terça-feira, 30 de junho de 2009

Sábado tem Papo Inclusivo

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No XXVIII Papo Inclusivo será discutido a autonomia e vida independente da pessoa com deficiência


O CEMUPI - Centro de Estudos Multidisciplinares Pró Inclusão convida para o XXVIII Papo Inclusivo discutindo autonomia e vida independente de pessoa com deficiência.

Os papos inclusivos de 2009 terão como tema geral "Ser...humano com deficiência". A cada encontro vamos conversar com uma pessoa com deficiência falando sobre suas atividades e experiências.

Ser terapeuta com deficiência
Naira Rodrigues é fonoaudióloga, especialista em atendimento familiar, além de professora universitária e pesquisadora. É membro da equipe técnica da 3 In.
Data: 4 de julho de 2009 - Sábado - 10h
Local: Faculdade de Belas Artes - R. Dr. Álvaro Alvim, 90 - Vila Mariana - São Paulo (em frente à ESPM)

Inscrições gratuitas: inclusao@gmail.com

Serão emitidos certificados de participação.
Vagas Limitadas

Realização:
CEMUPI - Centro de Estudos Multidisciplinar Pró-Inclusão

Próximos encontros:
1 de Agosto
12 de setembro
3 de outubro
7 de novembro

"Papo Inclusivo" é um encontro de pessoas com deficiência, pais, parentes, educadores, médicos e terapeutas ligados à questão da deficiência e à Inclusão, sobre temas como Saúde, Educação, Comportamento, Trabalho e Legislação. A cada mês um convidado fala sobre um tema específico e debate esse assunto com os presentes. Essa apresentação/debate dura cerca de 1h30, um sábado por mês, à tarde e tem um caráter bastante informal


CEMUPI Centro de Estudos Multidisciplinar Pró-Inclusão
Inclusão: ampla, geral e irrestrita

O CEMUPI surge da necessidade de se congregar esforços e competências de pessoas de diferentes áreas do conhecimento, para planejar e executar projetos que visam à transformação das escolas, para que se tornem espaços abertos às diferenças.

A intenção deste grupo é de pesquisar as formas de eliminação das barreiras educacionais que excluem crianças e jovens das nossas escolas, interrompendo suas trajetórias escolares por motivos os mais diferentes, relacionados aos processos de ensino e de aprendizagem.

A cultura da diversidade vai nos permitir construir uma escola de qualidade, uma didática de qualidade e profissionais de qualidade. Todos teremos de aprender a “ensinar a aprender”. A cultura da diversidade é um processo de aprendizagem permanente, onde TODOS devemos aprender a compartilhar novos significados e novos comportamentos de relações entre as pessoas. A cultura da diversidade é uma nova maneira de educar que parte do respeito à diversidade como valor.

Área temática e pesquisas
O CEMUPI pertence à Faculdade de Educação do Centro Universitário Belas Artes e passa a ter a co-gestão do Grupo de Estudos Projeto Roma Brasil e dos Papos Inclusivos do Grupo Síndrome de Down.

O Centro tem como objetivo desenvolver um modelo teórico/prático de inclusão que possa ser usado pelas escolas, que não pretende ser um livro de receitas , mas sim um plano de vôo que ajude a viabilizar efetivamente as práticas educativas inclusivas.

O grupo é multidisciplinar formado por pessoas, nem todas vinculadas profissionalmente à Educação, mas preocupadas com o tema.

As pesquisas desenvolvidas pelo grupo referem-se a:

- Educação para todos
- Formação de Professores para a educação inclusiva
- Transversalidade e educação

Atividades
- desenvolvimento de projetos de pesquisa que possam ser aplicados em escolas, instituições e organizações que adotam princípios inclusivos em suas áreas de atuação educacional e/ou terapêutica;
- estudo sistemático e atualizado da literatura sobre ensino e diferenças na educação;
- intercâmbios com centros nacionais e internacionais ligados à área temática do CEMUPI;
- integração de conhecimentos sobre temas da área por meio convênios de cooperação técnico-científica com instituições de pesquisa e de ensino nacionais e internacionais;
- organização de encontros, seminários, congressos científicos;
- constituição de um acervo de trabalhos internos e externos ao CEMUPI e publicação de produções do CEMUPI em mídias especializadas

Fonte: Rede Saci


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Procura-se um companheiro fiel

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Como os cães-guia, oferecidos pelo Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social, dão autonomia e elevam a autoestima de deficientes visuais

A bengala é um símbolo muito forte da deficiência visual”, diz a advogada Thays Martinez, de 35 anos. “Tinha a sensação de que as pessoas me olhavam como se eu fosse uma coitadinha.” Há uma década, Thays se livrou do peso emocional da bengala e adotou algo bem mais simpático para lhe abrir caminhos: um cão-guia. Boris, um cruzamento das raças labrador e golden retriever, revelou não ser um cachorro comum. “O dia mais feliz da minha vida foi quando caminhamos por uma trilha ecológica, sem o estresse de bater nas coisas e sem a companhia de outra pessoa. Nunca tinha me sentido tão livre”, diz Thays. A parceria com Boris não só elevou a autoestima de Thays como mudou seu destino.
Em 2002, a advogada fundou o Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (Iris), uma ONG que trabalha para os deficientes visuais. Vinte dos cerca de 60 cães-guia em atividade no país foram importados pelo Iris, sem nenhum custo para os usuários, graças a uma parceria com a ONG americana Leader Dogs for the Blind. “Temos 2 mil deficientes na fila de espera por um cão”, diz Thays.

