
sábado, 31 de janeiro de 2009
TURMA DA FEBECA

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Empresários

A Integrare é uma associaçao empresarial que promove negócios entre suas grandes associadas e micro,pequenas e médias empresas fornecedoras de produtos e serviços pertencentes à empresários que tenham algum tipo de deficiência, afro-descendentes ou índigenas.O objetivo é gerar o crescimento e desenvolvimento dessas pequenas empresas que terão a chance de oferecer seu produto ou serviço para as grandes associadas como por exemplo: Coca- cola Brasil, Du Pont, Banco Real , Unilever, etc.
Apoiadores: SEBRAE, BID,FIESP, etc
Você só tem beneficios, a custo zero!
Para ser um fornecedor credenciado é só acessar o site e preencher o formulário.
Você supera desafios pessoais e profissionais todos os dias. Agora chegou a hora de mostrar este talento
www.integrare.org.br
Contran regulamenta estacionamento destinado a idosos e portadores de deficiência

Em relação às pessoas portadoras de deficiência e com dificuldade de locomoção, o prazo de validade da credencial será definido pelo órgão emissor. A credencial deverá estar no painel do veículo ou em local visível. Em caso de irregularidades, como por exemplo, se for constada que a vaga não foi utilizada pelo credenciado o documento poderá ser suspenso.
O uso das vagas em desacordo com as normas será considerado infração leve que prevê multa de R$ 53,21, três pontos na Carteira Nacional de Habilitação e a remoção do veículo. Os órgãos de trânsito terão 360 dias para adequarem as áreas de estacionamento destinados o uso exclusivo de pessoas idosas e portadoras de deficiência com dificuldade de locomoção.
Fonte:http://www.jusbrasil.com.br/
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Espetaculo Zoom È Inclusão
Olha o espetaculo que eu te falei...Bjs
ZOOM É INCLUSÃO, RALAÇAO, EMOÇAO, INDIGNAÇÃO, SUPERAÇÃO E CORAÇÃO!!!MUSICAL ZOOM
Dirigido por Deto Montenegro e Tchello Palma12, 13, 26 e 27 de FEVEREIRO 21hTeatro Dias GomesRua Domingos de Moraes, 348Vl. Mariana
Bike Tour inclusivo do último domingo

O Bike Tour é um passeio ciclístico realizado anualmente em Portugal e na Espanha, que já contou com a participação de 40 mil pessoas. Aqui no Brasil, o evento aconteceu na capital paulista, no domingo passado (25 de janeiro) e fez parte das comemorações dos 455 anos de São Paulo. Cerca de 5 mil pessoas fizeram o passeio, que foi patrocinado pela Vivo.
Segundo a coordenadora de projetos do Instituto Vivo, Bianca Dreyer, esta é a primeira vez que o Bike Tour é realizado no Brasil. "Seu objetivo é divulgar o conceito básico de pedalar por uma boa causa a de obter vida saudável e colaborar para um meio-ambiente melhor", diz a Bianca, ressaltando que todos os eventos patrocinados pela operadora busca desenvolver ações de inclusão social. "Iniciativas como essa fazem com que a pessoa com deficiencia sinta-se cada vez menos excluída."
O Bike Tour inclusivo como foi denominado pela Vivo contou com a participação de 12 pessoas com deficiência - 5 deficientes visuais, do Balé de Cegos Fernanda Bianchini, e os demais são funcionários com deficiência da própria operadora.
"Incrível essa nova "velha" experiência. Estar sentindo o vento no rosto novamente", diz o assistente administrativo, que trabalha na Vivo, Vagner do Nascimento, de 36 anos, paraplégico por ferimento com arma de fogo. "Foi a experiência mais fantástica, porque andei de bicicleta com todo mundo e como todo mundo pode."
