sexta-feira, 31 de julho de 2009

EUA assinam tratado da ONU sobre deficientes que Bush rejeitou

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NAÇÕES UNIDAS (Reuters) - Os Estados Unidos assinaram na quinta-feira uma convenção da ONU destinada a garantir direitos iguais aos 650 milhões de deficientes do mundo. O governo Bush havia rejeitado o tratado.

Em uma cerimônia na sede da ONU, a embaixadora dos EUA Susan Rice firmou o texto, qualificado pelas Nações Unidas como o primeiro tratado de direitos humanos do século 21, e que entrou em vigor no ano passado.
Em 32 páginas, a Convenção dos EUA sobre os Direitos de Pessoas com Deficiências proíbe todas as formas de discriminação no trabalho com base nas deficiências, o que inclui as regras de contratação, promoção e as condições trabalhistas. O texto também reivindica pagamentos iguais para trabalhos de igual valor.
A convenção conclama os países signatários a promoverem a empregabilidade dos deficientes, inclusive por meio de programas de ação afirmativa.
O pacto estipula que os deficientes não podem ser excluídos da educação regular, e estabelece como dever dos governos garantir o acesso físico a meios de transporte, escolas, moradias, hospitais e locais de trabalho.
O governo de George W. Bush dizia que o documento era mais fraco do que a Lei dos Americanos com Deficiências (1990), e portanto poderia complicar o cumprimento daquela lei nacional.
Já Rice disse que os EUA estão "muito satisfeitos por se juntarem a 141 outros países que assinaram esta convenção na busca por um mundo mais justo". Ao todo, 61 países já ratificaram a convenção.
O presidente Barack Obama deve em breve submeter o tratado para aprovação no Senado, disse Rice na cerimônia, que contou com a presença de representantes de entidades norte-americanas de apoio a deficientes.
Valerie Jarrett, consultora de Obama, disse no evento que a assinatura dos EUA é "um passo histórico na promoção do nosso compromisso global com os direitos humanos fundamentais para todas as pessoas com deficiências".
Ela também anunciou a criação de um cargo de primeiro escalão no Departamento de Estado para desenvolver uma estratégia para a promoção dos direitos dos deficientes no mundo todo.
A adesão dos EUA ilustra a atitude mais favorável do governo Obama em relação à ONU do que a do seu antecessor Bush, que costumava criticar a entidade mundial e rejeitar tratados que pudessem afetar as leis nacionais dos EUA.
A entidade Human Rights Watch elogiou a adesão dos EUA, mas lembrou que Washington só assinou seis de nove tratados internacionais importantes de direitos humanos, dos quais ratificou apenas três - sobre discriminação racial, direitos civis e políticos e tortura.

Fonte: G1

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Cão cego e seu cão-guia encontram um novo lar no Reino Unido

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O cão cego Clyde e sua guia, Bonnie, arranjaram um novo lar no Reino Unido, segundo os tabloides britânicos.

Eles vão morar com um experiente cuidador de cachorros, segundo Cherie Cootes, que trabalha no centro de resgate de cães "Meadow Green”, em Londres. Os dois border collies, que foram encontrados na rua, estavam provisoriamente no centro.
A cadela Bonnie orienta seu colega durante passeios ou mesmo quando ele precisa comer ou beber água. Quando eles estão juntos, Clyde parece um cão normal, plenamente capaz.
"Ele depende totalmente dela o tempo todo. Quando caminha, ela tende a parar para ter certeza que ele está lá. Ela enxerga por ele", afirmou Cherie.

Fonte: G1

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Pode entrar!

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Os olhos do dono: participe da campanha "Pode Entrar!" que mostra aos taxistas que os cães-guia proporcionam independência às pessoas cegas e são um direito garantido por Lei.

Fonte: Portal Mara Gabrilli

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TJ condena fundações que excluíram deficientes físicos de concurso

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Rio - A Fundação Municipal de Educação de Niterói e a FEC, Fundação Euclides da Cunha de Apoio Institucional à Universidade Federal Fluminense, foram condenadas pela 7ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, nesta quinta-feira, a pagar R$ 20 mil de indenização, por danos morais, a Hilton da Silva e Deoclecio Rodrigues. Eles foram impedidos de participar de um concurso público por serem portadores de deficiência física.

Os candidatos disputariam a 2ª fase do concurso público de técnico em manutenção de computadores promovido pela Fundação Municipal de Educação da cidade de Niterói. Concorrendo a vagas destinadas a portadores de deficiência, eles se apresentaram para a prova prática, porém foram impedidos pelos fiscais da Fundação Euclides da Cunha, organizadora do certame, sob o argumento de que não havia vagas exclusivas, o que é garantido pela Constituição Federal.

De acordo com depoimento dos organizadores, na ausência dessas vagas, os autores da ação disputariam as vagas de ampla concorrência, contudo não teriam alcançado a pontuação necessária e, por isso, estariam inabilitados para a prova prática.

"A decisão de impedir o candidato inscrito como deficiente físico de participar da segunda fase de concurso público, no momento da realização da prova prática para qual fora selecionado e convocado, obriga as rés, responsáveis pelo ato dos seus agentes, a reparar os danos morais dele decorrentes", escreveu, na decisão, o relator do processo, desembargador José Geraldo Antonio.

Para o magistrado, que acabou confirmando a sentença de 1º grau, a humilhação e o abalo emocional por que passaram os candidatos ao receberem tratamento diferenciado tornam clara a responsabilidade da Administração Pública no episódio

Fonte: O Dia Online

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Supermercados terão que atender deficientes auditivos com lingua de sinais

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Projeto de lei aprovado em segunda votação, na Assembléia Legislativa do Mato Grosso às pessoas com deficiência auditiva, o direito de serem atendidas em supermercados por meio da língua Brasileira de Sinais (Libras). A proposta do Nilson Santos (PMDB), que deve ser analisada pelo Governo ainda este ano, teve parecer favorável da Comissão dos Direitos Humanos, Cidadania e Amparo à Criança e ao Idoso.
No projeto, o deputado sugere que o Executivo estadual auxilie os estabelecimentos firmando convênios sem ônus, com entidades sociais que lidem com pessoas portadoras de deficiência auditiva.
O deputado argumenta que o projeto de lei objetiva promover o caráter sócio-humanitário e a inclusão das pessoas portadoras de deficiência auditiva na sociedade. “Estamos propondo aplicação de fato e de direito dos direitos humanos sem qualquer tipo de discriminação”, disse o parlamentar.
Nilson Santos acredita na eficiência da lei em caso de sancionada, para atingir grande parte de pessoas com problemas auditivos, embora o parlamentar reconheça a atuação de alguns deficientes nas frentes de caixas de supermercados, produzindo como ensacadores de mercadorias e auxiliares de serviços gerais. “Temos o conhecimento desse tipo de trabalho com essas pessoas, mas ainda falta muito para o atendimento completo à classe que precisa continuamente de atenção especial”, afirmou Nilson Santos.
Ele avalia ainda que o projeto de lei atende as expectativas dos deficientes auditivos em poder se comunicarem em lingua própria nestes estabelecimentos, evitando algum tipo de infortúnio. “Com toda certeza, sofrem em todos os locais que não possuem esse tipo de atendimento específico”, avalia o deputado.

Fonte: http://www.odocumento.com.br/

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Bicicletada da Mobilidade

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Julho chegou e nos trouxe mais uma Bicicletada.

A Massa Crítica Paulistana convida as pessoas a ocuparem o espaço público de maneira inteligente.

Sempre com muita alegria, pessoas em seus veículos não-motorizados irão comemorar de uma maneira nada tradicional a "Mobilidade" todos cidadãos da cidade.

"Você aí parado, comemorar conosco, é o melhor lado!"

Aqui todo mundo é bem vindo, não importa o valor do seu carro ou a grife da sua cueca.

Venha como puder.....

A Bicicletada Paulistana (Critical Mass) acontece sempre na última sexta feira do mês há mais de 6 anos, e em mais de 400 cidades do mundo, simultaneamente. Para participar, a única obrigatoriedade é comparecer ao ponto de encontro com um meio de transporte não motorizado. Pode ser Bicicleta, Patins, Skate ou até mesmo com seus próprios pés.

Não tem bicicleta ou não sabe pedalar ?... sem problemas. Apareça o quanto antes na praça do ciclista e veja como fazer para pegar uma bicicleta emprestada, ou faça uma horinha conosco por lá.

www.bicicletada.org

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quinta-feira, 30 de julho de 2009

Vagas em shoppings ainda são desrespeitadas

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Apesar do acordo feito pela Prefeitura com o Ministério Público Estadual (MPE) e com os shoppings centers, os deficientes físicos continuam passando por situações de desrespeito, agonia e constrangimento na hora de estacionarem seus carros nestes estabelecimentos. O acordo prevê novas regras para as vagas prioritárias dos shoppings, definindo que a limitação das vagas de deficientes físicos – com correntes, cavaletes, dentre outros – deve isolar metade destas vagas exclusivas. A outra metade deve permanecer aberta como já ocorre, porém, os shoppings terão que fiscalizar rigidamente, caso contrário, sofrerão multa, que pode chegar a 500 cestas básicas.
No caso de necessidade de utilização das vagas fechadas, o estabelecimento terá até 15 minutos para disponibilizar um funcionário para abrir o espaço ao deficiente.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) informaram à promotoria do MPE que não poderiam fiscalizar o uso das vagas por se tratar de espaços privados. Atualmente, não há o que fazer para punir o motorista que usar indevidamente a vaga de deficiente físico. Contatada pelo PAULISTANO, a Assessoria de Imprensa da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, que teve a iniciativa de realizar o acordo, informou que em caso de irregularidades no uso das vagas de deficientes físicos, a multa é exclusiva do estabelecimento, ou seja, o “infrator” não está sujeito a punições. Além disso, a Assessoria salientou que a ideia é, no futuro, estender os acordos para estacionamentos em geral, onde o martírio dos deficientes também é grande e uma luta diária.
Pelo Decreto Federal 5.296/04, pelo menos 2% das vagas de estacionamentos devem ser reservadas aos portadores de deficiência.