Basher, um labrador amarelo, chegou ao Brasil no fim do ano passado. “Foi como se eu tivesse tido um filho. Nunca tinha me sentido tão feliz”, diz Daniela Ferrari Kovacs, de 29 anos. “As pessoas sempre cuidaram de mim. Eu não sabia que também seria capaz de cuidar de outro ser.” Basher e Dani fazem sucesso por onde passam. Na rua, pedestres param para tirar dúvidas sobre o trabalho do cão ou para elogiar a beleza dele – ou a dela. Alguns cometem o erro de tentar chamar a atenção de Basher colocando em risco a segurança de Dani. Com um sorriso no rosto e a voz doce, ela explica: “Ele é um cão-guia, não pode se distrair”. A chegada do cão fez com que as pessoas se aproximassem mais de Dani, e de maneira mais cordial. Enquanto ela dá expediente no Tribunal Regional do Trabalho, na região central de São Paulo, Basher repousa sobre um colchãozinho colorido atrás da mesa. A cada três horas, Dani desce com ele ao “banheiro”. Carrega um saquinho plástico para eventuais resíduos. Basher é um cão chique: é bilíngue (atende a comandos em inglês e português), viaja de avião, vai ao cabeleireiro, à academia e à terapia. “Se eu soubesse que um cão-guia melhoraria tanto minha vida, teria procurado um muito antes”, diz Dani.
No momento, o Iris busca voluntários para o trabalho de socialização dos cães e recursos de parceiros com dois objetivos: montar um centro de treinamento completo em São Paulo e importar animais para começar uma linhagem de cães-guia brasileiros. Outro problema, ainda sem solução, é que há poucos treinadores para os animais. A formação dos treinadores é muito complexa, dura cerca de quatro anos e, tanto quanto o Iris saiba, existem apenas três profissionais especializados em cães-guia no Brasil – um para cada escola existente no país.

Treinar um cão-guia é uma tarefa cara (R$ 20 mil) e complexa. O processo é dividido em três etapas. Primeiro, o filhote passa ao menos um ano com uma família voluntária, que tem o dever de ensiná-lo a se comportar bem em qualquer ambiente. Depois, fica de três a cinco meses na escola para aprender o trabalho de guia – como andar em linha reta, parar ao se aproximar do meio fio ou de escadas e desviar de obstáculos. Só na terceira fase o cão é apresentado ao deficiente visual, e os dois treinam juntos. Para que a parceria dê certo, o perfil do cão tem de combinar com o do dono. Um guia muito ativo se ajusta melhor a um usuário que não fique muito parado. Alguém apressado pode não se adaptar a um cão-guia com passadas lentas. De acordo com o Ministério da Saúde, há mais de 550 mil cegos e 3,1 milhões de pessoas com baixa visão no Brasil. “Considerando a proporção de deficientes visuais que usam cães-guia no exterior, nossa demanda é de mais de 10 mil cães”, afirma Moisés Vieira Júnior, diretor técnico e treinador do Iris.

A relação entre deficientes visuais e cães-guia é antiga. A primeira tentativa sistemática de treinamento teria ocorrido no fim do século XVIII, no hospital parisiense Les Quinze-Vingts. Durante a Primeira Guerra Mundial, cães começaram a ser treinados na Alemanha para guiar soldados que ficaram cegos. De lá para cá, muitas escolas foram abertas pelo mundo. As mais tradicionais selecionam geneticamente matrizes de labrador, golden retriever e pastor-alemão. Dessas raças, ou do cruzamento entre elas, saem os animais mais adequados ao trabalho de guia.
Coisas simples para quem enxerga, como ir à padaria ou dar uma volta sozinho no quarteirão, são importantes para um deficiente visual. No caso de Thays, foi o cão quem lhe deu segurança para deixar a casa dos pais e ir morar sozinha. E se encher de coragem para largar a estabilidade do emprego no Ministério Público e se dedicar a outras áreas do Direito.
A relação com Boris motivou Thays a processar o Metrô de São Paulo, que proibiu o cão de guiá-la dentro da área da empresa. E a batalhar pela aprovação de duas leis – uma estadual e outra federal – que permitiram o acesso de cães-guia a locais públicos.

No ano passado, Thays notou que chegara a hora de aposentar Boris. Ele já não tinha a energia de antes. Depois de uma longa caminhada pela Avenida Paulista, Boris se jogou no chão para descansar. Em outra ocasião, Thays bateu o rosto numa escada por desatenção dele. “Foi uma decisão muito dolorosa”, afirma Thays. “Quando Diesel (o guia substituto) chegou, Boris começou a me ignorar e ficou meio deprimido. Eu pegava a coleira para sair, os dois vinham querendo colocá-la.” Há duas semanas, Boris, de 10 anos, se mudou para a casa de uma amiga de Thays. Parece satisfeito.

Foto: A advogada Thays Martinez e o cão-guia Diesel, no metrô de São Paulo. O labrador a acompanha a todos os lugares e deu-lhe uma nova mobilidade

Foto: http://revistaepoca.globo.com

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segunda-feira, 29 de junho de 2009

SIVC - Sistema Integrado de Vagas e Currículos para Pessoas com Deficiência

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É um sistema integrado de bases de dados e seviços, com acesso gratuito pela internet, onde pessoas com deficiência podem, com facilidade, disponibilizar e atualizar seus currículos, além de consultar vagas de trabalho colocadas pelas empresas, também em espaços gerenciados por elas.

O sistema, projetado para atuar em todo território nacional, pretende colaborar efetivamente com a inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho, estimulando e viabilizando o contato entre as empresas e instituições diversas e os candidatos a uma vaga de trabalho, de forma a acolher e acomodar o maior número de pessoas, e evitar situações ou atitudes que promovam e exclusão.

As páginas web são baseadas nas recomendações de acessibilidade do consórcio internacional W3C possibilitando assim a utilização do sistma por pessoas com deficiência visual, auditiva, motora ou intelectual.

Acesse:

http://www.selursocial.org.br/



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Deficientes podem usar internet para buscar emprego em SP

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Um novo portal na Internet pretende deixar mais curto o caminho entre o trabalhador com deficiência e o mercado de trabalho. A novidade foi anunciada nessa segunda-feira dia 29.


