELA?
Segundo pesquisas, a ELA se desenvolve mais em homens do que em mulheres, mais em brancos do que em negros, e geralmente está associada à faixa etária acima de 60 anos.

Como o paciente com ELA costuma reagir em relação ao seu dia-a-dia?
Geralmente, os pacientes com ELA se cercam de pessoas ligadas à vida, raramente ficam deprimidos, são pessoas especiais e apaixonantes, buscam esclarecimento e novas possibilidades de tratamento para a doença, e principalmente lutam constantemente pela dignidade de vida.
SAIBA MAIS

Esporte Adaptado pelo Mundo

Comente!
Adorei esse vídeo.....



O esporte é um veículo para a inclusão da pessoa com deficiência na sociedade.
Nos aspectos físicos e motores, o esporte melhora a condição cardiovascular dos praticantes, aprimora a força, a agilidade, a coordenação motora e o equilíbrio.
No aspecto social , o esporte proporciona a oportunidade de sociabilização com pessoas portadoras e não portadoras de deficiências, torna o indivíduo mais independente para a realização de suas atividades diárias e faz com que a sociedade conheça melhor aspotencialidades dessas pessoas especiais.
No aspecto psicológico, o esporte melhora a auto-confiança e a auto-estima das pessoas portadoras de deficiência, tornando-as mais otimistas e seguras para alcançarem seus objetivos.

http://www.paue.com.br
SAIBA MAIS

Esperança para o Parkinson

Comente!

Um nova esperança para quem tem doença de Parkinson acaba de ser aberta com o anúncio de um tratamento eficiente e menos invasivo para o problema para o qual ainda não se descobriu cura. A novidade é resultado de um trabalho de pesquisa desenvolvido nos Estados Unidos por um grupo de pesquisadores coordenados pelo brasileiro Miguel Nicolelis, na Universidade Duke.
Trata-se da primeira terapia potencial para a doença a ter como alvo não o cérebro, mas a medula espinhal, a parte do sistema nervoso central contida na coluna vertebral.
A descrição do método está em artigo destacado na capa da edição de sexta-feira (20/3) da revista Science.Os pesquisadores desenvolveram uma prótese para estimular eletricamente o principal condutor de informações táteis para o cérebro. O dispositivo foi conectado à superfície da medula espinhal em camundongos e em ratos com baixos níveis de dopamina, mediador químico indispensável para a atividade normal do cérebro.O objetivo foi representar em modelos animais as características biológicas de indivíduos com Parkinson, incluindo a grave perda de habilidades motoras verificada em estágios avançados da doença.Ao ligar o dispositivo protético, os animais tiveram grande melhoria nos movimentos, passando a adotar comportamentos de exemplares saudáveis. Segundo os cientistas, a melhoria foi observada em média apenas 3 segundos após o estímulo.“Observamos uma mudança imediata e dramática na capacidade funcional do animal que tem sua medula espinhal estimulada pelo dispositivo. Além disso, trata-se de uma alternativa simples e significativamente menos invasiva do que as tradicionais, como a estimulação cerebral profunda, que tem potencial para uso amplo em conjunto com medicamentos tipicamente usados no tratamento da doença de Parkinson”, explicou Nicolelis.
A íntegra dessa notícia você pode ler acessando o site da Agência Fapesp (www.agencia.fapesp.br)
Fonte: Agência Fapesp
SAIBA MAIS

Férias com crianças deficientes

1 comment
As melhores condições de turismo para o deficiente estão no exterior, mas há muito o que fazer por aqui

