sábado, 30 de maio de 2009

Agradecimentos

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.Gostaria de agradecer a todos que fazem este blog, aos nossos amigos e visitantes, e é com muito prazer que posso dizer que graças a Deus e a Todos Vcs, hoje nosso Blog Deficiente Alerta é acessado ( mesmo que por uma minoria) MUNDIALMENTE. E cada semente aqui plantada ajudará a muitas e muitas pessoas.

DESEJO A TODOS UM EXCELENTE FINAL DE SEMANA.
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Bom final de Semana.....

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"É a possibilidade que me faz continuar e não a certeza.
Uma espécie de aposta da minha parte.
E embora me possam chamar sonhador, louco ou qualquer outra coisa, acredito que com Deus tudo é possível..."

Desejo à vocês um ótimo final de semana,cheio de possibilidades...


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Desfile de finalistas do concurso moda inclusiva: 09 de junho

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Trabalhos foram escolhidos por criatividade e adequação às necessidades das pessoas com deficiência

A Secretaria de Estados dos Direitos da Pessoa com Deficiência realiza no próximo dia 09 de junho, às 19 horas, em sua sede, no Memorial da América Latina, o desfile dos finalistas do concurso Moda Inclusiva. Foram selecionados 20 trabalhos, produzidos por estudantes de moda de faculdades do Estado de São Paulo, dos quais três sairão vencedores.
O concurso é uma iniciativa da Pasta para estimular a criação de modelos de vestuário adaptados às necessidades das pessoas com deficiência. O objetivo é promover a discussão sobre como pensar e fazer moda que respeite a diversidade.
Participarão do júri do desfile: Aline Nóbrega (Vicunha), Anne Gaul (O Estudio), Cid Torquato (Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência), Graça Cabral (SPFW), Paulo Borges (SPFW), Camila Yahn (Pense Moda), Vanessa Vidal (apresentadora do programa Insert), Deuzeni Golgman (esposa do Vice-Governador do Estado de São Paulo) e Tábata Contri (atriz).
As premiações incluem estágio remunerado na empresa Vicunha, livre acesso no evento Pense Moda e credenciais para a São Paulo Fashion Week (SPFW).

O Concurso

Com apoio de Pense Moda, Vicunha, São Paulo Fashion Week e Universidade Anhembi Morumbi, o concurso Moda Inclusiva recebeu trabalhos de estudantes universitários da área de moda de todo o Estado. Cada estudante poderia inscrever até três trabalhos. A seleção dos finalistas, foi baseada na criatividade dos alunos e na adequação das peças ao público-alvo.
Muito mais do que incentivar a criatividade dos alunos, o concurso insere-se no contexto da Responsabilidade Social e pretende chamar a atenção para o tema, ajudando na promoção de uma sociedade mais inclusiva, bem como colaborar para o aumento da auto-estima entre as pessoas com deficiência.

Segmento Pouco Explorado

O mercado de vestuário para pessoas com deficiência ainda é pouco explorado no Brasil, embora tenha potencial para se tornar um novo e expressivo segmento. No Brasil, existem, hoje, 24,6 milhões de pessoas com deficiência. Somente no Estado de São Paulo, são cerca de 4,2 milhões, ou 17% do total do país. "Trata-se de um mercado consumidor bastante representativo, que qualquer segmento gostaria de ter", ressaltou a Secretária dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Linamara Battistella.
Nos últimos anos, esse nicho vem crescendo na Europa e nos Estados Unidos. "Devemos trazer para cá esse exemplo de se tratar a todos, independentemente das diferenças, de maneira igualitária", declarou a Secretária. O tema ganha ainda maior relevância em função da Lei de Cotas (Lei 8213/91), que estabelece reserva de percentual de vagas em empresas a trabalhadores com deficiência. O ingresso de maior volume de pessoas com deficiência no mercado de trabalho gera conseqüente aumento de seu poder aquisitivo e também de sua demanda por peças de vestuário.

Confira lista dos finalistas do concurso

Fonte: http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/sis/lenoticia.php?id=326&c=31

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25º Encontro no Procon-SP discute Direitos do Consumidor com Deficiência

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Os direitos do consumidor com deficiência foram inclusos na programação do 25º Encontro de Defesa do Consumidor do Estado de São Paulo - "A Política Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor, Inovações e Desafios", promovido pela Fundação Procon-SP, entre os dias 27 e 29 de maio.
Foi a primeira vez que os direitos das pessoas com deficiência foram abordados em espaço de destaque neste importante evento, que reúne representantes dos cerca de 200 Procons de todo o Estado de são Paulo. Também compõem a platéia do Encontro membros do Ministério Público, advogados, magistrados, promotores, procuradores, universitários, representantes de entidades civis e de defesa do consumidor, entre outros.

A secretária dos Direitos da Pessoa com Deficiência, dra. Linamara Rizzo Battistella, participou da abertura do evento, na noite do dia 27, compondo a mesa ao lado do Secretário Estadual da Justiça e Defesa da Cidadania, Luiz Antônio Guimarães Marrey, do Diretor Executivo da Fundação Procon/SP, Roberto Augusto Pfeiffer, e do Presidente da Associação dos Advogados de São Paulo, Fábio de Oliveira. Ela salientou a necessidade de toda a sociedade assumir o novo olhar em relação às pessoas com deficiência, encarando-as como consumidoras em potencial, com direitos e demandas específicas. "Estamos falando de mais de 24 milhões de pessoas no Brasil, 4,5 milhões de paulista, segundo o último censo do IBGE: um mercado que nenhuma empresa deve desprezar", ressaltou.

A falta de reconhecimento histórica dos próprios direitos vinha impedindo, até há pouco tempo, o público com deficiência de assumir uma postura mais crítica e exigente em relação aos produtos que consome, reconhece a secretária Linamara. Mas ela adverte empresas e órgãos reguladores das relações de consumo que essa realidade está mudando. "A pessoa com deficiência está cada vez mais apta a exigir produtos e serviços de qualidade, adequados às suas necessidades", alerta.
Como reflexo dessa nova consciência consumidora dessa significativa parcela da população, os municípios também devem ser mais pró-ativos na promoção e fiscalização da acessibilidade, especialmente em serviços, prédios e equipamentos públicos, recomendou a secretária Linamara. Ela mencionou que esse trabalho de orientação às cidades, para que se preocupem com os aspectos da acessibilidade, vem sendo reforçado pela Pasta por meio da realização de oficinas em diversas regiões do Estado, de março a setembro. "Na sociedade em que vivemos hoje, ser respeitado como consumidor é um importante passo na conquista da cidadania", destacou.
Exemplo de garantia de "produto" acessível e adequado às necessidades da pessoa com deficiência, a moradia de interesse social projetada de acordo com o "Desenho Universal é maior e compatível com demandas de cadeirantes e de pessoas com dificuldade de locomoção e deficiência visual. Mas sua implantação exige também adequações nos códigos de obras dos municípios, para que prevejam moradias de interesse social maiores. O modelo, agora novo padrão das construções da CDHU, permitirá inclusive ao público com deficiência o direito de escolha da unidade habitacional em que residirá. "Esse conceito de universalidade, de respeito à diversidade, deve ser levado às moradias para todas as classes sociais", opinou Linamara.

Painel Especial

O pedido de atenção aos direitos e às demandas específicas das pessoas com deficiência nas relações de consumo foi enfatizado no segundo dia de evento. O painel "Direitos Humanos do Consumidor" contou com a participação da coordenadora de comunicação da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, a jornalista Maria Isabel da Silva.
Um apelo para que os Procons recomendem às empresas atendidas maior atenção em relação aos direitos da pessoa com deficiência marcou a fala da coordenadora de comunicação da Secretaria durante o painel. Ela destacou que esse atendimento acessível não é uma benevolência das empresas, mas está previsto em leis como a 10.048 e 10.098, ambas do ano 2000, regulamentadas pelo decreto 5296/04, que versam sobre acessibilidade em todos os ambientes e transporte, que devem ser respeitadas. Ela também lembrou que a maioria dos SACs - Serviços de Atendimento ao Consumidor, por exemplo, que não disponibilizam canal efetivo de atendimento para os surdos, está desrespeitando esse direito à acessibilidade e à inclusão. "Todos podemos adquirir deficiência em algum momento de nossas vidas e nem por isso deixaremos de ser consumidores", lembrou Isabel. Na sua análise, para o efetivo respeito aos direitos da pessoa com deficiência basta observar detalhadamente e prever o respeito à diversidade, condição inerente à humanidade.
Outra debatedora do painel, Mariana Montoro, apresentou os resultados de uma pesquisa preliminar realizada pela Coordenadoria da Juventude da Secretaria de Estado das Relações Institucionais para levantamento do perfil do jovem em todo o Estado de São Paulo. Como uma pesquisa oficial será realizada pela Fundação Seade, a coordenadora Maria Isabel solicitou à Mariana que inclua no questionário levantamento sobre a incidência e tipo de deficiência entre os jovens. A sugestão foi anotada.

Continuidade da parceria

A participação da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência no 25º Encontro Anual do PROCON dá continuidade a uma parceria iniciada em 2008. Em dezembro, foi realizado o seminário "As Relações de Consumo e os Direitos da Pessoa com Deficiência", em comemoração aos 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Na ocasião, houve lançamento das edições em braile e audiolivro do Código de Defesa do Consumidor. Os representantes do PROCON e os participantes do seminário puderam, então, receber informações sobre as previsões legais de respeito aos direitos da pessoa com deficiência enquanto consumidora. "O evento do ano passado foi um marco de um novo momento de conscientização para as empresas e pessoas com deficiência, assegurando e ampliando seus direitos no mercado de consumo", comenta Linamara Rizzo Battistella.
O seminário realizado em dezembro foi antecedido de oficinas temáticas mensais, reunindo representantes da própria Secretaria, IPEM, Procon-SP, Secretaria da Justiça e outros. O objetivo foi conhecer a realidade e demandas relacionadas às pessoas com deficiência. A reserva de um espaço para abordagem dos direitos das pessoas com deficiência nesse encontro de maio confirma a preocupação e alinhamento do órgão com o exposto na Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, aprovada como norma constitucional em julho passado.

