quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Mais de mil vagas disponíveis em cursos de capacitação gratuitos para pessoas com deficiência em São Paulo

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Parceria disponibiliza 1.100 vagas gratuitas na capital e em 20 cidades do Estado de São Paulo para pessoas com deficiência em 13 cursos diferentes de cursos

As pessoas com deficiência terão acesso a cursos gratuitos de capacitação profissional a partir de outubro no Estado de São Paulo. Estão sendo disponibilizadas 1.100 vagas para esse público em 13 cursos de diferentes especialidades, oferecidos pela Secretaria de Estado do Emprego e Relações do Trabalho em parceria com a Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência em 21 cidades do Estado.
A distribuição de vagas nos cursos pelo interior considerou o número de pessoas com deficiência cadastradas no programa de intermediação de mão de obra da SERT, um sistema gratuito de cadastro de vagas e currículos, denominado Emprega São Paulo (www.empregasaopaulo.sp.gov.br).

Os Candidatos

Terão preferência na ocupação das vagas as pessoas com deficiência que ainda não tenham completado o ensino fundamental, tenham idades entre 30 e 59 anos e que tenham menor renda.
Poderão participar dos cursos todas as pessoas desempregadas com deficiência inscritas no Emprega São Paulo. O programa oferecerá uma bolsa de R$ 210,00 mensais, durante os 03 (três) meses de realização do curso, apenas para aqueles participantes que não recebem seguro desemprego e benefícios previdenciários continuados. Beneficiários de programas assistenciais poderão participar dos cursos, sem que exista a perda do benefício.

Os Cursos

Os cursos oferecidos são: Recepcionista, Auxiliar de escritório, Vendedor em comércio (atacadista e varejista), Promotor de vendas, Repositor de mercadorias, Atendente de lanchonete, Operador de caixa (exceto banco), Garçom, Faxineiro, Alimentador de produção, Porteiro, Auxiliar de limpeza e Operador de Call Center (confira lista abaixo). Todos os cursos terão carga total de 200 horas, com cinco horas de aulas diárias, a serem iniciados na primeira quinzena de outubro e finalizados na primeira quinzena de dezembro.
O curso de Operador de Call Center, ministrado na capital paulista, no bairro da Aclimação, será voltado especialmente para pessoas com deficiência visual e terá carga horária total de 300 horas. Nesse caso, os pré-requisitos são o ensino fundamental completo e o domínio da leitura em braile ou caracteres ampliados.

Como Participar

Os candidatos aos cursos deverão cadastrar seu currículo no site http://www.empregasaopaulo.sp.gov.br/, e, na última fase de cadastro, optar pelo curso de qualificação. As convocações dos selecionados serão realizadas por meio de correspondências encaminhadas pela SERT. O cadastro dos candidatos que não forem convocados para os cursos neste final de ano poderão ser convocados para os próximos cursos de capacitação profissional do Programa de Qualificação -SERT.
O coordenador da Secretaria da Pessoa com Deficiência, Cid Torquato, explica que, além da possibilidade de capacitação gratuita, os cadastros dos candidatos à capacitação serão úteis no mapeamento das principais carências por aperfeiçoamento profissional das pessoas com deficiência no Estado. "Poderemos verificar quais são e onde estão as maiores demandas de qualificação entre os paulistas com deficiência e procurar estabelecer mais parcerias para atendê-las", disse.
A partir do ingresso no cadastro do Emprega São Paulo e mesmo durante o período de realização dos cursos, os candidatos podem ser convidados pelas empresas parceiras a preencherem vagas disponíveis em seus quadros. Pesquisas com egressos de cursos anteriores da SERT indicam índice de empregabilidade dos participantes superior a 50%.

Relação de Municípios atendidos, cursos, vagas e turmas oferecidos:

-São Paulo; Repositor de Mercadorias, Atendente de Lanchonete, Recepcionista, Porteiro, Auxiliar de Limpeza, Alimentador de Produção, Operador de Telemarketing; 360 vagas; 18 vagas.
-Campinas; Vendedor em Comércio (atacadista ou varejista), Auxiliar de Escritório, Recepcionista; 60 vagas; 3 turmas.
-Santos; Auxiliar de Escritório, Garçom, Atendente de Lanchonete; 60 vagas; 3 turmas.
-São José dos Campos; Atendente de Lanchonete, Faxineiro, Vendedor em Comércio (atacadista ou varejista); 60 vagas; 3 turmas.
-Sorocaba; Atendente de Lanchonete, Auxiliar de Escritório, Alimentador de Produção; 60 vagas; 3 turmas.
-Araraquara; Recepcionista; 20 vagas; 1 turma.
-Araçatuba; Auxiliar de Escritório; 20 vagas; 1 turma.
-Atibaia; Auxiliar de Escritório; 20 vagas; 1 turma.
-Bauru; Auxiliar de Escritório, Vendedor em Comércio (atacadista ou varejista); 40 vagas; 2 turmas.
-Cubatão e Guarujá; Promotor de Vendas, Auxiliar de Escritório, 40 vagas, 2 turmas.
-Franca; Auxiliar de Escritório; 20 vagas; 1 turma.
-Guarulhos; Promotor de Vendas, Auxiliar de Escritório; 40 vagas; 2 turmas.
-Marília; Vendedor em Comércio (atacadista ou varejista); 20 vagas; 1 turma.
-Osasco; Repositor de Mercadorias, Atendente de Lanchonete; 40 vagas; 2 turmas.
-Praia Grande; Operador de Caixa (exceto banco); 20 vagas; 1 turma.
-Presidente Prudente; Auxiliar de Escritório, Vendedor em Comércio (atacadista ou varejista); 40 vagas; 2 turmas.
-Ribeirão Preto; Atendente de Lanchonete, Auxiliar de Escritório; 40 vagas; 2 turmas.
-Santo André; Auxiliar de Escritório, Atendente de Lanchonete; 40 vagas; 2 turmas.
-São Bernardo do Campo; Alimentador de Produção, Repositor de Mercadorias; 40 vagas; 2 turmas.
-São José do Rio Preto; Auxiliar de Escritório, Vendedor em Comércio (atacadista ou varejista); 40 vagas; 2 turmas.
-Taubaté; Repositor de Mercadorias; 20 vagas; 1 turma

Fonte: Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência

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Especialmente novo

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Programa Especial apresenta nesta sexta seu novo visual

O Programa Especial desta sexta-feira (2), que vai ao ar às 18h, terá novo visual. A abertura, agora com formas geométricas coloridas que formam o nome do programa em texto e em braile, ganhou uma nova trilha sonora. O cenário também foi modificado, trazendo uma roupagem mais moderna que segundo a diretora, Angela Reiniger ajuda a desmistificar o tema principal da produção: o mundo das pessoas com necessidades especiais. “Essa linguagem jovem, moderna e ágil quebra preconceitos e associa o tema à valores positivos”, explica Angela.

A grande novidade é o quadro “Tudo o que você queria saber sobre deficiência, mas nunca teve coragem de perguntar”, e a convidada desta edição é a atriz e apresentadora Fernanda Lima. Juliana Oliveira, que acabou de ser mãe, entrevista Fernanda, mãe de gêmeos, e o assunto não poderia ser outro: a maternidade.
E por falar em maternidade, toda mãe tem direito de amamentar seu filho durante os primeiros meses de vida, e, por isso, durante a licença de Juliana Oliveira, quem assume o comando é Fernanda Honorato, repórter portadora de Síndrome de Down, e José Luiz Pacheco, repórter cadeirante. “É muito bom estar ainda mais conectado com o público nessa nova fase do Programa Especial” , afirma José Luiz.
A repórter Fernanda Honorato, vencedora do Prêmio Sentidos Talentos Especiais – Categoria Arte de 2009, também acredita nessa reformulação: “Eu estou achando maravilhosa essa nova fase porque realizar faz a diferença!”. Nesse programa, ela visita as ruas de Santa Tereza, acompanhada por três turistas espanholas e uma carioca, e mostra os encantos do bairro.
Outro destaque é uma reportagem sobre o handcycle. O atleta Antônio Maciel mostra este triciclo adaptado para pessoas com deficiências físicas. Ele fala sobre o esporte em um dos cenários mais bonitos do Rio de Janeiro, a Enseada de Botafogo, tendo como pano de fundo o Pão de Açúcar.
O Programa Especial é uma produção voltada para a inclusão de pessoas com necessidades especiais. De maneira leve e clara, esclarece dúvidas, mostra experiências bem sucedidas e traz questões para esse público.

O Programa Especial é exibido toda sexta, pela TV Brasil, às 18h, com reapresentação aos sábados, 13h.

Foto: Juliana Oliveira e Fernanda Lima
Fonte: Agência Inclusive

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terça-feira, 29 de setembro de 2009

Fórum Municipal da Pessoa com Deficiência

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O IBDD Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, criado em 1998 com uma proposta diferente. Contrário a políticas assistencialistas, o Instituto trabalha desde o início pela construção da cidadania das pessoas com deficiência de forma a que elas se tornem sujeitos ativos de seus direitos e lutem contra o preconceito em torno da questão. Considerando a situação de exclusão social na qual estão inseridas, decorrente do descaso do poder público e da desinformação por parte de diferentes setores da sociedade, as pessoas com deficiência enfrentam diariamente problemas estruturais graves que prejudicam o exercício de sua cidadania e mesmo sua sobrevivência, como a inacessibilidade dos transportes coletivos, o desemprego e a discriminação.
O IBDD tem como linha de ação o desenvolvimento de projetos exemplares de inclusão social. Para a pessoa com deficiência oferece atendimentos pessoais, apoio à pessoa, escritório de defesa de direitos, capacitação profissional, inclusão no mercado de trabalho formal e promoção de atividades esportivas. Para as empresas e demais instituições, consultorias pro bono, otimização do emprego dos trabalhadores com deficiência e orientação com informações qualificadas e atualizadas. Além disso, o Instituto atua para que a questão da pessoa com deficiência seja entendida com sua real importância, em função do papel fundamental que tem para a resolução das desigualdades sociais.

Áreas de Atuação do IBDD:

Apoio à Pessoa
Contribuir para que as pessoas com deficiência conheçam e exerçam seus direitos é a principal responsabilidade do apoio à pessoa. Sua equipe especializada recebe a pessoa e, junto com ela, define o melhor caminho para a efetivação dos seus direitos, despertando o desejo de transformação de uma situação de exclusão e discriminação social, para que ela seja co-responsável na conquista do exercício pleno de sua cidadania.