Lazer é direito constitucional.
O turismo é uma das melhores formas de diversão também para a criança com deficiência, embora ela não possa contar com um serviço especializado no Brasil. "O país ainda está engatinhando nesse setor. O que temos são alguns profissionais com boa vontade, que tentam buscar os melhores locais para o cliente especial. É preciso que tenham quartos adaptados, portas largas, locais com rampas, calçamentos lisos, elevadores e outros serviços", diz Roberto Belleza, consultor na área de viagens e turismo adaptado, que é tetraplégico há sete anos. "As melhores condições de acesso, transporte e atendimento estão nos Estados Unidos e nas principais capitais européias, mas os resorts nordestinos já caminham nessa direção, com construções mais acessíveis", diz o consultor. Se a família pode pagar, Belleza lembra que os cruzeiros marítimos, feitos por modernos transatlânticos, são ótima opção para os portadores de deficiência motora e sensorial. "Esses navios oferecem todas as condições. Os pais só precisam elencar as dificuldades do dia-a-dia com a criança para checar as facilidades que podem encontrar na viagem. E não devem pagar mais por esse serviço. Lazer é direito de todos", alerta Belleza.
Programa dos sonhos
Letícia Paula Silveira já foi guia turística, profissão que facilitou o lazer para a filha Pricila, 11 anos, que tem síndrome de Down. "Nós já fomos à Disney seis vezes. É sem dúvida o programa dos sonhos de qualquer criança, mas é um lugar especial pelo cuidado que têm com o deficiente. A diversão é garantida." A menina também conhece o Hopi Hari, no interior de São Paulo, e o Beto Carrero World, em Santa Catarina. "As viagens aumentaram muito a auto-estima de Pricila. Ela se sente participante do mundo como qualquer outra pessoa. Até quis aprender inglês", conta Letícia.
Ana Elizabeth Noll viaja freqüentemente com o filho Denis, portador de paralisia cerebral, desde os 3 anos. "Já fizemos muitos passeios pelo Nordeste brasileiro e também no exterior", conta. Por causa dessas experiências — o garoto está com 18 anos –, ela virou especialista nas falhas e eficiências do turismo para a criança especial. Em 2001, foi chamada para participar da atualização do Manual de Recepção e Acessibilidade da Embratur, destinado à indústria turística. Seu conselho aos pais de deficientes: "Não esperem por um turismo adaptado. Viajar com a criança especial provoca as mudanças".
Roteiro simples
Quando as finanças da família não permitem ir longe, pequenos passeios podem alegrar a criança do mesmo jeito. Tábata, 7 anos, não enxerga, mas anda a cavalo em chácaras, nada na piscina de clubes e visita animais no zoológico. "Com 1 ano e meio, quando ela começou a andar, é que me dei conta do lazer. Não sabia onde poderia levá-la. Descobrimos aos poucos", conta a mãe, Neide Rodrigues. Nestas férias, a família pretende percorrer de carro o litoral carioca. O próximo projeto é deixar Tábata ir a um acampamento. "A convivência com pessoas desconhecidas será um estímulo para sua independência. Ela poderá se sentir querida pelos outros", acredita Neide.
Turismo adaptado
Além dos Estados Unidos, o país mais preparado em turismo para crianças especiais, Holanda, Inglaterra, França, Alemanha, Suíça e Austrália destacam-se nas facilidades, segundo avaliação de Janaki Nayar, representante da Society for Acessible Travel & Hospitality (SATH), uma organização não-governamental com sede em Nova York, que trabalha para promover a melhoria das condições de acesso e atendimento para pessoas com deficiência e idosos no turismo mundial. Segundo ela, na América do Sul, os parques nacionais da Patagônia, no Chile, e Machu Pichu, no Peru, são bastante acessíveis. "Nesse lugares, há pessoas treinadas para receber os portadores de deficiência. Buscamos agora patrocínio para avaliar o Brasil", diz. A SATH publica a revista trimestral Open World (Mundo Aberto em inglês), que dá dicas de roteiros adaptados. "A publicação não mostra a beleza dos lugares, e sim a experiência da pessoa com deficiência, que orienta como chegar a tal destino", explica Janaki. Pais ficam de fora nas Colônia de férias, acampamentos, passeios ao boliche, cinema e teatro, são programas que algumas iniciativas isoladas oferecem à criança com deficiência, como a Colônia de Férias Tempo Feliz, da Apae, no Balneário Camboriú, em Santa Catarina. Ela está aberta a qualquer criança. Detalhe: nessa programação os pais estão de fora. "Gostei muito de ir para colônia de férias. Fiz muitos amigos e me senti independente", conta Francine Machado, 12 anos, deficiente física.
Instituto Brasileiro de Defesa dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência (IBDD).
No site www.ibdd.org.br acesse o link serviços para ver padrões de acesso Society for Accessible
Beto Carrero World, em Santa Catarina - www.betocarrero.com.br (11) 3081-9544 (SP) (47) 261-2354 (SC)
Betinho Carrero, em São Paulo, www.betinhocarrero.com.br - (11) 5506-7415
Hopi Hari - www.hopihari.com.br - (11) 3058-2207 (SP)