Fonte: G1 ( SPTV )


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Pequenas mudanças ajudam deficientes visuais a cozinhar

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A deficiente visual Rosana da Silva, que fez um curso de culinária, em ação na cozinha O som das borbulhas aponta que o líquido está fervendo. O barulho do creme ao ser mexido com a colher indica que a mistura está no ponto certo. A professora fala alto e há livros de receitas em versão ampliada ou braile.
É assim, com pequenas adaptações, que a nutricionista Camilla Martins ensina seus alunos, deficientes visuais, a cozinhar.
O curso faz parte do programa "Alimente-se Bem", do Sesi (Serviço Social da Indústria), e é um dos poucos a aceitar deficientes em suas classes regulares. Os alunos, cegos ou com visão subnormal, aprendem a fazer diversos pratos tradicionais na mesa dos brasileiros. A preparação de sucos, entradas, sopas e pratos principais faz parte do conteúdo das aulas. Também não faltam receitas de bolos e sobremesas. De acordo com estimativas da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, existe cerca de 1 milhão de cegos no Brasil. Além da falta de cursos na área, outro obstáculo que eles precisam enfrentar é a crença de familiares de que facas e fogão não combinam com deficiência visual. "As famílias muitas vezes não deixam as pessoas cozinharem em casa e por isso elas não conhecem coisas básicas como liquidificadores e panelas de pressão", conta Yacopina Valdenini Resende, professora do curso de culinária oferecido pela Adeva (Associação de Deficientes Visuais e Amigos). O curso, gratuito, foi criado em 2002 e inclui o ensinamento de outras tarefas que envolvem o ato de cozinhar. "Além de produzir a comida, eles aprendem a lavar a louça, a varrer o chão e a limpar tudo depois", afirma Resende, que usa sua experiência como deficiente para ensinar a seus alunos.
As aulas são compostas por uma parte teórica e outra prática. Nesta última, é feito um sistema de rodízio que possibilita que os participantes passem por todas as etapas da elaboração de um prato. No momento, a Adeva procura recursos para abrir novas turmas. Rosana da Silva Alcântara Leandro, 34, foi uma das alunas de Resende. Antes do curso, a agente de políticas públicas havia conseguido aprender o essencial com a ajuda de uma amiga e de uma vizinha da adolescência. "Fui aprendendo pela necessidade. Às vezes não tinha ninguém em casa para fazer as coisas", lembra. Ela conta que os pais ficavam receosos de vê-la cozinhar. "Eles tinham medo de que eu pegasse na faca ou queimasse o cabelo", diz.

Segurança

Durante as aulas, Rosana ampliou o cardápio e aprendeu novas dicas de segurança: retirar as panelas do fogo e levá-las à pia para adicionar temperos é uma delas. Isso evita que o deficiente esbarre a mão na panela quente e a derrube. Manter seus cabos virados para o lado de dentro do fogão é outra. Atualmente, Rosana cozinha para seu marido, Samuel Alesse Leandro, 31. Um dos pratos preferidos do casal é o "macarrão na panela de pressão com creme de leite". Os equipamentos usados na cozinha dos deficientes tampouco são especiais. "Não existem equipamentos adaptados, nós é que temos que nos adaptar", diz a professora. Por isso, os deficientes visuais têm que optar por aparelhos com teclas e informações em alto relevo. Os modelos digitais, por exemplo, não são adequados, pois não permitem que sejam "lidos" pelas mãos. "Não nos preocupamos com o preço nem com o modelo. Vemos se dá ou não para ser operado", conta. Opções Apesar da prática, Rosana lamenta não haver mais opções de aulas ou livros especializados. "Conheço quem procurou cursos e não achou. Tem muita gente que não sabe se virar e vai precisar um dia porque não terá quem cuide de si para sempre. Eu aprendi sem ajuda porque eu era mais atirada", diz.
A pedido de algumas empresas, o chef João Belezia, que oferece aulas personalizadas de culinária na cozinha de sua casa, fez algumas adaptações para atender aos deficientes.Belezia explora sentidos como o tato e o olfato. "Trabalho bastante com as sensações e com texturas antes de ir para as receitas. A culinária não é só visual", afirma. Em forma de encontros, as aulas duram cerca de uma hora e meia e os alunos preparam o cardápio, geralmente opções sofisticadas para ocasiões especiais, sob a orientação do chef.Para encerrar, todos se sentam à mesa e saboreiam o resultado do trabalho coletivo.

Fonte: Folha Online

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Djalma conta experiência da implantação

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Recém-chegado da China, advogado, vítima de tetraplegia após ser espancado por segurança de boate, fala da expectativa sobre tratamento

Quarenta dias após passar pela polêmica cirurgia de aplicação de células-tronco na China, o advogado Djalma Ermenegildo Júnior, de 24 anos, relata em Cuiabá os mistérios mantidos na clínica chinesa sobre o procedimento e a experiência internacional na tentativa de voltar a andar. Djalma ficou tetraplégico há dois anos, após ser espancado por três seguranças da boate Z100, na Capital. A clínica do médico Huang Hogyun é uma das pioneiras na implantação de células-tronco no mundo. Djalma chegou a Pequim no dia 9 de maio. “No aeroporto, o motorista da clínica estava me esperando. Fomos direto para lá. Apesar de ser um local em que se trabalha com algo tão revolucionário, que são as células-tronco, o lugar é muito simples. Foi até um choque, porque a gente paga caro e as coisas são arcaicas”, conta. Djalma relata que o local funciona como uma espécie de referência em reabilitação no outro país. “Fiquei na ala para estrangeiros, onde havia cerca de 10 leitos, mas só outras duas pessoas estavam internadas, uma do Brasil e outra da Ucrânia”, diz. A comunicação com a equipe médica é toda em inglês.
O advogado relata que ao chegar à clínica no sábado, passou por coleta de sangue para exame. “Na segunda-feira, os médicos vieram até a gente - viajei com minha prima enfermeira -, e explicaram sobre os riscos da cirurgia. Eles não garantem nenhuma melhora, mas não espero uma mágica e, sim, progressos que melhorem minha qualidade de vida. Na hora, fiquei com medo, pois era anestesia geral, mexem na medula. Fiquei com receio de perder todos os avanços que já consegui até aqui”, fala.
Djalma ficou tetraplégico e agora já consegue movimentar os braços e mãos, realizando atividades que não exigem muita coordenação motora, pois ainda não consegue fechar e abrir os dedos.
Na quarta-feira (13 de maio), a equipe formada por três médicos e mais o doutor Huang, que coordena a operação, realizou a cirurgia em Djalma, que permaneceu por cinco horas no centro cirúrgico. “Eles aplicam as células no local que foi lesionado. Aplicaram em mim células de embriões e também minhas próprias células, mas não vi de onde tiraram. Eles mantêm muito mistério sobre a cirurgia. São fechados, por mais que a gente pergunte. Minha prima, que é enfermeira, não pôde assistir. Talvez queiram manter a técnica em segredo”, analisa. Após sair da sala de cirurgia, Djalma foi levado para o quarto, onde ficou cinco dias sem poder levantar e nem mesmo mexer o pescoço, área onde sofreu o corte para realização da intervenção médica. “Só no quinto dia pude tomar banho. Faz um mês agora e a região ainda está um pouco dolorida. Senti muita dor, mas é mais muscular, por ter ficado tanto tempo parado na cama”. Depois da cirurgia, Djalma passou por três reaplicações de células-tronco na região medular. “Cada aplicação tinha cerca de dois milhões de células”. Agora, o advogado se prepara para retomar a rotina em Cuiabá, onde possui um escritório. A expectativa é que os progressos na retomada dos movimentos corporais apareçam daqui a quatro meses. “Estou ansioso, mas não quero ficar contado os dias”, desabafa. Djalma faz fisioterapia e começará um tratamento de ecoterapia, realizada com cavalos. ( Keity Roma )