Defesa de Direitos
O escritório de advocacia do IBDD é o primeiro do Brasil especializado em direitos da pessoa com deficiência, trabalhando na aplicação da Lei 7.853/89 e demais legislações específicas. Quando necessário, propõe novas leis. Também colabora com outras instituições na organização de documentos necessários à atuação na área.

Mercado de Trabalho
O IBDD procura colocar a pessoa com deficiência no mercado de trabalho ajudando a superar as dificuldades que ela encontra na conquista do emprego. Para as empresas, oferece serviços e consultorias especializadas. Para as pessoas com deficiência, além da permanente procura por oportunidades de trabalho, oferece cursos básicos de formação e orientação profissional.

Esporte
O desenvolvimento da prática esportiva e a preparação de atletas de ponta para competições nacionais e internacionais são realizações do IBDD nesta área. O esporte é utilizado como recurso para reabilitação, integração social e conscientização da sociedade sobre o potencial da pessoa com deficiência. O IBDD conquistou nove medalhas de ouro e seis medalhas de prata nas Paraolimpíadas de Sidney (2000), Atenas (2004) e Pequim (2008).

Todos os serviços do IBDD para a pessoa com deficiência são gratuitos.

Contato:
Tel.: 21 3235-9290
ibdd@ibdd.org.br / www.ibdd.org.br

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Carta Aberta ao Ministro das Comunicações pelo Direito à Audiodescrição na Televisão Brasileira

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Brasil,setembro de 2009.

Exmo Sr Hélio Costa
Ministro das Comunicações

CARTA ABERTA PELA AUDIODESCRIÇÃO NA TELEVISÃO BRASILEIRA

Os 25 milhões de brasileiros que possuem algum tipo de deficiência aguardam ansiosamente providências a respeito da implementação do recurso da audiodescrição na programação das emissoras de televisão aberta brasileiras.
Respeitosamente nos dirigimos a V. Exa para exigir o cumprimento da Agenda Social da Presidência da República, do Decreto Legislativo 186/2008 e Decreto nº 6.949/2009 que promulgaram a Convenção Sobre Direitos das Pessoas com Deficiência da Organização das Nações Unidas - que vigora no Brasil com equivalência de emenda constitucional.
Esta convenção determina, ao tratar da participação na vida cultural, entre outras coisas, em seu artigo 30 que:

1. Os Estados Partes reconhecem o direito das pessoas com deficiência de participar na vida cultural, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, e tomarão todas as medidas apropriadas para que as pessoas com deficiência possam:
a. Ter acesso a bens culturais em formatos acessíveis;
b. Ter acesso a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais, em formatos acessíveis;

Solicitamos a V. Exa. que restaure a vigência da Portaria 310/2006 em seu inteiro teor, sem supressão de direitos.

AUDIODESCRIÇÃO JÁ!

Fonte: Blog da Audiodescrição

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Mostra de Cinema e Diretos Humanos na América do Sul chega à 4ª edição

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Filmes terão, inclusive, audiodescrição

A 4ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul exibe filmes realizados na região e relacionados aos temas relativos aos direitos humanos: curtas e longas-metragens, documentários e ficcionais, recentes e históricos. Um dos objetivos do evento é proporcionar acessibilidade à suas atividades e, nesse sentido, a programação destaca dois longas-metragens de ficção, ambos exibidos com audiodescrição.

O Signo da Cidade - direção de Carlos Alberto Riccelli (Brasil, 2007)
Estrelado por Bruna Lombardi, Juca de Oliveira, Eva Wilma, Denise Fraga e grande elenco, o filme tem roteiro da própria Bruna Lombardi, conhecida por seu vasto trabalho como escritora e atriz. O Signo da Cidade é o seu segundo trabalho bem sucedido em parceria com o diretor e direção de Carlos Alberto Riccelli, também ator de sucesso. Passando por diversos temas caros à contemporaneidade, como a solidão, dificuldades com a sexualidade, a obra traça um panorama da vida numa grande metrópole e de como ela influencia a vida de seus habitantes. Na luta para romper o isolamento e achar o rumo da redenção, os personagens vão descobrir o poder transformador da solidariedade. Classificação indicativa: 16 anos

Não Conte a Ninguém - direção de Francisco J. Lombardi (Peru/Espanha, 1988)
O filme trata de um jovem que ao longo de sua infância e adolescência tem que lidar com o fato de ser gay. Ele enfrenta a dificuldade de assumir sua sexualidade diante de uma família e uma sociedade machista e conservadora. Uma coprodução do Peru com a Espanha, o filme do diretor importante diretor Francisco Lombardi chamou muita atenção e foi alvo de polêmica, graças à sua coragem de discutir e expor temas que a sociedade peruana insistia em ignorar. O cineasta posteriormente realizou o premiado filme Pantaleão e as Visitadoras. Classificação indicativa: 18 anos

Sessão com audiodescrição 1
Cocais, a cidade reinventada
Data e horário: 05/10, segunda-feira, 20h30
Sessão de Abertura: CineSesc, 329 lugares
Rua Augusta, 2.075, Cerqueira César, São Paulo - SP

Sessão com audiodescrição 2
O Signo da Cidade
Data e horário: 07/10, quarta-feira, 15h
Local: Sala Cinemateca Petrobrás, 110 lugares - Lgo. Senador Raul Cardoso, 207, Vila Clementino, São Paulo - SP
Telefone para contato: (11) 3512-6111

Sessão com audiodescrição 3
Não conte a ninguém
Data e horário: 08/10, quinta-feira, 21h
Local: Sala Cinemateca Petrobrás, 110 lugares - Lgo. Senador Raul Cardoso, 207, Vila Clementino - São Paulo - SP
Telefone para contato: (11) 3512-6111

Fonte: Cinemateca Brasileira

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Esporte favorece convivência e inclusão de deficientes

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Palestra realizada na Escola de Educação Física e Esporte da USP aborda cultura de deficientes auditivos e atuação de profissionais na área de educação física adaptada
Edgar Lepri

A acessibilidade e a inclusão são temas muito recorrentes na mídia atualmente. Diversas instituições lutam para que leis que proporcionem melhor qualidade de vida à pessoa com deficiência sejam aprovadas e colocadas em prática. A Lei de Cotas e a inclusão no ensino regular são exemplos dessa luta. Outra maneira de inserir deficientes na sociedade e fazer com que os preconceitos diminuam é por meio do esporte e do lazer. E foi justamente esse o tema abordado em palestra da “14ª Semana de arte e cultura”, que foi realizada de 19 a 27 de setembro.
Como forma de mostrar que pessoas com deficiência não são incapazes e que podem ser independentes, a Escola de Educação Física e Esporte da USP, em palestra conduzida pelo bacharel em educação física, Carlos Henrique Tapetti, abordou, especificamente, a deficiência auditiva, a cultura surda e a atuação de profissionais nessa área. Com os avanços na acessibilidade nas últimas décadas, a inclusão está cada vez maior, seja no mercado de trabalho, seja em atividades físicas. “Antes, o deficiente deveria se adequar ao que a sociedade o oferecia. Hoje, vemos que essa visão é diferente”, diz Tapetti, que treina um time feminino de futsal de deficientes auditivas.
Os avanços tecnológicos certamente ajudaram na inclusão, mas, em alguns casos, também podem ser sinônimo de problema. O implante coclear, por exemplo, que consiste basicamente em um aparelho ligado a um nervo auditivo, é muito utilizado atualmente, mas impossibilita a prática de atividades físicas devido aos riscos de impacto na cabeça.
A prática esportiva de alto nível tem seu ápice de competitividade e visibilidade mundial nas Olimpíadas ou, no caso, nas Paraolimpíadas. Porém, a deficiência auditiva não se encaixa nos Jogos Paraolímpicos e os atletas devem competir contra pessoas que não têm deficiência. Tal determinação já causou desconforto e transtorno para a organização dos Jogos. Em 2000, na cidade de Sidney, o atleta Terence Parkin, do Zimbábue com deficiência auditiva classificou-se para a prova dos 400m medley de natação e deveria receber um sinal visual para a largada. No caso, os organizadores tiveram de mergulhar em cálculos para desenvolver um aparelho que eliminasse a diferença entre o apito sonoro que os outros competidores ouviriam para a largada e o sinal visual. Caso não tivessem conseguido, Parkin teria levado vantagem, visto que a velocidade da luz é maior que a do som.

Experiência profissional

No comando do time Águia da Mooca, Tapetti foi bicampeão do campeonato SESI/ADAVIDA, realizado anualmente em comemoração ao dia do surdo. Para ele, o convívio com as atletas proporciona trocas de experiências que vão além da atuação profissional. “É como se eu as transmitisse técnica e táticas de futsal e em troca recebesse lições da cultura de deficientes auditivos, como a conversação em Libras (Língua Brasileira de Sinais). A linguagem é interessante porque podemos considerar uma outra língua. Há, inclusive, apelidos e abreviaturas para agilizar a comunicação. O meu, por exemplo, é o sinal da letra ‘C’ feito na frente do queixo, porque meu nome começa com ‘C’ e tenho um furo no queixo, de nascença”, explica Tapetti.
Apesar de focar a disputa de campeonatos, o time valoriza, acima de tudo, a inclusão esportiva como forma de proporcionar atividade física e convivência. Não há muita rivalidade entre as jogadoras, pois elas mudam de times frequentemente e quando se encontram é para se divertir praticando esporte. Para o treinador, a comunicação por Libras é importante, mas não é obrigatória. “Já vi treinador que não sabia (Libras) e ainda assim conseguia ser compreendido pelas atletas. Principalmente durante o jogo, alguns sinais podem bastar”, afirma Tapetti.
Quanto à cultura, o treinador também encontra algumas particularidades. “A principal diferença que noto é em relação ao comprometimento. É praticamente impossível um deficiente auditivo cancelar algum compromisso que tenha assumido”, exemplifica Tapetti. Alguns desses encontros podem ser percebidos nas praças de alimentação de shoppings, como no Metrô Tatuapé, nas sextas à noite, e no Metrô Santa Cruz, aos sábados à noite.