Revista Crescer
SAIBA MAIS

Deficientes superam as dificuldades com a música

Comente!
Crianças encantam o público em corais e bandas

Eles tocam instrumentos sem enxergar, soltam a voz sem ouvir e "cantam" sem falar. A música é um caminho eficiente para afastar o preconceito e melhorar (muito) a auto-estima de crianças e jovens com deficiência. Pelo esforço de aprender, mas também pela qualidade da música que produzem, eles têm chamado a atenção do público, que retribui com aplausos e pedidos de bis. Há grupos musicais formados por deficientes em várias cidades do país e eles se apresentam em teatros, programas de televisão, hospitais e escolas. "Hoje recebemos elogios pela qualidade musical da nossa banda e não mais pelo espanto de conseguirmos tocar", comemora a coordenadora do Grupo Surdodum, a fonoaudióloga Ana Lúcia Soares, do Centro Integrado de Ensino Especial, em Brasília.

É na batida dos tambores que o Surdodum mostra a sua música desde 1995. O grupo de percussão possui vinte componentes surdos de 15 a 27 anos, sendo três meninas nos vocais e quatro não-deficientes na parte instrumental. Nas aulas, os alunos aprendem ritmo com um trabalho corporal. Eles andam, dançam e sentem as batidas da palma, dos pés e até do coração. Também aprendem a vibração do som que produzem tocando as paredes e o chão. Por último, começam a tocar os instrumentos com a imitação das batidas. O canto do surdo é como um "samba de uma nota só" porque ele fala num único tom de voz. Não há agudo nem grave. E por não ter retorno auditivo, ele segue as orientações visuais da professora. "Quando quero que cantem com um tom agudo levanto a mão para cima e quando quero grave, abaixo", conta Ana. Ela faz arranjos nas músicas de acordo com a voz de cada integrante do vocal e mostra a letra escrita, que eles reproduzem na linguagem dos sinais. Trabalhando a respiração e a dicção, cantar melhora a voz e diminui a nasalidade, muito comum nos surdos. O repertório com mais de vinte canções, basicamente MPB, já foi tocado em mais de 300 apresentações no país. O grupo já tem um CD demonstração gravado, com o nome de Na batida do silêncio.

Mãos no lugar de vozes

Há quem cante com as mãos. Em Goiânia, há dois "corais" com deficientes auditivos. No Sinfonia das Mãos, formado por dezoito integrantes da Escola Estadual Especial Maria Lusia de Oliveira, os deficientes apresentam as músicas na linguagem dos sinais, dramatizando as letras com o som de um CD ao fundo. O sucesso do projeto deu origem a outro grupo, o Vozes de Anjo, com 24 componentes da Casa do Silêncio, instituição para deficientes auditivos. Os conjuntos possuem integrantes de 7 a 20 anos. "Utilizar a língua dos sinais para cantar e não a voz é um respeito à cultura deles e não uma imposição para que sejam ouvintes, como a grande maioria da platéia que os assiste", defende a regente Gessilma Dias dos Santos. O repertório é formado de MPB e músicas regionais.

Tocar um instrumento sem enxergá-lo e sem partitura é o que faz há quatro anos o grupo de percussão Segue-o-ritmo, da escola estadual anexa ao Instituto de Cegos do Brasil Central, na cidade mineira de Uberaba. Com trinta componentes cegos ou com baixa visão, de 6 a 50 anos, eles dão um show de ritmo. Os alunos aprendem a tocar pela audição e são comandados por apito. Quatro deles cantam. "Em cada instrumento faço uma seqüência de batidas e o aluno repete", explica o professor de música Mário Jaime Costa Andrade, o Majaca. Som no sertão