Fonte: Diário de Cuiabá
Foto: Advogado ficou impressionado com simplicidade da unidade médica, um dos grandes centros mundiais de pesquisas no tratamento com células-tronco ( Arquivo Pessoal )

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domingo, 28 de junho de 2009

Ônibus e embarcações devem fazer adaptações para deficientes até 2013

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Os setores de transportes rodoviário e aquaviário tem até 2013 para adaptar seus veículos às pessoas portadoras de deficiência física, oferecendo mais conforto e segurança para elas. A nova regulamentação atende às medidas propostas no decreto que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida.
Criadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) em conjunto com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), as normas foram lançadas na manhã desta terça-feira (23/6) durante o 1º Seminário de Acessibilidade nos Transportes Coletivos Rodoviários e Aquaviários, em Brasília.Os ônibus urbanos fabricados a partir de 1996 devem estar adaptados até julho de 2009. Para os ônibus interestaduais o prazo para adequação vai até junho de 2010.
As embarcações podem ser adaptadas até janeiro de 2013. Para os meios de transportes novos o tempo limite de adaptação é até 2011.A nova regulamentação obriga os veículos novos e usados a terem assentos preferenciais para portadoras de deficiência física, idosos, obesos e pessoas de baixa estatura. Além disso, deve haver rampas e elevadores para cadeirantes.
Para os os portadores de deficiência visual, os veículo deverão ter espaços liberados ao lado dos assentos para os cães-guia.De acordo com o Censo de 2000 do IBGE, 24,5 milhões de pessoas possuem algum tipo de deficiência, representando 14,5% da população brasileira. Para o diretor de Qualidade do Inmetro, Alfredo Lobo, a criação da das novas normas é um avanço para o país. "O Brasil tem propiciado condições de mobilidade para um número enorme de cidadãos com dificuldades de mobilidade".

Fonte: Correio Braziliense

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Acessibilidade das Praias

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Retorno das atividades realizadas pela ONG ADAPTSURF na Praia Acessível do Leblon, Posto 11.

Desde 2007, desenvolve o Projeto Acessibilidade das Praias que visa promover o Lazer e o Esporte Adaptado no ambiente natural da praia, garantindo a igualdade de oportunidades a todos. Dentre as atividades propostas podemos destacar: Surf Adaptado, Remada em prancha e o Banho de Mar Assistido.

Esta iniciativa conta com o apoio da Secretaria Municipal Especial de Turismo - SETUR, que concedeu os equipamentos necessários por meio de convênio.

AOS DOMINGOS, NO LEBLON POSTO 11, DAS 9 ÀS 14 HORAS

A participação é gratuita e direcionada às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
Para saber mais sobre este e outros Projetos da ONG, acesse: www.adaptsurf.org.br

ADAPTSURF - Instituto Adaptação e SurfIntegração, Acessibilidade e Preservação
http://www.adaptsurf.org.br
contato@adaptsurf.org.br
adaptsurf@hotmail.com
21 2239 1737 / 21 9305 7707

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sábado, 27 de junho de 2009

Campeonato Paulista de Parakart - dia 26/05

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O Campeonato Paulista de Parakart é uma modalidade esportiva que incentiva pessoas especiais, rompendo barreiras e acreditando no potencial do ser humano.

Dia 27 de junho estava programado para a quinta etapa do campeonato.

O Kartódromo da Granja Viana estava preparado para sediar mais este evento, tão importante para todos nós, que estamos sempre antenados com tudo que se relacione a Inclusão Social.




Mas, como a natureza, tem sempre seus motivos, a chuva caiu de forma torrencial, tornando muito perigosa a realização da prova.

Conversei com o Mingo, responsável pela prova, e ele me disse que não iria correr riscos, autorizando o início da prova, em condições tão adversas.


Mingo - Responsável pelo Campeonato

Embora, todos tivessem ficado um pouco decepcionados por não realizarem a competição, acredito que entenderam a preocupação do Mingo, que só pensou na segurança de seus pilotos.









Hermes de Oliveira da Silva



Quem quiser conhecer um pouco mais do Parakart e conhecer o calendário acesse:

Em julho teremos o Primeiro Campeonato Brasileiro de Parakart, acontecerá em Curitiba - Pinhais nos dias 23 à 25.

Nós, do Deficiente Alerta, desejamos que seja um campeonato com muito brilho, onde cada um mostre todos os seus talentos, e vença suas próprias barreiras!!!!

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quinta-feira, 25 de junho de 2009

LOGO

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A partir de hoje o blog Deficiente Alerta passa a ter uma logomarca, que facilitará a sua identificação.
Há alguns meses solicitamos à alguns designers e ilustradores que pudessem colaborar conosco criando um logo que traduzisse de uma forma simples e direta o espirito do blog. Recebemos algumas sugestões e agradecemos muito a colaboração de todos.
Agradecemos em especial a Marcella Menezes, que nos mandou alguns estudos, que gostamos muito, porém não atingiu no momento os nossos objetivos.
Agradecemos também ao Draco, que nos mandou um logotipo maravilhoso, que com certeza vamos aproveitar de alguma forma.
Nosso agradecimento mais especial é para o Marcio Batista, que criou esse logo que a partir de hoje passamos a usar, ele conseguiu de uma forma direta e simples captar a nossa proposta, um cadeirante antenado e "ligado" em todos os assuntos.
Também não poderiamos de demostrar nosso carinho para o Emmanuel Zanoni, que se prontificou junto com sua equipe da agência Age, a dar um acabamento final, que mais ainda valorizou o trabalho do Marcio.
Obrigado a todos vocês que acreditaram no nosso trabalho, que se prontificaram a nos ajudar, gastando horas de um tempo precioso.
Lutamos por algo em que acreditamos e esperamos cada vez mais poder fazer alguma coisa que torne nossa sociedade mais acessivel!