Fonte: Rede Saci

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Deficiência auditiva é tema em Cama de Gato

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Tarcísio (Heslander Vieira) vai enfrentar implicância de colegas na escola

Na saída da escola, Tarcísio (Heslander Vieira) se depara com Pedro (Ronny Kriwat) e sua turma, que gosta de implicar com ele por conta de seu problema de audição. O grupo o cerca e derruba no chão suas partituras de piano e seus livros, além de pegar seu aparelho auditivo. Revoltado, o filho de Rose (Camila Pitanga) pede para que devolvam o objeto, mas Pedro ri e joga o aparelho no chão, sem dar o menor valor.
Humilhado, Tarcísio se abaixa para recolher seu material e recebe a ajuda de Eurídice (Bianca Salgueiro), que testemunha a grosseria do irmão. Ao ver as partituras, ela fica surpresa por descobrir que o jovem toca piano. “Eu ia adorar te ouvir tocar”, diz Eurídice, com doçura, mas um tanto sem jeito. Tarcísio, também tímido, agradece a ajuda e sai.
Encantada e curiosa, Eurídice pergunta a Luli (Marcella Rica), amiga de infância do jovem, como alguém com deficiência auditiva consegue tocar piano. A irmã de Taís (Heloísa Périssé) explica que, em decorrência de uma otosclerose, Tarcísio perdeu quase toda a audição. Porém, ele continua estudando o instrumento nas aulas com a professora Bruna (Tânia Costa) e o aparelho o ajuda a ter mais qualidade de vida.
A cena em que Pedro implica com a deficiência auditiva de Tarcísio deve ser exibida no capítulo do dia 07 de outubro. A próxima novela das seis, ‘Cama de Gato’, tem autoria de Duca Rachid e Thelma Guedes, e supervisão de texto de João Emanuel Carneiro. A direção de núcleo é de Ricardo Waddington, a direção-geral de Amora Mautner e a direção de Gustavo Fernandez, André Felipe Binder e Roberto Vaz.

Foto:( TV Globo / João Miguel Júnior )
Fonte: Bem Paraná

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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Série Sem Limites a partir de hoje na Band

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A partir desta segunda-feira, 27, o JORNAL DA NOITE vai exibir a série especial “SEM LIMITES”. São 30 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência. É toda Austrália, ou 2 vezes a população de Portugal...

A série vai abordar alguns dos principais assuntos de pessoas que nasceram ou que adquiriram deficiências. Doenças não cuidadas que causam cegueira, acidentes domésticos, de trânsito.

Serão 4 capítulos
SEGUNDA: Atitude (como interagir e perceber cegos, surdos ou cadeirantes)
TERÇA: Comunicação (equipamento desenvolvido em Curitiba que identifica as cores das roupas, cardápios e a magia do Braile).
Quarta: Acesso (ruas, vagas de estacionamento e transporte público).
QUINTA: Educação (estímulos e apoio secundário a escolas regulares)

TENHO CERTEZA QUE A PARTIR DESTA SÉRIE VOCÊ VAI COMPREENDER MELHOR E ENXERGA-LOS. "TEM COISAS QUE A GENTE SÓ ESCUTA VENDO”.
Para saber mais sobre o assunto sugiro 2 livros que nos deram asas :

“Feche os olhos para ver melhor” – Os limites dos sentidos e os sentidos dos limites, do músico Sergio Sá.


Questão de limites

Limites são medidas subjetivas, fruto de nosso próprio julgamento.
Limitações seriam imposições objetivas, impedimentos com os quais temos de lidar independentemente dos critérios que aplicamos sobre nós mesmos.
Limitações geram limites, mas a recíproca nem sempre é verdadeira.

“ Vai encarar ? A nação quase invisível de pessoas com deficiência", de Claudia Matarazzo com consultoria de Mara Gabrilli

Fonte: http://www.izabellacamargo.blogspot.com

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Depoimento: PAUÊ

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Ele soube seguir o seu caminho mesmo sem as duas pernas



Fonte: Viver a Vida ( 28/09 )
Globo Vídeo

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Eu posso

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Mesmo que o mundo caísse e sobre nós explodisse destruindo o que era nosso,

EU POSSO...

Mesmo que eu me desabasse e nada mais me sobrasse senão ver tudo em destroço,

EU POSSO...

Mesmo que abismos medonhos enterrem todos os meus sonhos nas profundezas de um fosso,

EU POSSO...

Mesmo que todas pessoas neguem minhas coisas boas, nem por isso eu me alvoroço,

EU POSSO...

Mesmo que a fome do mundo caia em mim neste segundo, ainda assim hoje eu almoço,

EU POSSO...

Mesmo que a minha doença seja grave, de nascença, pelo poder do Pai-Nosso

EU POSSO...

Mesmo que um grande fracasso queira barrar o meu passo, eu não paro e não acosso,

EU POSSO...

Mesmo que eu seja um vencido muito cedo envelheço, eu subo, eu sigo, eu remoço,

EU POSSO...

Eu posso renascer agora, eu posso refazer a aurora...
Eu posso iluminar o meu caminho, eu posso dar a mão ao meu vizinho...
Eu posso beijar o esfarrapado como beijo as flores deste prado...
Eu posso ter um mundo de riqueza, eu posso ver a Deus na natureza....
Eu posso encher de amor o coração, e fazer desta vida uma canção....
Eu posso --e sei que eu preciso -- fazer da vida um paraíso...
Eu posso - é a força da energia que explode em mim e se irradia...
Eu posso - é a oração da Divindade que produz em mim a realidade....
Eu posso erguer os olhos para o céu e ver tudo branco como um véu....
Eu posso reconstruir a minha casa eu posso ter tudo o que me apraza....
Eu posso renovar a minha saúde, pois na vida não há nada que não mude...
Eu posso -- é a oração bendita da minha força infinita...
Eu posso perdoar meu inimigo porque vem a mim tudo o que eu bendigo...
Eu posso fazer da vida uma festa por todo o tempo que me resta....

EU POSSO...

EU POSSO...

EU POSSO...

VOCÊ PODE...

NÓS PODEMOS ....!



Fonte: http://veveloso.spaces.live.com/

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Estado de São Paulo seleciona estudantes atletas para participar das Paraolimpíadas Escolares - 2009

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Até o mês de outubro, o Governo do Estado de São Paulo, por meio das Secretarias dos Direitos da Pessoa com Deficiência, de Educação e de Esporte Lazer e Turismo e do Comitê de Apoio ao Paradesporto, realiza competições seletivas no estado para definir os estudantes atletas com deficiência que irão compor a equipe paulista para participar nas Paraolimpíadas Escolares - 2009, a serem realizadas entre os dias 10 e 15 de novembro em Brasília.
A delegação de São Paulo levará, no máximo, 96 atletas para a competição nas categorias: atletismo (24 atletas), bocha (16), judô (18), natação (20) e tênis de mesa (18). O Comitê de Apoio ao Paradesporto definiu como critério para participação dos alunos na competição seus melhores resultados técnicos, além de considerar apenas os resultados dos atletas que participarem em uma série de 11 eventos estaduais.
Os próximos eventos a acontecer são: as Seletivas de Jaboticabal, nas categorias atletismo e tênis de mesa, no dia 1º de outubro; a Etapa Paulista de Bochas, em Mogi das Cruzes, nos dias 3 e 4 de outubro; e campeonato de judô em São Paulo, em dia a ser definido.

Paraolimpíadas Escolares

As Paraolimpíadas Escolares, já realizadas em 2006 e 2007, destinam-se exclusivamente aos alunos com deficiência nas áreas da Deficiência Física, Deficiência Intelectual e Deficiência Visual, entre 12 e 19 anos e que estejam matriculados e freqüentando o ensino fundamental ou médio.
O evento, organizado pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro em parceria com o Ministério do Esporte é a única competição válida para fins de Bolsa Atleta Escolar. Na edição de 2009, aproximadamente 1,2 mil pessoas de 20 estados e o Distrito Federal estarão envolvidas nas disputas , entre atletas, técnicos e guias

Fonte: Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência

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Vida e conquistas de Herbert Vianna viram filme

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'Herbert de perto' retrata o líder dos Paralamas do Sucesso.
Longa-metragem deve chegar aos cinemas 9 de outubro

Com estreia nos cinemas prevista para dia 9 de outubro, o documentário "Herbert de perto" promete revelar a intimidade do líder dos Paralamas do Sucesso.
Em fevereiro de 2001, o ultraleve que Herbert pilotava caiu no mar, em Mangaratiba, no litoral fluminense. O acidente matou a mulher de Herbert, Lucy, e causou lesões neurológicas graves no cantor.
Dirigido por Roberto Berliner e Pedro Bronz, o documentário mostra a trajetória do músico desde o lançamento dos Paralamas, nos anos 1980, até sua luta pela recuperação e o surpreendente retorno aos palcos, em 2002. O longa mescla imagens de arquivo e entrevistas realizadas com pessoas próximas a Herbert, como seus companheiros de grupo, Bi Ribeiro e João Barone, seu irmão Hermano Vianna e o amigo Dado Villa-Lobos.
Em um dos momentos mais emocionantes, o filme revela um depoimento de Herbert de mais de dez anos antes do acidente, em que ele afirma: "Acho que eu sempre consegui todas as coisas que eu quis e não vejo nada que eu não me sinto capaz de conseguir. Mesmo se a gente parasse e acontecesse uma tragédia, eu ia começar de novo e ia conseguir tudo de novo".


Fonte: G1

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Um Motorista Especial de Carreta

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A história de uma vida, de muitas lutas, quebra de barreiras e superação em um livro muito especial, carregado de sensibilidade e muita força.

Um Motorista Especial de Carreta, nos conta a história de Hermes de Oliveira da Silva, que saiu da cidade de Boa Esperança no Paraná, para ser um motorista de carreta especializado, e que aos 26 anos sofreu um acidente que o deixou paraplégico.
O que para muitos seria o fim, para Hermes foi só o começo, através de muita reabilitação, Hermes hoje é escritos, compositor, integrante da Escola de Samba Leandro de Itaquera, e piloto de Kart Adaptado.

Com apenas 33 anos, já escreveu sua biografia " Um Motorista Especial de Carreta ", por perceber que sua história é diferente e única no Brasil e não poderia ficar sem registro.
O livro nos conta a trajetória de superação e força e nos brinda com um relato de amor e garra pela vida!!!!