A DURA REALIDADE
A reportagem do PAULISTANO foi checar como alguns dos shoppings da região – Central Plaza e Anália Franco – tratam com as vagas para deficientes, e se deparou com uma realidade bem diferente das relatadas pelas assessorias dos mesmos. Como não poderia ser diferente, o peixe é muito bem vendido, com elogios ao próprios estabelecimentos, mas, ao que parece, pouco conhecem da realidade diária e das situações precárias que seus clientes deficientes físicos enfrentam.
A Assessoria do Central Plaza Shopping afirmou que o acordo está em análise para ser assinado. Além disso, disse que o shopping, inclusive, serviu de modelo para o acordo e que já se enquadra às novas regras. Acrescentou que desde 2008, criou, próximo às entradas, bolsões protegidos por correntes e com a presença permanente de um orientador.
O PAULISTANO saiu a campo na terça-feira, dia 21, para conferir de perto a situação e se as informações procediam. Realmente, há uma área de vagas prioritárias cercada e o shopping mantém em seu site uma campanha de conscientização chamada “Nós Respeitamos! E você?”. Entretanto, logo na chegada, a reportagem encontrou uma senhora com a sua filha cadeirante estacionando após ficar 30 minutos procurando uma vaga livre na área reservada a deficientes físicos.
Tereza Andrello, de 47 anos e moradora da Vila Industrial, relatou a dura realidade que enfrentam diariamente. Ela e sua filha, Ariane Andrello, de 22 anos, com deficiência física, costumam fazer compras volta e meia no Central Plaza. “Estou há meia hora esperando que alguém desocupe uma vaga de deficiente, e é possível, por exemplo, constatar que os carros estacionados ali nas vagas para idosos estão irregulares. Aqui ninguém respeita nada. Já reclamei, inclusive, uma vez na administração, mas tudo que foram capaz de fazer foi dar um aviso no alto-falante solicitando que desocupassem as vagas. Mas isso não adianta nada, é só uma ‘média’ que fazem por apenas um segundo”.
Tereza ainda relata situações absurdas. “Os seguranças não fazem absolutamente nada. Além disso, o estacionamento do piso superior era o que dava acesso aos elevadores, mas com as obras do metrô ficou impossibilitado. Agora, para eu ir com a minha filha para o outro piso, temos que subir uma longa rampa. Eles deviam pensar um pouco mais na gente”.
O curioso é que, de acordo com a Assessoria do Shopping, o mesmo foi usado como modelo para o acordo, o que é preocupante, pois se depender do depoimento acima, o futuro não é nada promissor. “Nem mesmo na escola especial da minha filha o pessoal respeita. É uma questão de conscientização”, conclui Tereza.

“CHEGUEI PRIMEIRO”

O assessor público Marcos Xidlovsky, de 28 anos, morador de Vila Zelina, é cadeirante e narra momentos de total desrespeito quando vai estacionar seu carro. Ele é assíduo frequentador do Shopping Anália Franco, localizado na Avenida Regente Feijó, e afirma que dos shoppings que costuma ir, lá é o pior deles. “Não há sinalização. Eu entro no estacionamento e não sei para onde devo ir. Mesmo tendo adesivo no carro, que me identifica como deficiente físico, e também o cartão oficial fornecido pela CET, muita gente duvida quando eu peço para saírem da vaga. Já ocorreu uma vez de se negarem a sair e tive que, depois de muito procurar, estacionar em uma vaga normal, mas como ela não é do tamanho ampliado como as prioritárias, quando voltei um carro estava estacionado ao lado e eu não conseguia entrar no meu veículo. Tive que pedir para a minha namorada tirá-lo para mim”. O assessor ainda relata que certa vez um motorista de um veículo estacionado indevidamente em uma vaga para deficientes físicos chegou a falar: “Cheguei primeiro”.

Um taxista que pediu para ter seu nome identificado apenas pelas suas iniciais, M. P., de 61 anos e que trabalha há 12 em um ponto dentro do Shopping, na “área vip” do estacionamento, ou seja, a que possui manobristas, foi ouvido pelo PAULISTANO, também na terça-feira, dia 21. Ele definiu a situação como absurda. “Aqui é o único lugar do shopping que tem uma área cercada por balizas nas vagas de deficientes, mas quando um chega sozinho de carro não tem como tirá-las, e os muitos manobristas não se mexem. Nós aqui do ponto é que vamos socorrê-los”, desabafa.
Contatada, a Assessoria do Shopping Anália Franco afirmou que não poderia dar informações porque os responsáveis pelo estabelecimento estão na correria com a ampliação do local. Daí fica a pergunta: do que adianta fazerem algo novo se o já existente não funciona?

Fonte: Jornal Paulistano (Vicky Furtado )

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Cursos gratuitos para deficientes

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Aulas de webdesign e de Access destinam-se a pessoas com deficiência física e auditiva

A ADD (Associação Desportiva para Deficientes) está aceitando inscrições para três cursos gratuitos de capacitação profissional para pessoas com deficiência, em São Paulo. Os cursos de webdesign e de Access destinam-se a pessoas com deficiência física e auditiva, com conhecimento básico de informática e pacote Office, que queiram aprender a criar sites e bancos de dados Access, respectivamente. Ambos duram cinco dias. As aulas do programa Dosvox são voltadas a pessoas com baixa visão e permitirão editar textos, fazer cálculos simples e acessar a internet. A idade mínima é 16 anos. Inscrições com Fernando Maia: telefone 11-5011 6133 ou fernando@add.org.br.

Fonte: Folha de São Paulo

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Falta de patrocínio preocupa atletas paraolímpicos

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Conquistar cinco medalhas em mundiais de atletismo paraolímpico duas de ouro e três de bronze e estar em primeiro no ranking brasileiro de sua modalidade, com um currículo no qual constam dois recordes nacionais, pode não significar tranquilidade para um atleta quando na busca por patrocínio.

"A deficiência física nunca me impôs dificuldade nenhuma. Apenas me ajudou, porque é um meio que tenho para obter mais e mais conquistas. Infelizmente não basta esforço e superação para que um para-atleta consiga vencer seu obstáculo mais difícil: a falta de patrocínio", argumenta Thiago de Souza, 18 anos de idade, o primeiro do ranking brasileiro de corrida com cadeira de rodas e dono de dois recordes nacionais e duas medalhas de ouro de ouro e três de bronze.
Até o início da tarde de hoje (26/07/09), Thiago havia conquistado três medalhas de ouro durante os dois dias de competição do Circuito Brasil Paraolímpico. "Mas ainda não conquistei nenhum patrocinador. A gente até tenta, mas nunca conseguimos chegar em quem dá a palavra final para o patrocínio", lamenta.
Em competições desde os 14 anos, Thiago é o recordista brasileiro dos 100 e 200 metros na modalidade atletismo para cadeirantes, popularmente conhecida por corrida de cadeira de rodas. Segundo ele, o maior problema encontrado por atletas de sua modalidade é a reposição de equipamentos. "Estou sem verbas inclusive para comprar o pneu da minha cadeira", diz.
"Já consegui apoios como o do colégio onde estudei Notre Dame, em Brasília e de amigos e parentes, que participam dos bingos e das rifas que eu organizo", disse. "Geralmente os patrocínios que ocorrem com um ou outro atleta é motivado por indicações. Mas isso é uma minoria. Praticamente todos que conheço estão passando por dificuldades decorrentes da falta de empresas patrocinadoras", completa.
"Claro que sempre que conquistamos um bom resultado acabamos nos sentindo mais motivados com o esporte e otimistas com a possibilidade de surgirem patrocínios. Mas atualmente isso não me deixa tão esperançoso. Até porque ao longo da minha trajetória ainda não aconteceu, apesar dos ótimos resultados que já obtive", ressalta.
O que sobra de talento falta em termos de otimismo também para a para-atleta Ana Carolina Pires Franch, que estava na expectativa de conquistar sua terceira medalha de ouro em natação, nesta edição do Circuito Brasil Paraolímpico. Contando apenas com o apoio da prefeitura de sua cidade Assis, interior de São Paulo, de quem recebe R$ 250 mensais , Carolina diz que sequer vai atrás de patrocinadores.
"Eu sei que isso é muito difícil de acontecer porque vejo que é a realidade de praticamente todos para-atletas", disse a nadadora que acabara de ganhar duas medalhas de ouro nos 100 metros livre e nos 100 metros borboleta. "Tenho muitas dificuldades para me locomover, seja para o treino ou para as competições", revela.
Treinadora da equipe de natação de Brasília, Virgínia Sara Saad explica que o que salva boa parte dos atletas portadores de necessidades especiais é a bolsa-atleta dada pelo governo federal.
"Os atletas de nível escolar recebem cerca de R$ 350 por mês. Os de nível nacional recebem R$ 750, os paraolímpicos são beneficiados com R$ 2,5 mil e os que participam das competições internacionais, R$ 1,5 mil. Quase ninguém consegue patrocínio, e essa bolsa acaba sendo imprescindível para eles", diz Sara, que é professora da rede pública, cedida à Associação de Centro de Treinamento de Educação Física Especial (Cetefe), em Brasília.
Segundo ela, as maiores dificuldades desses atletas estão ligadas ao transporte e à falta de treinadores e de apoio nutricional. "Eventos como este que está sendo realizado aqui em Brasília são mais suscetíveis de obter patrocínios", explica. No caso, o patrocínio veio de um banco público, a Caixa Econômica Federal.
Com mais de 17 anos competindo, André Luiz de Mello, com paralisia infantil, jamais obteve qualquer patrocínio. "As empresas não acreditam no nosso potencial e sempre estão apresentando obstáculos para nos ajudar. Atualmente a desculpa mais utilizada é a da crise financeira internacional", revela.
"Não tenho a menor dúvida de que é mais difícil obter patrocínio do que superar as dificuldades naturais de nossas limitações", afirma. "Até porque já passei por cima de todas as dificuldades e nunca consegui sequer um patrocínio", ressalta o nadador, que conquistou medalhas de bronze nos 100 metros e nos 50 metros livre.
Realidade bem distinta é a do melhor para-atleta do mundo: Daniel de Faria Dias. "Não tenho do que me queixar. Tenho patrocinadores que me dão condições para continuar aprimorando o meu nado e, antes disso, tive um pai que fez de tudo para me ajudar", disse Daniel à Agência Brasil.
"Mas não foi fácil obter esses patrocínios. Eles só surgiram após minha participação no mundial de Durban, em 2006, na África do Sul", completa. Na oportunidade, Daniel despontou para o mundo ao conquistar três medalhas de ouro e duas de prata.
Atualmente ele é detentor do recorde mundial nas provas de 100 e 200 metros nado livre; de 100 metros nado costa; 200 metros nado peito e 200 metros medley, além de ser o recordista de medalhas no Parapan, com oito ouros. Em Pequim, Daniel conquistou outras nove medalhas, sendo quatro de ouro, quatro de prata e uma de bronze.