Outro participante do Bike Tour Glauber Marcos Oliveira Santos, 27 anos, que também é paraplégico conta que sempre gostou de andar de bicicleta e que sentia muita falta de pedalar depois da lesão. "Adorei a experiência e com certeza foi um dos dias mais feliz da minha vida. Quando fiquei paraplégico não imaginava que ainda pudesse andar de bicicleta e esse evento me proporcionou essa realização. O que para muitos é um simples passeio para mim é também uma enorme conquista."
Os participantes realizaram o percurso de 10km por meio de bicicletas adaptadas. Partiram da Ponte Espraiada, em direção a Universidade de São Paulo - USP.
site: http://www.saci.org.br/
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Comunicação acessível - Projeto prevê planos de celulares mais baratos para deficientes - 22/1/2009 - Sentidos
Comunicação acessível
Projeto prevê planos de celulares mais baratos para deficientes
Para permitir que pessoas com deficiência auditiva ou de fala paguem menos ao utilizarem celulares para se comunicar por meio de mensagens de texto, o senador Flávio Arns (PT-PR) apresentou em junho do ano passado um projeto de lei que aguarda votação na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Ao defender a aprovação da matéria (PLS 238/08), o senador afirma que o uso das mensagens de texto, mais conhecidas como "torpedos", tornou-se um um recurso "extraordinariamente útil para os portadores dessas deficiências, pois possibilitou a essas pessoas comunicar-se livremente, a qualquer tempo e em qualquer local". Mas ele argumenta que, para que tal inovação tecnológica realmente esteja acessível aos mais pobres, é necessária a oferta de planos específicos, de baixo custo, àqueles que usem exclusivamente as mensagens de texto.
Com esse objetivo, a proposta de Flávio Arns acrescenta um inciso ao artigo 3º da Lei Geral de Telecomunicações (Lei 9.472, de 16 de julho de 1997). O inciso determina que os usuários de celulares terão direito "a plano alternativo de serviço, com tarifas reduzidas, tanto pós-pago quanto pré-pago, para atendimento específico de pessoas com deficiência auditiva ou da fala, por meio de mensagens de texto".
Direito desrespeitado
O senador destaca que, na verdade, a obrigatoriedade desse tipo de serviço já existe e está prevista no Regulamento do Serviço Móvel Pessoal, publicado pela Anatel. No entanto, ressalta ele, a norma não vem sendo cumprida, "em virtude da despreocupação das empresas responsáveis pela execução do serviço". "Trata-se, portanto, da privação de um direito já previsto em regulamento existente", reitera Flávio Arns em defesa do projeto.
O relator da matéria na CDH é o senador César Borges (PR-BA), que ainda não apresentou sua análise sobre a proposição. Após ser examinado nesse colegiado, o texto ainda terá de ser votado, em decisão terminativa, na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT). As informações são da Agência Senado.
domingo, 18 de janeiro de 2009
Primeira Copa São Paulo de Kart Adaptado
http://www.excelenciaglobal.com.br/
KART ADAPTADO
Criatividade rompe barreiras e permite que deficientes físicos acelerem nas pistas
Muitas vezes nem mesmo um acidente grave consegue afastar um piloto das pistas. Menos de 90 dias depois do terrível acidente do GP da Alemanha, em Nurburgring, em 1976, o austríaco Niki Lauda já estava pilotando sua Ferrari novamente. No kartismo não é diferente. A categoria já tem até um equipamento criado especialmente para paraplégicos, provando que a paixão pelo esporte e a vontade de acelerar não têm limites.
O primeiro modelo brasileiro foi desenvolvido pelo piloto paraplégico William Peetz e era usado em circuitos indoor. No Rio de Janeiro, a equipe Superbus partiu do mesmo projeto e criou um kart de competição para Diego Maia, que perdeu os movimentos das pernas num acidente no Kartódromo de Juiz de Fora, em 1995. Atualmente ele participa do Campeonato Regional da Barra, e corre na categoria Kartsport.