Fonte: http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/sis/lenoticia.php?id=325&c=31

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sexta-feira, 29 de maio de 2009

Aplicativo para celular ajuda deficientes visuais a enxergar

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Utilizando a câmera do aparelho, um software é capaz de reconhecer e descrever oralmente objetos.
( Por Gislaine Ceregatti )

O software SeeScan, desenvolvido pela empresa americana iVisit, promete aumentar a qualidade de vida de deficientes visuais. Utilizando a câmera dos telefones celulares mais modernos, o software é capaz de reconhecer objetos do dia-a-dia e descrevê-los em voz alta.
Segundo o Register Hardware , o programa possui uma biblioteca de objetos que permite confrontar as imagens gravadas na memória com as obtidas com a câmera do celular e, depois de um rápido processamento, identificar o objeto. Novas entradas podem ser adicionadas, contando-se com a ajuda de uma pessoa de visão inalterada.
O programa parece funcionar bem, diz o GSM Dome . Ao testar o SeeScan, até mesmo elementos parcialmente expostos, tais como um nota de dinheiro dobrada, foram facilmente identificados.
A iVisit está de olho em um vasto mercado potencial, já que as tecnologias atuais não prestigiam pessoas com problemas de visão. O site Into Mobile conta que, segundo pesquisa da empresa, mais de 11 milhões de americanos possuem alguma irregularidade visual e que, dentre esses, 10% são totalmente cegos. O software foi testado em um grupo de amostra com 30 usuários deficientes.
Uma versão beta do programa deve estar disponível até o final do ano, diz a iVisit. Em uma primeira fase, a aplicação rodará em aparelhos dotados de Windows Mobile, mas versões para sistema operacional Symbian e para o iPhone já estão em desenvolvimento. Um vídeo de demonstração pode ser visto pelo atalho tinyurl.com/d4eldk .

www.geek.com.br

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Auto-escola deverá ter carro adaptado para deficiente físico

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BRASÍLIA - As entidades credenciadas pelos órgãos de trânsito para a formação de condutores, que tenham frota igual ou superior a 20 veículos, deverão adaptar pelo menos um deles para o aprendizado de pessoas com deficiência física.
A exigência está expressa em proposta aprovada nesta quinta-feira (28) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
O relator do projeto (PLC 142/08), que altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), é o senador Álvaro Dias (PSDB-PR).
Ao discutir a matéria, o senador Romeu Tuma (PTB-SP) lembrou dificuldades enfrentadas pelas pessoas com deficiência. Conforme explicou, motoristas de ônibus, e mesmo de veículos privados, não compreendem as dificuldades dos deficientes físicos, dificultando, assim, o acesso dessas pessoas aos meios de transporte.

Fonte: Diário Comércio e Industria

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quinta-feira, 28 de maio de 2009

Uma mensagem linda demais!!!!!!

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Amor, que é amor, dura a vida inteira. Se não durou é porque nunca foi amor. O amor resiste à distância, ao silêncio das separações e até às traições. Sem perdão não há amor. Diga-me quem você mais perdoou na vida, e eu então saberei dizer quem você mais amou. O amor é equação onde prevalece a multiplicação do perdão. Você o percebe no momento em que o outro fez tudo errado, e mesmo assim você olha nos olhos dele e diz: "Mesmo fazendo tudo errado, eu não sei viver sem você. Eu não posso ser nem a metade do que sou se você não estiver por perto". O amor nos possibilita enxergar lugares do nosso coração os quais sozinhos jamais poderíamos enxergar. O poeta soube traduzir bem quando disse: "Se eu não te amasse tanto assim, talvez perdesse os sonhos dentro de mim e vivesse na escuridão. Se eu não te amasse tanto assim talvez não visse flores por onde eu vi, dentro do meu coração!" Bonito isso. Enxergar sonhos que antes eu não saberia ver sozinho. Enxergar só porque o outro me emprestou os olhos, socorreu-me em minha cegueira. Eu possuía e não sabia. O outro me apontou, me deu a chave, me entregou a senha. Coisas que Jesus fazia o tempo todo. Apontava jardins secretos em aparentes desertos. Na aridez do coração de Madalena, Jesus encontrou orquídeas preciosas. Fez vê-las e chamou a atenção para a necessidade de cultivá-las. Fico pensando que evangelizar talvez seja isso: descobrir jardins em lugares que consideramos impróprios. Os jardineiros sabem disso. Amam as flores e por isso cuidam de cada detalhe, porque sabem que não há amor fora da experiência do cuidado. A cada dia, o jardineiro perdoa as suas roseiras. Sabe identificar que a ausência de flores não significa a morte absoluta, mas o repouso do preparo. Quem não souber viver o silêncio da preparação não terá o que florir depois... Precisamos aprender isso. Olhar para aquele que nos magoou e descobrir que as roseiras não dão flores fora do tempo nem tampouco fora do cultivo. Se não há flores, talvez seja porque ainda não tenha chegado a hora de florir. Cada roseira tem seu estatuto, suas regras... Se não há flores, talvez seja porque até então ninguém tenha dado a atenção necessária para o cultivo daquela roseira. A vida requer cuidado. Os amores também. Flores e espinhos são belezas que se dão juntas. Não queira uma só. Elas não sabem viver sozinhas... Quem quiser levar a rosa para sua vida, terá de saber que com ela vão inúmeros espinhos. Mas não se preocupe. A beleza da rosa vale o incômodo dos espinhos... ou não.
Padre Fabio de Melo.


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Cadeirantes Esgrimistas

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Este esporte requer dos atletas capacidade de adaptação, criatividade, velocidade, reflexos apurados, astúcia e paciência. Somente competem pessoas com deficiência locomotora. O Comitê Executivo de Esgrima do Comitê Paraolímpico Internacional administra a modalidade, que segue as regras da Federação Internacional de Esgrima-FIE

As pistas de competição têm 4m de comprimento por 1,5m de largura. A diferença para a esgrima olímpica é que os atletas têm suas cadeiras fixadas no solo. Caso um dos esgrimistas se mexa, o combate é interrompido. Os equipamentos obrigatórios da modalidade são: máscara, jaqueta e luvas protetoras. Nos duelos de florete, a arma mais leve, há uma proteção para as rodas da cadeira. Nas disputas de espada, uma cobertura metálica é utilizada para proteger as pernas e as rodas da cadeira.
Nos combates de florete, os pontos só podem ser computados se a ponta da arma tocar o tronco do oponente. Também na espada, o que vale é tocar o adversário com a ponta da arma em qualquer parte acima dos quadris, mesma área de pontuação adotada nos duelos de sabre. E com este tipo de arma o esgrimista pode atingir seu rival tanto com a ponta quanto com a lâmina do sabre.
Uma das maiores peculiaridades da esgrima em cadeira de rodas é a forma na qual são computados os pontos. As vestimentas dos atletas têm sensores que indicam quando o atleta foi tocado ou não. Tanto o público quanto os esgrimistas e juízes podem acompanhar o placar do duelo. Quando o toque da arma resulta em ponto, uma das luzes – vermelha ou verde – que representa os atletas se acende. Quando ocorre um toque não válido, acende-se uma luz branca.
Nos torneios individuais, na primeira rodada, os confrontos duram no máximo quatro minutos. O vencedor é quem marca cinco pontos até o fim do combate. Nas etapas seguintes, há três tempos de três minutos cada, com intervalos de um minuto entre eles. Quem ganha é o esgrimista que fizer 15 pontos ou o que tiver a maior pontuação ao final do combate. Caso haja empate, há prorrogações de um minuto até que um dos atletas atinja o outro, numa espécie de “morte-súbita”.
Quando as disputas são por equipe, vence o time que marcar 45 pontos ao final dos combates. As equipes devem ter três competidores, sendo obrigatória a presença de um atleta da classe B. Em caso de igualdade no placar, valem os mesmos critérios de desempate dos duelos individuais para se apontar um vencedor.
Mais informações, visite o site do Comitê Paraolímpico Brasileiro (http://www.cpb.org.br/).

Histórico

Ludwig Guttmann, em 1953, introduziu a modalidade para pessoas em cadeira de rodas. Em nível paraolímpico, a modalidade é uma das mais tradicionais. Desde a primeira Paraolimpíada, em Roma, 1960, homens e mulheres duelam. Desde os Jogos ocorridos na Cidade Eterna, as regras têm se desenvolvido de acordo com os avanços em técnicas de fixação das cadeiras no chão.
O esporte em Porto Alegre - A Capital conta com três atletas da seleção brasileira de esgrima adaptada - Maurício Stempniak, Daiane Perón e Lauro Brachtvogel. Cadeirantes, amputados e pessoas com outras tipologias de deficiência podem praticar o esporte.
Mais informações junto à Asasepode (Associação dos Servidores da Área da Segurança Portagores de Deficiência), pelo fone (51)3315-3530.

Fonte: SEACIS - Secretaria Especial de Acessibilidade e Inclusão Social






Fonte: Globo Vídeos


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quarta-feira, 27 de maio de 2009

Camisetas Legal - Vestindo Inclusão

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Criamos a Legal Camisetas, com o intuito de divulgar a acessibilidade.
É um protesto colorido e com muito humor.
Parte da venda será destinada a compra de cadeira de rodas, que serão doadas a entidades indicadas por voce.
O dia dos namorados está chegando...
Então, criei essas estampas para comemorar essa data:







Para os interessados: http://www.elo7.com.br/legalcamisetas/

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Regra define novos tamanhos para corredores e poltronas de ônibus e micro-ônibus

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Os fabricantes de veículos de transporte coletivo como ônibus e micro-ônibus terão que cumprir a partir de 1º de julho novas regras de segurança do Contran (Conselho Nacional de Trânsito).
A resolução com as mudanças foi publicadas na segunda-feira (25) pelo Diário Oficial da União.
Uma das principais mudanças é em relação ao tamanho das poltronas e a distância entre uma poltrona e outra --o que não era definido na norma anterior. Em ônibus rodoviários, por exemplo, os assentos terão de ter, pelo menos, 43 cm de largura. O tamanho muda de acordo com o modelo do veículo --rodoviário, intermunicipal, urbano e escolar.

A norma também contempla determinações para garantir a acessibilidade dos passageiros que utilizem cadeira de rodas. Nesse caso, os veículos urbanos deverão instalar um sistema para a retenção do equipamento. Além disso, todos os veículos terão de adotar dimensões mínimas nos corredores interno, permitindo a passagem de cadeirantes.

Em relação à saída de emergência, cada veículo deverá conter um número mínimo de martelos para quebrar os vidros em caso de necessidade de saída rápida, ou outros instrumentos de comprovada eficiência.
A resolução do órgão federal deixa claro ainda que tamanho devem ter as aberturas no teto dos ônibus e micro-ônibus, no caso, pelo menos 43 centímetros em um dos comprimentos. Alternativamente, poderão ter vidros traseiros com dimensões específicas ou vidros facilmente ejetáveis ou quebráveis.