A música também ajuda na socialização dos deficientes. Em 1996, no sertão sergipano, em Nossa Senhora da Glória, a 117 km de Aracaju, surgiu a Banda Luz do Sol, que hoje tem quinze integrantes, crianças, jovens e adultos com deficiência mental e distúrbio de comportamento. O projeto foi criado como forma de estender o tratamento do ambulatório de saúde mental da região. "Os integrantes da banda encontraram uma forma de se comunicar melhor e alguns uma maneira de canalizar a agressividade", diz a musicoterapeuta Sony Regina Petris. Em alguns grupos, todos têm lugar garantido, mesmo que desafinem. O Coral Todas as Vozes, da Escola Parque, da Secretaria de Educação do Distrito Federal, conta com 360 integrantes de 10 a 50 anos, 25 deles com deficiência. O coral surgiu em 1998, quando o professor de educação musical Eduardo Sena resolveu reunir numa única apresentação coristas com deficiência e sem deficiência de todas as classes sociais. "Quis mostrar à humanidade como ela é: diversa", diz Sena. Hoje o grupo faz muito mais. "Não é só cantar. Os alunos criam músicas, arrecadam roupas, brinquedos e comida e distribuem nas instituições em que se apresentam", completa o professor. O coral deu tão certo que Sena decidiu montar a organização não-governamental Todas as Vozes. Já está ensaiando para gravar um CD, mas ainda precisa de apoio para realizar o sonho de manter unidas todas as vozes. Uma melodia especial

Os Estados Unidos têm, desde 1974, um programa para valorizar o artista com deficiência, chamado Very Special Arts, VSA. Em 1988, o projeto chegou ao Brasil, com o apoio do Ministério da Cultura, e ganhou o nome de Arte sem Barreiras. Ele abre espaço para música, teatro, artes plásticas, literatura e dança. "Outra preocupação é profissionalizar os artistas com deficiência. São poucos ainda que conseguem viver da música", diz a diretora executiva do VSA Brasil, Albertina Brasil.

Revista Crescer

SAIBA MAIS

Minuto da Inclusão

Comente!
SAIBA MAIS

Símbolos e Sinalizações

Comente!
Símbolos de sinalizações para portadores de deficiências

Toda a sinalização aqui é retirada da NBR 9050

A indicação de acessibilidade das edificações, do mobiliário, dos espaços e dos equipamentos urbanos deve ser feita por meio do símbolo internacional de acesso. A representação do símbolo internacional de acessoconsiste em pictograma branco sobre fundo azul (referência Munsell 10B5/10 ou Pantone 2925 C).Este símbolo pode, opcionalmente, ser representado em branco e preto (pictograma branco sobre fundopreto ou pictograma preto sobre fundo branco), conforme figura. A figura deve estar sempre voltada para olado direito, conforme . Nenhuma modificação, estilização ou adição deve ser feita a este símbolo.

Finalidade

O símbolo internacional de acesso deve indicar a acessibilidade aos serviços e identificar espaços,Edificações, mobiliário e equipamentos urbanos onde existem elementos acessíveis ou utilizáveis porPessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida.
Aplicação

Esta sinalização deve ser afixada em local visível ao público, sendo utilizada principalmente nos seguintes locais, quando acessíveis:

a) entradas;
b) áreas e vagas de estacionamento de veículos;
c) áreas acessíveis de embarque/desembarque;
d) sanitários;
e) áreas de assistência para resgate, áreas de refúgio, saídas de emergência;
f) áreas reservadas para pessoas em cadeira de rodas;
g) equipamentos exclusivos para o uso de pessoas portadoras de deficiência.

Os acessos que não apresentam condições de acessibilidade devem possuir informação visual indicando alocalização do acesso mais próximo que atenda às condições estabelecidas nesta Norma.

Símbolo internacional de pessoas com deficiência visual (cegueira)

Representação

A representação do símbolo internacional de pessoas com deficiência visual (cegueira) consiste em um pictograma branco sobre fundo azul (referência Munsell 10B5/10 ou Pantone 2925 C). Este símbolo pode,opcionalmente ser representado em branco e preto (pictograma branco sobre fundo preto ou pictogramapreto sobre fundo branco). A figura deve estar sempre voltada para a direita. Nenhuma modificação, estilização ou adição deve ser feita a este símbolo.


Finalidade
O símbolo internacional de pessoas com deficiência visual deve indicar a existência de equipamentos,mobiliário e serviços para pessoas com deficiência visual.
Símbolo internacional de pessoas com deficiência auditiva (surdez)
A representação do símbolo internacional de pessoa com deficiência auditiva (surdez) consiste empictograma branco sobre fundo azul (referência Munsell 10B 5/10 ou Pantone 2925C). Este símbolo pode,opcionalmente ser representado em branco e preto (pictograma branco sobre fundo preto ou pictogramapreto sobre fundo branco). A figura deve estar sempre representada na posição indicada na figura . Nenhuma modificação,estilização ou adição deve ser feita a este símbolo.
Aplicação
O símbolo internacional de pessoa com surdez deve ser utilizado em todos os locais, equipamentos, produtos,procedimentos ou serviços para pessoa com deficiência auditiva (surdez).