O responsável pela montagem do equipamento carioca é o chefe de equipe e preparador Jorge Eduardo Ferraz. O ponto de partida foi um chassi Mega e as modificações levaram cerca de 15 dias para serem feitas. "Não é complicado, é uma questão de criatividade. As peças são todas adaptadas, dá para fazer tranquilamente na própria oficina", diz Jorge.
Freio e aceleradorOs comandos de freio e aceleração são transferidos para as mãos, por isso o volante é bem diferente. Além disso, os dois são invertidos. Acelerador fica na mão esquerda, já que o movimento é mais constante. O freio foi para o lado direito, pois exige mais força. "No início é bem chato. Com o pé é mais fácil. Depois que você se acostuma, é fácil retomar a aceleração com a mão esquerda e frear em cima. Eu também faço exercícios com uma bola fisioterápica para fortalecer minhas mãos. São fundamentais.", conta Diego. O kart adaptado também requer mais reflexo. É preciso coordenar os movimentos das mãos, para não soltar o volante. No kart criado por William Peetz, o acelerador é igual ao de uma moto. Jorge preferiu adaptar o controle de uma bicicleta para facilitar o trabalho do piloto. "Era muito complicado virar a mão enquanto acelerava, desse jeito é só apertar. Exige só um pouco mais de força", diz Diego. A ligação do cabo do acelerador é normal ele só fica direcionado para o volante. O freio mistura elementos. O cilindro mestre é de motos, a pinça e as tubulações são de karts convencionais.
MotoresOs motores ideais são os quatro tempos. Mais lentos, eles trepidam menos e o piloto não é "jogado" nas curvas. "Como quem usa esse kart geralmente passou por operação na coluna é preciso evitar o risco de mais lesões", conta Diego. Outro fator importante é a embreagem. Ela não deixa que o motor apague em caso de rodadas e é possível voltar à pista sem necessidade de ajuda.
ChassiO chassi não sofre nenhuma alteração significativa. Apenas os pedais são removidos e o assoalho do kart recebe dispositivos de proteção para as pernas, que precisam ser imobilizadas. "Elas podem ser jogadas num solavanco e bater nos pneus", explica Diego. No modelo de William, elas ficam presas por fitas de velcro. No kart usado por Diego Maia, são sustentadas por duas canaletas e fixas também com velcro.
http://www.allkart.net
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
SAÚDE: Célula-tronco cura hemofilia em roedor
Num estudo publicado na revista científica "PNAS" (www.pnas.org), cientistas mostram que conseguiram criar células-tronco reprogramadas que permitiam aos camundongos hemofílicos produzir as proteínas que lhes faltavam. Isso possibilitou que os animais parassem de sangrar após serem feridos.
Os pesquisadores, liderados por Yupo Ma, do Instituto do Câncer de Nevada (EUA), usaram células da pele humana (fibroblastos) e as reprogramaram para se tornarem capazes de produzir a proteína Fator VIII, crucial para a coagulação. Em seguida, injetaram as células alteradas no fígado dos animais hemofílicos.
Sete dias depois, os camundongos tratados já produziam a proteína em quantidade suficiente para parar uma hemorragia quando suas caudas eram feridas. Já os camundongos que não receberam o tratamento, mas foram feridos, morreram após algumas horas.
Os roedores que passaram pela terapia produziram apenas cerca de 16% da quantidade de Fator VIII, se comparados com camundongos saudáveis. Porém, isso parece ter sido suficiente para prevenir a hemorragia e inverter o principal sintoma de hemofilia A.
Os autores da pesquisa ressaltam que não observaram a formação de tumores nem de outros problemas patológicos induzidos, até o momento. Porém, afirmam que é necessário acompanhar a vida desses roedores para verificar se a terapia terá efeitos adversos.
O trabalho fez uso da técnica do cientista japonês Shinya Yamanaka, da Universidade de Kyoto, que criou as chamadas células-tronco pluripotentes induzidas (iPS, em inglês) a partir de células adultas.