Fonte: Terra Online

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Softwares ajudam deficientes auditivos a ter percepção de ritmo

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O mundo se move em ritmo: é o que acontece com a lua, as marés, a rotação da Terra e também com as pessoas. Pensar, andar, falar e até se abaixar para pegar um lápis são movimentos ritmados. "Todas as nossas ações são rítmicas", diz Teumaris Buono Luiz, professora de educação física da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

Foi apostando nisso que ela criou, em parceria com a UFPR (Universidade Federal do Paraná), dois softwares inéditos que ajudam deficientes auditivos a entender o que é o ritmo.

Segundo Buono, o aprendizado do ritmo acontece desde os primeiros anos de vida, quando o bebê ouve a voz da mãe e escuta cantigas de ninar. "É muito importante que haja essa estimulação. Com o surdo, isso não acontece", explica.

Por isso, os surdos têm dificuldades para aprender a falar. "Nossa fala é rítmica e pausada, e o surdo tem dificuldade em compreender como fazer isso por causa da falta de ritmo", diz Buono. A realização de tarefas cotidianas também pode ser prejudicada. "Alguns fazem tudo muito rápido."

Os dois programas criados convertem os ritmos em fenômenos visuais ou sensitivos, o que faz com que o surdo possa percebê-los, alcançando melhoras na fala, nos movimentos e na socialização.

O programa que converte os ritmos em recursos visuais é o BPM Counter. Coloca-se o número de BPM (batidas por minuto) de uma música, por exemplo, e o software traduz o ritmo em quadrados coloridos que se acendem conforme a velocidade das batidas. Perceber esse ritmo, segundo os especialistas, ajuda no aprimoramento da fala e dos movimentos.

O programa ainda não traz autonomia total ao usuário, pois exige que um ouvinte conte as BPM que o deficiente irá visualizar. Sites de download de músicas costumam especificar essa informação.

Liliane Desgualdo, fonoaudióloga da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), acredita que o BPM Counter possa ser uma boa ferramenta de reabilitação. "Acho que pode ser usado em outras áreas, como para trabalhar falhas no processamento auditivo."

Nesses casos, a audição funciona normalmente, mas o entendimento é comprometido por causa de uma falha no processamento neurológico, que traduz de forma errada a informação recebida pelos ouvidos. O processo fica distorcido e pode gerar dificuldades na fala e na leitura. "Durante meus trabalhos com crianças do ensino fundamental, observei que 10% tinham processamentos auditivos alterados", diz Desgualdo.

O segundo software desenvolvido pela Unicamp com a UFPR funciona com a tecnologia VPM (vibrações por minuto) e pode ser colocado em celulares. Ao chegar em um ambiente onde há som, o programa capta as vibrações e as repassa para o celular do usuário usando o modo vibratório. "O surdo poderá sentir, pela vibração do celular, o ritmo ambiente", explica. O programa pode ajudar o deficiente a participar de festas e outros eventos.

Além de ajudar a desenvolver movimentos, a fala e a leitura, o ritmo traz um sentimento de que se pertence a um grupo, explica Buono. "Em passeatas e shows, quando as pessoas cantam em grupo, isso fica claro. O mesmo acontece com o surdo, que passa a se sentir parte do grupo."

Por enquanto, o software só existe em protótipos. Já o BPM Counter pode ser acessado gratuitamente pelo endereço www.inf.ufpr.br/imago/bpmcounter.html.

Fonte: Folha Online/Equilíbrio

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TRE-SP pede providências de Serra e Kassab para eleições 2010

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O presidente do TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo, desembargador Marco César Müller Valente, pediu providências para o governador José Serra (PSDB) e o prefeito Gilberto Kassab (DEM) para facilitar o acesso de deficientes físicos nas escolas onde haverá votação nas eleições de 2010.

O desembargador quer cooperação do governo e da prefeitura para permitir o exercício do direito do voto dos deficientes físicos, conforme determina a legislação eleitoral.

O pedido também foi encaminhado para os diretores de escolas particulares que funcionam como locais de votação nas eleições.

O objetivo do presidente do TRE-SP é ter pelo menos uma seção especial para receber os deficientes em cada local de votação.

Fonte: Folha Online

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Ópera para cegos tem tradução simultânea

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É um show de sensibilidade e desafio para os sentidos. Além de cães-guias e do braile, deficientes visuais podem contar com a audio-descrição. Para eles, a iniciativa dá mais autonomia.




Fonte: G1

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quarta-feira, 29 de julho de 2009

Respeito ... PASSE ADIANTE!

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Recebi esse texto por email da Tabata, e como concordo com tudo que esta escrito, entrei em contato com a autora que gentilmente autorizou coloca-lo aqui.


Estou passando hoje por aqui pra falar de algo que não tem em nada a ver com referênciais, idéias e festas e sim RESPEITO!Pessoas com mobilidade reduzida ou necessidades especiais (independente do grau de sua necessidade) merecem nosso respeito e amor...

Não precisam de olhar de pena, piedade e nem comentário totalmente desnecessários!Como alguns sabem meu marido sofreu um acidente há alguns anos atrás e o deixou paraplégico mas não deixou ele menos capaz de encarar a vida, seguir em frente e ser um exemplo pra quem faz parte de seu convívio.Quando nos conhecemos ele já era lesionado medular há quase 3 anos ... Mas ele é um GRANDE HOMEM, lindo, perfumado e incrível (a mais suspeita falando) ... Eu observei isso logo no nosso primeiro encontro CASUAL como mero amigos pra assistir PROCURANDO NEMO (tem noção?) ... E estamos felizes da vida há quase 6 anos no mix de namoro, noivado e casamento.Mas esse post não é pra contar sobre nosso encontro ou nossos dias felizes e sim apenas enfatizando que AMOR e RESPEITO não custam nada ...

O respeito inicia ao não usar a vaga de deficiente reservada por lei pra pessoas que não possuem a mesma facilidade que EU, VOCê ou qualquer um que possa andar alguns passos a mais pra ter acesso aos locais...Ou alguém nunca parou pra pensar que a vaga de deficiente é mais próxima as entradas de shopping ou qualquer tipo de estabelicimento por conta da mobilidade?

Ontem eu e meu MARIDEX fomos ao Shopping Morumbi pra comprar ingressos pra uma peça que queremos ver juntos ... Chegamos na FNAC e a bilheteria que tem dentro dela estava fechada (imaginem o azar chegamos às 21:15 e a bilheteria fecha as 21 H) ...Já que já estavámos no shopping pagando estacionamento decidimos jantar ... Fomos a um dos favoritos de nossos almoços e jantares o VIENA preço bacana, comida deliciosa e um super mix de buffet, saladas, massas e pizzas ...Estava lotado ... a espera estava passando os 35 mins então como a fome era maior fomos ao AMERICA e pedimos nosso sanduiche querido ... Escutamos um ruído, e mais um e outro ... o Té me disse tem um garotoo no Viena que precisa de cuidados, ficamos conversando e orando à Deus por aquele menino.Um grupo de jovens na idade um tanto chata estava ao nosso lado, brincando entre si, rindo e uma menina lançou uma piada em torno do garoto ... ELE é uma GRALHA ...Devo dizer que todos jovens ou crianças numa certa idade são reflexo do que vivem em sua casa, do que veem seus pais fazerem, falam e outras atitudes ...Nessas do garoto fazendo seus sons devido a sua deficiêmcia o pai pegou ele e foi dar uma volta pra deixa-lo mais calmo ... Me emocionei demais de ver aquele PAI e seu amor com garoto ... Por que queridos vivemos num mundo que temos que ter muito amor no coração e às vezes CORAGEM pra enfrentar o mundo lá fora...E ali seguimos nosso jantar eu com lágrimas nos olhos, meu marido com nó na garganta orando pelo pai do garoto e pelo garoto...Respeito é sempre bem vindo, amor ao próximo é bem vindo também...

Ensine isso á seus filhos, passe à todos à sua volta o que é amar alguém além de uma cadeira de rodas, além de uma deficiência aparente ou qualquer tipo de deficiência vista a olhos nús.Por que muitas deficiências nascem no coração, na mente e essas são piores que qualquer uma adquirida com algum acidente, vinda do nascimento ...Ame independente do que vê, doe seu melhor, um sorriso sincero, um abraço terno e se puder faça uma oração não importa seu credo faça ... Pra Deus continuar dando força aquela família, que ele possa curar e guardar aquelas pessoas...Eu levanto a bandeira do amor, levanto a bandeira da igualdade e mais que isso levanto a bandeira que somos todos IGUAIS ...Pensem Nisso e REPASSEM ...

( Juliana Françozo )

Conheçam o blog da Juliana, é uma graça, vale a pena: http://festejarepreciso.blogspot.com/

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CARTA DE SÃO PAULO EM APOIO À LEI DE COTAS

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Considerando o aniversário da Lei de Cotas, assim conhecida a Lei 8213, de 24 de julho de 1991, que neste dia 24 de julho de 2009 completa 18 anos, maioridade que se afirma na efetiva inserção profissional de pessoas com deficiência;
considerando que o Estado de São Paulo lidera o ranking dos estados que se empenham no cumprimento desta importante Lei, resultando em aproximadamente 40% do total de pessoas com deficiência inseridas em empresas de grande porte;
considerando que a Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, aprovada como emenda constitucional pelo Decreto Legislativo 186/08, destaca em seu artigo 27 o direito ao trabalho e exalta a capacidade da pessoa, relegando a âmbito secundário sua deficiência, reiterando sua autonomia e independência como condição imprescindível para a inclusão social das pessoas com deficiência;
considerando que a cultura empresarial apresenta necessidade premente de mudanças a fim de que a diversidade seja um componente natural e corriqueiro no quadro de colaboradores de toda empresa pública e privada;
considerando que o trabalho é o caminho seguro para a dignidade e ampla participação das pessoas com deficiência na sociedade e esta lei, em seu princípio de equidade, é instrumento eficaz de combate ao preconceito e discriminação;
servimo-nos desta Carta para expressar nosso total apoio à acentuada relevância da Lei de Cotas para a Empregabilidade das Pessoas com Deficiência, segmento que representa 14,5% da população brasileira, equivalendo a 24,6 milhões de pessoas, segundo o Censo 2000 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas - IBGE.
A Lei de Cotas, desde sua implementação, em 1991, e as devidas ação e fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego e Ministério Público do Trabalho, vêm representando fator diferencial para a crescente presença de pessoas com deficiência no mercado de trabalho.
Vencer a barreira do preconceito. Eis o principal obstáculo para o cumprimento desta importante Lei que carrega em seu bojo o objetivo final de não mais ser obrigatória ou necessária, a partir da conscientização do empresariado de que a contratação de recursos humanos deva ser regida pela capacidade do colaborador e não pelo seu aspecto aparente ou restrição de órgãos ou membros. Conscientização esta refletida em contratações e manutenção de um corpo de colaboradores que reflita a diversidade presente na sociedade em que toda empresa está inserida.