Hermes nasceu e cresceu na roça, trabalhando na agricultura. ( Hermes é o primeiro do lado direito)


Mudou-se para São Paulo, onde se profissionalizou Motorista de Carreta Especializado em Transporte de Produto Perigoso ( MOPP )
É piloto da CBA ( Confederação Brasileira de Automobilismo ). Participa da categoria Parakart, a única realizada com regularidade que disputa a Copa São Paulo de Kart e participou pela primeira vez do Campeonato Brasileiro de Kart em 2009.



Agradeço a colaboração do Hermes para realização deste post, cedendo as fotos e compartilhando sua história conosco.
www.allprinteditora.com.br

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Secretaria parabeniza surdos pelo seu dia

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A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência ressalta a importância do dia 26 de setembro 2009 em comemoração ao Dia Nacional do Surdo em São Paulo e em todo o Brasil, para valorizar a data dedicada por uma maior inclusão dos surdos na sociedade.
Dia Nacional do Surdo, um dia muito especial para todos - ouvintes, surdos, intérpretes, familiares, professores e amigos - que contribuem nessa luta junto à comunidade surda, visando a construir sua identidade no âmbito social, político e cultural com a perspectiva de desenvolvimento da criança surda e o objetivo de homenagear os surdos. Um dia em que são lembradas as reivindicações, lutas por melhores condições de vida, dignidade e cidadania, são lembrados os direitos e desafios da comunidade surda por trabalho, educação, saúde, lazer e esportes, bem como o pleno reconhecimento da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e da cultura Surda em todas as instâncias sociais.
No Brasil, o dia 26 de setembro é comemorado como Dia Nacional do Surdo, devido ao fato da data lembrar a inauguração da primeira escola para surdos no país, com o nome de Instituto Nacional de Surdos Mudos do Rio de Janeiro, inaugurado em 1857, atual Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines).
Não somente pelo fato desta data lembrar a inauguração da primeira escola para Surdos no País, mas pelas lutas, superações e conquistas, e entre as recentes conquistas alcançadas pela comunidade surda, destaca-se a oficialização no Brasil, em 2002, da Língua Brasileira de Sinais, instituída pela Lei Federal nº 10.436, de 24 de abril de 2002, assinada pelo então presidente da República, Fernando Henrique Cardoso. A lei estabelece a língua como meio de comunicação legal.
Um dia para homenagear quem não escuta e tem uma percepção especial de tudo que acontece à sua volta e para alertar a comunidade sobre a importância da língua de sinais. Um dia para mostrar que os surdos existem e que precisam de um espaço no qual falam a sua língua, compartilhem a sua vivência, as dificuldades que enfrentaram e as vitórias que conquistaram. É uma data para estimular os jovens e mostrar-lhes que podem chegar onde quiserem, encorajá-los a refletir sobre a questão da acessibilidade no ambiente de trabalho, na convivência social, entre outros, por meio de recursos como legenda e intérpretes de Libras, a fim de atender as necessidades diversas. É o começo para a melhoria das condições de cidadania da pessoa com deficiência
Parabéns a todos os surdos que constroem a sua história e a história do Brasil com garra e determinação.

Fonte: Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência

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Fórum de Empregabilidade da Pessoa com Deficiência

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Sérgio Mindlin comenta a importância da constituição de um fórum de empregabilidade da pessoa com deficiência. A proposta foi discutida em evento realizado na sede da Serasa Experian, em São Paulo, e aguarda a adesão de mais empresas.

Foi realizado no último 24/09, num evento na Serasa Experian, o primeiro encontro entre empresas, sociedade civil e governo para criar o Fórum de Empregabilidade da Pessoa com Deficiência, uma iniciativa da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo, da Serasa Experian e do Instituto Ethos. O objetivo é reunir num mesmo espaço de debate os três setores da sociedade – empresas, governos e ONGs – para discutir as possíveis soluções para a inclusão dos deficientes no mundo do trabalho.
A Lei 8213/91 que estabeleceu as cotas para deficientes contribuiu ao menos para pôr na pauta do empresariado a questão da inclusão das pessoas com deficiência. Mas ela ainda não produziu efeitos práticos na sociedade. Os deficientes continuam sem oportunidades no mercado de trabalho. A última versão (2007) do Perfil Social Racial e de Gênero mostra um retrocesso entre 2003 e 2007 nos cargos ocupados por deficientes.
Em 2003, havia 3,5% de deficientes em cargos de média e alta gerência. Em 2007, este número caíra para 2%. Como as soluções dependem de um esforço conjunto de toda a sociedade, o Fórum anunciado hoje pode se constituir no impulsionador desta mudança significativa no mundo do trabalho no Brasil.
Por isso, é importante participar já das próximas etapas de construção deste fórum. Para isso, basta enviar um email para programa.empregabilidade@br.experian.com

Fonte: Instituto Ethos

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domingo, 27 de setembro de 2009

Salto para uma nova vida

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André Edwald teve de reaprender a viver depois de um salto de pára-quedas malsucedido



Fonte: Depoimento da novela Viver a Vida ( 26/09 )
Globo Vídeos


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Grupo de dança formado por deficientes completa dez anos

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O grupo "Corpo em Movimento" completa dez anos de carreira. Os dançarinos são um exemplo de inclusão dos deficientes na sociedade. A data será comemorada com dois shows no Teatro Municipal de Niterói.




Fonte: Globo Vídeos

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A arte não tem limites....

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Um vídeo sensível, tocante, emocionante, vale a pena assistir, muito lindo!!!
Um ótimo domingo à todos....



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sábado, 26 de setembro de 2009

lll Congresso Internacional Avape de Reabilitação e Inclusão

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A AVAPE promove bienalmente o Congresso Internacional de Reabilitação e Inclusão, fórum de caráter interdisciplinar, voltado aos profissionais da iniciativa pública, privada, organizações não governamentais e fundações, que atuam em ações nas áreas de reabilitação e inclusão de pessoas com deficiência, gestão de organizações sociais, diversidade, responsabilidade social e programas sustentáveis.O encontro proporciona aos participantes o intercâmbio de conhecimentos, o contraste de experiências profissionais, a disseminação de modelo de rede socialbem como o debate de tendências, e a consolidação do trabalho integrado entre empresas privadas, órgãos públicos e organizações do terceiro setor, na construção de iniciativas responsáveis, sustentáveis, inovadoras e transformadoras, gerando oportunidades igualitárias e solidárias para a sociedade global.
O Congresso conta com participação de renomados especialistas, executivos de alta performance, representantes de organizações e órgãos financiadores, nacionais e internacionais, que apresentam temas voltados à tecnologia de reabilitação, capacitação e colocação profissional, com foco em responsabilidade social e desenvolvimento sustentável e inclusivo.



LOCAL:


Renaissance São Paulo HotelAlameda Santos, 2233 - São Paulo - SP

Acesso Acessível:Rua Haddock Lobo

Reservas de Hospedagem:
www.renaissance.com.br/saobr
e-mail: saopaulo@renaissance.com.br
Telefone: 0800-7031512

Você pode optar por dois formatos de participação:

Formato 01 - Pacote Completo
Fórum de Diversidade e Inclusão na América Latina e Encontro Internacional - Empreendedorismo Sustentável e Inclusãode 23 a 25 de Novembro de 2009, das 8h às 18h30

Formato 02 - Pacote Individual
Fórum de Diversidade e Inclusão para a América Latinadia 23 de Novembro de 2009, das 8h às 18h30

Encontro Internacional - Empreendedorismo Sustentável e Inclusãodias 24 e 25 de Novembro de 2009, das 8h às 18h30

Maiores Informações e inscrição acesse:

http://www.avape.org.br/congressointernacional/index.php?option=com_content&view=section&id=4&Itemid=4&lang=pt

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TRE: Deficientes têm dificuldade para votar em 77% das escolas

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Justiça Eleitoral pede providências aos governos estadual e municipal

Um levantamento do o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo revelou que 77% das escolas estaduais do interior do Estado apresentam algum tipo de problema, que impede o acesso de pessoas com deficiência aos locais de votação. .
Segundo o levantamento, feito entre maio e julho, a maior dificuldade encontrada pela Justiça Eleitoral é que as seções funcionam em salas de aula de escolas públicas e privadas que só são requisitadas no período de votação.
Em uma escola particular de Campinas, as adaptações foram feitas para as últimas eleições. As seções eleitorais foram transferidas para o primeiro andar e foram feitas rampas em todos os acessos.
Para evitar que portadores de deficiência sejam impedidos de votar nas próximas eleições, a Justiça Eleitoral solicitou providências aos governos municipais e estadual e aos responsáveis pelas escolas, segundo Cláudia Sperb, chefe do Cartório Eleitoral de Campinas.
O TRE informou que escolas municipais e particulares também apresentam algum tipo de problema de acesso.

O portador de necessidade especial precisa pedir que o título seja transferido para uma seção adaptada, mas para isso ele tem que ir pessoalmente ao cartório. O prazo vai até 5 de maio do ano que vem.