Prazos
Além disso, os ônibus rodoviários fabricados a partir de 2012 terão de possuir um sensor de temperatura contra incêndio.
Já os ônibus e micro-ônibus fabricados a partir de 2010 só poderão ser comercializados com um dispositivo refletivo afixado de acordo com a aplicação do veículo (urbana, rodoviária, intermunicipal ou escolar), para garantir melhor visibilidade diurna e noturna.
A resolução entra em vigor a partir do dia 1º de julho de 2009. Quem for pego rodando com veículos coletivos que desrespeitem as novas regras será punido por falta de equipamento obrigatório, infração grave do Código de Trânsito Brasileiro.

Fonte: Folha Online

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terça-feira, 26 de maio de 2009

Impressões de uma cadeirante em Sergipe

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Turismo acessível visto por quem é usuário e necessita de acessibilidade para aproveitar as férias
( Adriana Lage)

Nas últimas férias, resolvi arriscar e conhecer um pouco das belezas de Sergipe. Antes de fechar meu pacote, entrei em contato, através de emails, com a Prefeitura de Sergipe e a Secretaria de Turismo do Estado para verificar a acessibilidade do local. Infelizmente, nenhum email foi respondido. Como sou tetraplégica e usuária de cadeira de rodas, procurei um hotel que tivesse quarto adaptado. Após algumas pesquisas, acabei escolhendo o Parque dos Coqueiros. Pena que a acessibilidade prometida tenha ficado apenas na conversa... Em uma semana de férias, pude verificar, mais uma vez, como os direitos das pessoas com deficiência ainda são desrespeitados. A seguir, um breve relato sobre os problemas que enfrentei e minhas impressões sobre Sergipe.

Viagem de Belo Horizonte/Salvador/Aracaju
Na ida para Aracaju, tive sérios problemas com a funcionária da TAM no Aeroporto de Confins. Mesmo tendo solicitado reserva de assentos nas 3 primeiras filas, conforme a Resolução 009/2007 da ANAC, só consegui um lugar na 1ª fila após reclamar bastante e contar com a boa vontade de outro passageiro, que permitiu que minha mãe se sentasse ao meu lado. Como a TAM não me disponibilizou o cinto de segurança de 3 pontas, que permite maior firmeza e segurança durante a viagem, precisei de uma acompanhante para me segurar durante o pouso. Quando fui despachar minha cadeira de rodas, a funcionária me disse que eu deveria assinar um termo de responsabilidade isentando a TAM de qualquer dano ou avaria na minha cadeira de rodas. É claro que a empresa aérea é responsável pela minha cadeira de rodas. O termo é inconstitucional. A própria ANAC e o PROCON já me alertaram sobre esse fato. Como fiquei indignada com a situação, me recusei a assinar. A funcionária alegou que eu só poderia viajar após assinar o termo, que é de praxe da TAM. Minha mãe acabou assinando o termo para que pudéssemos viajar. Assim que voltei pra casa, abri uma reclamação junto à ANAC.
Após a conexão em Salvador, tive, novamente, problemas para conseguir um lugar nas primeiras filas. Os próprios comissários desconhecem a Resolução da ANAC. Na primeira fila, estavam uma mulher e suas duas filhas, de 8 e 10 anos. Elas se recusaram a trocar de lugar. Graças à boa vontade de uma senhora, consegui um lugar na 2ª fila. Os passageiros que estavam nas primeiras filas acharam um absurdo ceder seu lugar para uma cadeirante. Sem brincadeira, gastamos cerca de 10 minutos para conseguir um lugar na 2ª fila. A tripulação do vôo também desconhecia a existência do cinto de três pontas. O Aeroporto de Aracaju não possui elevadores ou flingers. Fui carregada, em minha cadeira de rodas, pelas escadas, o que é bem desagradável e perigoso. Segundo um taxista da cidade, o Aeroporto será reformado em breve. Quando peguei minha bagagem, descobri que a sombrinha que uso acoplada à cadeira de rodas para me proteger da chuva, estava toda quebrada. Ainda bem que os Deuses me ajudaram e diminuíram a chuva em Aracaju. Na volta pra casa, passei cerca de 4 horas no Aeroporto de Salvador devido à conexão. Fiquei encantada com a acessibilidade. Existem vários banheiros adaptados, o aeroporto está todo sinalizado, caixa eletrônico adaptado, etc. Por todo o aeroporto, encontrei placas da Infraero falando sobre a acessibilidade.
Em Aracaju, embarquei no mesmo vôo que o Ministro do Supremo, Carlos Ayres de Britto. Ele veio na 1ª fila do avião: viajamos separados apenas pelo corredor. Quando fomos desembarcar, os funcionários da TAM não me ajudaram. Minha mãe foi me carregar para colocar na cadeira de rodas. Quando viu tal cena, o Ministro se levantou e também me carregou. A comissária e demais tripulantes da TAM ficaram sem graça. No vôo de volta pra casa, trecho Salvador/Confins, tive a sorte de conhecer o comissário Marcel Toni, da TAM. Ele viu minha irmã me segurando durante a decolagem e me ofereceu o famoso cinto de três pontas. Realmente, o cinto me deu muito mais firmeza, independência e tranqüilidade. Ele me disse que a TAM equipou praticamente toda a sua frota, há cerca de um mês. Só que muitos comissários ainda desconhecem sua existência; falou para eu solicitar o cinto em todas as viagens e, caso o comissário desconheça tal fato, para explicar que ele fica numa caixinha azul, perto dos materiais da tripulação.

Receptivo: Nativa Turismo X TopTur Em BH, contratei os serviços da Nativa Turismo para traslado e city tour. Em conversa telefônica, eles me garantiram que me receberiam em carro pequeno ou van, que não utilizariam ônibus e que me ajudariam a entrar/sair dos veículos. A atendente não me passou muita segurança quando perguntei se conseguiria conhecer os Cânions do São Francisco – ir à Sergipe e não conhecê-los, é como ir à Roma e não ver o Papa! – falou que precisariam me ver primeiro para dar a resposta. Como não conhecia ninguém por lá, acabei arriscando e fui.
Quando cheguei ao aeroporto de Aracaju, o guia da Nativa Turismo levou um susto ao me ver. Falou que não estava me esperando, pois não havia sido avisado e estava com um ônibus. Falei que minha agente de turismo de BH havia informado e ressaltado sobre minhas necessidades dois dias antes da viagem. Eles acabaram me mandando de táxi pro Hotel.
Fiquei muito chateada com a situação. Para minha sorte, numa daquelas felizes coincidências do destino, conheci a Gabi, uma agente de viagens da Toptur, que fica no Hotel Parque dos Coqueiros. Ela foi muito simpática e atenciosa comigo. Falou que a Toptur me levaria sem problemas, e com toda a assistência, para conhecer os Cânions do Xingó e nos demais passeios que quisesse fazer. Eles utilizam vans e carros menores. Acabei trocando, na hora, a Nativa Turismo pela Toptur.
Como já havia pagado pelo city tour e um passeio à praia do Refúgio, ainda em BH, decidi arriscar e testar os serviços da Nativa Turismo. Para evitar desgastes, liguei no dia anterior e conversei com a Angelina. Ela me garantiu que não utilizariam ônibus. Para minha surpresa e revolta, fui fazer o passeio em um ônibus. O motorista e a guia não me ofereceram ajuda. Por sorte, um casal de São Paulo, ficou indignado e me ajudou a entrar no ônibus. Por mim, eu teria voltado para o hotel na primeira parada. Mas minha irmã não me deixou fazer isso. Minha mãe puxou a orelha do motorista e ele passou a me carregar, juntamente com o Senhor Sebastião. Quando paramos no Mercado, o Sebastião, que estava tão indignado quanto eu, foi ao posto de informações turísticas e fez sua reclamação. Ele também preencheu a pesquisa sobre o passeio falando mal do transporte e ressaltando sobre a necessidade de ônibus com elevador. Após a volta pra casa, mandei um email para a Nativa falando sobre a minha decepção. Mas ainda não tive resposta. Em contrapartida, a TopTur me deu toda a assistência possível. Fui aos Cânions, à Mangue Seco e ainda fiz um city tour com eles. De cara, a Gabi nos apresentou ao Robson, uma criatura fantástica, que cativa a gente pela simpatia e simplicidade, que seria nosso motorista. Devo a ele a oportunidade de conhecer lugares complicados para uma cadeirante. Ele me carregou pra todo lado: van, escuna, catamarã, bugre, etc. sempre com a carinha boa e a maior boa vontade e cuidado. Adorei os serviços da empresa. O guia que nos levou ao city tour, também foi uma gracinha. Nesse dia, pegamos a maior chuva. Mesmo assim, ele me carregou, pra todo lado, embaixo de um guarda chuva.
Na Nativa Turismo, me senti apenas um número. Tive meus direitos desrespeitados e eles nem tomaram conhecimento – o incomodado é que se retire. Turismo de massa tem dessas coisas.
Já na Toptur, por atenderem grupos menores, é possível dar mais atenção e um atendimento personalizado para o turista. Adorei os passeios que fiz e pretendo retornar à cidade daqui um tempo.
Quando forem passear em Aracaju, não deixem de procurar a Gabi, lá no Parque dos Coqueiros. Com certeza, não vão se arrepender! Hotel Parque dos Coqueiros No ano passado, passei uma semana de férias, no Hotel Parque da Costeira, em Natal. Ele é referência quando se trata de acessibilidade: quarto adaptado, cadeira elétrica para colocar o deficiente na piscina, rampas para todos os lados, etc. Como o Parque dos Coqueiros é da mesma bandeira, acabei optando por ele.
No site, eles falam sobre a existência de quartos para pessoas com deficiência. Quando cheguei ao hotel, me deparei com os seguintes problemas: · Existência de rampa para entrar no hotel. Só que existe um degrau para se chegar à recepção. · A Toptur, a lojinha e lan house também possuem um degrau na entrada. · Não há balcão rebaixado para atender cadeirantes. · Para se entrar nos quartos, é preciso subir um degrau, inclusive no quarto adaptado. · A pia do quarto adaptado não permite que a cadeira de rodas se encaixe embaixo dela. Tive que escovar os dentes de lado. · O chuveiro esquenta a água por conta própria. Quase me queimei. · Existe um degrau para entrar no banheiro e outro para entrar no Box. · O acesso aos quartos superiores (o hotel é enorme e só possui dois andares), à sauna, academia e saída para a praia, são feitos através de escadas. Mesmo com esses pequenos problemas, gostei bastante da minha estadia. A área de lazer é enorme: piscina, quadras de futebol, vôlei, playground, etc. A culinária é excelente. Os funcionários do hotel são bem simpáticos, sobretudo os do restaurante e os mensageiros. A localização é muito boa. Está pertinho do aeroporto e dá para ir a pé à Passarela do Caranguejo. Deixei algumas dicas junto ao hotel. O diretor comercial do hotel, Sérgio Araújo, me retornou dizendo o seguinte: Peço desculpas se ainda não estamos totalmente adaptados a todas facilidades que devemos oferecer ao portadores de necessidades especiais, mas posso garantir que estamos trabalhando para isso, inclusive estamos participando de uma comissão junto com o ministério público no sentido não só de nosso hotel estar realmente adaptado como também todos os acessos da cidade, o TAC ( Termo de Ajustamento de Conduta) prevê varias ações nesse sentido e aqui nós estamos nos adaptando, pois temos 24 anos de inaugurado e só agora as novas leis estão sendo cobradas, em breve teremos não apenas um apto. mas três que serão realmente todos adaptados para isso, teremos um elevador para acesso ao andar superior exclusivo para os portadores de necessidades especiais e também toda recepção e restaurante com o novo projeto de reforma, os outros acessos como praia, sauna e academia também serão contemplados. Agradecemos pelo e-mail e nos colocamos a disposição para o que se fizer necessário. Transporte Quase toda a frota de táxis da capital sergipana é movida à gás. Com isso, tive dificuldades em encontrar um táxi que coubesse a cadeira de rodas. Em dois táxis, a cadeira veio solta na porta malas, com a porta aberta. Segundo alguns taxistas, a tendência é substituir o gás pelo álcool/gasolina em pouco tempo. Segundo informações do Posto de Informações Turísticas do Mercado, não existem ônibus com elevador circulando em Aracaju. Nem mesmo ônibus de turismo. Acessibilidade na Orla de Atalaia A orla da praia de Atalaia é linda. Como o mar está se afastando da cidade, foram construídos alguns lagos artificiais, quadras de esportes, playgrounds, pracinhas com bancos para leitura e para conversa, restaurantes, sorveterias, barraquinhas, pontos de apoio para os moradores que vão à praia de ônibus, kart, etc, ao longo da orla. A orla foi totalmente revitalizada. A ciclovia permite uma caminhada tranqüila apreciando as belezas da região. Fora da ciclovia, em muitos pontos, é complicado andar na cadeira de rodas, pois o chão é de pedras, muito semelhante ao piso de algumas praças de Belo Horizonte, o que faz a cadeira pular bastante. Achei muito legal o fato de, em quase todas as esquinas, existirem rampas para acesso ao passeio. Os moradores da região são muito hospitaleiros e simpáticos, e sempre prontos a nos ajudar. Em vários restaurantes, já existem banheiros adaptados. Fiquei encantada com a Sorveteria Rivage. Além de oferecer sorvetes deliciosos, existe um banheiro adaptado, com direito a alavanca para se dar a descarga. Como o mar fica longe da orla, foram construídas várias pontes de madeira que levam a pessoa aos pontos mais próximos da areia. Todas as pontes nas quais andei possuíam degrau para se entrar nelas. Mas a vista é linda! Na Passarela do Caranguejo, local famoso por concentrar os principais restaurantes da cidade e ser um ponto de encontro da galera, tive um pouco de dificuldade para andar na cadeira de rodas. O chão está meio esburacado em alguns pontos, sem falar na existência de alguns carros estacionados na calçada. A entrada de muitos restaurantes ainda não é acessível. Mas, pelo o que pude verificar, em breve, Aracaju será uma cidade bem acessível, uma vez que o Ministério Público está trabalhando para isso. Alguns passeios realizados - Oceanário de Aracaju O Oceanário de Aracaju fica situado na Praia de Atalaia e tem o formado de uma tartaruga gigante. O ingresso custa R$ 8,00, sendo que pessoas com deficiência não pagam. Não tive nenhuma dificuldade para conhecê-lo. Até os aquários que ficam mais baixos, permitem que um cadeirante veja quase tudo. O passeio é bem legal e nos permite viajar pelos mares e admirar várias espécies, entre elas, tubarões e tartarugas. Existe banheiro adaptado.
Anexo ao Oceanário, existe uma lojinha com produtos do Projeto Tamar.