São Paulo, 24 de Julho de 2009.


Carta apresentada e aclamada no encontro: LEI DE COTAS - RESGATANDO O PASSADO, TRABALHANDO O PRESENTE E CONSTRUINDO O FUTURO – realizado pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo e Superintendência Regional do Ministério do Trabalho e Emprego do Estado de São Paulo.


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Caminhão é estacionado em vaga para deficientes para fazer descarga

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Quem desrespeita a vaga para estacionamento de pessoas com deficiência é justamente o caminhão de entregas da própria empresa. Quando reclamei com os funcionários, responderam com um "é". E o caminhão continuou parado lá. A farmácia fica na esquina da Rua França Pinto com a Rua Rio Grande, na Vila Mariana, em São Paulo. A foto foi tirada no dia 6 de julho, por volta das 13h. ( Roberto Silva )
Fonte: Reporter Ouvinte CBN

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Cidade Inclusiva da CBN

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A CBN disponibiliza em sua página os boletins inclusivos de São Paulo e Rio de Janeiro


A rádio CBN está divulgando os Boletins "Cidade Inclusiva - Rio" e "Cidade Inclusiva - SP", que podem ser ouvidos diversas vezes por dia e também acessados na página da Rádio CBN.

http://cbn.globoradio.globo.com/colunas/cidade-inclusiva-sp/CIDADE-INCLUSIVA-SP.htm


No lado esquerdo da tela no tópico "Boletins" podem ser encontrados os links para os programas.
Fonte: Rede Saci

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Quinta Cultural: Imagens em todos os sentidos

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O evento realizado pela Mais Diferenças e Igual Diferente MAM é gratuito



A Mais Diferenças apresenta uma nova edição da Quinta Cultural: Imagens em todos os sentidos.
O evento, aberto ao público, acontece na sede da Mais Diferenças, em São Paulo, no dia 30 de julho, às 19h30. Todo o conteúdo apresentado será acessível a pessoas com deficiência.

Além das exposições fotográficas de Candice Japiassu e de alunos do curso Imagem e Percepção, do Programa Igual Diferente do MAM-SP, serão apresentados trechos de filmes que mencionam ou debatem a temática da arte de fotografar e da deficiência.

Quinta Cultural: Imagens em todos os sentidos
Com Candice Japiassu e alunos do Programa Igual Diferente, do MAM

Quando: 30/07/2009 (quinta-feira)
Horário: A partir das 19h30

Local: Rua João Moura, 1453 Pinheiros, São Paulo, SP - Sede da Mais
Diferenças

Entrada gratuita

Realização: Mais Diferenças e Igual Diferente MAM

Outras informações: www.maisdiferencas.org.br

Fonte: Rede Saci

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Cães-guia vão à opera

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A advogada Daniela Kovacs e a consultora Jucilene Evangelista farão um programa inédito junto de seus cães-guia, o labrador Basher e o golden retriever Charlie. Elas estão entre os 75 cegos que assistirão à primeira ópera da cidade com audiodescrição. Encenada no Teatro São Pedro, na Barra Funda, de quarta (29) a domingo (2), a récita italiana Cavalleria Rusticana terá cenas descritas pelo mesmo sistema de som usado para a tradução simultânea. A iniciativa é do Instituto Vivo, que desde 2007 oferece o serviço nos espetáculos de sexta-feira do Teatro Vivo, no Brooklin, onde está em cartaz Vestido de Noiva.

Fonte: Veja São Paulo
As legendas em português serão projetadas acima do palco, mas os deficientes visuais ganham fones de ouvido para ouvir a tradução simultânea do italiano para o português e a descrição de cenas não verbais durante o intervalo dos diálogos. O audiodescritor fica em uma cabine e usa o mesmo equipamento da tradução simultânea. "Sem a audiodescrição, a ópera seria apenas um espetáculo musical, com o som da orquestra e belas vozes. Com o recurso, tenho as mesmas informações de quem enxerga. Algumas cenas são apenas gestuais, como um beijo, um aperto de mão e, às vezes, um gesto faz todo sentido para entender a história. É como se eu visualizasse as cenas", diz Jucilene. Além do gestual dos personagens, o audiodescritor relata, durante os intervalos, os detalhes do figurino, do cenário e entrada ou saída dos atores do palco.

Os organizadores também planejaram uma estrutura para dar apoio ao deficiente visual, que pode ir com cão-guia, recebe o programa do espetáculo em braile e tem ajuda de monitores. É preciso chegar um pouco antes do início da apresentação para ouvir a sinopse.

Jucilene já assistiu a outras peças com audiodescrição no Teatro Vivo, o único da capital que oferece o sistema. Pela falta de cinemas e teatros com essa ferramenta, ela tem de pedir ao acompanhante para relatar as cenas. "Em uma peça, uma amiga estava me contando o que acontecia quando a moça sentada na nossa frente pediu silêncio. Eu então expliquei que era deficiente visual e ela até pediu desculpas. Para não atrapalhar, procuro sentar no local mais isolado da plateia", diz.

A partir de agora, todas as óperas encenadas no Theatro São Pedro contarão com o recurso da audiodescrição. E outros projetos com acessibilidade estão em andamento. Para o próximo ano, as peças do Teatro Sérgio Cardoso, na Bela Vista, devem contar com tradução para a linguagem de sinais para deficientes auditivos. "É um projeto piloto que pretendemos estender aos outros teatros do Estado", adianta Mario Masetti, diretor artístico da Associação Paulista dos Amigos da Arte (APAA), que administra seis teatros estaduais.
Fonte: http://www.estadao.com.br/

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terça-feira, 28 de julho de 2009

Eficiente ou Deficiente?

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Vale a pena assistir e pensar.....



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Minha Casa, Minha Vida exige que os projetos contemplem acessibilidade

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Segundo o Ministro das Cidades Marcio Fortes “Antigamente, os arquitetos e os cursos de arquitetura não consideravam os problemas de acessibilidade dos portadores de deficiências. Hoje, todos os programas do Ministério das Cidades, inclusive o Minha Casa, Minha Vida, já exigem que os projetos contenham as adequações necessárias e acessibilidade a esse segmento da população”. Ele afirmou que os programas de produção de moradias, por exemplo, passaram a incluir adaptações nos projetos, como rampas e portas largas, para atender aos cadeirantes.

O ministro das Cidades, Marcio Fortes de Almeida, lembrou nesta segunda-feira (27), durante o Seminário Acessibilidade à Cidadania, no Rio de Janeiro, que os programas habitacionais do governo Federal atualmente contemplam as necessidades dos portadores de deficiências. O evento foi promovido pelo Grupo O Dia de Comunicação para discutir a necessidade de se conscientizar a população e encontrar soluções para garantir a locomoção e o acesso à informação para todos.

A mudança está relacionada ao Decreto 5.296, de 2004, que trata da promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. Atendendo ao decreto, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) elaborou norma com os critérios e parâmetros técnicos necessários para a adequação de projetos, construções, instalações e adaptações de edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos às condições de acessibilidade.

O MCidades trabalha na implementação do Decreto junto com a Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, a ABNT e o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro). O Ministério também estimula e apoia governos municipais e estaduais a garantir acesso para pessoas com restrição de mobilidade aos sistemas de transportes, equipamentos urbanos e a circulação em áreas públicas pelo Programa Brasileiro de Acessibilidade Urbana, o Brasil Acessível.

Mobilidade – Segundo o ministro, há R$ 1 bilhão do FGTS disponível para renovação das frotas de ônibus no país, desde que os veículos sejam adaptados aos portadores de deficiência e pessoas com mobilidade reduzida. “Em Porto Alegre, a Trensurb, empresa de trens urbanos vinculada ao Ministério das Cidades, tem uma estação-modelo no que diz respeito ao atendimento a portadores de deficiências auditiva e visual”, afirmou

Fonte: www.redenoticia.com.br

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.Deficientes sofrem para conseguir uma vaga para estacionar

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Todos os dias, João Carlos enfrenta uma maratona para conseguir estacionar. Os outros motoristas ocupam, sem culpa, as vagas destinadas às pessoas com deficiência física.



Jornal Hoje ( 28/07)

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Corante de alimentos pode reparar lesão da medula espinhal

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Um corante artificial comumente utilizado em alimentos pode conter o segredo para tratar lesões da medula espinhal, disseram cientistas americanos na segunda-feira. O composto se chama "Azul Brilhante G" (BBG, na sigla em inglês), o mesmo usado na versão azul das famosas bolinhas de chocolate M&M.

Em análises feitas com ratos de laboratório,pesquisadores da Universidade do Centro Médico de Rochester, em Nova York, concluíram que o BBG não só reduzia o tamanho da lesão como também propiciava melhor recuperação das habilidades motoras. Enquanto ratos tratados com BBG puderam caminhar, os que foram privados da substância jamais voltaram a andar.

Segundo os pesquisadores, o BBG bloqueia a atividade de um químico que mata células saudáveis da medula espinhal, evitando assim um segundo dano na área. Por outro lado, o composto traz um efeito adverso: a pele fica temporariamente azul. Além disso, ele deve ser aplicado logo após o trauma. Nos ratos, as injeções foram feitas dentro de 15 minutos.

Os cientistas destacaram que mais estudos ainda serão necessários antes que o BBG possa ser aplicado em testes com humanos.

Fonte: Veja.com
Foto:Efeito adverso: deixa a pele azul (Foto: Reprodução)

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Videogames entram na medicina e tratam de depressão a tetraplegia

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Jogos ajudam a 'treinar' o organismo a funcionar corretamente.
Resultados são mais rápidos, e pacientes sentem menos dor.

Após um acidente de carro há 11 anos, o veterinário Michael Rigon, de 32, perdeu todos os movimentos do pescoço para baixo. Mas ele ainda consegue jogar videogame. Não qualquer videogame -- um jogo especial, controlado pelos impulsos elétricos de seu sistema nervoso, que o ajuda a recuperar parte da atividade perdida de seus membros. Ele é um dos muitos pacientes, em diversos países, que estão usando os jogos eletrônicos em tratamentos médicos. O objetivo é ter resultados mais rápidos e menos doloridos.