Contatos dos profissionais:

Draco
info@dracoimagem.com

Marcella Menezes
http://www.mahdesign.com.br/

Marcio Batista Designer + Ilustrador
http://www.marciobatista.com/

Um abraço a todos vocês que acompanham o Blog e nos motivam a nunca desisitir dessa luta,

Ricardo Karam e Cybelle Varonos


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Projeto que fixa cota mínima para deficientes terá novas discussões

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A senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), relatora da proposta que fixa cota mínima de 3% dos cargos e empregos públicos para pessoas com deficiência, pediu nesta quinta-feira (25) o aprofundamento da discussão sobre o assunto, com a realização de novas audiências públicas, segundo a Agência Senado. O presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), senador Demóstenes Torres (DEM-GO), concordou com a necessidade de novos debates e anunciou a apresentação de requerimentos para realização de audiências públicas, em conjunto com as comissões de Assuntos Sociais (CAS) e de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

Nesta quinta, a CCJ realizou debate sobre o tema.

Lúcia Vânia disse que ficou em dúvida sobre vários aspectos do Projeto de Lei do Senado 112/06, de autoria do senador José Sarney (PMDB-AP). Pelo projeto, devem ser reservados pelo menos 3% do total de cargos e empregos públicos do país e das vagas de empresas com mais de cem funcionários às pessoas com deficiência. A regra será aplicável a todas as empresas privadas e a todos os níveis de governo, tanto para órgãos da administração direta como para empresas públicas. Os órgãos públicos deverão fazer programação para que a cota mínima de 3% seja alcançada no prazo de dez anos, a partir da edição da lei. Para isso, cada órgão, empresa ou autarquia ficará autorizada a estabelecer, em seus concursos para admissão de novos servidores, regras especiais para o cumprimento da medida. Atualmente, estima-se em 10% da população o contingente de brasileiros com deficiência física.

Levantamento

Para ajudar no trabalho da relatora, Demóstenes determinou que a secretaria da CCJ realize um levantamento sobre todos os projetos referentes a direitos das pessoas com deficiência em tramitação no Senado (cerca de 100 proposições), que poderão tramitar em conjunto com o PLS 112/06. Lúcia Vânia, apesar de reconhecer que a proposta é complexa, disse que irá trabalhar "com muito carinho" para encontrar uma fórmula para melhorar a proposta. Atualmente, um decreto federal define apenas que pelo menos 5% das vagas em concursos públicos sejam destinadas a candidatos portadores de deficiência.

Já a lei 8.213/1991 determina que empresas com mais de cem empregados tenham pelo menos 2% de funcionários com deficiência. O percentual, de acordo com o número de funcionários, pode chegar a 5% do quadro de funcionários para empresas com mais de mil empregados. A representante da Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa com Deficiência (Corde), Izabel Maria Madeira de Loureiro Maior, afirmou aos senadores que qualquer norma brasileira sobre deficiência precisa estar adequada à Convenção da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, ratificada pelo Brasil no ano passado, após ser aprovada pelas duas casas do Congresso Nacional. Ela lembrou que o projeto de Sarney não pode ser considerado uma afronta à Convenção, pois foi apresentado em 2006, antes, portanto, da ratificação da convenção pelo Brasil. Para ela, há vários ajustes a serem feitos na proposta, que trata, por exemplo, da questão da reserva de mercado para os deficientes como uma atitude assistencialista. “Temos que tomar cuidado com a questão assistencialista, pois o empresário, hoje, considera que a capacitação dessas pessoas é fundamental”, disse. Para a representante da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público de Defesa dos Direitos dos Idosos e Pessoas com Deficiência (Ampid), Maria Aparecida Gugel, o projeto precisa ser melhor discutido com a sociedade brasileira. Caso contrário, segundo ela, deve ser arquivado.

Foto: Audiência da Comissão de Constituição e Justiça debate direitos das pessoas com deficiência (Foto: José Cruz - Agência Senado)

Fonte: G1

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Livro sobre a história da Pessoa com Deficiência no Brasil ganha segunda edição

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A segunda edição do livro CAMINHANDO EM SILÊNCIO - Uma introdução à trajetória da pessoa com deficiência na história do Brasil, de Emílio Figueira, chega esta semana nas livrarias

Lançado no ano passado pela Giz Editorial, a nova edição foi revisada gramaticalmente, adequada às novas normas ortográficas, corrigindo erros da primeira que na verdade era um projeto experimental. *“Na verdade, o lançamento foi uma curiosidade minha e não pensei que daria tão certo.
Diante de observações de leitores e amigos, elaboramos essa nova edição”,* reforça o autor, destacando também a grande dificuldade de se publicar um livro com essa temática por uma editora de grande porte. Figueira é psicólogo, jornalista e historiador, com dezessete livros publicados. Como pesquisador há duas décadas na área, conta com mais de quarenta artigos científicos publicados no Brasil e exterior.

Pós-graduado em Educação Inclusiva e Docência em Ensino à Distância (EaD), atualmente faz Doutorado em Psicanálise Clínica e inicia-se como professor de algumas disciplinas em instituições de Ensino Superior.

Neste momento, quando o tema Inclusão Social e Escolar conquista espaços e se fortalece, “Caminhando em Silêncio” traça em suas 184 páginas o percurso das pessoas com deficiência na História do Brasil, dividido em quatro Unidades e treze Capítulos. Na primeira, o leitor encontrará a política de exclusão entre nossos indígenas, o assistencialismo dos Jesuítas, a violência gerando deficiência entre os escravos, medicina, hospitais e reabilitação e o estabelecimento da cultura “deficiência associada à doença”.
A Educação é tema da segunda, abordado o início das instituições e entidades assistenciais (1854-1956), legislações e políticas nacionais (de 1957 aos dias atuais) e Algumas entrelinhas da Educação Especial. Três capítulos falam de consciência e organização política, o Ano Internacional de Pessoa Deficiente no Brasil, movimentos políticos da pessoa com deficiência e as Representações Sociais geradas pelos Movimentos. Por fim, a quarta unidade foca o assunto "deficiências" em algumas lendas brasileiras, nas entrelinhas de nossa literatura e no contexto das expressões artísticas.
Fruto de pesquisa sistemática durante dez anos, seu contexto reforça a teoria que a maioria das questões que envolvem as pessoas com deficiência no Brasil – por exemplo, mecanismos de exclusão, políticas de assistencialismo, sentimentos de piedade, caridade, inferioridade, oportunismo, dentre outras-, foram construídas culturalmente. Na organização dos capítulos há uma forma didática e multidisciplinar, visando colaborar com várias áreas como Psicologia, Pedagogia, Sociologia, História, Medicina, Artes e afins.