Fonte: Deficiente Solidario


SAIBA MAIS

Interiores acessíveis para cadeirantes

Comente!
( Fernando Rigotti )



Segundo dados do último censo do IBGE, realizado em 2000, no Brasil há 24,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, destas uma boa parte são cadeirantes. Para essas pessoas as atividades cotidianos como ir ao mercado, andar na rua é uma verdadeira saga. Dentro de casa não é diferente.
Um cadeirante necessita de adaptações no interior das edificações que diminuam significativamente os impactos de suas limitações.
Para auxiliar no projeto a ABNT possui a norma 9050 chamada Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos que visa “proporcionar à maior quantidade possível de pessoas, independentemente de idade, estatura ou limitação de mobilidade ou percepção, a utilização de maneira autônoma e segura do ambiente, edificações, mobiliário, equipamentos urbanos e elementos.”
São diversas adaptações que fazem toda a diferença. Primeiro a funcionalidade, depois a estética.
A imagem abaixo é de um projeto que estou fazendo na faculdade junto com minha amiga Ellen Inserilo para matéria de design de móveis e acessórios. O projeto consiste na elaboração de uma kitnet acessível para cadeirantes focando principalmente na cozinha.
Entre as adaptações realizadas posso citar o rebaixamento da bancada da cozinha e da mesa de apoio para 75cm, criação de um vão embaixo da bancada para que o cadeirante possa manusear os objetos, cantos arredondados para diminuir o risco de acidentes, espaço de circulação adequados, barra de apoio na porta do banheiro e armários altos com acionamento via controle remoto (não aparece na foto).

Um dos lados mais gratificantes do design de interiores é saber que podemos melhorar a qualidade de vida das pessoas. E criar o projeto focando no cliente é o melhor caminho para conseguir isso.

http://www.fernandorigotti.com

SAIBA MAIS

Cadeirantes na largada da track & Field Etapa 1 SP 2009

Comente!


Fernanado Aranha Rocha, Ronílson Bispo dos santos (Indio) e Ezequias Prado participaram a convite da organização da corrida de 10km no Shopping Villa Lobos em São Paulo

http://www.funfsports.com

SAIBA MAIS

Mensagens

Comente!
"Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar superado. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la.“
Albert Einstein

"A realização de um sonho depende de dedicação. Há quem espere que o sonho se realize por mágica, mas toda mágica é ilusão. A ilusão não tira ninguém de onde está. Pois quem quer fazer algo, encontra um meio. Quem não quer fazer nada, encontra uma desculpa. "(Mario Quintana)
SAIBA MAIS

Curry contra o Parkinson

Comente!
Obrigatório na culinária indiana, o tempero vem se revelando uma excelente arma para proteger o cérebro
( Paula Desgualdo)

Pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, resolveram checar se as já conhecidas propriedades da curcumina, um dos ingredientes do curry, seriam capazes de defender o sistema nervoso dos males causados pelo Parkinson. Eles observaram que a substância age diretamente sobre uma proteína que, quando está alterada, favorece a morte dos neurônios. Ao entrar em ação, ela diminuiu de 50% para 19% a proporção de células danifi cadas. “Esse pigmento é antioxidante e anti-infl amatório”, confi rma o nutricionista Erick Prado de Oliveira, da Universidade Estadual Paulista, em Botucatu, no interior de São Paulo. “Então, poderia prevenir doenças neurodegenerativas”, conclui.

Outros poderes do curry
Diversos trabalhos atribuem ao pó dourado a capacidade de defender as células do corpo. Nos últimos anos, descobriu-se que ele...
›› Reduz mutações celulares que provocam câncer
›› Evita inflamações no intestino
›› É inimigo das doenças que atacam a gengiva
›› Afasta a artrite

Fonte: Revista saúde
SAIBA MAIS

sábado, 28 de março de 2009

Uma noite maravilhosa para todos

Comente!

Todo mundo espera alguma coisa
De um sábado à noite
Bem no fundo todo mundo quer zoar
Todo mundo sonha ter
Uma vida boa
Sábado à noite tudo pode mudar.