O game que Rigon joga é parte de um programa chamado “biofeedback”. Nele, eletrodos colocados em partes-chave do organismo o ajudam a entender como o movimento funciona e como recuperá-lo. A mesma técnica é usada em clínicas de psiquiatria para tratar problemas que vão desde dificuldade para parar de fumar até depressão clínica.

Tetraplégico desde os 21 anos, ele já cruzou duas vezes os quase três mil quilômetros que separam Ariquemes, em Rondônia, onde mora, de São Paulo, onde passa por sessões de biofeedback. “Descobri músculos que, para mim, eu tinha perdido”, afirma Rigon.

Com sessões diárias por cerca de um mês, o veterinário conseguiu recuperar parte dos movimentos, por exemplo, do tríceps. Ele, que tinha dificuldade para locomover sua cadeira de rodas e já tinha deixado de dirigir por falta de força nos braços, voltou ao volante após a terapia e hoje até corre de kart, em um modelo adaptado.

A psiquiatra e psicoterapeuta Dirce Perissinotti, uma das pioneiras do biofeedback no país, explica como ele funciona. “O aparelho se conecta ao indivíduo e transmite uma mensagem do corpo, que não temos consciência, para um computador. Ele traduz essa imagem para uma atividade prazerosa – para que o indivíduo possa entender o seu funcionamento interno”. Essa “atividade prazerosa”, na prática, é um joguinho de computador – mas controlado pela mente.

Os eletrodos são colocados em pontos estratégicos do corpo. No caso de pessoas que precisam resolver problemas psicológicos, o aparelho se conecta à cabeça. Em quem quer, como Michael Rigon, recuperar o movimento de um membro, o eletrodo fica no músculo afetado.

Fonte: G1

Foto: Biofeedback ajudou Michael Rigon a recuperar movimentos e voltar às pistas. (Foto: Arquivo Pessoal)

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Quinta Cultural: Imagens em todos os sentidos

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O evento realizado pela Mais Diferenças e Igual Diferente MAM é gratuito

A Mais Diferenças apresenta uma nova edição da Quinta Cultural: Imagens em todos os sentidos.
O evento, aberto ao público, acontece na sede da Mais Diferenças, em São Paulo, no dia 30 de julho, às 19h30. Todo o conteúdo apresentado será acessível a pessoas com deficiência.

Além das exposições fotográficas de Candice Japiassu e de alunos do curso Imagem e Percepção, do Programa Igual Diferente do MAM-SP, serão apresentados trechos de filmes que mencionam ou debatem a temática da arte de fotografar e da deficiência.

Quinta Cultural: Imagens em todos os sentidos
Com Candice Japiassu e alunos do Programa Igual Diferente, do MAM

Quando: 30/07/2009 (quinta-feira)
Horário: A partir das 19h30

Local: Rua João Moura, 1453 Pinheiros, São Paulo, SP - Sede da Mais
Diferenças

Entrada gratuita

Realização: Mais Diferenças e Igual Diferente MAM

Outras informações: www.maisdiferencas.org.br

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segunda-feira, 27 de julho de 2009

Alinne Moraes frequenta aulas para cadeirantes; atriz será paraplégica em nova novela

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A personagem de Alinne Moraes em "Viver a Vida", próxima novela das 21h da Rede Globo, terá um grande desafio pela frente, de acordo com a coluna "Zapping" do jornal Agora. A atriz viverá a modelo Luciana, que, após um grave acidente, ficará paraplégica.

Para entender o cotidiano de quem perdeu os movimentos das pernas, Alinne tem frequentado as aulas de teatro para cadeirantes na Oficina dos Menestréis, em São Paulo. Ela também participa de classes de postura corporal.

"Viver a Vida" ainda tem Taís Araújo, Thiago Lacerda e José Mayer no elenco. Escrita por Manoel Carlos, a trama conta com cenas gravadas na Jordânia e em Paris.

Fonte: Diário da Manhã

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Sensores podem substituir bengalas para cegos

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O oftalmologista Leonardo Gontijo, professor da Faculdade de Medicina da Santa Casa de Belo Horizonte (MG), desenvolveu alguns sensores que poderão ajudar os cegos a se locomoverem sozinhos, sem a ajuda da bengala.
O aparelho, que está sendo patenteado no Inpi (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) e ainda não tem um nome comercial definido, será apresentado no Congresso Brasileiro de Oftalmologia, no final do mês de agosto.
Segundo Gontijo, a ideia de criar os sensores surgiu depois que ele atendeu um paciente adulto que perdeu a visão por causa das complicações do diabetes. "Ele entrou no meu consultório escorado pelos filhos e não tinha nenhuma afinidade com a bengala. Era totalmente inseguro para andar", diz.
Por causa dessa experiência, Gontijo decidiu desenvolver os sensores com a ajuda de um eletrotécnico. Os aparelhos são presos em três pontos do corpo: nos joelhos, na cintura e na altura do peito.
Quando houver objetos a pelo menos 1,5 metros de distância do deficiente, os sensores vibram e a intensidade aumenta com a aproximação. A distância em relação aos objetos pode ser regulada.
"Antes de usar os sensores em pacientes, fiz o teste sozinho. Vesti os sensores, espalhei várias mesas e cadeiras num salão de festas, apaguei as luzes e tentei caminhar. Em nenhum momento eu trombei nos objetos."
Gontijo diz que o sensor poderá ser usado por todos os deficientes visuais, mas acredita que aqueles que ficaram cegos depois de velhos aceitarão melhor o equipamento.
"O cego de nascença desenvolve outras habilidades e se dá muito bem com a bengala. Já aquela pessoa que fica cega na maturidade tem mais dificuldades para se adaptar", avalia o oftalmologista.
Por enquanto, não há aparelhos disponíveis para venda, pois o equipamento está em fase de patente. Ainda não há estimativa de preço nem de prazo para o lançamento.
Preço alto
Deficiente visual desde que nasceu, Sandra Maria de Sá Brito Maciel, 63, vice-presidente da Adeva (Associação de Deficientes Visuais e Amigos), diz que novas tecnologias para auxiliar os cegos são importantes, mas acha muito difícil que os sensores consigam substituir as bengalas.
"O uso da bengala como meio de locomoção para o cego é consagrado em todo o mundo. Além disso, por R$ 50 você compra uma boa bengala e ela vai durar muito tempo. Um sensor desse tipo requer muita tecnologia e, provavelmente, poderá ser comprado apenas pelos cegos que têm condições financeiras", avalia.
Sandra discorda que os cegos adquiridos têm mais dificuldades para se adaptar ao uso da bengala. "O cego adquirido já sabe como são os ambientes e consegue se adaptar à bengala com pouco treino."


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Desenho universal quer atender todas as pessoas

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O desenho universal é um conceito de arquitetura que já é usado desde os anos 1960, mas que começou a ser mais discutido nesta década. O objetivo é atender a todas as pessoas, deficientes ou não.




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Resumo da reunião entre o Presidente Obama e pessoas com deficiência.

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Resumo da reunião entre o Presidente Obama e pessoas com deficiência em comemoração ao 19° aniversário da Lei dos Americanos com Deficiência e à assinatura da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, da ONU

por María Veronica Reina (E-mail: mvreina@law.syr.edu)
Tradução: Romeu Kazumi Sassaki
Nota: Palavras entre colchetes foram acrescentadas pelo tradutor.

Em 24 de julho de 2009, o Presidente Obama convidou um grupo de 12 representantes do segmento de pessoas com deficiência para uma reunião privativa com ele, antes da cerimônia na Ala Leste que marca o 19° aniversário da ADA [Lei dos Americanos com Deficiência] e o seu anúncio sobre a decisão da Administração de assinar e solicitar a ratificação, pelo Senado, da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, da ONU.

Participaram da reunião os seguintes representantes do segmento das pessoas com deficiência: Polly Arango, da Family Voices; Marca Bristo, do Conselho Internacional de Deficiência dos Estados Unidos e do Access Living, da Grande Chicago; Kelly Buckland, do Conselho Nacional de Vida Independente; Tony Coelho, ex-congressista; Michael Fitzpatrick, da Aliança Nacional sobre Transtornos Mentais; Marty Ford, do Consórcio para Cidadãos com Deficiência e da parceria The Arc/UCP Disability Policy Collaboration [Colaboração em Política de Deficiência, da United Cerebral Palsy]; Andy Imparato, da AAPD [Associação Americana de Pessoas com Deficiência]; Ted Kennedy Jr., da Diretoria da AAPD e do Grupo Marwood; Michael May, do Grupo Sendero, uma empresa de tecnologia; María Veronica Reina, da Parceria Global para a Deficiência e o Desenvolvimento; Jeff Rosen, da Snap!VRS, uma empresa de suprimento de vídeos e tecnologia; e Bob Williams, do Distrito de Colúmbia, ex-deputado e Vice-Secretário [Vice-Ministro] de Política de Deficiência e Cuidados de Longo Prazo na Secretaria [Ministério] de Saúde e Serviços Humanos.

Acompanhando o Presidente na reunião estavam: Eric Holder, Procurador-Geral; Hilda Solis, Secretária [Ministra] do Trabalho; Melody Barnes, Assessor do Presidente para Políticas Domésticas; Chris Lu, Assessor do Presidente e Chefe de Gabinete; Kareem Dale, Assessora Especial do Presidente para Políticas de Deficiência; Paul Miller, Assessor Especial do Presidente para Assuntos de Funcionários; Lisa Brown, da Equipe de Assessores do Presidente; Michael Strautmanis, Chefe da Equipe de Valerie Jarrett; Jeff Crowley, Diretor do Escritório da Política Nacional sobre Aids, da Casa Branca, e Conselheiro Sênior sobre Assuntos de Deficiência junto ao Conselho de Políticas Domésticas; Tina Tchen, Diretora do Escritório de Contratos Públicos; e Kathy Martinez, Vice-Secretária [Vice-Ministra] do Trabalho para Política de Emprego de Pessoas com Deficiência.