Fonte: http://eptv.globo.com

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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Auto-escola responde por não providenciar carro adaptado à deficiente físico

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Motorista deixou de fazer a prova prática, pois não havia carro adaptado para a sua necessidade especial

Por decisão do juiz da 19ª Vara Cível de Brasília, o Centro de Formação de Condutores Universo Ltda terá de indenizar em R$ 4 mil reais, a título de danos morais, um motorista que ficou impossibilitado de fazer a prova prática para obtenção da habilitação, pois a auto-escola contratada não providenciou carro adaptado à sua necessidade especial.
A prova prática estava marcada para o dia 20 de outubro de 2004 em Juína, no Mato Grosso. Frustrada a primeira prova, o Centro de Formação de Condutores transferiu o aludido exame para a cidade de Cuiabá, no Mato Grosso, sem o conhecimento do autor. Por ter poucos recursos, não conseguiu se deslocar até o local designado, já que teria que pagar despesas com locomoção, hospedagem e refeições, o que o impediu de concluir a última etapa do exame de direção.
Na peça de defesa (contestação), a auto-escola alegou que o autor deixou de fazer o exame prático por ter comparecido sem a prótese exigida, circunstância que lhe permitiria realizar a prova tanto em automóvel especial, quanto em convencional, já que fora treinado para isso. Diz que o próprio autor solicitou a mudança de local, e que o processo de habilitação pertence ao candidato e não à auto-escola, tampouco ao Detran da cidade de Juína (MT). Alega também que, em qualquer localidade da federação, estaria impedido de submeter-se ao exercício prático, caso não portasse prótese, além de sustentar que não assumiu o compromisso de disponibilizar um veículo adaptado para o requerente, fato informado na assinatura do contrato.
O caso foi decidido à luz do Código de Defesa do Consumidor, já que a relação que se estabeleceu entre as partes é de consumo. Segundo o magistrado, o Código Consumerista visa a impedir que um contratante, valendo de sua posição econômica, dite cláusulas que sejam desleais ou vexatórias para o outro ou ainda subtraia da parte hipossuficiente informações que pudessem desestimular a contratação.
Segundo o juiz, a auto-escola deixou de observar tais deveres ao não disponibilizar veículo adequado para a realização do exame prático que levaria o autor a obter a almejada habilitação. "Se o autor submeteu-se ao treinamento de direção sem a prótese exigida pelo órgão oficial, a ilação mínima que se pode obtemperar é que tal circunstância o levou a crer que dela não necessitaria no exame prático", assegurou o juiz. Além disso, diz o magistrado que laudo juntado ao processo considerou o autor "apto com restrições", com indicação de veículo adaptado ou com transmissão automática. Diante desse fato, diz o magistrado que cai por terra o argumento da ré quanto à não obrigação de disponibilizar veículo especialmente adaptado, uma vez que possuía a alternativa de ofertar veículo com transmissão automática para o autor, conforme resolução do Conselho Nacional de Trânsito.
Ainda segundo o juiz, a parte ré prestou serviço de forma defeituosa, impondo injusto e desproporcional gravame ao autor. "Tendo em vista suas expectativas e o longo tempo investido para obter a tão almejada habilitação veicular, não é plausível aceitar a assertiva de que o próprio autor teria ensejado, por conta própria, a transferência do exame para o Detran de Cuiabá (MT)", concluiu o julgador. A auto-escola terá de pagar ainda R$ 589,20 pelos danos materiais sofridos pelo autor, ou seja, o valor referente à restituição das parcelas pagas à auto-escola, já que prestou um serviço defeituoso. Por se tratar de relação de consumo, a ação foi ajuizada em Brasília, local de domicílio do autor (consumidor).

Fonte: TJDFT

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Negar deficiência de filho prejudica desenvolvimento, diz especialista

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Quando a pesquisadora Denise Crispim, 30, ouviu pela primeira vez de um médico que sua filha, Sofia, então com um ano, tinha paralisia cerebral, levou um susto. "Eu não acreditei. Pensava que ela era mais molinha por ser prematura."
Durante três meses, procurou diversos neurologistas até encontrar um de sua confiança. "As primeiras notícias são muito complicadas. O primeiro instinto é correr atrás de médicos para ouvir algo mais animador, uma espécie de cura", afirma.
Hoje, aos quatro anos de idade, Sofia frequenta uma creche municipal em Osasco, onde mora, e faz 12 sessões semanais de terapia -como fisioterapia, musicoterapia e hidroterapia. Fala, senta sozinha e consegue ficar em pé com apoio, enquanto aguarda a chegada de sua primeira cadeira de rodas -roxa, como ela gosta.
No dia da entrevista, Sofia estava proibida de assistir ao seu desenho favorito. O castigo veio porque a menina havia se recusado a fazer fisioterapia. "Isso já tinha acontecido antes, mas ela havia melhorado. Tenho que usar todos os recursos para convencê-la", diz a mãe.
Conscientemente, Denise procura educar a única filha para que ela tenha uma vida normal. "Tento dar uma educação que lhe permita ser independente e lidar com seus limites", diz. "Mas existem momentos em que o instinto de proteção é mais forte. Sei que ela não tem as defesas de crianças da mesma idade", justifica.
Festas infantis e passeios organizados pela escola, que incluem brincadeiras das quais a menina não consegue participar, são atividades que costumam ser evitadas. "Tento defendê-la do risco físico e também da parte emocional, evitando situações que possam causar sofrimento", afirma.
Para a psicóloga Ana Cristina Marzolla, em situações como essa uma possibilidade é a mãe ou o pai levar a criança ao passeio e intermediar o contato com as outras crianças. "Deixá-la em casa significa excluí-la."

Negação

Uma espécie de avesso da superproteção, a negação é outra maneira que os pais encontram para lidar com o diagnóstico de deficiência. "Alguns podem fazer de conta que está tudo normal e, com isso, não conseguem atender às necessidades específicas da criança", afirma a psicóloga da PUC-SP.
Segundo ela, muitos deles, de maneira consciente, incentivam o filho a se virar sozinho. "Aqueles que deliberadamente criam o filho para ser totalmente independente causam um ônus porque são muito exigentes, tratam-no como se ele não tivesse a deficiência. Os filhos se desenvolvem bem, mas se preocupam muito em ser aceitos", explica.
Mãe de João Lucas, 6, que ficou paraplégico devido a um tumor congênito que comprimiu sua medula, a advogada Adriana Dutra, 33, afirma que sempre procurou criar o menino com liberdade. Ele frequenta uma escola de esportes com crianças da mesma faixa etária e passou as últimas férias em uma colônia -em ambos os lugares, não havia outras crianças com deficiência. "Já que a situação dele é essa, dou a maior independência possível para ele ter qualidade de vida", diz.
Assim como João Lucas, o adolescente Gabriel do Rosário Mendes, 14, foi educado para ser como as outras crianças. Até os quatro anos, ele não falava nem sentava. Sua mãe, a recepcionista Ágda do Rosário Mendes, 40, deixou o trabalho de lado para levá-lo a sessões de terapia que tomavam praticamente o dia inteiro.
No fim da tarde, ela não abria mão, no entanto, de levá-lo com as irmãs mais velhas à pracinha próxima de casa. "Eu o colocava no balanço, no escorregador. Fazia de tudo para ele acompanhar e não se sentir diferente", recorda-se a mãe. Até na aula de judô Ágda o matriculou. "A fisioterapeuta não queria porque tinha medo de que ele caísse e se machucasse, mas deixei porque era uma alegria para ele", diz.
Nas horas vagas -o menino estuda e faz tratamento na Apae (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais)-, o único passeio que a mãe desautoriza é ir ao parque de diversões. O medo que ela sente e que impede o menino de ir a esses locais vem da época em que Gabriel sofria convulsões -oito anos atrás-, o que teria levado o neurologista a proibir esse tipo de brincadeira. "Ele me cobra até hoje", diz a mãe.

Mudança gradual

A família de Francisco Marotto Avelaneda, 17, descobriu que ele sofre de uma síndrome genética que causa a perda de movimentos há quatro anos.
"Em seis meses, ele passou para a cadeira de rodas e foi se despedindo de coisas como jogar bola e andar de bicicleta", afirma o pai, o publicitário Norberto Avelaneda, 54. No início, como o prognóstico era ruim -"O médico disse para deixarmos ele viver seus 13 anos porque não sabia quanto tempo ele teria", lembra-se-, a família chegou a mimá-lo em alguns aspectos, mas não cerceou sua liberdade. "De manhã, eu o levo para a escola porque cansa muito e é cedo, mas ele volta sozinho, de cadeira de rodas motorizada. Demora 30 minutos", diz o pai.
Quando Francisco não está estudando ou em atividade na Avape (Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência) e deseja passear, os pais avaliam com ele o trajeto a ser percorrido. "Aos poucos, estamos liberando. Sempre evitamos superprotegê-lo. Na equoterapia, por exemplo, ele anda sozinho e já caiu duas vezes."
Para o adolescente, no entanto, as coisas seriam diferentes se ele não tivesse essa síndrome. "Eu não precisaria avisar se cheguei ou se vou sair. E meus pais me tratariam como tratam meus irmãos [de 20 e 22 anos]."
O pai admite que a percepção do garoto está correta. "O Francisco não tem muita saída se acontecer algo com a cadeira na rua porque não tem força nos braços, o que não acontece com os irmãos."

Fonte : Folha de S.Paulo

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Chip ocular do MIT pode devolver visão a cegos

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Pesquisadores do MIT estão desenvolvendo um microchip que adere ao olho para recuperar a visão, e testes em humanos podem começar em três anos.

O chip, coberto em titânio para aguentar as torturas do corpo humano por 10 anos, gruda na parte externa do olho. Aparentemente, a lente do olho ainda é usada, mas a luz atinge eletrodos implantados que, por sua vez, fazem o chip transmitir imagens direto no nervo ótico.
Quem usar o chip ainda terá que usar óculos, mas não pelos motivos que você talvez imagine. Os óculos possuem uma fonte de energia que transmite energia para o chip sem precisar de fios.

Os pesquisadores admitem que as imagens geradas pelo chip não serão substitutos exatos para a visão normal, principalmente no começo, quando voluntários ajudarão a refinar os algoritmos do MIT. Mas o dispositivo teoricamente permitiria que uma pessoa cega andasse por um ambiente e reconhecesse rostos, o que tornaria interações sociais mais fáceis. [Wired via Newlaunches]

Fonte: Gizmodo

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"Tive que me virar"

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Jairo Marques fala do desafio na infância de ter de criar os próprios meios para sua independência

( Jairo Marques )
Lá em casa, a regra sempre foi conviver com a molecada, me sentir igual aos outros, aprender a me virar e a me preparar para o mundo mesmo sendo ele bem despreparado para mim, como é até hoje.
Apesar de a minha mãe ter as preocupações básicas de criar uma criança com deficiência, fui incentivado a criar meios de ser independente, de encarar os desafios da falta de acessibilidade e de me preparar para fazer com que o meu caráter se impusesse ao meu aspecto físico.
Nem após as cirurgias necessárias para minimizar os reflexos da paralisia infantil -fui vítima dela aos nove meses-, eu recebia proteção excessiva. Matar aulas porque estava usando gesso ortopédico, nem pensar. Era necessário me reabilitar, mas isso nunca foi justificativa para deixar meu preparo de vida para trás.
Poucas vezes escutava de algum parente: "Você não pode ir porque lá é cheio de escadas e você não vai se dar bem". Mas foram vários os incentivos do tipo: "Vai que, com jeitinho, você consegue. Se não der certo, você tentou".
Claro que encarar as limitações, sobretudo as severas, é um processo que gera desconforto, e nenhuma mãe quer que o filho seja vítima de preconceito ou passe por empecilhos.
Contudo, a proteção não pode ocultar a realidade a ser enfrentada. Aprender a se virar na infância pode garantir uma vida adulta com mais desenvoltura, sem que nos achem cheios de melindres.