A semana passou num piscar de olhos
Eu não vi
E o tempo que voa como o vento
Não senti
Minha vida está congelada desde a última vez que lhe vi
Só me interessa voltar pro ponto de onde eu parti
Passa segunda, terça, quarta-feira.
Nem aí
E na quinta e na sexta o tempo parece
Repetir
Quando o sol do último dia
Ameaça se despedir
É que o povo põe uma roupa e sai pra se distrair.


( Cidade Negra - Sábado A Noite )
SAIBA MAIS

Estacionamento gratuito

Comente!
Sou usuário de cadeira de rodas e no dia 28 de fevereiro fui ao Shopping Center Paulista. Acostumado à política desse estabelecimento, que direciona os carros de portadores de necessidades especiais ao estacionamento VIP (no 2.º subsolo), cheguei ao local e fui informado de que deveria renovar uma carteirinha que daria direito a estacionar gratuitamente. Quando encerrei as compras, fui ao Serviço de Atendimento ao Cliente fazer a tal carteira, e lá me disseram que eu não teria direito ao benefício, que seria exclusivamente destinado a "deficientes que dirigem o próprio carro". Apesar de considerar esse um critério absurdo, aceitei a explicação e voltei ao estacionamento. Lá tive de pagar R$ 45 pelo fato de estar na área VIP, quando poderia ter gastado apenas R$ 20 estacionando em qualquer outra vaga do shopping. Sugiro que a administração reconsidere a atual política de vagas, cobrando de todos ou oferecendo a gratuidade a todos e, principalmente, informando claramente as regras aos clientes no momento de sua chegada, para que tenham o direito de escolher onde querem parar e quanto estão dispostos a pagar.
LUIZ CARLOS LOPES
São Paulo

A Administração do Shopping Pátio Paulista informa que o shopping cumpre rigorosamente os critérios de acessibilidade definidos pela legislação, possuindo ainda o Programa de Apoio à Locomoção, em que os portadores de necessidades especiais podem contar com a gratuidade da tarifa de estacionamento, desde que obedecidos os critérios estabelecidos para tanto. Tais critérios são divulgados e estão disponíveis a todos.

Fonte: estadão.com.br
SAIBA MAIS

Botox pode ajudar na recuperação de pacientes que sofreram derrames

Comente!
Uso ainda não foi aprovado por agência regulatória americana.Entretanto, já é até reembolsado por planos de saúde nos EUA.


Após seu derrame, Francine V. Corso, uma engenheira de software que trabalhou no módulo lunar da NASA, ficou confinada em sua casa de 1992 a 2001. Seu braço esquerdo estava torcido para cima, próximo de seu pescoço, tornando difícil colocar uma blusa, e seus dedos se enroscaram tão rigidamente que suas unhas se enterraram na palma da mão. Quando ela finalmente aprendeu a se levantar de sua cadeira de rodas, sua contorcida perna esquerda tinha o chamado "galope" de muitas vítimas de danos cerebrais – ela pisava com os dedos para baixo, lutando para evitar que seu pé girasse. Agora, com injeções de toxina botulínica a cada três meses, diz ela, "estou completamente transformada – eu dirijo, faço trabalho voluntário, frequento aulas de arte". Seus dedos estão tão relaxados que uma manicure já consegue pintar suas unhas de vermelho. A toxina botulínica, suavizador de rugas mais conhecido pela marca Botox, tem muitos usos médicos, alguns oficiais e outros sem aprovação. Ele ajuda vítimas de distonia a recuperar o controle de músculos espasmódicos, atores que lutam contra transpiração excessiva a reduzir o fluxo, e crianças com pés tortos a evitar cirurgia.