SERVIÇO: O livro que também tem uma versão em eBook para pessoas com deficiência visual, pode ser adquirido no site da editora www.gizeditorial.com.br ou na rede da Livraria Cultura.

Fonte: Rede Saci

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Cartilha traz dicas para pessoas com deficiência

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Ninguém melhor que a própria pessoa com deficiência para saber e dizer quais são as suas necessidades.
O que ela precisa para viver bem e com qualidade de vida. Foi tomando como ponto de partida a sua experiência pessoal e a convivência com amigos e outras pessoas com algum tipo de limitação física que o administrador de empresas Lourivaldo Ribeiro, de 52 anos, e paraplégico há 29, devido a um tiro que levou em um assalto, escreveu a Cartilha de Orientação a Pessoas com Deficiência e seus Familiares.
A obra faz parte do trabalho realizado pelo Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (CEJAM) - entidade sem fins lucrativos que realiza atividades de inclusão social desde 1991, em São Paulo. Ribeiro, que coordenada o programa Deficiente Saudável - um dos vários projetos que o CEJAM desenvolve - conta que no início o objetivo era escrever uma autobiografia, mas depois percebeu que poderia ajudar outras pessoas, que se encontram na mesma condição que a sua, oferecendo-lhes informações úteis para o seu dia-a-dia. "Cada assunto que eu desenvolvia no livro vinha a idéia de colocar algumas dicas para deficientes inexperientes. Então, relatei uma historia muito bonita de uma amiga amputada e acrescentei várias outras informações que achei interessante", diz ele. "O livro ficou com cara de cartilha de orientação."
A cartilha, dividida em capítulos, inclui esclarecimentos e dicas sobre higiene, vida sexual, preconceitos, esportes, convivência, facilidades, benefícios e uso de recursos assistenciais disponíveis. A obra também dá conselhos preciosos para as famílias das pessoas com deficiência. Diz, por exemplo, que "não precisa ter dó nem piedade". O que vale é saber que "a vida continua", procurando sempre a conversa positiva e a valorização da auto-estima. "Sei o quanto minha mãe sofreu por me ver nesta nova condição. Por isto tentei com esta cartilha amenizar o sofrimento de outras mães e famílias, levando de uma forma descontraída informações e dicas que lhe possam ser útil."
A distribuição da cartilha, que tem o patrocínio da Prefeitura de São Paulo pelo Contrato de Gestão com a Organização Social CEJAM, será feita por agentes comunitários de saúde a principio nas Unidades Básicas de Saúde da região do Jardim Ângela, e nos Centros de Reabilitação municipais da região.O CEJAM realiza trabalhos de pesquisa, gestão e educação junto às Unidades de Saúde da Prefeitura para melhorar e ampliar o acesso à saúde da pessoa com deficiência. "Em uma cidade onde se estima haver 2,5 milhões de pessoas com deficiência, a convivência harmoniosa entre elas, a cidade e os demais habitantes precisa ser viabilizada", finaliza Ribeiro, que esteve presente durante o lançamento da cartilha, no dia 11 de setembro, na livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo.

A cartilha também está disponível na versão online através do link:http://www.saudeprev.com.br/2008/imagens/pdf/Cartilha_familiares.pdf

Para visualização da Cartilha é necessário ter instalado no seu computador o programa Adobe Reader.
Esse software pode ser baixado gratuitamente através do site: http://get.adobe.com/br/reader/

Fonte: Sentidos

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Campeonato Paulista de Parakart - 27 de Junho

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Pessoas especiais, que atraves do Campeonato Paulista de Parakart, atestam que são EFICIENTES, para serem integradas na sociedade, rompendo as barreiras de preconceito.


27 de Junho
Horário Previsto: 16 horas ( sujeito a alterações )
Local: Kartódromo Internacional da Granja Viana
Tel: 4702-5055
Rua Dr. Tomas Sepe, 443 - Jd. da Gloria - Cotia/SP

Para transmissão ao vivo acesse: http://www.videomotor.com.br/



Fotos e mais informações:

http://www.parakart.com.br/index.php

http://www.blogdoparakart.blogspot.com/



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quarta-feira, 24 de junho de 2009

Mensagem - Cercas ou Pontes

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Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado. Mas agora tudo havia mudado. O que começou com um pequeno mal entendido, finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio.
Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta.
- Estou procurando trabalho, disse ele.
Talvez você tenha algum serviço para mim.

- Sim, disse o fazendeiro. Claro! Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu vizinho. Na realidade do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira ali no celeiro? Pois use para construir uma cerca bem alta.
- Acho que entendo a situação, disse o carpinteiro. Mostre-me onde estão a pá e os pregos.
O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade. O homem ficou ali cortando, medindo, trabalhando o dia inteiro. Quando o fazendeiro chegou, não acreditou no que viu: em vez de cerca, uma ponte foi construída ali, ligando as duas margens do riacho.
Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e falou:
- Você foi atrevido construindo essa ponte depois de tudo que lhe contei. Mas as surpresas não pararam ai. Ao olhar novamente para a ponte viu o seu irmão se aproximando de braços abertos. Por um instante permaneceu imóvel do seu lado do rio. O irmão mais novo então falou:
- Você realmente foi muito amigo construindo esta ponte mesmo depois do que eu lhe disse.
De repente,num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte.
O carpinteiro que fez o trabalho, partiu com sua caixa de ferramentas.
- Espere, fique conosco! Tenho outros trabalhos para você.
E o carpinteiro respondeu:
- Eu adoraria, mas tenho outras pontes a construir...

( Autor Desconhecido )

Foto: Arquivo próprio

Como seria bem mais fácil se construissemos mais pontes e derrubassemos as cercas e muros que ainda existem, tudo depende do primeiro gesto, ninguem é perfeito, derrube aquele muro, construa uma ponte para seus familiares, amigos, seu amor, deixe o orgulho de lado e se permita ser feliz!!!!!