Jairo Marques, coordenador-assistente da Agência Folha, é cadeirante e autor do blog http://assimcomovoce.folha.blog.com.br

Fonte: Folha de São Paulo

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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

.Marcos Rossi, um homem completo

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Depoimento na novela Viver a Vida - 24/09




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São Paulo recebe Encontro de Moda Inclusiva

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Evento mostra que além de responsabilidade social, investir em acessibilidade e produtos diferenciados pode ser um ótimo negócio
Qual mulher nunca se fez perguntas como: Com que tipo de roupa devo ir a alguns eventos? Quais são as cores, tecidos que mais combinam? Como me manter na moda, reciclando algumas peças de meu guarda-roupa?

Por trás de perguntas como essas que parecem tão simples, muitas dúvidas podem surgir. Como todas as mulheres, a mulher com deficiência visual também compartilha desse universo e tem as mesmas dúvidas sobre como manter-se elegante sem abrir mão de seu estilo próprio, pois é consenso que toda mulher, independente de sua condição visual, quer sentir-se elegante, na moda. Segundo o Censo do IBGE de 2000 o Brasil tem hoje mais 24,6 milhões de pessoas com deficiência sendo que mais de 2,5 milhões delas possuem deficiência visual.
Comportamento e Etiqueta, Escolha, Independência, Organização e Moda, O mercado da moda e a pessoa com deficiência visual como consumidora, Moda e Audiodescrição, Oficinas Temáticas sobre Moda, Estilo, Maquiagem e Cabelo. Todos estes temas, abordados pelo ponto de vista da inclusão, é o que encontrarão lojistas e mulheres com ou sem deficiência no I Encontro Estilo, Elegância e Equilíbrio. Promovido pela Fundação Dorina Nowill para Cegos, o evento acontece nos dias 30/09 e 01/10, em São Paulo, e será uma oportunidade para as pessoas ampliarem a visão sobre temas que até então pareciam distantes do universo da pessoa com deficiência visual. “Acreditamos, dessa forma, contribuir para tornar mais igualitária as oportunidades sociais e de escolhas, reafirmando que a cidadania das mulheres com deficiência visual acontece também nas situações mais cotidianas como a escolha de uma peça de roupa, a escolha de uma cor de batom, um par de óculos charmoso”, comenta Ika Fleury, coordenadora geral do evento e diretora executiva da Fundação Dorina.
Participam do encontro Dorina de Gouvêa Nowill (presidente emérita e vitalícia da instituição homônima), Rosângela Lyra (diretora da Dior no Brasil), Roberto Issa (Estilista), Ana Rita de Paula (psicóloga), Milla Mathias (consultoria de estilo), Miguel Gianini (proprietário das Óticas Gianini), Romy Tutia, (coordenadora do curso de Moda da FMU), Geraldo Lima (estilista, proprietário da Urânio) e Lívia Mota (audiosdescritora).
Por meio de oficinas, atividades práticas e reflexões o I Encontro Estilo, Elegância e Equilíbrio mostra que autonomia e independência, para as pessoas com deficiência, são sinônimos de cidadania e de dignidade. Esta parte da população brasileira consciente dos seus direitos e deveres partiu para a luta e ocupa hoje, os espaços que lhe são de direito. Como consumidoras representam uma parcela ávida do mercado que necessita receber o mesmo tratamento e atenção que qualquer outra pessoa.
Cientes da representatividade das pessoas com deficiência visual entre os consumidores brasileiros, cada vez mais empresas optam por identificar os seus produtos com o Braille, tornando-os acessíveis. “A verdadeira inclusão está na busca por um melhor atendimento para todos”, aponta Adriana Kravchenko, gerente de marketing da Fundação Dorina.
Para sua realização, o evento conta com o apoio da Associação de Lojistas da Oscar Freire, FMU - Faculdades Metropolitanas Unidas, da C&A Modas, da Fecomércio, da Natura Comésticos, da Ótica Miguel Gianini, da Loja Urânio, entre outros.
Aberto ao público em geral o investimento do curso é de R. Para clientes e familiares da Fundação Dorina Nowill para Cegos e outras instituições que atuam em prol dos deficientes visuais terão 40% de desconto

Mais informações sobre I Encontro Estilo Elegância e Equilíbrio pelo telefone (11) 5087-0970 com Glete ou pelo e-mail voluntariado@fundacaodorina.org.br.

Programação
30 de setembro de 2009 – quarta-feira – das 13h30 às 18h

Fecomércio – Teatro Raul Cortez
Avenida Nove de Julho, 285 – Bela Vista – São Paulo

13h30 – Abertura do evento

13h35 - Mesa Redonda: Comportamento e Etiqueta.

Participação: Dorina de Gouvêa Nowill, presidente emérita e vitálicia da Fundação Dorina Nowill para Cegos, Roberto Issa, estilista e Ana Rita de Paula, psicóloga.

15h – Mesa Redonda: Escolha, Independência, Organização e Moda.

Participação: Prof.ª Ms. Romy Tutia, coordenadora do curso de Moda da FMU, Milla Mathias, consultora de estilo, Miguel Gianini, proprietário das Óticas Gianini e Thays Martinez, presidente do Instituto Iris.

16h45 – Mesa Redonda: Olhar olhares - O mercado da moda e a pessoa com deficiência visual como consumidora

Participação: Rosangela Lyra, diretora da Dior no Brasil e representante da Associação de Lojistas da Oscar Freire, Prof. Ms. Geraldo Lima, estilista, professor da Anhembi Morumbi, proprietário da Loja Urânio e Prof.ª Dra. Lívia Mota, especialista em audiodescrição.

18h – Encerramento

01 de outubro de 2009 – quinta-feira das 08h30 às 17h30

Faculdade de Moda da FMU
Av. Lins de Vasconcelos, 3406 – Vila Mariana – São Paulo

08h30 às 12h - Oficinas Temáticas:

Oficina de Moda: Prof.ª Ms. Romy Tutia e Prof.ª Ms. Francisca Dantas Mendes – Faculdade de Moda FMU

Oficina de Estilo: Milla Mathias – Consultora de Estilo

Oficina de Maquiagem: Natura

12h às 13h30: Intervalo para almoço

13h30 às 16h - Oficinas Temáticas:

Oficina de Moda: Prof.ª Ms. Romy Tutia e Prof.ª Ms. Francisca Dantas Mendes – Faculdade de Moda FMU

Oficina de Estilo: Milla Mathias – Consultora de Estilo.

Oficina de Maquiagem: Natura

16h - Desfile de Moda com audiodescrição

17h30 – Encerramento

Fonte: Fundação Dorina

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Revista Sentidos - Edição 54

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Já está nas bancas a edição 54 da revista Sentidos, que traz Danieli Haloten e Wagner Santisteban na capa. Como sempre, a revista vem recheada de bons assuntos, e muita informação.

Tem uma reportagem bem interessante sobre Hardcore Sitting, o skate em cadeira de rodas, muita adrenalina e emoção, neste novo esporte que está surgindo.

Muito interessante também a matéria sobre células-tronco, uma esperança para muitas doenças.

Na última pagina, quadrinhos da turma da Febeca, de Victor Klier, uma forma descontraida e sensível de falar das pessoas com deficiência.

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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Mensagem: A FITA MÉTRICA DO AMOR

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Como se mede uma pessoa? Os tamanhos variam conforme o grau de envolvimento. Ela é enorme pra você quando fala do que leu e viveu, quando trata você com carinho e respeito, quando olha nos olhos e sorri destravado. É pequena pra você quando só pensa em si mesmo, quando se comporta de uma maneira pouco gentil, quando fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar o que há de mais importante entre duas pessoas: a amizade.

Uma pessoa é gigante pra você quando se interessa pela sua vida, quando busca alternativas para o seu crescimento, quando sonha junto. É pequena quando desvia do assunto.

Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma. Uma pessoa é pequena quando se deixa reger por comportamentos clichês.

Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento, pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas: será ela que mudou ou será que o amor é traiçoeiro nas suas medições? Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande. Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo.

É difícil conviver com esta elasticidade: as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos. Nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros, mas de ações e reações, de expectativas e frustrações. Uma pessoa é única ao estender a mão, e ao recolhê-la inesperadamente, se torna mais uma. O egoísmo unifica os insignificantes.

Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande. É a sua sensibilidade sem tamanho.

Martha Medeiros


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Modelos participam do Inclusion Fashion Day

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Desfile de moda inclusiva com peças confeccionadas para atender às necessidades das pessoas com deficiência

Encontro promovido pela CUT em São Bernardo defende que organizações sociais e sindicatos tenham comunicação e acessibilidade adequadas e voltadas a esses trabalhadores

Assegurar o cumprimento da Lei de Cotas, educação inclusiva com capacitação dos professores, redução da jornada de trabalho, fim das demissões imotivadas, sistema de garantias da previdência e participação nas conferências das Pessoas com Deficiência, da Educação, da Comunicação e das Cidades estão entre as principais resoluções do 2º Encontro Nacional dos(as) Trabalhadores(as) com Deficiência. O evento, promovido pela Secretaria de Políticas Sociais da CUT, também elegeu um Coletivo Nacional. O Encontro aconteceu nesta terça-feira (22), em São Bernardo do Campo (SP), e reuniu representantes dos de estados em que a Central já promoveu reuniões sobre deficiência.

“Nossa atuação é para criar uma sociedade inclusiva, que respeita, reconhece e atende as necessidades de todos os seus cidadãos”, afirma Expedito Solaney, secretário de Políticas Sociais da CUT. “Saímos com esta clareza do Encontro. Precisamos lutar pela acessibilidade e pela inserção das pessoas com deficiência.”