Uso sem aprovação

Seu uso em vítimas de derrames ainda não é atestado – ou seja, ele não é aprovado para esse propósito pela Food and Drug Administration, agência americana que regulamenta novos remédios e alimentos no mercado. Porém, ele é tão amplamente aceito que a Medicare e outras seguradoras chegam a reembolsar seu uso. Entretanto, segundo David M. Simpson, professor de neurologia do Centro Médico Monte Sinai em Nova York e um reconhecido pesquisador da toxina, apenas cerca de 5% dos pacientes de derrame que poderiam se beneficiar do Botox conseguem. Clínicos gerais que inspecionam casas de repouso nem sempre sabem sobre a toxina, disse ele. Relativamente poucos médicos são treinados para aplicar as injeções, que vão muito mais fundo do que fazem os dermatologistas para apagar linhas de expressão. E a maioria dos neurologistas tem o hábito de prescrever medicamentos anti-espasmódicos como tizanidine e baclofen, que são orais e baratos, mas que causam entorpecimento e enfraquecem todos os músculos do corpo, e não apenas os que estão em foco. Corso, de 66 anos, nunca ouviu falar sobre o tratamento por parte de seu primeiro neurologista, a quem costumava chamar de "Dr. Más Notícias", pois ele disse a sua família que ela poderia morrer e que talvez nunca andaria de novo. "Fiquei sabendo pelo Dr. Max Gomez, na NBC", disse ela. "Foi então que eu vim à cidade e encontrei vocês." Numa sala de aula do Monte Sinai, com uma ampla vista de Manhattan, Simpson está ao lado de dois braços desmembrados montados em juntas de cadeira. Um parece pastoso, mas muscular, e está coberto de picadas de seringas. Seu parceiro é vermelho-vivo e não tem nada além de músculos; trata-se de um modelo anatômico com toda a pele e gordura removida.

Difícil achar os músculos

Simpson, que recebe financiamento de três produtores de toxina botulínica – Allergan, que fabrica o Botox; Solstice Neurosciences, que produz o Myobloc; e Merz Pharmaceuticals, que produz o Xeomin –, está ensinando residentes como encontrar os músculos de mais difícil acesso, como o flexor pollicus brevis, que dobra o polegar, e o pronator quadratus, que gira o pulso. Os braços de borracha possuem sensores que emitem um "bip" quando a ponta de sua agulha atinge o músculo correto. Braços humanos não fazem "bip", é claro, mas Simpson havia usado uma variante dessa tecnologia em Corso apenas uma hora antes. Logo antes de a primeira agulha se afundar, ela fez com que os visitantes soubessem o que ela achava da eletromiografia, que ela chama de "a picada". "Isso", anunciou Corso, que tem praticamente um metro e meio de altura, "é o que separa homens de meninos." A seringa estava ligada a um estimulador eletrônico que pulsava uma carga – de até um décimo de – duas vezes por segundo. Quando Simpson acreditasse que havia atingido o músculo em questão, ele ligava o aparelho. Se o dedo correto começasse a pulsar em sincronia, ele sabia que estava certo, e pressionava a seringa. Caso contrário, ele movia a agulha e tentava de novo. Ele fez isso diversas vezes no braço de Corso, e então em sua perna. Dentro de 45 minutos, Corso disse que seu pé estava chegando ao chão mais igualmente. A toxina não consegue restaurar o uso de músculos quando o derrame destruiu a região cerebral que os controla. Porém, pacientes parecem e se sentem melhor, e muitas vezes acham mais fácil vestir roupas, segurar objetos e tomar banho. Mark Hallett, chefe da seção de controle motor do Instituto Nacional de Doenças Neurológicas e Derrames, diz usar eletromiografia e ultra-som ao injetar pacientes. "Um grande número de autoridades acha que se chegar perto, já está bom o suficiente," disse Hallett. "Eu não concordo. Acho que é importante se assegurar de que você está no lugar correto." Corso também pensa assim. Por algum tempo, ela estava freqüentou outro neurologista, mais próximo de sua casa, em Fort Salonga, Long Island, que injetou o botox, mas não utilizou eletromiografia, ela conta. Não funcionou tão bem. Agora, ela vai de carona com um amigo até a fronteira da cidade de Nova York, e então pega um serviço de carros até o hospital. "É bem longe de Long Island", disse ela. "Mas vale a pena."

Fonte: G1



SAIBA MAIS

Em Defesa da Honra - O Lema para o ano de 2009

Comente!
O texto da ABRASO, apresentado a seguir, cobra dos governos a "IMPORTÂNCIA DE CUMPRIR O PROMETIDO".“EM DEFESA DA HONRA, preconiza aos governantes nas diversas esferas, que é preciso ir a público e dizer o que estão fazendo, mesmo que não estejam fazendo, absolutamente, nada”.