Antes da chegada do Presidente, os representantes do segmento de pessoas com deficiência entabularam um produtivo diálogo com o Procurador-Geral Holder e a Secretária [Ministra] Solis, para discutir sobre nossas prioridades em prol do cumprimento dos direitos civis nestas duas instâncias de governo, incluindo a – mas sem limitar-se à – acessibilidade na internet; a sanção Olmstead para reduzir o tempo de espera para serem resolvidas as queixas previstas na ADA; o uso do OFCCP [Escritório do Programa Federal de Cumprimento de Contratos] para fazer cumprir as provisões de ação afirmativa previstas na Lei de Reabilitação; a proteção de crianças do uso de violências e confinamentos; e a implementação de uma estratégia governamental para melhorar a representação de pessoas com deficiência mais severa na força de trabalho federal. Tanto Holder como Solis demonstraram muito interesse em continuar esta discussão nas reuniões de seguimento com os representantes de pessoas com deficiência em futuro próximo.

Quando o Presidente chegou, ele observou que nós construímos uma agenda bem ampla que incluía emprego, educação, tecnologia, cuidados de saúde e política de direitos civis, e indicou seu interesse em usar esta primeira reunião como uma sessão para ele nos ouvir. Nós agradecemos a ele pela reunião e por sua liderança na assinatura da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, da ONU; enfatizamos a importância de se perceber os assuntos de política da deficiência como sendo fundamentalmente a respeito de justiça, direitos civis e direitos humanos. Nós partilhamos com ele algumas histórias pessoais de discriminação e expressamos nosso desejo de trabalhar c om a Casa Branca e os órgãos da administração federal na perspectiva de uma ampla estratégia para avançarmos entre esta reunião e o dia 26 de julho de 2010, que comemorará o 20° aniversário da ADA. Uma significativa porção do nosso tempo com o Presidente foi dedicada à questão da reforma da saúde e à necessidade de se acabar com os preconceitos institucionais no Medicaid [programa governamental de saúde dos Estados Unidos]. E o Presidente se ofereceu para convidar Nancy-Ann DeParle e Peter Orszag e outros membros da sua equipe de reforma da saúde para se reunirem conosco nas próximas semanas a fim de discutirmos nossas ideias, inclusive tornando a Lei de Escolha Comunitária uma opção de estado como parte dos projetos de lei decisivos que emergem do Congresso.

Nós saímos da reunião com a certeza de que o Presidente, os seus assessores e os funcionários do seu escalão superior na Casa Branca estão comprometidos em trabalhar com o nosso segmento a fim de atingirmos as metas da Lei dos Americanos com Deficiência. Nós aguardamos com interesse o acompanhamento de todos os assuntos discutidos nesta reunião. Tudo por tudo, sentimos que esta histórica reunião representou um passo à frente muito importante para o nosso segmento e para o país.

Fonte: Agência Inclusive

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Projeto na cidade de Socorro vai garantir turismo inclusivo

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Cidade quer se tornar a primeira do Brasil com acessibilidade total para pessoas com deficiência

Montanhas, natureza, esportes radicais, acessibilidade, sossego, diversão, compras, hospitalidade. Os atributos podem ser aplicados à cidade de Socorro, a 110 quilômetros de Campinas, no relevo montanhoso da Serra da Mantiqueira. Com grande potencial hidrográfico e relevo propício para esportes radicais, Socorro, com seus 33.080 habitantes, segundo a última estimativa do IBGE de 2007, desenvolve um programa para se tornar a primeira cidade do Brasil com acessibilidade total a pessoas portadoras de deficiências e mobilidades reduzidas. O projeto, com recursos do Ministério do Turismo, é um desafio que a cidade enfrenta com mobilização da prefeitura, hotéis e parques.

Socorro é um dos sete municípios que compõem o Circuito das Águas Paulista, com Lindoia, Amparo, Jaguariúna, Águas de Lindoia, Monte Alegre do Sul, Pedreira e Serra Negra. Destaca-se oferecendo aos visitantes um roteiro repleto de opções de turismo de aventura e acessibilidade turística para pessoas com deficiência. Ao todo, são sete os projetos especiais que estão sendo desenvolvidos, grande parte em operação. O programa é uma parceria com o Ministério do Turismo, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), a Associação Brasileira de Empresas de Turismo de Aventura e Ecoturismo (Abeta) e o Sebrae.

Dois projetos merecem atenção especial e são tratados como prioridade pela prefeitura e pelos parques, hotéis e restaurantes locais: a Aventura Segura e o Socorro Acessível. O Aventura Segura engloba 17 cidades em todo o País, entre elas Socorro, e o objetivo é a qualificação e implementação da gestão de segurança em todas as atividades. Hotéis e parques credenciados poderão oferecer aos turistas opções de lazer com Certificado de Segurança, emitidos por organismos confiados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).

O Socorro Acessível envolve projetos como a construção de rampas de acesso e rebaixamento das calçadas, adequação da rede hoteleira, parques e comércio. Cardápios em braile, sinalização no solo, corrimão, corredores aromáticos e treinamentos de pessoal especializado são exemplos de ações estruturais que estão sendo desenvolvidas no município.

Com objetivos e projetos bem definidos, Socorro quer tornar-se referência nacional. Segundo o diretor de Turismo e Cultura da cidade, Carlos Tavares, a cidade tem como diferencial “aventura segura e acessibilidade e vem recebendo pedidos e contatos de diversos outros municípios, que querem ver como o trabalho está sendo desenvolvido.”Tavares enumera sete modalidades turísticas implementadas por Socorro: ecoturismo, cultural, saúde, aventura, rural, social e eventos. “Todas elas obedecem normas e critérios estabelecidos pelos órgãos competentes, com pessoal treinado”, afirma o diretor.

Clique no endereço abaixo para ler a matéria na íntegra:
Correio Popular: Aventura para todos

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Herbert Viana no Derrubando Barreiras

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Nesta segunda-feira, 27 de julho, o programa Derrubando Barreiras – Acesso para Todos, apresentado pela Mara Gabrilli, chega ao número 100. E para celebrar estes dois anos de memoráveis entrevistas convidamos um vocalista que é exemplo de garra e determinação para muitas pessoas, além de fazer parte de uma das mais importantes bandas de rock nacional. Do Rio de Janeiro para o estúdio da Eldorado aqui em São Paulo, Herbert Viana!

Ouça pela Rádio Eldorado AM, todas as segundas-feiras, às 14h30 e aos sábados e domingos, reprise às 20h30

Serviço

Derrubando Barreiras – Acesso para Todos / Apresentação: Mara Gabrilli
Todas as segundas-feiras, às 14h30. Reprise aos sábados e domingos, 20h30.
Rádio Eldorado AM (700 kHz)

Ouça pela internet no novo sitio www.territorioeldorado.com.br
E acesse também o http://derrubandobarreirasacessoparatodos.blogspot.com
Blogue-se, ouça as entrevistas, leia as notícias e deixe seu recado!

Para participar, mande e-mail para o derrubandobarreiras@redeeldorado.com.br

Fonte: Agência Inclusive

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domingo, 26 de julho de 2009

2° Seminário Brasileiro de Turismo Adaptado

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A segunda edição do Seminário Brasileiro de Turismo Adaptado reúne diversos profissionais ligados ao Turismo e à Pessoa com Deficiência, apresentando experiências reais da evolução do turismo acessível no Brasil e no mundo. A acessibilidade e a inclusão, apesar de muito comentada pela sociedade, ainda não é compreendida adequadamente pela maioria das pessoas, por isso a importância de eventos como este, que promovam a informação de forma correta e atualizada. Este segmento tem crescido, e mostrando que não cabe mais uma visão de assistencialismo, mas que é uma grande oportunidade de mercado para quem souber aproveitá-la, e que aos poucos tem sido cada vez mais valorizada e exigida. ( Ricardo Shimosakai )


13 de setembro (domingo)
Mesa 1 - 14h30 – 15h40
14h30 – 15h00 Erica Nunes – Sociedade Brasileira de Espeleologia (Espeleoinclusão)
15h00 – 15h30 Edgar Werblowsky - Freeway Brasil (Agência de Turismo Inclusiva)
15h30 – 15h40 - Perguntas

Mesa 2 - 15h40 – 16h50
15h40 – 16h10 Cristiane Ecker – Avape (Projeto Socorro Acessível)
16h10 – 16h40 Ricardo Shimosakai - Freeway Acessível/Turismo Adaptado (Destinos Acessíveis)
16h40 – 16h50 - Perguntas

Mesa 3 - 16h50 – 18h00
16h50 – 17h20 Silvana Cambiaghi – Comissão Permanente de Acessibilidade (Desenho Universal para o Turismo)
17h20 – 17h50 Viviane Sarraf – Museus Acessíveis (Acessibilidade em Museus)
17h50 – 18h00 - Perguntas

Mesa 4 - 18h00 – 19h10
18h00 – 18h30 Edison Passafaro – SENAC (Senac Inclusivo)
18h30 – 19h00 Felipe Gamba - Freeway Diving (Mergulho Adaptado)
19h00 – 19h10 - Perguntas

Local
Centro de Exposições Imigrantes
Rod. dos Imigrantes Km 1,5 - São Paulo - SP
As inscrições devem ser feitas através do site da Adventure Sports Fair, acessando a divisão de Fóruns e Palestras, e em seguida o link do evento.

Fonte: http://turismoadaptado.zip.net/index.html

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Vivo é condenada por constranger portadora de deficiência

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RIO - A operadora de telefonia celular Vivo foi condenada a pagar R$ 12 mil de indenização, a título de dano moral, por constranger uma cliente portadora de deficiência. A decisão é do desembargador Sidney Hartung, da 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio.
Ana Maria da Costa se dirigiu a uma loja da ré para ser atendida e, como a mesma se encontrava muito cheia, solicitou uma senha para atendimento especial. No entanto, um atendente exigiu que a autora comprovasse a sua deficiência, tendo sido obrigada a retirar seu calçado na frente de outros clientes.
De acordo com o relator do processo, desembargador Sidney Hartung, "o fato de não ser visível tal deficiência não autoriza o comportamento adotado pelo funcionário da ré, expondo a autora à humilhação, ao exigir, de forma desproporcional e irrazoável, que a deficiência fosse demonstrada no meio da loja e na presença de todos, para que então lhe fosse fornecida senha de atendimento especial".

Fonte: Jornal do Brasil

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Campeonato Brasileiro de Parakart

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Este final de semana tivemos o primeiro Campeonato Brasileiro de Parakart, realizado em Pinhais, no Paraná.
Conversei com Hermes de Oliveira, um dos pilotos, que me disse que apesar do frio, foi uma grande emoção participar desse evento.