Um Ato Nacional de adesão à Campanha da Acessibilidade Siga essa Ideia, do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência (Conade), marcou o início das atividades na segunda (21), Dia da Luta Nacional das Pessoas com Deficiência. O documento foi firmado por 42 entidades e personalidades. A campanha Siga essa Idéia prevê a sensibilização e a mobilização da sociedade para a eliminação das barreiras – físicas, de relaçãoes interpessoais e de ausência de informação – que impedem as pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida de participar efetivamente da vida em sociedade.
“Faremos um esforço para que todas as peças de comunicação da CUT, por exemplo, tenham uma tiragem em braile. Outra medida é a questão de acessibilidade dos trabalhadores tanto nas organizações como nos sindicatos. Isto está no nosso plano de ação”, afirma Solaney. “Relacionaremos todas as deliberações do evento e vamos organizar o calendário de atividades de modo a pautar os pré-congressos estaduais da central. No próximo encontro nacional, previsto para 2011, teremos discutido amplamente a pauta”, acredita.
“Houve avanços significativos”, afirma Flávio Henrique de Souza, coordenador do Coletivo Nacional de Trabalhadores com Deficiência da CUT. “Temos 20 pessoas e nove suplentes no Coletivo. Além disso, o encontro reuniu 12 estados, o dobro em relação ao primeiro. Há uma evolução e amadurecimento do processo”, avalia.

Fonte: Rede Brasil Atual

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ALCOA RECONHECE O VALOR DAS DIFERENÇAS ENTRE AS PESSOAS

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Desfile de moda e outros eventos ampliam debate sobre tema na Empresa

O compromisso das empresas com a sustentabilidade é uma exigência diária da sociedade. Reconhecer e legitimar esses anseios tornou-se um exercício constante para as empresas que pretendem manter um diálogo positivo com a comunidade, atuando com responsabilidade social. O Programa Alcoa de Valorização da Diversidade, lançado no Brasil em 2007, foi planejado e estruturado com esse propósito. Um dos objetivos dessa iniciativa é atrair, desenvolver e reter as pessoas mais capazes de todas as culturas e setores da sociedade, com base em suas habilidades, respeitando as diferenças de opinião, estilos e idéias, fazendo com que o quadro de funcionários da Alcoa seja um reflexo mais fiel da composição da sociedade. “Somos diferentes em nossas formações, experiências e origens. É exatamente isso que gera uma troca de experiências e aprendizado contínuo. A valorização diária de todas as diferenças está alinhada com os planos e estratégias que traçamos para a Companhia”, explica Sílvia Dias, diretora de Recursos Humanos da Alcoa América Latina e Caribe.

“Considero o trabalho da Alcoa na área de valorização da diversidade um dos mais importantes para o País. A Empresa vem inovando ao incentivar que suas unidades criem espaços de diálogo efetivo com organizações da comunidade, de sua rede de relacionamento direto ou indireto. Com diálogo e cooperação tem sido possível alcançar resultados mais efetivos, por exemplo, em relação à ampliação do número de mulheres e de pessoas com deficiência, entre outros, junto ao público interno”, conta Reinaldo Bulgarelli, educador, consultor e autor do livro Diversos Somos Todos. “Já é possível perceber também que as experiências que o tema proporciona estão fortalecendo o desenvolvimento de líderes e equipes abertas à inovação, a interações de qualidade com todos os stakeholders. Isso é fundamental para uma empresa num mercado em rápido e profundo processo de mudanças”, completa.


Modelos participam do Inclusion Fashion Day, desfile de moda inclusiva com peças confeccionadas para atender às necessidades das pessoas com deficiência na unidade da Companhia em Poços de Caldas-MG

Desfile de moda e outros eventos ampliam debate sobre a Valorização da Diversidade na Alcoa Para ampliar esse debate nas localidades onde a Alcoa está instalada, foram realizados alguns eventos de conscientização sobre o tema. A unidade de Poços de Caldas realizou em Agosto o Inclusion Fashion Day, desfile de moda inclusiva com modelos confeccionados para atender às necessidades das pessoas com deficiência. Contribuíram para essa ação as estilistas Valéria Santos Porfirio, Stela Dias Fernandes, Julia Harumi Sato, Raissa Silva Paz, Bárbara Tornai Tella, Elenilda Duque e Ana Christina Gabos Colombo, além da parceria com a agência de modelos Kica de Castro. Participaram desse desfile sete modelos com deficiências motoras e visuais.

A iniciativa da proposta de moda inclusiva é da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo. Além dessa iniciativa, a Unidade está promovendo em Setembro o I Mês da Diversidade, evento que pretende mostrar que a Diversidade faz a diferença na localidade. Estão programadas cerca de 20 atividades sobre o tema na Unidade, intercalando atividades voltadas para o tema de inclusão de pessoas com deficiência e mulheres, como palestras, oficinas, exposições, mesa-redonda, bate-papo e apresentações artísticas de instituições e demais convidados.
O I Mês da Diversidade é uma iniciativa do Projeto de Inclusão “Ser Diferente é MAIS!” e da AWN-Alcoa Women’s Network (Rede de Mulheres da Alcoa). Em Agosto de 2008 a unidade da Alcoa em Itapissuma-PE promoveu a 1ª Semana da Diversidade, incluindo a participação da liderança local, funcionários, outras empresas e organizações da comunidade. “Foi uma experiência muito interessante. Tivemos a oportunidade de nos reunirmos com parceiros estratégicos, como consultorias de recrutamento e seleção, Senai, universidades, fornecedores, entre outros participantes”, diz Michael Humpert, diretor de Laminados da Alcoa. “Esse tema tem sido discutido há muito tempo na Alcoa, mas ainda temos muito a fazer”, completa.
Em Setembro do ano passado foi a vez da unidade da Alcoa em Santo André-SP promover o Dia Nacional da Pessoa com Deficiência, contando com a adesão de 85% dos funcionários. Na programação, debates e a participação de especialistas no tema. Institucionalmente, a Alcoa e outras 29 grandes empresas ampliaram o debate durante a constituição do Fórum Empresarial Brasileiro de Valorização da Diversidade. Na ocasião foram discutidas as melhores práticas e quais iniciativas devem ser destacadas nas organizações.
Além do Programa Diversidade, a Alcoa oferece redes de relacionamento globais para a inclusão de determinados grupos sociais, bem como para a discussão de temas relacionados ao interesse dessas comunidades. São eles: Alcoa Women’s Network - A Alcoa incentiva a promoção da diversidade e da inclusão social, sem tolerar qualquer tipo de discriminação ou assédio. No caso das mulheres, a Companhia promove o AWN-Alcoa Women’s Network (rede de relacionamento das mulheres da Alcoa), que tem como objetivo atrair talentos e aumentar a participação das mulheres em posições de liderança. Esse programa voluntário foi criado nos Estados Unidos em 2001 por um grupo de executivas. No Brasil,a AWN foi constituída em 2004.
AAHN - AlcoaAfrican Heritage Network - Rede de relacionamento global que visa a aumentar a participação de negros nas unidades de negócio da Alcoa. EAGLE - Employees at Alcoa Gay and Lesbian Equality - Rede de relacionamento global que fornece suporte educacional e social para os funcionários homossexuais

Além dessas iniciativas globais, há outras três no Brasil beneficiando os portadores com deficiência: - Projeto de Inclusão 'Ser Diferente é MAIS!'

O projeto 'Ser Diferente é MAIS!' é uma iniciativa da gerência do GBS (Centro de Serviços Compartilhados da Alcoa América Latina) e tem como objetivo proporcionar a inclusão dos funcionários PCDs, atuando nos seguintes aspectos: acessibilidade, acompanhamento psicológico individual e suporte para líderes e equipe. A iniciativa, agora expandida para a Fábrica de Poços, é coordenada por Raphaela Rodrigues. - Projeto Integrar - Reúne ações realizadas na unidade de Itapissuma-PE para colaborar com o processo de inclusão, capacitação e suporte pedagógico e psicológico das pessoas com deficiência. “Pretendemos, com o Programa Diversidade Alcoa, ampliar o retrato da sociedade brasileira onde a Companhia está instalada”, conclui Sílvia Dias.
Há 44 anos no Brasil, a Alcoa Alumínio S.A. é subsidiária da Alcoa Inc., líder mundial na produção e gestão do alumínio, que atua nos mercados aeroespacial, automotivo, embalagens, construção, transportes comerciais e no mercado industrial. Além de alumina e alumínio primários, a Alcoa fabrica produtos transformados como laminados e extrudados, bem como rodas forjadas, sistemas de fixação, fundidos de superligas e de precisão, estruturas e sistemas para construções. A Companhia possui aproximadamente 63 mil funcionários em 31 países e integra pela sétima vez consecutiva o Índice Dow Jones de Sustentabilidade.
A Alcoa foi eleita pela quinta vez consecutiva uma das empresas mais sustentáveis do mundo no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça e é uma das fundadoras da Parceria Americana pela Ação Climática (USCAP-United States Climate Action Partnership), uma associação composta por importantes companhias e ONGs ambientais norte-americanas que lutam pela redução significativa das emissões de gases causadores do efeito estufa. Na América Latina e Caribe, a Alcoa conta com mais de sete mil funcionários e opera em seis estados brasileiros – Pernambuco, Minas Gerais, Maranhão, Pará, São Paulo e Santa Catarina – incluindo uma nova mina de bauxita em Juruti-PA. Possui operações também na Jamaica, Suriname e Trinidad & Tobago. Além das usinas de Barra Grande e Machadinho, a Alcoa tem participação nos consórcios das hidrelétricas em construção de Estreito, na divisa do Tocantins e Maranhão; e Serra do Facão, entre os estados de Goiás e Minas Gerais.
Em 2009 a Alcoa foi incluída pela nona vez entre as Melhores Empresas para se Trabalhar no Brasil, pelo Instituto Great Place to Work. Em 2007 foi uma das "empresas mais admiradas do Brasil", segundo pesquisa publicada pela revista Carta Capital; e destaque no ranking das 500 Melhores Empresas da revista Dinheiro, em 2008. A mesma revista incluiu a Alcoa em sua lista das 50 Empresas do Bem. Também foi reconhecida no Guia de Boa Cidadania Corporativa 2006, publicado pela revista Exame, nas áreas de Valores e Transparência e de Governo e Sociedade. Mais informações sobre a Alcoa podem ser encontradas no site www.alcoa.com.br

Fonte: Pauta Social

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terça-feira, 22 de setembro de 2009

26 DE SETEMBRO DIA NACIONAL DO SURDO

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A Comunidade Surda Brasileira comemora em 26 de setembro, o Dia Nacional do Surdo, data em que são relembradas as lutas históricas por melhores condições de vida, trabalho, educação, saúde, dignidade e cidadania. A Federação Mundial dos Surdos já celebra o Dia do Surdo internacionalmente a cada 30 de setembro. No Brasil, o dia 26 de setembro é celebrado devido ao fato desta data lembrar a inauguração da primeira escola para Surdos no país em 1857, com o nome de Instituto Nacional de Surdos Mudos do Rio de Janeiro, atual INES-Instituto Nacional de Educação de Surdos.