- Centro de Turismo
O Centro de Turismo abriga o trabalho de artesãos, sobretudo as rendas. Os preços são ótimos e a variedade de produtos é grande. Pena que existem escadas em todo o centro. Mas nada que o guia da Toptur e os vendedores não pudessem me ajudar.

- Mercado
As lojinhas do mercado costumam ter degrau para se entrar. Mais uma vez, os vendedores nos ajudam sem problemas. Em alguns lugares, o chão é de pedra, mas dá pra se andar na cadeira de rodas. A variedade é imensa! Encontrei desde roupas, doces deliciosos, bares até barbearias... Adoro conhecer novas culturas, novos costumes...


- Colina de Santo Antônio
Para uma boa mineira, acostumada às montanhas de Minas, esperava que a Colina de Santo Antônio fosse enorme. Como Aracaju é uma cidade bem plana, a Colina é bem suave. Não desci do ônibus para ver a Igreja de Santo Antônio, pois o tempo era curto e estava desconfortável ser carregada num ônibus. Do alto da Colina, temos uma visão panorâmica da cidade, que foi projetada como um tabuleiro de xadrez.

- Centro de Cultura e Artesanto
É um espaço de eventos bem amplo, onde são feitas apresentações da cultura regional. Além disso, encontramos várias lojas vendendo a famosa renda irlandesa, toda feita à mão, patrimônio cultural de Sergipe. Temos, ainda, lojinhas de roupas, doces e artesanato em geral. Após 17:30h, acontece uma feirinha, com barraquinhas variadas.

- Shopping Jardins e Shopping Rio Mar
Aracaju possui dois shoppings. Particularmente, gostei mais do Shopping Jardins. Achei os preços mais acessíveis e encontrei várias lojas conhecidas como Renner e C&A. O Shopping Rio Mar é mais antigo e possui dois andares. Para acessar o andar superior, tive que pegar o elevador social, que faz muito barulho e me deu certo medo. Existem vários banheiros adaptados e elevador para as salas de cinema.

- Casa de Forró Cariri (Restaurante e Casa de Show)
É onde temos o forró mais famoso da cidade. Para quem não curte forró, é possível desfrutar de um restaurante delicioso, com uma decoração típica e muito legal, com música ao vivo. Após 22h, começa o forró, em um salão climatizado, com palco e pista de dança. Tive a oportunidade de conhecer o dono do estabelecimento, o Senhor Hamilton, que me encantou pela simplicidade e simpatia. A casa de shows é totalmente acessível. No salão do forró, até a pista de dança possui rampa.

- Restaurante Carro de Bois
Restaurante próximo à Passarela do Caranguejo. Ambiente rústico, requintado e climatizado. Pena que o acesso para cadeirantes seja complicado. Para não atrapalhar a circulação das pessoas, fui colocada em uma mesa no fundo do corredor. Mas o cardápio é delicioso.

- Paraty Bar e Restaurante
É a barraca mais estruturada da orla de Aracaju, situada na Praia do Refúgio. O local é agradabilíssimo, cercado por dunas e coqueiros, com um restaurante central e vários quiosques individuais. O acesso para cadeirantes é bem tranqüilo. Existe banheiro adaptado.

- Cânions do Xingó
Para se chegar aos maravilhosos Cânions do São Francisco, viajamos três horas de van, pela TopTur, pelo sertão sergipano. Como havia chovido muito no nordeste, até o sertão estava verdinho! Ao longo da Rota do Sertão, recentemente inaugurada, podemos admirar a vida simples e dura dos moradores do Sertão. Passamos por várias cidades, como Ribeirópolis, Itabaiana (cidade do ouro), Poço Redondo (local onde morreu Lampião), até chegar a Canindé do São Francisco, onde temos a hidroelétrica de Xingó. Por sorte, quando fui, 4 comportas da usina estavam abertas, o que tornou o espetáculo ainda mais belo. Em Canindé, é possível conhecer o Museu de Arqueologia do Xingó e fazer uma visita guiada pela hidroelétrica. O passeio mais imperdível é navegar pelas águas do Rio São Francisco e admirar as belas formações rochosas. O cânion do Xingó é o 5º maior cânion navegável do mundo. Realmente, as pedras parecem ter sido talhadas à mão. Um passeio fantástico e belo. Só estando lá para entender e compreender tamanha beleza. Fomos até o Restaurante Karrancas para pegar o catamarã que nos levaria aos cânions. O restaurante possui escadas e uma rampa íngreme na entrada. O Robson, da TopTur, achou mais prudente não arriscar descer a rampa com a cadeira de rodas, me carregando pelas escadas. A entrada no catamarã é tranqüila, sendo preciso subir apenas alguns degraus. Navegamos uma hora pelo rio até parar na Gruta do Talhado para um banho nas águas calmas e esverdeadas. Não tive coragem de descer e nadar no Paraíso do Talhado, pois são 150m de profundidade. Mas a água é quentinha... É possível conhecer a gruta utilizando um barquinho. Para nadar, as pessoas utilizam espaguetes de isopor. O interessante é que os paredões rochosos foram formados há mais de 60 milhões de anos, mas só foi possível navegar pelo rio após o represamento de suas águas com a construção da Hidroelétrica de Xingó. Depois do passeio aos cânions, fomos almoçar no Restaurante Baião de Dois, em Piranhas/AL. Um local bem simples e com uma culinária divina.

- Mangue Seco
Novamente, contei com toda a assistência da TopTur para conhecer Mangue Seco, a famosa terra de Tieta do Agreste. É um passeio bem movimentado: andamos de balsa, escuna e bugre. O passeio começa com a travessia de balsa. Todos devem sair de dentro dos carros durante a travessia. No meu caso, pude ficar dentro da van. Percorremos mais uma distância de van até pegarmos a escuna Gazzela, que atravessa o Rio Real, até Mangue Seco. Mangue Seco é um local bem rústico, mas de uma natureza exuberante. Para cadeirantes, só mesmo andando de bugres. O motorista do bugre nos levou para conhecer as belezas da região: dunas, coqueiros, jumentos, praias, etc. Almoçamos em um restaurante rústico, mas que também possuía banheiro adaptado!
Enfim, acabei me surpreendendo com as belezas de Sergipe. Meus colegas de trabalho haviam feito muita propaganda da cidade, mas quis conferir de perto. O turismo no Estado ainda é recente, se comparado às outras capitais nordestinas. Gostei muito de constatar a preocupação dos moradores e empresários da região com a acessibilidade. A cidade é bem tranqüila e agradável. Não é à toa que seja considerada a capital brasileira da qualidade de vida. Tive a oportunidade de conhecer lugares maravilhosos e pessoas de várias partes do país. Sem sombra de dúvida, vale à pena conhecer o Estado e desfrutar das belezas sergipanas. Da próxima vez, pretendo voltar em época de São João!