Idealizada para proporcionar a deficientes físicos todas as emoções de pilotar um kart, utiliza mecânica quase idêntica aos F-4 tradicionais, com adaptações para que os pilotos acelerem e freiem utilizando controles manuais localizados no volante.

Os karts chegaram ao Kartódromo Internacional Raceland na noite da última quarta-feira (22), a bordo de um caminhão da Dolly Refrigerantes, patrocinadora da categoria. Na sexta-feira foram montados pelos mecânicos da Mingo Racing, equipe responsável por toda a operação da categoria, tanto na Granja Viana quanto no Campeonato Brasileiro.

Assim que autorizada a prova da categoria Parakart o piloto Sérgio Vida teve seu pneu furado e por isso acabou indo para as últimas colocações, quem assumia a prova naquele instante era Rafael Rodrigues, que havia largado da segunda colocação, seguido de Edison “Dédo” Jr e Daniel Pedroso.

Nas ultimas voltas Edison consegue assumir a liderança da disputa e assim se manteve até o ultimo minuto, vencendo a prova da categoria parakart, seguido de Rafael Rodrigues e Daniel Pedroso. A pontuação geral teve Dedo e Rodrigues com a mesma quantidade de pontos, mas pela vitória na segunda bateria Dedo, que é o único deficiente auditivo na categoria, conseguiu o título e Rodrigues o vice

Parabéns a todos, princilamente aos pilotos pela garra, disposição e espírito de luta, a vitória é só uma consequência, cada um de vocês da primeira á última colocação merece nossos parabéns e nosso apoio!



Caminhão da Dolly, patrocinadora, que levou os karts.

Hermes de Oliveira, em frente ao ônibus que transportou os pilotos.



Troféus
Hermes de Oliveira, que além de piloto, é também escritor. Quem quiser conhecer seu livro: Um motoriosta Especial de Carreta, acesse: WWW.ALLPRINTEDITORA.COM.BR


Hermes no seu kart numero 20 e ao lado Felipe Giaffone, piloto da fórmula Truck (
WWW.F-TRUCK.COM.BR ), um grande parceiro, que dedica muito apoio ao parakart.


Fonte: Planetkart; Blog do Parakart
Fotos: Arquivo pessoal do piloto Hermes, e foram tiradas por seu irmão Luiz de Oliveira.

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sábado, 25 de julho de 2009

Obama assina Convenção e diz que toda criança com deficiência tem que estudar na escola perto de sua casa

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Na presença da Secretária de Estado Hillary Clinton, e de lideranças americanas com deficiência, o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou ontem que o país vai assinar a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.
Obama qualificou a Convenção, o primeiro tratado internacional do século XXI, de um documento “extraordinário”.
Em seu discurso, o Presidente norte-americano disse que está orgulhoso do progresso feito no país, mas não vai ficar satisfeito até que todo americano com deficiência esteja estudando na escola mais perto de sua casa da maneira que for melhor para ele.
O Presidente disse que se lembra das pessoas com deficiência todos os dias, ao passar pela rampa construída para a cadeira de rodas do Presidente Franklin Roosevelt. Naquela época, disse ele, medo e preconceito com relação às pessoas com deficiência era a norma, mas a maioria dos americanos nem sabiam que o Presidente Roosevelt tinha uma deficiência. Isso quer dizer, completou, que a maioria dos americanos também não sabiam que a deficiência de Roosevelt não prejudicou sua habilidade de recuperar o país. Roosevelt governou os EUA, enfrentando os efeitos da grande recessão e a Segunda Guerra Mundial durantte 4 mandatos. Faleceu no cargo no último deles.
Ele lembrou ainda de seu sogro, Fraser Robinson, já falecido, diagnosticado com esclerose múltipla na década de 1930. Segndo o Presidente, ele nunca reclamou, nunca buscou tratamento especial e nunca perdeu um dia de trabalho, embora precisasse usar duas bengalas para se locomover. Robinson, disse Obama, fez tudo isso e mais, antes da legislação americana, ADA (Americans with Disabilities Act) existir, um dos herós silenciosos que mostraam que pessoas com deficiência podem contribuir integralmente para sociedade, apesar da falta de reconhecimento dos outros.
O ato foi realizado no aniversário de 19 anos da ADA. O Presidente instruiu a Embaixadora dos EUA junto à ONU a assinar o documento. O tratado precisa ainda ser ratificado pelo Senado americano. 140 países já assinaram a Convenção. O Brasil está entre os 60 países que já ratificaram o documento. O tratado, que é válido no país desde agosto de 2008, foi o primeiro a ganhar status constitucional no país.

Fonte: Agência Inclusive

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Cachorro cego no Reino Unido tem seu próprio cão-guia

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Casal foi resgatado da rua há três semanas por um centro de animais.
'Ele depende totalmente dela o tempo todo', afirmou Cherie Cootes.



Cego, cão chamado 'Clyde' (à direita) conta com um guia, a cadela 'Bonnie'. (Foto: Reprodução/Daily Mail)


Um cachorro cego no Reino Unido conta com seu próprio cão-guia. O animal da raça border collie chamado "Clyde" confia em sua parceira e companheira "Bonnie" para orientá-lo, segundo reportagem do jornal inglês "Daily Mail".
A cadela "Bonnie" orienta seu colega durante passeios ou mesmo quando ele precisa comer ou beber água. Quando eles estão juntos, "Clyde" parece um cão normal, plenamente capaz.
O inseparável casal foi resgatado da rua há três semanas. Agora, um centro de proteção e cuidados de animais está procurando uma nova casa para eles.
Segundo Cherie Cootes, de 40 anos, que trabalha no centro de resgate de cães "Meadow Green”, em Londres (Reino Unido), "Clyde" ficaria perdido sem "Bonnie" e, por isso, eles precisam ser adotados juntos.
"Ele depende totalmente dela o tempo todo. Quando caminha, ela tende a parar para ter certeza que ele está lá. Ela enxerga por ele", afirmou Cherie, destacando que não existe a menor possibilidade deles serem adotados separadamente.

Fonte: G1


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Aniversário da Lei de Cotas - 18 Anos

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LEI DE COTAS - RESGATANDO O PASSADO, TRABALHANDO O PRESENTE E CONSTRUINDO O FUTURO.

Ontem, participamos do evento de 18 anos da Lei de Cotas, na Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, que fica no Memorial da América Latina, na cidade de São Paulo.

A Lei 8.213, conhecida como Lei de Cotas, destina até 5% das vagas para trabalhadores com deficiência em empresas com mais de cem funcionários.
O evento teve como um dos objetivos mostrar que nesses 18 anos muita coisa mudou, o deficiente teve mais acesso ao trabalho, assim como o empregador pode contar com funcionários mais bem qualificados e preparados para funções específicas.
Hoje , existem vários lugares que capacitam o deficiente para a sua inserção no mercado, ele hoje é um profissional tecnicamente capacitado, e sua deficiência não é empecilho pra exercer muitas funções.
Mas, ainda estamos longe do ideal, foi mostrado que São Paulo, é o estado onde existe mais deficientes inseridos no mercado, porém ainda muito pode e deve ser feito.
O evento contou com presenças ilustres e com representantes de diversas empresas que tem em seu quadro de funcionários deficientes, que exercem as mais diversas funções.
Estavam presentes mais de 600 pessoas de toda parte do país.

Eu espero, que no futuro essa lei deixe de existir, porque acho que o deficiente deve ser incluido por sua capacidade, por sua formação e não para cumprimento de uma lei.

Todos nós podemos fazer nossa parte, na divulgação, no comprometimento e na fé que depositamos na causa, pela qual lutamos tanto.






Lucíola Rodrigues Jaime, Delegada Regional do Trabalho em São Paulo


Dra. Linamara Rizzo Battistella, Secretaria Estadual de Direitos da Pessoa com deficiência, Ricardo Karam e Cybelle Varonos.

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sexta-feira, 24 de julho de 2009

Ajude a AACD a realizar o sonho de uma criança deficiente!

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Reunião de Planejamento do Espaço da Cidadania

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A reunião acontece no sábado da próxima semana, dia 1 de agosto
O Espaço da Cidadania tem a satisfação de convidá-lo para participar de reunião que discutirá:

1- Viabilidade de realização de encontro para aprofundar os conhecimentos sobre o papel da Escola na Inclusão de Pessoas com deficiência no mercado de trabalho.

2- Avaliação dos preparativos para a realização de pesquisa sobre qualidade da Inclusão de Pessoas com Deficiência no Trabalho.

A reunião será realizada sábado, dia 01 de Agosto, das 9:00 h. as 11:30 h. , no CMDCA – Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Osasco, localizado à Rua Fiorino Beltramo, 77 – centro de Osasco. (Fica ao lado do Osasco Plaza Shopping)

Para participar é necessário confirmar presença até dia 30/07/09 através do e-mail: ecidadania@ecidadania.org.br ou telefone: (11) 3685-0915.

Fonte: Espaço da Cidadania

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Lei de Cotas para deficientes faz 18 anos na sombra da exclusão

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Dezoito anos depois da criação da Lei de Cotas para os trabalhadores com deficiência, ainda há pouco a comemorar. Apesar dos avanços com a obrigatoriedade, o desconhecimento por parte dos empregadores e a falta de qualificação profissional são os principais obstáculos a serem vencidos.

Criada em 1991, a lei destina até 5% das vagas para trabalhadores com deficiência em empresas com mais de cem funcionários.
Somente em São Paulo, das 4.107 empresas enquadradas na lei, 1.037 ainda não preencheram as vagas reservadas às pessoas com deficiência, segundo dados da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo.
Falta de qualificação profissional e ausência de acessibilidade nas empresas – como rampas de acesso e sinalização em braile – são algumas dificuldades vivenciadas para quem tenta uma chance no mercado de trabalho. Marcos Belizário, secretário da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida da cidade de São Paulo, afirma que a Lei de Cotas foi um avanço, mas acredita que ainda são necessárias algumas correções.
“É preciso fazer com que as empresas tenham esses funcionários [com deficiência] de uma forma inclusiva, e não apenas para cumprir uma obrigação legal. O ideal seria que as empresas tivessem um número acima do determinado pela lei, porque só na cidade de São Paulo existem aproximadamente 1,5 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência”, afirmou Belizário.
Segundo Belizário, a Prefeitura recebe denúncias de empresas que contratam pessoas com deficiência por um salário inferior ao do mercado somente para não pagarem a multa. Neste caso, os empregadores chegam a orientar o funcionário com deficiência a não ir trabalhar.
“Não é isso que o deficiente quer, mas as empresas mal-orientadas acabam cometendo essa falha, e podem ser denunciadas pelo funcionário. Falta essa atitude não só das empresas, mas dos empregados e das outras pessoas. A grande maioria das pessoas com deficiência quer ser respeitada, e não precisa de assistencialismo”, disse Belizário.