Fonte: http://www.feneis.org.br

PASSEATA PELO DIREITO DO SURDO




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8º etapa do Campeonato Paulista de Parakart - Resultados

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Aconteceu no último sábado a 8º etapa do Campeonato Paulista de Parakart no Kartódormo da Granja Vianna, em São Paulo.
Havia a previsão de chuva, mas o dia permaneceu seco e a corrida transcorreu sem nenhum incidente.

Os pilotos que receberam troféu foram:

1º Raphael Rodrigues
2º Pacheco
3º Tales
4º Rodolfo
5º João Carlos Diaz

Apoiadores & Patrocinadores do Parakart:

- Tecper Fundações e Geotecnia Ltda
- Mingo Racing
- PH Eventos
- CBA - Confederação Brasileira de Automobilismo
- Kartódromo Internacional Granja Viana
- Refrigerantes Dolly
- Crescer Construtora
- Revista Reação

contato:
- Mingo: 9343-0025
- Neidyr: 5181-0716
Ou através do e-mail: ph@eventosph.com.br



Na foto Hermes de Oliveira, piloto e escritor, que colaborou neste post.

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Billy e o Movimento Superação

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Billy espera mudar a visão da sociedade em relação à pessoa portadora de deficiência



Fonte: Viver a Vida - 21/09/09
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Tigres Quadrugby

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Reportagem do dia 21 de setembro no programa Dia Dia sobre o time de rugby adaptado da Ong Viva as Diferenças.




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3ª Fashion Downtown trabalha com inclusão social

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A secretaria Municipal de Saúde deve distribuir 10 mil preservativos nesta semana e também orientar o público sobre os locais de testes rápidos de HIV, principalmente o CTA Henfil que fica na mesma região dos desfiles. “Nosso foco é divulgar os serviços, muitos nem sabem que a prefeitura distribui preservativos”, disse Breno de Souza Aguiar do setor de prevenção do Programa Municipal. Esta é a segunda vez que eles participam da atividade.

As ações de prevenção contam ainda com a colaboração, todos os dias do desfile, de “graffitis” (como os artistas preferem chamar a arte) de Bonga e Fred. Ambos fazem painéis para o público durante as manhãs no estande do Programa, com orifícios no lugar dos rostos e os expectadores são convidados a tirar fotografias.

Os cadeirantes foram destaque nos desfiles de segunda-feira.

Além da Prefeitura, há ainda a presença das ONGs Ecos – Comunicação em Sexualidade – e o Instituto Cultural Barong. “Muita gente pergunta sobre a camisinha feminina, que ainda é considerada um mito”, comentou Denis Scotti, do Barong. A instituição faz orientações para o público em geral sobre os principais métodos contraceptivos.

“Vim aqui de passagem e quis conhecer mais onde tem teste rápido. Fiz uma vez no ano passado”, disse a moradora da zona leste da capital paulista, Márcia*. Já o cabelereiro André Batista Cruz, 33, parou para olhar principalmente o estande do Barong. “Vim procurar mais novidades”, afirmou ele.

“O Fashion Downtown é uma forma de revitalizar o centro e ainda ajuda a empregar pelo menos 400 profissionais durantes os desfiles”, disse o organizador e idealizador Antonio Carlos Silveira. O evento que acontece duas vezes ao ano faz o comércio na região aumentar em 15%, segundo ele.

A terceira edição da Semana de Moda no Centro Paulistano espera mais de três mil pessoas diariamente para participar de manifestações artísticas, sociais e culturais.

Serviço: 3ª Fashion Downtown
Data: 21 a 25 de setembro
Horário: das 10h às 17h
Local: Praça Patriarca (centro de São Paulo, próximo ao Viaduto do Chá)

Fonte: http://www.agenciaaids.com.br
Foto: Modelo Denise Ferreira


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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência é celebrado em Copacabana

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Cadeirantes, deficientes visuais, pessoas com Síndrome de Down. Cerca de 40 mil pessoas se reuniram na Praia de Copacabana, neste domingo (20), para chamar atenção sobre os direitos dos deficientes.

Esta segunda-feira (21) é Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, e para celebrar a data, cerca 40 mil pessoas se reuniram no domingo na orla de Copacabana.
Cadeirantes, deficientes visuais, pessoas com síndrome de down, estavam todos reunidos para chamar atenção para a importância da inclusão social e os direitos das pessoas com deficiência. A caminhada foi organizada pelo Movimento Superação e pela entidade Espaço Novo.
“Nós queremos ter os mesmo direitos, a uma vida digna, justa e acessível, ao trabalho, ao emprego, ao esporte, a cultura, ao lazer, a educação. Esse é o nosso foco principal hoje”, diz a coordenaora do evento, Mena Gonzalez.
O deficiente visual Marco Antônio lembrou as dificuldades que os deficientes têm que enfrentar para conseguir entrar no mercado de trabalho.
“O importante é a inclusão, é o empresário acreditas não no potencial, mas nas realizações mesmo da pessoa com deficiência”, conta o especialista em informática.
Barreiras que muitas vezes estão também nas ruas: “As ruas não têm rampa em nenhum lugar, as pessoas estacionam em lugar de cadeirante. Tudo isso é muito complicado”, reclama a administradorea de empresas Daniela Teixeira.
Segundo o o IBGE, mais de 24 milhões de pessoas tem algum tipo de deficiência física ou mental em todo o Brasil.
“Superação para mim é de ter força de vontade de que querer é poder. A gente não pode desistir porque agora é a luta”, dia a jornalista Fernanda Honorato que tem síndrome de down.
Neste Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, um evento da prefeitura do Rio, na Lagoa, vai demonstrar como os cães ajudam muitas pessoas a superar limites. É a chamada cinoterapia.
Trata-se de um belo trabalho feito geralmente com os cães geralmente das raças labrador e pastor alemão. Os animais são utilizados para tratar a deficiência intelectual e também física.
“A terapia funciona facilitando a relação da criança com outras pessoas e com elas próprias, melhorando a linguagem, a relação interpessoal, a postura. É um trabalho de muito prazer que favorece um desenvolvimento global”, explica Isabel Gimenes da
Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência.





Fonte: Globo Vídeos - Bom dia Rio

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Universitária cega conta como superou dificuldades para conseguir estudar

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Estudante chegou a andar descalça para conseguir identificar o prédio.
Dificuldades dos deficientes são lembradas nesta segunda-feira (21).

Para aprender a circular pela universidade onde cursa o 5º ano de teologia, Kary Janaína Sales, 29 anos, passeou descalça pelo prédio, tateou as paredes e ficou amiga dos seguranças da instituição. Ela precisou, ainda, superar a falta de estrutura da faculdade para recebê-la. Hoje, totalmente inserida na rotina de um universitário comum, ela comemora e se tornou funcionária da própria entidade.
No entanto, a situação de Kary não representa a realidade de todos os 6,8 mil estudantes portadores de deficiência, matriculados em instituições de ensino superior no Brasil. O dado é do Ministério da Educação (MEC).
Para que mais pessoas com deficiência consigam fazer parte da rotina de uma sociedade, o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência (Conade) organiza diversas ações nesta segunda -feira (21), Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência. Ao lado de outras entidades que lutam pela acessibilidade dos deficientes, estão programados eventos em todo o país com os temas cidadania e acessibilidade para todos.

Inclusão social

Quando entrou na Universidade Metodista de São Paulo, em São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo, Kary não tinha acesso aos livros do seu curso por falta de material adaptado.
Hoje, a estudante, que é cega de nascimento, é funcionária da biblioteca digital para pessoas com deficiência visual. Os livros são digitalizados e disponibilizados para que os alunos ouçam o conteúdo.
“Quando eu cheguei, os professores não estavam preparados para me receber. Eles ficaram um pouco perdidos porque ainda não tinham convivido com cegos. Mas, nas escolas, a literatura sempre é o maior problema”, diz Kary, que veio sozinha de Rondonópolis (MT).
A mesma sorte não teve Marcio Aguiar, que foi desmotivado a fazer o curso de fisioterapia pela própria faculdade já na inscrição do vestibular. “Eles me falaram que a instituição, que é particular, não tinha como me atender e que era para eu procurar outra universidade.”
Aguiar insistiu e diz ter provado à instituição que, mesmo cego, ele é tão capaz como qualquer outro aluno. “A partir do meu exemplo, a faculdade começou a investir em acessibilidade e inclusão. Eu me formei entre os melhores da turma.” A experiência motivou o fisioterapeuta a se engajar nos movimentos para garantir os direitos de inclusão e hoje ele é conselheiro do Conade e representante do Centro de Vida Independente (CVI).

Eventos

Entre os eventos que celebram o Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência, está a inauguração do Circuito das Árvores, no Parque Villa-Lobos, às 14h, com a secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Linamara Rizzo Battistella. A passarela elevada, que chega até 3,5 metros de altura e extensão de 120 metros, que foi construída no local, permite o acesso de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.
No Teatro Cacilda Becker, no centro de São Bernardo do Campo, o Conade e a Central Única dos Trabalhadores (CUT) promovem uma palestra sobre acessibilidade e cidadania, às 18h. “Nosso objetivo é divulgar e conscientizar sobre a necessidade da acessibilidade no aspecto mais amplo da palavra. Tivemos grandes avanços, mas podemos avançar muito mais”, diz o vice-presidente do Conade, Isaias Dias.
No Rio de Janeiro, o governador Sérgio Cabral (PMDB) assina a adesão à campanha de acessibilidade do Conade e a agenda social do governo federal para pessoas com deficiência. O evento será às 10h no Palácio da Guanabara.
Para discutir os projetos de lei que propõem o Estatuto da Pessoa com Deficiência, o Conade promove, de 28 de setembro a 20 de outubro, encontros em todas as regiões do país.

Fonte: G1

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