O feito tinha sido obtido pela primeira vez em meados de 2006, com células de camundongo. Em 2008, dois grupos independentes de cientistas divulgaram ter conseguido fazer com que células humanas adultas da pele passassem a agir como se fossem as versáteis células-tronco embrionárias.
Esse tipo de terapia experimental tem ganhado espaço não só por sua eficácia, mas também por evitar o controverso -e burocrático- uso de embriões para pesquisa. Muitos grupos religiosos qualificam como aborto a prática de destruir embriões excedentes de clínicas de fertilização para extrair células-tronco.
Se as iPS um dia poderem ser usadas em humanos, terão ainda uma terceira vantagem. Como elas podem ser derivadas de células adultas do próprio paciente, isso minimiza os efeitos colaterais relacionados à rejeição imunológica. Segundo o estudo, esse tipo de terapia de pode também ser útil em outros tipos de doenças genéticas.
Tentativas anteriores de terapia genética para tratar a hemofilia falharam por uma série de razões, incluindo a rejeição pelo sistema imunológico. (Folha de S. Paulo)
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Mara Gabrili
Obrigada pelo e-mail.
Existem algumas cidades litorâneas no Brasil que já estão melhor preparadas para receber as pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. É o caso de Santos e de São Sebastião, por exemplo, ambas no litoral paulista. Em São Sebastião, a Prefeitura fez reformas nas praças e vias principais da cidade, assim como em Santos, porém não são todas as praias que têm rampas. Gosto também de Ilhéus na Bahia, me sinto muito bem acolhida na cidade. No Rio de Janeiro foi aprovada uma lei que obriga os postos de salvamento a terem cadeiras de rodas especiais, capazes de se movimentar na água e na areia.
Geralmente o acesso é melhor nas praias em centros urbanos, pela facilidade que a estrutura da própria cidade oferece com calçadões e ciclovias. No entanto, a maior parte das praias brasileira procura preservar o ambiente natural, selvagem e com muita vegetação nativa, além da topografia acidentada que dificulta obras de acessibilidade. Para uma pessoa cadeirante, alcançar sem ajuda as nossas praias, especialmente as de areia fofa, é uma tarefa quase impossível.
É uma equação complexa que precisa ter um resultado positivo de preservação da natureza e realização de adaptações. É bem diferente no caso das cidades e de suas edificações. Não podemos deixar de exigir acessibilidade dos resorts, hotéis e restaurantes, assim como vagas de estacionamento reservadas nas vias públicas. Mas para 'reformar' as praias é preciso ter cautela.
Acho que já evoluímos e o cenário é promissor. Os grandes eventos do setor de turismo e turismo de aventura, já contam com palestras sobre acessibilidade e inclusão no turismo. O Ministério do Turismo tem incentivado o turismo da terceira idade e as adaptações em pontos turísticos, assim como em aeroportos. Falta muito, mas já são avanços.
O mais importante é a pessoa com deficiência não ficar em casa. Precisamos mostrar que queremos conhecer nosso País e nossas belíssimas praias.
Um abraço, Mara Gabrilli
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Acesso a Praias
Acho muito triste um pais como o Brasil, com 8 mil kilometros de praia não ter nenhuma adaptada ao deficiente, fora do pais, temos muitas praias adaptadas porque o proprio governo faz com que isso aconteça. Já entrei em contato com a vereadora Mara Gabrilli, que trabalha visando a acessibilidade do deficiente mas ainda não recebi resposta, eu acho que alguma coisa tem que ser feita, tenho varias fotos de praias adaptadas tanto no EUA, como em Portugal, acredito que os custos não devam ser tão altos perto das possibilidades que os defientes terão. Existe um projeto em Caragua, mas ainda não saiu do papel, pode ser que até exista alguma coisa por aqui, mas de qualquer modo não há divulgação. Isso é muito triste e revoltante, acho que algo tem que ser feito.
8 de Janeiro de 2009 13:46