Preconceito

Segundo levantamento da DRT-SP (Delegacia Regional do Trabalho de São Paulo), os dois tipos de deficiência da maioria dos profissionais contratados são: física (41.828) e auditiva (35.296). Estes números representam cerca de 90% do total de pessoas com deficiência inseridas no mercado de trabalho. Segundo o último balanço, 97.502 pessoas com deficiência foram incluídas no mercado de trabalho.
Para Fernanda Wendy, supervisora de atendimento do programa Inclusão Eficiente, da Prefeitura de São Paulo, os empregadores tendem a escolher profissionais como deficiências “mais conhecidas”, como os cadeirantes, por desconhecimento.
“Muitas empresas acabam se limitando a contratar pessoas com determinada deficiência por não saber como lidar com outros tipos. Existe uma falta de sensibilização das empresas, que não se lembram que as pessoas com deficiência são profissionais capazes e que são seres humanos”, afirma Wendy.

Fonte: eBand
Foto: Agência Brasil

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Febraban apresenta iniciativas para cumprimento da legislação, Lei de Cotas que completa 18 anos

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A Lei 8.213, conhecida como Lei de Cotas, completou, hoje, dia 24 de julho (sexta-feira), 18 anos. E, no âmbito dos grandes desafios que a questão está inserida no País, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), entendeu que é no espaço colaborativo que é possível efetivar a inclusão social de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Por isso, para preencher os quadros de funcionários dos bancos associados lidera uma parceria público/privada com a Prefeitura de São Paulo, a iSocial, a UniSant´Anna e o Cursinho da Poli.

Uma das primeiras providências foi desenvolver um projeto com processo e metodologia de inclusão social através da educação e qualificação de pessoas com deficiência para o mercado de trabalho no setor bancário. Isso porque, em 2006, por meio da pesquisa População com Deficiência no Brasil Fatos e Percepções, constatou que 76,7% das pessoas com deficiência no País têm menos de oito anos de estudo, fator limitante para o desenvolvimento pessoal e profissional dessa população. A pesquisa foi realizada em São Paulo, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador e Brasília.

Para reverter essa desvantagem, inicialmente, oito bancos - BIC, Bradesco, Citibank, Indusval, Itaú Unibanco, Safra, Santander Real e Votorantim contrataram 497 alunos bancários. São pessoas com deficiência auditiva, visual e física. Desde o dia 2 de janeiro de 2009, elas estão sendo treinadas. O curso dura até 15 meses antes de assumirem seus postos nos bancos. Trata-se de projeto piloto, inédito no Brasil.

Os novos bancários participarão do Aprimoramento Educacional (destinado aos que possuem ensino médio completo), com duração de 3 (três) meses, além do Supletivo Ensino Médio (voltado às pessoas que não tenham concluído o ensino médio), com duração de 12 (doze) meses. Posteriormente, todos receberão mais (3) três meses de qualificação voltada inteiramente ao mercado bancário. Para muitos dos alunos bancários, que têm idade entre 18 e 65 anos, esse é o primeiro emprego. E outros moram em abrigos ou de favor na casa de parentes.

Todos iniciaram as aulas com registro em carteira e salário inicial de R$ 616,40, para jornada de quatro horas, proporcionou à jornada dos bancários que é de seis hora/dia. Além disso, todos os benefícios previstos na Convenção Coletiva de Trabalho dos bancários: vale-refeição no valor de R$ 15,92 por dia (22 dias/mês, R$ 350,24), cesta-alimentação (R$ 272,96), Participação nos Lucros e Resultados, vale-transporte, seguro de vida e plano de saúde). Depois de 90 dias o salário subiu para R$ 675,76.

Dados gerais: . Foram recebidos em torno de 3 mil inscrições no Brasil, sendo que a maioria de moradores da cidade de São Paulo, Grande São Paulo e imediações.

. No processo seletivo participaram 1.718 pessoas. Dessas, 1.256 tinham perfil de ensino médio completo e 462 pessoas tinham perfil de ensino fundamental completo ou médio incompleto.

. Os participantes têm idade entre 18 e 73 anos.

. Foram selecionados pessoas com deficiência visual, física e auditiva.

. As inscrições poderiam ser aceitas em todos os Centros de Apoio ao Trabalho (CAT´s), da Prefeitura de São Paulo, sendo que o principal foi o CAT Luz (local em que foi realizado o processo seletivo).

. As inscrições ficaram disponíveis por meio do e-mail oportunidade@isocial.com.br

. Durante o processo seletivo foram feitos quatro testes: Matemática, Português, Raciocínio Lógico e Conhecimentos Gerais.

. Também foram realizadas dinâmicas de grupo para identificar quais eram as maiores competências dos candidatos para o programa.

. Realização de exames médicos para identificar se os selecionados estavam enquadrados nas diretrizes do Decreto 5.296/04 para as pessoas com deficiências física, visual e auditiva.

. As equipes de Recursos Humanos dos bancos contratantes realizaram entrevistas individuais com todos os candidatos.

. Para atingir o objetivo foram criados hotsite, anúncios, panfletos e folders. O material foi veiculado em jornais, Metrô, ônibus, biblioteca, entre outros.

Foram produzidos o Manual do Aluno Bancário e o Manual do Professor com orientações gerais e o conteúdo de cada curso. A qualificação técnica,ultima etapa do Programa, versa sobre o mercado financeiro, produtos e serviços bancários, matemática financeira, finanças pessoais, atendimento a clientes, informática, além de comportamento, cidadania, sustentabilidade, Código de Defesa do Consumidor, entre outros assuntos.

Todos participantes, após a qualificação técnica, trabalharão nos bancos, onde poderão colocar em prática tudo o que aprenderam e com a perspectiva de desenvolvimento e crescimento profissional.

Parceiros - Prefeitura de São Paulo por intermédio das secretarias do Trabalho, da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida e Centros de Apoio ao Trabalho (CAT´s) atuou no recrutamento e seleção dos candidatos e ofereceu apoio no processo e divulgação do projeto por meio de cartazes em ônibus, metrô, instalações públicas como Poupatempo, bibliotecas, postos de saúde, entre outros. Recentemente a Febraban assinou o Termo de Cooperação para promover a inclusão profissional das pessoas com deficiência por meio da difusão do curso "Sem Barreiras", da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED) e já foram formadas duas turmas de gestores de bancos.

Cursinho da Poli - Fundado em 1987, por iniciativa do professor Décio de Leal Zagottis, então diretor da Escola Politécnica da USP, o Cursinho da Poli é uma instituição sem fins lucrativos. Nos últimos cinco anos, atendeu a cerca de 50 mil estudantes, em sua maioria de menor renda e oriundos da rede pública de ensino. Sua vocação social também se traduz na concessão de bolsas integrais - cerca de 500 a cada ano - para minorias às quais a sociedade oferece reduzidas ou quase nulas oportunidades de inclusão: jovens em situação de risco, encortiçados, favelados, ex-presidiários, moradores de rua, quilombolas e diversos grupos indígenas. Bolsas parciais são concedidas a estudantes de menor renda com base em critérios socioeconômicos, graças a uma metodologia desenvolvida em conjunto com a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC-SP.

i.Social - A i.Social - Soluções em Inclusão Social é uma consultoria que, há dez anos, atua em favor da inclusão profissional de pessoas com deficiência no mercado de trabalho formal. Pautada pelos conceitos mais modernos sobre inclusão e, aliada a uma forte cultura empresarial, a i.Social presta consultoria às corporações a partir da proposição de cinco módulos: diagnóstico, estrutural, cultural, capacitação e qualidade. Por ter assessorado mais de cem empresas, a i.Social tem um acúmulo ímpar no que se refere à inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho formal. E, por isso, preocupa-se com a adequação e redefinição de todos os módulos e ações para cada uma das organizações.

Uni Sant'Anna - O Centro Universitário Sant'Anna é hoje uma das maiores instituições de Ensino Superior privado de São Paulo e oferece mais de 50 cursos de Graduação, Graduação Tecnológica, Pós-graduação e Extensão. Além disso, destaca-se pelo diferenciado atendimento a alunos com deficiência e pelo incentivo à prática esportiva.

Desde 1997, anteriormente ao Decreto 3.298/99 que impulsionou o movimento de inclusão das pessoas com deficiência, a Uni Sant'Anna, por meio de seu Programa de Educação Inclusiva, vem desenvolvendo importante trabalho de inclusão, capacitando inúmeros profissionais para o mercado de trabalho.

Com o pioneirismo dessas iniciativas, a Uni Sant'Anna tornou-se referência na questão e, atualmente, é uma das instituições de Ensino do País com o maior número de alunos com deficiência.

Para realizar este trabalho, possui uma equipe altamente qualificada, integrada por mais de 40 profissionais, entre coordenadores, pedagogos, psicólogos, intérprete de Libras e ledores para acolher, acompanhar e orientar seus alunos com deficiência e/ou mobilidade reduzida. Além disso, oferece infra-estrutura acessível e recursos tecnológicos - softwares sintetizadores de voz, impressão em braille, etc -, para atender qualquer tipo de necessidade especial.

Perfil da Febraban - A Febraban é a principal entidade representativa do setor bancário. Foi fundada em 1967 para o fortalecimento do sistema financeiro e de suas relações com a sociedade de modo a contribuir para o desenvolvimento econômico, social e sustentável do País. Reúne 121 bancos associados de um universo de 159 instituições em operação no Brasil. É afiliada à Federação Latinoamericana de Bancos (Felaban). Dentre os objetivo estratégicos da federação estão o de representar os seus associados perante os poderes constituídos e as entidades representativas da sociedade; interagir com autoridade e instituições na elaboração e no aperfeiçoamento do sistema normativo; desenvolver iniciativas para a contínua melhoria da produtividade do sistema bancário e para a redução dos seus níveis de risco; zelar pela eficiência da intermediação financeira e aumentar a sua contribuição para a sociedade, inclusive, desenvolvendo esforços que viabilizem o crescente acesso da população a produtos e serviços financeiros; transmitir à sociedade o papel e a contribuição do sistema financeiro para o desenvolvimento econômico e social do País.

Fonte: Portal Fator Brasil

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