Fonte: Rede Saci

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Tenistas cadeirantes

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Assista a reportagem e saiba como o tênis ajuda na recuperação de cadeirantes.




Fonte: Globo Vídeos

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Deficiente visual vai de Brasília a Paraty de bicicleta

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Adauto Belli pedalou 1,6 mil km em bicicleta dupla, com o parceiro guiando.Ciclistas fizeram trajeto da Estrada Real em 18 dias; aventura virou livro.



O convite partiu de um desconhecido. Quando o empresário Weimar Pettengill, 37 anos, ligou para o deficiente visual Adauto Belli chamando-o para uma viagem de bicicleta de Brasília a Paraty, se surpreendeu com a resposta. "Partimos quando? Amanhã? Hoje não dá. Estou ocupado", disse Adauto, 38 anos, adestrador de cães. Na bicicleta de dois lugares (modelo conhecido como 'tandem') a dupla seguiu para Minas Gerais e, de lá, rumo a Paraty, no Rio de Janeiro. Completaram o trajeto em 18 dias, a maior parte feita em estrada de terra. Adauto, deficiente visual desde o nascimento, tem apenas 35% da visão. "A confiança ali é tudo. Eu pedalo tendo certeza de que, se for bater, ele (Weimar, o ciclista que vai guiando) vai bater no macio, se cair, ele vai tentar fazer com que eu me machuque menos", conta. "Quando a gente está em uma descida no cascalho a 110 km/h, tem que ter muita confiança. Se fosse com uma pessoa que vê perfeitamente, a viagem não teria dado certo", afirma Weimar. Entre as experiências registradas no trajeto, Adauto lembra das vezes em que sua pouca visão o enganaram. "Você acaba vendo o que quer ver. A gente ia descendo perto de um vale e eu dizia 'Nossa, é um lago muito bonito', e o Weimar começava a rir e dizia 'que nada, isso aí é uma favela!'", conta.

Foram pouco mais de 1,6 mil km cruzados em 18 dias, de 29 de janeiro a 16 de fevereiro. A aventura rendeu até livro. Na última quinta-feira (21), Weimar Pettengill lançou em Brasília o resultado de suas memórias da viagem, entitulado 'Brasília-Paraty - Somando pernas para dividir impressões' (editora Thesaurus). "Quero agora fazer o áudio-book, pra que o Adauto possa 'ler' e dizer se está tudo certo", brinca o autor. A obra também será lançada em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. Antes de partirem em cima da bicicleta, os dois eram praticamente desconhecidos. Haviam se encontrado cinco vezes, apenas duas delas com a bicicleta para fazer testes. Weimar já planejava pedalar o trajeto da Estrada Real -rota histórica de povoamento e exploração do interior do Brasil, criada no século XVII-, e decidiu incluir uma companhia no desafio. "Lembrei da bicicleta tandem e resolvi ir com um DV (deficiente visual) para compartilhar a experiência", conta o empresário. Ele chegou a Adauto através de amigos do projeto 'DV na trilha', que promove a inclusão social de cegos através de bicicletas duplas em Brasília. Adauto sempre gostou de praticar esportes, e não pensa na deficiência como um obstáculo. Pelo contrário. "Muitas vezes é até uma vantagem, porque eu tenho que ficar mais concentrado", diz. Ele pratica o ciclismo desde 2007, mas seu esporte mesmo é a corrida. "Depois que eu o arrastei pra esse desafio, ele já arrumou o próximo, agora correndo. Vamos fazer a travessia dos Andes no final do ano", afirma Weimar

Foto: Fábio Tito

Fonte: G1

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segunda-feira, 25 de maio de 2009

Festa Junina na Apae

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Brasil tem apenas 60 cães guias para 2 milhões de deficientes visuais

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Quando Boris, um labrador de dez anos, se aposentou, no final de 2008, Thays Martinez, 35, precisou encontrar um novo companheiro de caminhada. O escolhido foi Diesel, 2, da mesma raça. "Estamos nos adaptando, e ele é excelente", afirma a advogada, que perdeu a visão aos quatro anos e foi pioneira no uso de cão guia para se locomover em São Paulo.
Adaptação, no caso, é aumentar a sintonia entre ambos, para que o animal leia automaticamente os comandos da dona.
No Dia Internacional do Cão Guia, comemorado em 29 de abril, lá estava Diesel, que estreou na função há quatro meses, no shopping Iguatemi. Ele participou do evento de conscientização promovido pelo Iris (Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social), fundado por Thays em 2002.

Thays Martinez, 35, posa para foto com Diesel, 2, seu novo cão guia; advogada perdeu a visão quando tinha quatro anos de idade
Foto: Rodrigo Marcondes / Globo Imagem

Ela ficou conhecida como a "moça do cão guia" por ter sido barrada no metrô de São Paulo em maio de 2000. Saiu vitoriosa de uma batalha judicial que fez de Boris o primeiro animal autorizado a guiar um cego pelos trens urbanos da cidade. Um marco na garantia do direito de ir e vir dos deficientes visuais.
Há muito a conscientizar e pouco a festejar sobre o assunto. Treinado nos EUA, Diesel é um dos 60 cães que guiam deficientes no Brasil, enquanto existem quase 2 milhões de cegos no país, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Só no Iris, mais de 2.000 pessoas esperam na fila por um cão guia. Um dos motivos da espera é que poucas ONGs brasileiras se dedicam ao treinamento. É o caso do Instituto de Integração Social e de Promoção da Cidadania (Integra), localizado em Brasília, que desenvolve o projeto Cão Guia de Cegos, desde 2002, em parceria com o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal.
De lá, saíram 26 cães guias que estão espalhados pelo Brasil. "Podemos capacitar mais, só que faltam recursos", diz Michele Pöttker, coordenadora do projeto que tem patrocínio de empresas como Bayer e Premier.
A ONG tem mais de 250 pessoas cadastradas para receber um cão. "O treinamento e a manutenção de cada animal custam em torno de R$ 20 mil para a entidade", estima Michele. O usuário não paga pelo cão. As únicas despesas são de alojamento e alimentação no período de adaptação -que dura de 15 a 25 dias. A diária fica em torno de R$ 60.
Já o Iris não realiza treinamento completo no Brasil. O instituto paulistano fez uma parceria com a Leader Dogs, escola de treinamento de Detroit, nos Estados Unidos. "A escola nos doa oito cães por ano, e conseguimos, a duras penas, mandar os deficientes para lá", explica Thays. O parceiro brasileiro banca passagens e um dossiê em inglês contendo informações e imagens do usuário.
O processo esbarra na falta de recursos. "Se fizéssemos o treinamento por aqui, seria menos burocrático e mais deficientes teriam cão guia", afirma. Em 2009, o Iris deve enviar mais oito cegos aos EUA.
O advogado Genival dos Santos, 30, foi um dos deficientes apadrinhados pelo Iris. "Em 2006, fui aos Estados Unidos 'buscar' meus olhos." Layla, uma labrador de três anos e meio, possibilita a vida agitada de Genival. "Ela me acorda todos os dias às 6h. Vamos a uma praça para que faça suas necessidades e seguimos para o trabalho", conta.
Genival trabalha em um banco na avenida Paulista que, segundo ele, trata Layla como "funcionária". "Ela tem uma graminha especial, dentro do banco, para fazer xixi quando der vontade."
Morador do Jabaquara, ele usa o metrô diariamente e fez amigos pelo trajeto. Mas ainda sofre com a desinformação da população: "Layla é sempre distraída pelas pessoas. Acham que ela não saberá me conduzir na escada rolante e na entrada do trem".

Incidente no metrô
A boa vontade pode atrapalhar. Há poucos dias, Genival tropeçou quando ia entrar no metrô justamente porque um passageiro tentou lhe dar a mão. "As pessoas não confiam no cão guia", constata.
Para o treinador Moisés Vieira Jr., há 13 anos na função, a principal característica que um animal deve ter para virar guia é ser fiel ao dono. "Todo cão pode aprender, desde que seja bem treinado e que tenha um comportamento que mescle segurança e obediência."
Foram tais qualidades de Boris que conquistaram Thays. O cão guia era sua sombra e adivinhava suas vontades. O sinal de que era hora de aposentá-lo veio depois de um incidente: Boris não conseguiu desviar a dona de uma escada em plena Paulista.
Resultado: ela bateu a cabeça na escada. "Eu chorava de tristeza, e as pessoas achavam que era de dor", conta Thays, que se deu conta de que era hora de dar descanso a quem lhe serviu tanto.

Para ser um cão guia
- O animal deve ter comportamento dócil e estável, além de ser sociável, atencioso, obediente e de não se distrair facilmente.
- No Brasil, o labrador é a raça mais utilizada, seguida do golden retriever e do pastor alemão, que é a preferida no exterior.
- O cão selecionado vai para a casa de uma família, onde permanece por até dez meses. Em seguida, volta para a escola e fica de seis meses a um ano em treinamento específico com os treinadores.
- Por fim, o animal treinado passa por um processo de adaptação ao usuário, de forma que o deficiente encontre um cão adequado às suas necessidades.
Mais informações: http://www.iris.org.br/ ou http://www.bayerpet.com.br/.

Fonte: Folha Online




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Boa Semana - Mensagem

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Procure compreender as dificuldades do próximo.
Não conserve ressentimentos.
Desculpe ofensas, sejam quais sejam, colocando os assuntos desagradáveis no esquecimento.
Trabalhe quanto puder, tornando-se útil quanto possível.
Mobilize o tempo de que disponha no serviço aos Semelhantes.
Adote a simplicidade por clima de paz.
Continue aprendendo sempre.
Esqueça você mesmo, criando alegria para os outros.
Viva em Paz com a própria consciência e deixe que oscompanheiros vivam a existência deles próprios.
Cultive a paciência sem ansiedade e, procedendo com os semelhantes, como estima que com você procedam, estará sempre no caminho da verdadeira felicidade.