"EM DEFESA DA HONRA"

No dia 7 de abril se comemora o "Dia Mundial da Saúde" e a ABRASO - Associação Brasileira de Ostomizados -, entidade sem fins lucrativos, voltada para a defesa dos direitos da pessoa ostomizada, recomenda que esta comemoração seja em "DEFESA DA HONRA", o lema do ano de 2009.
Estamos passando por um período de rico aprendizado e de definição de novos conceitos no trato com as pessoas, na administração dos recursos financeiros, no combate à arrogância e no tratamento dos erros.A sociedade está se conscientizando de sua responsabilidade com o meio-ambiente, no combate ao desperdício e encorajando as pessoas no tocante ao respeito dos direitos humanos.A postura arrogante e a indiferença com a sociedade civil organizada, forma com que estão sendo tratadas pelos governos, significam "ameaça" para "acabar" com qualquer associação de iniciativa popular.As lições oferecidas pelas associações dão uma contribuição de peso para a busca de soluções visando enfrentar a crise atual na administração pública e privada.
Os governos precisam entender a "IMPORTÂNCIA DE CUMPRIR O PROMETIDO". Esse é o caminho para construir a sólida reputação de suas gestões.Na aprovação da Constituição Federal, em 1988, a confiança e inovação estava no CONTROLE SOCIAL, através da participação popular nos processos decisórios dos governos federal, estadual e municipal.Conseguimos qualidade de serviços, evolução e admiração!Passados 20 anos, sentimos que "PROMETEM, MAS NUNCA ENTREGAM".Como iremos adotar novas formas de mensurar e monitorar as políticas públicas desenhadas e propostas no passado?Como iremos defender nossa reputação que atravessou o passado, fornecendo subsídios para a gestão pública futura com confiança a fim de alcançar qualidade de vida e saúde para a população brasileira?
Concluindo, a Associação Brasileira de Ostomizados, neste Dia Mundial da Saúde, em defesa da honra, preconiza aos governantes nas diversas esferas, que é preciso ir a público e dizer o que estão fazendo, mesmo que não estejam fazendo, absolutamente, nada.
Até porque o povo brasileiro confia na democracia e deseja seu envolvimento em um discurso coerente com a prática.
Todos (as) devem estar engajados (as) na tarefa de cumprir as promessas.

http://www.ostomizadosecia.com
SAIBA MAIS

Deficiência

Comente!
SAIBA MAIS

sexta-feira, 27 de março de 2009

Guia Brasil Para Todos

Comente!
No dia 30 será lançado oficialmente o Guia Brasil Para Todos - Um roteiro turístico e cultural para pessoas com deficiência, de Andrea Schwarz que é portadora de deficiência física e Jaques Haber, os mesmos autores do Guia São Paulo Adaptada, lançado em 2001.

Trata-se do primeiro guia de turismo a incluir e avaliar a acessibilidade das atrações, hotéis e restaurantes de 10 capitais brasileiras. As avaliações foram feitas por portadores de deficiência em cada uma das capitais, que visitaram todos os estabelecimentos, acompanhados de um jornalista. De Manaus às cidades do Nordeste (Fortaleza, Recife, Salvador), passando pelo Brasil central (Brasília), Sudeste (Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo) e o Sul do país (Florianópolis e Curitiba), o Guia Brasil Para Todos inclui indicações de hotéis que oferecem unidades adaptadas, informações sobre as condições de acessibilidade de restaurantes, bares e roteiro de compras, orientação para aprimorar o atendimento ao turista com deficiência e orientação de como promover a acessibilidade de estabelecimentos comerciais. Tudo isso, de maneira construtiva, seja valorizando as ações implementadas seja também apontando as insuficiências.Mais do que um material orientador para os portadores de deficiência, o guia traz para o debate público o tema acessibilidade para o lazer e o turismo. Segundo informações oficiais, 14,5% da população brasileira é deficiente, cerca de 30 milhões de brasileiros, aos números de hoje. Pessoas que não vivem só de trabalho, mas viaja, consome e, por falta de informação, se arrisca muito.

O lançamento do Guia Brasil Para Todos - Um roteiro turístico e cultural para pessoas com deficiência será segunda-feira, 30/3, às 19h30, na sede da I.Social, rua Gumercindo Saraiva, 54, Jd. Europa, em São Paulo. ( manobristas no local )

Com o patrocínio do Bradesco, o guia será distribuído – e não vendido – na Reatech, a maior feira de reabilitação do País.
O material também ficará disponível para download, no site: http://www.brasilparatodos.com.br/ .

http://www.maxpressnet.com.br/
http://www.brasilturis.com.br/
SAIBA MAIS