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Lançamento do livro "Viva com Mais Saúde"

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Leiam esse artigo e prestem atenção a frase em negrito no final, nem sei o que dizer, achei um absurdo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Obra organizada pelo Prof. Dr. José Antônio Franchini Ramires conta com artigos de 51 especialistas da USP sobre saúde

No dia 23 de junho foi lançado o livro "Viva com Mais Saúde - 51 Especialistas da USP orientando você a Viver Mais e Melhor". Entre os professores da Universidade consultados para oferecer dicas sobre saúde e bem-estar, está a Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Dra. Linamara Rizzo Battsitella, que abordou o tema de Medicina Física e Reabilitação.

Para a Secretária, o livro é importante, "por levar uma informação de qualidade dentro de uma linguagem própria para a população em geral". Isso, complementou Linamara, "evita que as pessoas se sirvam de informações nem sempre corretas e, muitas vezes, com riscos para a saúde".

A obra, organizada pelo Prof. Dr. José Antônio Franchini Ramires, busca apresentar, em textos de linguagem simples e clara, dicas de como viver melhor e com mais saúde. Entre os temas abordados estão: Alimentação funcional; Utilização e preservação da água; Acidentes e recuperação; Cuidados com o corpo; Pediatria, psicologia e psiquiatria; e Geriatria.

Infelizmente, o Secretário adjunto de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Luiz Baggio Neto, não pôde acompanhar a cerimônia de lançamento do livro, devido à falta de acessibilidade no local em que ocorreu o lançamento do livro, o lobby do Hotel Sheraton WTC.

Fonte: http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br

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DICAS DO ROSENBAUM - Mobilidade para cadeirantes

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O criativo do Lar Doce Lar dá todas as dicas para que um cadeirante tenha liberdade e conforto ao se locomover dentro de uma casa. Veja só!



Fonte: G1

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terça-feira, 23 de junho de 2009

Mara Gabrilli convida taxistas para reunião da Comissão de Transportes

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Em 25 de junho, na reunião ordinária da Comissão de Trânsito e Transporte, a vereadora Mara Gabrilli receberá taxistas para tratar do acesso para pessoas cegas usuárias de cão-guia.

"Queremos esclarecer a lei federal que garante este direito", diz a vereadora, que convidou pessoas cegas e seus cães-guia também.Durante a reunião ordinária da Comissão de Trânsito, Transporte, Atividade Econômica, Turismo, Lazer e Gastronomia do dia 28 de maio, a vereadora Mara Gabrilli propos requerimento para convidar representantes do Sindicato dos Taxistas e das empresas de táxis para tratar questões relativas ao acesso de pessoas cegas usuárias de cão-guia. Mara tem recebido muitas queixas dos cegos de que grande parte dos taxistas se recusa a transportá-los por causa do cão.A vereadora já convidou dezenas de usários do cão-guia, que comparecerão a reunião em 25 de junho, na Câmara, para conscientizar as pessoas e derrubar preconceitos quanto a presença dos animais em ambientes e no transporte público."A lei federal nº 11.126, de junho de 2005, assegura à pessoa com deficiência visual usuária de cão-guia o direito de ingressar e permanecer com o animal nos veículos e nos estabelecimentos públicos e privados de uso coletivo. A lei ainda afirma que constitui ato de discriminação, com previsão de interdição e multa, qualquer tentativa voltada a impedir ou dificultar esse direito”, explica Mara Gabrilli."Por isso convido os taxistas para conhecerem melhor a lei e as características dos cães-guia que são treinados, vacinados e sabem se comportar nas situações mais adversas. Não é um animal comum de estimação, mas sim um importante recurso que permite independência para as pessoas cegas."A Lei 11.126/05 não é primeiro instrumento normativo federal a abordar o tema. O Decreto nº 5.296/04, que trata de acessibilidade para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, também trata da entrada e permanência de cães-guia em locais públicos e coletivos no sentido de garantir sua cidadania e inclusão social.A reunião é aberta ao público e qualquer cidadão interessado no tema poderá comparecer.

A Comissão se reunirá às 14s, no Auditório Prestes Maia, no 1º andar da Câmara Municipal, na próxima quinta, dia 25 de junho.

Fonte: http://www.vereadoramaragabrilli.com.br

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Projeto de Sarney elimina quase 200 mil vagas para as pessoas com deficiência

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Recebi por email da Tabata e repasso para vocês, para pensarmos juntos em como podemos enfrentar essa situação!!!!

Osasco, 23 de junho de 2009

Nesta quinta-feira, 25, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado promove uma Audiência Pública para discutir o projeto de lei do Senado nº 112 de 2006 de autoria do presidente da Casa, José Sarney. O projeto propõe uma série de mudanças na Lei de Cotas, que na prática irá piorar as possibilidades de acesso formal e digno das pessoas com deficiência ao mercado de trabalho.
O projeto pretende acabar com as cotas de 2% a 5% para empresas com cem ou mais funcionários, substituindo-a por uma cota única de 3% para essas empresas. Cria ainda a possibilidade de terceirização das cotas, já que o número de pessoas com deficiência contratadas por empresas prestadoras de serviço poderá ser contabilizado como preenchimento da cota por parte da contratante. Além de reduzir a presença do segmento nas grandes corporações brasileiras, o projeto também permite a precarização das relações de trabalho das pessoas com deficiência
Com isso, o projeto elimina a possibilidade de 196.812 pessoas com deficiência conseguirem uma vaga no mercado de trabalho. Isso porque na Lei de Cotas em vigor existe previsão de 818.460 vagas para as pessoas com deficiência. Se o projeto for aprovado, as vagas obrigatórias cairão para 621.648, ou seja, seriam eliminados 196.812 postos de trabalho, a maioria absoluta nas empresas com 500 ou mais empregados.
É um desrespeito aos mais de 9 milhões de pessoas com deficiência ocupadas identificadas pelo Censo demográfico de 2000. O levantamento realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) ainda apontou que 7,8 milhões destas pessoas estavam na faixa de idade entre 15 e 59 anos.