( Chico Chavier )


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Cartunista Victor Klier quebra preconceitos com quadrinhos sobre deficientes físicos

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Uma turminha diferente, disposta a quebrar preconceitos. Esta era a proposta do cartunista Victor Klier ao criar a "Turma da Febeca", cujas histórias em quadrinhos abordam diversas formas de deficiência, com o objetivo de esclarecer a população.



Entre os 15 personagens idealizados por ele, duas têm lesão medular, (a paraplégica Febeca e a tetraplégica Nenê), duas paralisia cerebral (a Mila e a Ana, com quadros diferentes de paralisia) a Tati é amputada, a Polin é anã, a Iara é cega, a Jana tem câncer, a Lara tem amiotrofia espinhal e a Lili tem síndrome de Down. Entre os meninos, o Cuca tem diabetes, o Beto é portador de HIV, o Fabinho é autista, o Lôlo é surdo e o Dudu tem TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo).
Segundo Klier, no início só existia uma personagem, a Fernanda, que integrava uma outra turminha de personagens e de um outro autor, onde ela ficava em segundo plano. Como o projeto inicial não deu certo, ele resolveu investir sozinho na ideia e começou a pesquisar mais sobre o assunto.

Segundo Klier, no início só existia uma personagem, a Fernanda, que integrava uma outra turminha de personagens e de um outro autor, onde ela ficava em segundo plano. Como o projeto inicial não deu certo, ele resolveu investir sozinho na ideia e começou a pesquisar mais sobre o assunto.
"Ao contrário do que muitos fariam, não pesquisei com fisioterapeutas, psicólogos, pedagogos ou outros profissionais da área de saúde. Procurei entrevistar pela Internet pessoas com deficiências e que tivessem o perfil da personagem, no caso meninas em idade escolar. Eu também queria aproveitar o nome da personagem que já havia criado, mas para não dar problemas com o projeto anterior juntei o nome que já tinha - e que era o mesmo de uma das meninas entrevistadas - com o nome de outra, chamada Rebeca. Da união dos nomes Fernanda e Rebeca, criei Febeca".
Para ele, o grande diferencial do seu trabalho foi entrevistar essas meninas pela Internet. "Elas me mostraram o caminho ideal a seguir, que era na contramão do chamado politicamente correto, que seria a tendência se entrevistasse profissionais de saúde ou de educação. Elas queriam se ver nos quadrinhos como qualquer adolescente normal, ou seja, levando broncas da professora, ficando de castigo, aprontando travessuras. Descobri que elas também brincavam com suas deficiências com muita naturalidade. A conclusão é que o problema não está nas palavras, mas nas nossas atitudes".

Victor Klier afirma que o fato de ter começado na profissão na equipe do Ziraldo, em 1990, foi um grande aprendizado. "A maior preocupação dele era não subestimar as crianças, como se elas fossem seres estúpidos, que é o que a maioria das pessoas faz. Com isso aprendi a escrever para crianças sem medo de não haver compreensão da parte delas, até porque se não entenderem estarão sendo estimuladas a pesquisar. Não pode dar resposta de bandeja, tem que fazer pensar", conclui.
Para manter viva a Turma da Febeca, o cartunista conta com o apoio e colaboração do Estúdio Megatério, da fotógrafa Kica de Castro, que também faz um trabalho de inclusão, de artistas como Oswaldo Montenegro, Paloma Duarte, Luiza Curvo e Sthefany Brito, além de Camila Mancini, "que tem paralisia cerebral e é uma das pessoas mais engajadas ao projeto".

Ela nem completou 20 anos e já faz um ótimo trabalho de assessoria de imprensa e relações públicas. Formada em Jornalismo, para se ter uma idéia a própria Camila sequer assumia sua deficiência até as vésperas de completar 18 anos. Ela não admitia ter uma cadeira de rodas e só mudou sua postura (segundo ela mesmo) por causa deste projeto. Outras meninas também resolveram ousar mais depois da Febeca e viraram modelos, viajaram atrás de seus sonhos e mostram ao mundo que são pessoas normais. Limitação todos temos, deficientes ou não e isso não impede ninguém de vencer na vida e de ser feliz", diz Klier.

Fonte: Portal Imprensa

Foto: Victor Klier

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SP deve comprar hospital para atender deficientes

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O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), disse hoje que o Estado está "em vias" de comprar um hospital particular e transformá-lo em instituição pública para atender pessoas com deficiência. Em evento para a entrega da reforma da Unidade Lapa da Rede de Reabilitação Lucy Montoro, na zona oeste da capital paulista, o governador afirmou que negocia a compra do prédio já equipado para atender preferencialmente, em São Paulo, pacientes vindos do interior do Estado. "Estamos em vias de comprar um (hospital) que era privado, não conseguiu funcionar, mas já está (com) tudo pronto", disse em discurso após visitar o centro de reabilitação. "(O hospital) é da capital, mas vai atender gente do interior. Será uma coisa que imediatamente começará a funcionar." Na entrevista coletiva, o governador evitou detalhar o novo projeto. "Porque não foi comprado eu não vou dar o nome."Ao final da visita, o governador, possível candidato tucano à Presidência em 2010, discursou em palco montado na quadra de esportes do centro de reabilitação e pregou uma sensibilização à causa da acessibilidade. "Quando o metrô foi feito ninguém deu bola para isso (acessibilidade). Estamos correndo atrás do prejuízo, de um investimento que não foi feito no passado", disse. Grande parte das estações do metrô de São Paulo foi inaugurada por governadores tucanos, como André Franco Montoro (1983-1987) e Mário Covas (1995-2001).

Fonte: estadão.com.br

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sexta-feira, 22 de maio de 2009

Há Sempre Alguém - Mensagem

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O mundo inteiro está cheio de pessoas.
Há pessoas caladas que precisam de alguém para conversar.
Há pessoas tristes que precisam de alguém que as conforte.
Há pessoas tímidas que precisam de alguém que as ajude vencer a timidez.
Há pessoas sozinhas que precisam de alguém para brincar.
Há pessoas com medo que precisam de alguém para lhes dar a mão.
Há pessoas fortes que precisam de alguém que as faça pensar na melhor maneira de usarem a sua força.
Há pessoas habilidosas que precisam de alguém para ajudar a descobrir a melhor maneira de usarem a sua habilidade.
Há pessoas que julgam que não sabem fazer nada e precisam de alguém que as ajude a descobrir o quanto sabem fazer.
Há pessoas apressadas que precisam de alguém para lhes mostrar tudo o que não tem tempo para ver.
Há pessoas impulsivas que precisam de alguém que as ajude a não magoar os outros.
Há pessoas que se sentem de fora e precisam de alguém que lhes mostre o caminho de entrada. Há pessoas que dizem que não servem para nada e precisam de alguém que as ajude a descobrir como são importantes.
Precisam de alguém

Talvez de ti ...


( Autor Desconhecido )


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Tensão entre exclusão e inclusão da pessoa com deficiência

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O dia internacional da Síndrome de Down, 21 de março, colocou na agenda de debates o problema da exclusão social da chamada pessoa com deficiência. Na prática, a luta pela inclusão no sistema regular de ensino e no mercado trabalho, que está a todo vapor em todo o mundo, vem questionando um traço problemático da cultura moderna: o de tratar toda diferença como um problema a ser equacionado ou mesmo negligenciado e abandonado à sua própria sorte.

Outra visão, não menos negativa, é ver esse "diferente" como incapacitado para caminhar sobre seus próprios pés e, portanto, passível apenas de cuidados e proteção, além de não poucas vezes tratado como um perigo a ser isolado do convívio social. Tal perspectiva nos faz lembrar do "mito dos leitos de Procustro". Segundo a mitologia grega, Procustro obrigava todos os viajantes, aprisionados entre Mégara e Atenas, a deitarem sobre dois leitos com tamanhos padronizados. Aqueles que ultrapassavam a medida estabelecida tinham parte de seu corpo decepado e os que não a atingiam eram violentamente esticados. Esse exemplo serve para nos mostrar que em todos os períodos da História desenvolveram-se padrões e modelos dominantes de vida.

Foi no período conhecido como modernidade, entretanto, que esse processo excludente se institucionalizou. Para que o ideal de produção em série pudesse se concretizar, com a rapidez esperada pelos novos detentores do poder, era preciso estabelecer o lugar de cada um nesse vertiginoso crescimento do capitalismo. Desde pelo menos o século XVI, um modelo de vida burguês vai se delineando no que se habituou a chamar de processo civilizatório. Nesse contexto, aqueles que não se adequassem a esse novo leito de Procustro foram classificados como degenerados de um sistema, que sempre se pautou pelas idéias de racionalidade e homogeneização.

No início do atual sistema, não havia sequer a distinção entre a hoje categorizada como deficiência e a doença mental. Com poucas exceções, entre elas os surdos e cegos da elite burguesa e os oriundos da nobreza, que tinham um certo acesso à educação especial, todos os outros eram jogados nos chamados asilos correcionais ou em hospícios e prisões. Os posteriormente rotulados como "deficientes mentais" foram concebidos, na maioria das vezes, como incapazes de aprender e de se adaptarem às exigências do desenvolvimento industrial e do mercado de trabalho, além de serem vistos muitas vezes como perturbadores da ordem social.

Esse total desprezo só começa a mudar em meados do século XIX, quando a educação especial se estende à hoje chamada pessoa com deficiência intelectual. No Brasil, só no início do século XX que essa instituição começou de fato a sair do âmbito filantrópico-assistencial. Por outro lado, o modelo estabelecido passou a ser o clínico, ampliando-se o estigma de que deficiência é doença passível ou não de cura.

É importante descrever todo esse processo excludente para mostrar que a idéia de inclusão, na História da humanidade, é bastante recente. Na Europa e nos EUA essa discussão se remete ao fim da Segunda Guerra Mundial. No Brasil, ela ganha peso com a Constituição Federal de 1988 e com a assinatura de declarações, como a de Salamanca (Espanha), que propõe a inclusão escolar.

Outras conquistas sucederam-se, sobretudo a partir da luta de movimentos de pais e educadores, mas ainda temos muito por fazer. Isso porque, além da não compreensão e mesmo resistência de parte da sociedade e do próprio poder público, há os que confundem incluir com a necessidade de adequação daquele que é visto negativamente como diferente a um suposto modelo de normalidade. E só dessa forma se candidatar a entrar para o seleto clube dos "iguais", podendo significar a reprodução, mesmo que de forma sutil, de um passado de exclusões.

Como bem disse o sociólogo português Boaventura de Sousa Santos, é importante lutar pela igualdade quando a diferença nos inferioriza, mas temos que lutar pelo direito à diferença quando a igualdade nos descaracteriza. É preciso então romper com o estigma de que de um lado estão os "iguais" e de outro os "diferentes". Nunca é demais lembrar também que vivemos em um sistema eminentemente excludente e seletivo. E que a escola tradicional foi criada, pelo modelo dominante, para lidar com uma fictícia homogeneidade e não com a heterogeneidade, com as singularidades inerentes a cada ser humano. O capitalismo, por sua vez, tende a classificar cada pessoa para dizer qual é seu papel hierárquico em seus tentáculos, selecionando quem pode ou não ser integrado a ele.

Segundo o educador popular e pernambucano, Paulo Freire, incluir não é colocar alguém, que está supostamente "à margem de", para dentro de uma sociedade aparentemente estática e que não necessita de transformação. Temos, ao contrário, que aprender a olhar as diferenças, transformando nossos próprios preconceitos e desconstruindo uma cultura histórica recheada de estigmatizações. Afinal, somos todos diferentes, cada qual com seus limites e potencialidades, além de iguais em direitos, mesmo que essa lei ainda esteja apenas no papel.

Fonte: Correio da Cidadania

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Vai encarar? A nação (quase) invisível de pessoas com deficiência

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Todas, sem exceção, se queixam da polida barreira da indiferença usada para ‘não invadir’ ou ‘ofender’ – e que acaba revestindo-as com uma dolorosa capa de invisibilidade”, afirma a autora do livro, Claudia Matarazzo


Será lançado em 2 de junho, às 19h, na Livraria Cultura da Avenida Paulista, o livro Vai Encarar? – A Nação (quase) invisível de pessoas com deficiência.
Escrito pela jornalista Claudia Matarazzo, com consultoria da publicitária, psicóloga e vereadora Mara Gabrilli, que é tetraplégica, a publicação aborda como as pessoas com deficiência gostariam de ser tratadas diante das dificuldades que encontram no dia a dia, inclusive em meios de hospedagem.
“Esse público realmente é diferente em alguns aspectos e, se por um lado está acostumado a uma série de dificuldades e consegue superar contratempos e situações incríveis, há apenas uma coisa que nenhuma dessas pessoas administra facilmente, e todas, sem exceção, se queixam: elas preferem os obstáculos físicos e concretos do que a polida barreira da indiferença usada para ‘não invadir’ ou ‘ofender’ – e que acaba revestindo-as com uma dolorosa capa de invisibilidade”, afirma Claudia.
O Brasil tem mais de 30 milhões de pessoas portadoras de necessidades especiais de acordo com os dados do último censo, realizado em 2000. Esse número mostra que uma em cada oito pessoas tem algum tipo de dificuldade crônica, sendo que 48% são deficientes visuais, 27% físicos ou com mobilidade reduzida, 16% tem algum tipo de deficiência mental e 8% são deficientes auditivos. O livro é da Editora Melhoramentos, tem 216 páginas e custa R$ 29.

Fonte: Agência Inclusive


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Discoteca na Espanha tem noite exclusiva para deficientes

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Projeto criado no ano passado permite que portadores de deficiências mentais dancem e paquerem.

Domingo é dia de matinê especial em Barcelona. Uma das discotecas mais badaladas da cidade espanhola reserva a noite para que portadores de deficiências mentais possam dançar e paquerar livremente.
Ao contrário de uma discoteca comum, no entanto, álcool, cigarros e bebidas energéticas estão proibidos nas noites de domingo da boate Luz de Gas. A medida foi tomada porque a maioria dos frequentadores da matinê especial toma remédios fortes.


Noite especial para deficientes em discoteca na cidade espanhola de Barcelona. (Foto: BBC)

Outras adaptações também foram feitas. A iluminação é controlada, para evitar possíveis ataques epiléticos, e seis monitores acompanham os frequentadores para auxiliar em eventuais emergências.
O resto do ambiente, no entanto, é igual ao das outras noites, com música, DJs, barmen, diversão e paquera.
A matinê especial funciona há um ano e foi criada pela Fundação Ludalia, que auxilia portadores de deficiências mentais.
A festa, que começa às 17h30 e termina às 21h, é exclusiva para pessoas entre 18 e 45 anos com Síndrome de Down, paralisia cerebral e outras deficiências.

Lazer
Mãe de um portador de deficiência mental, a diretora da fundação, Consól Ferrer, afirma que o projeto nasceu por causa da falta de alternativas de lazer para estas pessoas. Segundo ela, alguns lugares "tratam os deficientes de maneira infantil". A ideia da matinê especial surgiu em 2001. A primeira tentativa, no entanto, fracassou quando os organizadores tentaram criar uma noite de integração entre deficientes e pessoas sem deficiências."Foi um desastre. Ali ficou claro que eles precisavam de um espaço próprio. Eles têm a mesma vontade de dançar, se divertir, estar com amigos e paquerar, como qualquer outro jovem", afirmou à BBC Brasil a monitora Ruth Ruiz.
A diretora da Fundação Ludalia também afirma que a experiência fez com que eles decidissem criar uma noite exclusiva para os jovens deficientes.
"Sei que parece uma contradição, fazer uma noite exclusiva quando pedimos integração. Mas, misturar jovens deficientes com os que não são para que façam amigos e arranjem namorados, não é um objetivo realista", afirma.

Romances
Desta vez, o espaço exclusivo tem a colaboração dos donos da discoteca, que cedem as instalações e a arrecadação da noite para os outros projetos da fundação.
Os frequentadores pagam 7 euros (cerca de R$ 20) pela entrada, com direito a consumação.
"(A cobrança da entrada existe) para que eles se conscientizem de que tudo tem um valor. Se todo mundo paga por uma entrada, eles também. Assim, compreendem como funcionam as coisas quando um adulto sai sozinho", afirma Consól Ferrer. Dentro da discoteca, os DJs tocam músicas da moda, às vezes há shows ao vivo, e os deficientes se sentem à vontade, principalmente porque os pais não podem entrar.
Para os seis monitores voluntários, a proibição da entrada dos pais ajuda a promover a independência e respeita a privacidade dos jovens, especialmente na hora da paquera.
"Surgem muitos romances ali", comenta Ruth Ruiz, uma das monitoras.
"A minha função é atender, conversar e, se for preciso, dançar com eles e vigiar para que esses romances não saiam dos limites. No fim das contas, eles estão aprendendo a se relacionar", completou.

Fonte: G1

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quinta-feira, 21 de maio de 2009

Minha casa, Minha Vida - respeito por acessibilidade

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Prezados(as),
segue abaixo um manifesto onde exigimos que o programa “Minha casa, minha vida” seja acessível para pessoas com deficiência.” sejaacessível para pessoas com deficiência. Como a MP ignora em seu textos princípios do desenho universal e da acessibilidade, ignorando aConvenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência que vigoraem todos território nacional com equivalência de Emenda Constitucional,viola os direitos humanos das pessoas com deficiência.
Não aceitaremos um programa que não reconheça a igualdade de direitos,e para isso pedimos a sua colaboração. Participe dessa campanha! Para facilitar siga os seguintes passos

1º Passo
Acessar o site da Câmara dos Deputados aqui http://www2.camara.gov.br/canalinteracao/faledeputado

2º Passo
Assinalar o que você deseja.
Ao entrar no site poderá observar 5 opções.E você deve escolher apenas uma. As opções Sugerir ou Solicitar ou Reclamarsão as que casam mais com o movimento.

3º Passo
O próximo campo é “Destinatário(s) da mensagem“
Em Nome do Deputado Vc marca: TODOS
Em Partido vc marca: QUALQUER
Em Sexo vc marca: QUALQUER
Em UF vc marca: QUALQUER
4º Passo
No campo Remetente Vc colocará seus dados
5º Passo
No campo “Seu comentário:” vc irá colar a mensagem que move a iniciativa que é esta: Sem acessibilidade não há equiparação de oportunidades e nem igualdade de direitos

CASA PARA A VIDA TODA? PARA TODOS?

A Medida Provisória nº 459/2009 refere-se ao Programa minha casa minha vida – http://www.minhacasaminhavida.gov.br/, iniciativa do Governo Federal. Ela ainda não foi votada na Câmara dos Deputados e apesar de haver 307 emendas apresentadas, nenhuma se refere à garantia de equidade para pessoas com deficiência, que representam 14,5% da população total do Brasil (equivalente a 27 milhões de pessoas).A MP ignora, em seu texto, os princípios do desenho universal e da acessibilidade, preconizados na Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência, ratificada pelo Brasil com equivalência de emenda constitucional, através do Decreto Legislativo 186/2008.
A única menção à acessibilidade consta dos parâmetros apresentados pela Caixa Econômica Federal e se limita às “áreas de uso comum, unidades habitacionais e garagens”. Concluímos que, sem a existência da obrigação de fazer acessibilidade e desenho universal, as pessoas com deficiência que comprarão as residências, poderão circular de forma acessível apenas nas áreas externas.
Há a previsão de porta externa de 80 centímetros, insuficiente para a passagem de cadeira de rodas, geladeiras e móveis. Como a planta de cada imóvel depende de sua localização, topografia, etc., não há como saber se a pessoa vai conseguir circular na própria casa.
Caso consigam entrar, pessoas com deficiência física continuarão tomando “banho de pano” na sala, por não conseguirem entrar no banheiro, para citar um exemplo, em mais 1.000.000 de casas.
A falta de acessibilidade e do desenho universal prejudica pessoas com deficiência física, com mobilidade reduzida, idosos, gestantes, crianças, obesos, doentes, dentre muitas outras pessoas.
Há uma forte correlação entre Deficiência e pobreza, o que significa que parcela considerável deste segmento social mais uma vez foi tratada como cidadãos de segunda classe, “invisíveis” aos olhos dos legisladores.
Somos a favor do direito à moradia digna e exigimos que esse importante programa seja para todos, com ou sem deficiência.
6º Passo
Clicar em ENVIAR
Além de enviar aos deputados,envie o seu nome e/ou da sua entidadepara adicionarmos na relação de assinaturas que segue abaixo da carta para redeinclusiva@gmail.com

Fonte: Agência Inclusive


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Seja feliz - Mensagem

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Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo.Só você pode evitar que ela vá à falência. Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você.Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções. Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza.Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, Oncompreensões e períodos de crise. Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma e agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.É beijar os filhos, curtir os pais e ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós. É ter maturidade para falar "eu errei". É ter ousadia para dizer "me perdoe".É ter sensibilidade para expressar "eu preciso de você". É ter capacidade de dizer "eu te amo".
Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz...Que nas suas primaveras você seja amante da alegria.Que nos seus invernos você seja amigo da sabedoria.E, quando você errar o caminho, recomece tudo de novo, pois assim você será cada vez mais apaixonado pela vida.
E descobrirá que...
Ser feliz não é ter uma vida perfeita.
Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.Usar as perdas para refinar a paciência. Usar as falhas para esculpir a serenidade.Usar a dor para lapidar o prazer. Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência. Jamais desista de si mesmo!!!Jamais desista das pessoas que você ama.
Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível.

E você é um ser humano especial !!!!!


( Autor Desconhecido )

Foto: Google


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Cadeirantes nas ruas: Uma turma boa de roda.

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Nas corridas de rua é cada vez maior o número de cadeirantes participando.



Fonte: Globo Vídeos


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Fundacentro promove curso para as pessoas com deficiência

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"Curso de Inclusão das Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho" visa o aprimoramento técnico-científico dos profissionais que atuam na área de saúde
Com o intuito de auxiliar a inserção dos trabalhadores com deficiência no mercado de trabalho, a Fundacentro irá realizar de 2 a 16 de junho de 2009, o Curso de Inclusão das Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho, visando o aprimoramento técnico-científico dos profissionais que atuam na área de saúde do trabalhador com relação a esta inclusão.
Muitos trabalhadores com deficiências transitórias ou permanentes enfrentam, ainda hoje, inúmeros empecilhos quando se trata de sua inserção no mercado de trabalho.
Em sua 2ª. edição, as metas do curso irão destacar a discussão de aspectos clínicos, psicossociais, trabalhistas e previdenciárias, com o propósito de dar suporte a esses trabalhadores. Serão abordados também temas como aspectos do meio ambiente e das atividades de trabalho, para estimular a reflexão sobre as formas de organização do trabalho e sua estruturação para atender às limitações desses trabalhadores.
O conteúdo programático foi elaborado de acordo com as necessidades estabelecidas e com o propósito de abrir um amplo debate de forma que sejam esclarecidas todas as questões e dúvidas referentes ao tema em destaque. O programa inclui assuntos voltados para a situação atual das pessoas com deficiência no mercado de trabalho, funcionalidade e incapacidade, atividade do trabalho e o trabalhador, adversidade e o trabalho, dentre outros.
O corpo docente será formado por renomados profissionais da área, que vão orientar os participantes sobre como lidar com as diferentes situações encontradas no cotidiano de trabalho, e darão todo o suporte necessário para atuar de acordo com a demanda estabelecida pela classe.
A coordenação geral do curso está a cargo de Eliane Vainer Loeff, da Coordenação de Educação da Fundacentro, em parceria com Maria Maeno, pesquisadora do Serviço de Medicina da Fundacentro, e Myrian Matsuo, socióloga do Serviço de Sociologia / Psicologia da Fundacentro.
Serão 45 vagas, acrescida de mais cinco para a Fundacentro. Os alunos que obtiverem freqüência de 80 do curso receberão certificado de conclusão.
O curso ocorrerá todas as terças-feiras durante o mês de junho, dos dias 2 a 16, das 9h às 17h30, no Centro Técnico Nacional da Fundacentro, situado à rua Capote Valente 710 – Pinheiros, São Paulo.
As inscrições poderão ser feitas pelo portal da Fundacentro, http://www.fundacentro.gov.br/, em Cursos/Cursos a realizar. Para maiores informações entrar em contato pelos telefones: (11) 3066-6124 ou (11) 3066-6337, com Felipe ou Cleiton.
Rede Saci

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quarta-feira, 20 de maio de 2009

Paternidade

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Psicólogo fala sobre o direito da pessoa com deficiência à maternidade e à paternidade


Antes de iniciar esta reflexão, não podemos esquecer que estamos falando de um número muito grande de pessoas, cidadãos com direitos e deveres, com sonhos e temores, homens e mulheres que, estando incluídos dentro da cultura e da sociedade, têm grande parte de suas necessidades e realizações vinculados aos valores considerados aceitos pela humanidade.A pessoa com deficiência tem o direito à maternidade e à paternidade, podendo ter filhos normais, já que uma seqüela física, sensorial ou motora, não necessariamente compromete sua capacidade de procriação, e nem tão pouco sua capacidade de amar e educar filhos.O portador de deficiência, quando na posição de futuro pai, ou a mulher deficiente no estado de gravidez, se depara, muitas vezes, com atitudes de surpresa, espanto e até revolta de pessoas preconceituosas que não a percebiam como sexuadas.Os centros de reabilitação e demais instituições de saúde não incluem em seus programas um trabalho de planejamento familiar para mulheres deficientes e de paternidade responsável para homens. A experiência da maternidade e da paternidade da pessoa portadora de deficiência, é única e comum ao mesmo tempo, e apresenta os mesmos medos frente à fragilidade e dependência inicial do filho, tendo de enfrentar ainda, suas limitações físicas e ou sensoriais e contornar dificuldades operacionais com mais freqüência. Porém, quanto ao vínculo, muitas vezes pode ser até muito mais intenso e enriquecedor.Paternidade é o desejo, o sentimento de cuidar de um outro ser semelhante a você.A pessoa portadora de deficiência, é claro, pode viver esta experiência de diferentes modos, como filho, como pai e como irmão.O século XX enfrenta uma intensa crise na identidade masculina, devido a variados fatores, como a ruptura do modelo de família tradicional e a ausência da figura masculina através do abandono físico ou emocional. O pai fraco ou ausente impede que os filhos desenvolvam uma adequada identidade sexual, o que acaba interferindo com o relacionamento saudável entre pessoas do seu sexo e do sexo oposto.Homens sexual e afetivamente maduros são aqueles que tem uma ligação adequada com as energias masculinas profundas e instintivas, com o potencial do masculino amadurecido.A mulher e os filhos só têm benefícios ao se relacionar com homens sexual e afetivamente amadurecidos, a troca é mais intensa e profunda, e o relacionamento funciona como um catalizador de seu próprio desenvolvimento.Conheço um pai deficiente físico severo que, depois de um trágico acidente, utilizou-se do poder da paternidade como força regeneradora para prosseguir sua existência: "Quero viver para ver meus filhos crescerem!" - dizia ele. Este homem sobreviveu para acompanhar de perto o sucesso de seus filhos, seus frutos.Homens que são pais, que já foram pais antes de se tornarem deficientes físicos, que desejam ter filhos mesmo tendo nascido com alguma deficiência, ou que sonham em ser pais nesse exato momento, não tenham medo de sonhar com a paternidade responsável, o mundo atual precisa de filhos de pais presentes, para crescerem seguros e confiantes e um dia devolverem para o mundo o equilíbrio interno conquistado e repetirem a eterna historia da humanidade em busca da evolução de encontro à Luz.

Autor: Fabiano Puhlmann Di Girolano


Foto: Google

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De alma e corpo

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De alma e corpo



Escrito por Antonia Yamashita



Na hora do parto de Marcela - que nasceu sem o cérebro - foi o médico que chorou; comovido por trazer ao mundo uma criança que não podia chorar, nem tinha previsão alguma de sobrevivência.

Muitas vezes - e quando menos esperamos - a vida nos surpreende com seus mistérios. E, porque a vida nem sempre se explica totalmente, nos maravilhamos e reverenciamos sua infinita potencialidade. Uns chamam a isso de acaso, outros de Deus. Não importa, pois o prodígio permanece ali, à prova de desmentidos, sem margem para qualquer dúvida.No verão de 2006, Cacilda percebeu que estava grávida mais uma vez. O marido Dionísio e ela, mesmo sem planejarem mais um filho, festejaram o acontecido. A vida simples do campo, a saúde provada no trabalho duro da roça, tudo apontava para o crescimento normal da família.Dionísio foi o primeiro a receber a notícia da pediatra, após o exame pré-natal: o bebê deles não possuiria o cérebro, talvez nem chegasse a nascer. Angustiado, o agricultor omitiu isso da esposa por algumas semanas. Uma noite, após receberem visitas em casa e já na hora de dormir, Dionísio contou tudo para Cacilda e, temeroso da reação dela, perguntou o que ela desejava fazer.Cacilda literalmente entregou tudo à sua fé na vida, traduzida por sua religião. Gerou a criança do modo mais dedicado possível, como se fosse nascer perfeita. Amou aquele bebê como se nada houvesse faltando à sua integridade, esperou sua vinda como uma bênção.Na hora do parto de Marcela - esse é o nome da criança - foi o médico que chorou; comovido por trazer ao mundo uma criança que não podia chorar, nem tinha previsão alguma de sobrevivência. Ainda assim, no hospital cercaram Marcela de todos os cuidados necessários, a família inspirando uma confiança que a medicina não sabia como dar.Desmentindo todas as previsões e desafiando todo o conhecimento científico, Marcela já completou cinco meses de vida. Faz poucos dias, recebeu alta e está com a mãe numa casa cedida pela prefeitura de sua cidade, próxima ao hospital. Seu estado requer alguns procedimentos especiais, mas seu corpinho cresce e, inacreditavelmente, reage à presença e ao carinho de seus familiares...!Onde está alojada a alma humana?... Onde reside a essência da vida, dentro do nosso corpo?... Será que tudo o que sabíamos sobre fisiologia, biologia e neurociência vai ser negado por essa criança incrível, cuja ânsia de viver está superando a ausência de um órgão tão vital?...Não me atrevo a tentar desvendar esse enigma, mas ouso propor uma possibilidade que, mesmo improvável cientificamente, aponta uma luz sobre esse dilema: o amor de Cacilda e Dionísio, e dos outros filhos do casal e do velho avô de 87 anos de Marcela. Se é romântica demais, simplória demais essa explicação, então que se traga outra razão, outro fator embasado em nosso frágil saber científico, calçado em nossos poucos milênios de presunçosa sabedoria. Porque tudo isso falhou para explicar o que, até agora, permanece inexplicável.Marcela pode amar e ser amada, silenciosa e intensamente, mas deve ter uma existência efêmera. Enquanto ela puder, porém, extrair da vida o significado mais singelo e forte, seus queridos estarão lá para o partilharem com ela.E nós nos sentiremos mais humanos, se soubermos reverenciar à vida e seu amor.

Escrito por José Olympio, paranaense, 47 anos, roteirista, produtor multimídia e colunista do site e da revista Sentidos. É cadeirante, com seqüela severa de poliomielite.


Fonte: http://www.umamaeespecial.com/


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