Quando o Censo foi divulgado descobriu-se que a Lei de Cotas garantia formalidade nos vínculos laborais para apenas 559.511 pessoas com deficiência entre 15 e 59 anos. A população cresceu: atualmente são mais de 16,7 milhões de brasileiros com deficiência, com idade entre 15 e 59 anos.
O projeto também ignora o fato de que as deficiências não poderem ser apenas congênitas, mas também poderem ser adquiridas ao longo da vida de qualquer pessoa. Aliás, essa é a principal forma como as pessoas se tornam deficientes e passam a necessitar da legislação para serem reconhecidas como trabalhadoras

A quem interessa? - A aprovação de tal projeto não interessa às pessoas com deficiência, muito menos ao próprio Senado e ao país. Até porque em 2 de julho de 2008, o Senado aprovou em dois turnos, com 56 votos, a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e o seu Protocolo. Foi o primeiro tratado internacional de direitos humanos aprovado em quorum qualificado de três quintos, sendo reconhecido com o status de norma Constitucional, conforme estabelecido na emenda Constitucional Nº 45 de 2004.
Além disso, tal projeto vai na contramão do que faz boa parte da sociedade brasileira. Atualmente estamos conferindo grandes avanços na interação e nas ações pela inclusão nas empresas, nos sindicatos de trabalhadores, nas escolas regulares e profissionais, nas entidades especializadas e em várias áreas do poder público.
Um exemplo disso é o fato de que o aniversário da Lei de Cotas deste ano será marcado por um conjunto de ações afirmativas promovidas pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Estado de São Paulo e pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência e vários parceiros sociais. O evento ocorre em 24 de julho, na sede da Secretaria (Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, Portão 10, Barra Funda, SP), das 8h às 12h.
Portanto, a Audiência Pública deve ser um espaço para exposição da contrariedade dos movimentos que lutam pela inclusão de pessoas com deficiência a este projeto que nada contribui para a solução dos problemas que rondam a questão.


Informações:

Carlos Aparício Clemente
Vice-Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região
Coordenador do Espaço da Cidadania
11-3685-0915

Espaço da Cidadania
Rua Erasmo Braga, 307, 3º andar - Presidente Altino - Osasco - SP - CEP: 06213-008
E-mail: ecidadania@ecidadania.org.br
site: www.ecidadania.org.br

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SP conta com prática inédita para tratamento bucal de deficientes

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Cães labradores interagem com o paciente que falta menos às consultas e encara melhor o tratamento bucal

A terapia com cães já é difundida com sucesso nos Estados Unidos e na Europa.
Ainda inédita no Brasil, a prática conhecida como Terapia Assistida por Animais (TAA), foi adotada por um grupo de profissionais de medicina veterinária e odontologia da UNESP "Júlio de Mesquita Filho", de Araçatuba.
Desde 2003, o grupo treina cães - a maioria da raça Retriever Labrador - para acalmar e entreter as pessoas e, com isso, acalmar os pacientes, o mostrou que o cão labrador pode ajudar no tratamento bucal de portadores da síndrome de Down, paralisia cerebral e outras deficiências físicas e mentais.Essa interação faz com que o paciente passe a encarar melhor o tratamento e torne-se mais assíduo às consultas. Além do consultório odontológico, os cães visitam outras três instituições da cidade: o Hospital Neurológico Ritinha Prattes (que atende cerca de 60 pessoas com distúrbios neurológicos graves), a Associação de Amigos do Autista (que recebe, em média, 25 pacientes de diversas faixas etárias) e o Lar da Velhice e Assistência Social (que cuida de dezenas de idosos).Denominado de "Cão Cidadão", o projeto recebeu menção honrosa, na categoria Inovação em Gestão Pública, na quinta edição do Prêmio Mário Covas.Com 18 participantes, a equipe é formada por professores e alunos de Odontologia e Veterinária da universidade, além de psicólogo, geriatra e adestradores profissionais de cães.



Esta proposta, inédita no Brasil, evoluiu além das expectativas iniciais, verificando-se que as atividades com os cães junto a pacientes portadores de síndrome de Down, paralisia cerebral e outras deficiências físicas e mentais traziam grandes benefícios: tornavam o paciente mais calmo, mais colaborativo com o profissional odontológico, desviavam o foco do atendimento, criavam um vínculo positivo. Desta maneira, as atividades, apoiadas pela pró-reitoria de extensão da Unesp, foram se diversificando e o projeto cão-cidadão-unesp passou nestes cinco anos de atuação contínua e crescente a atender quatro diferentes instituições da cidade de Araçatuba, região noroeste do estado de São Paulo .
Fonte: http://www.foa.unesp.br/

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Surf Especial

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Uma cena comum na Praia do Pepê, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro: surfistas aproveitam as primeiras horas da manhã para pegar onda, sem o tumulto dos finais de semana. Mas os surfistas que o Mais Você conheceu não são surfistas comuns. São pessoas como o André Melo, que ficou paraplégico depois de sofrer um acidente em 2001.
Uma tenda montada na praia, apenas cinco pranchas, uma cadeira especial e boa vontade resumem a ONG Adapt Surf, que leva perspectiva para essas pessoas com algum tipo de necessidade especial. “A ONG surgiu em 2007 a partir da necessidade de tentar buscar, aprofundar melhor essa modalidade de surf adaptado aqui no Rio de Janeiro. A gente formou um grupo, uma associação civil, sem fins lucrativos pra oferecer esse tipo de serviço a todas as pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida”, disse Henrique Cardoso.
A ONG auxilia também pessoas que, por qualquer razão, estejam impedidas de fazer uma coisa que, para muitos, é tão natural quanto caminhar!

Nesta terça-feira, Ana Maria recebeu alguns alunos da ONG, que falaram sobre os benefícios do surf em suas vidas. “Adoro esse projeto e me sinto incluído na sociedade. Além disso, a sensação de surfar é maravilhosa”, explicou Yuri Silva.

http://www.adaptsurf.org.br/
(21) 3139-3143





Fonte: Globo Vídeos e Mais Você


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CEPAM recebe reunião do Conselho

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O Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência, órgão tripartite formado por representantes do Poder Público, das esferas de governo e de associações da sociedade civil, reuniu-se no dia 19 de junho, no auditório da Fundação Prefeito Faria Lima - Cepam, para debater políticas de atendimento à pessoa com deficiência.A reunião faz parte do Programa de Capacitação do órgão e é resultado de parceria entre a Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência e o Cepam, que promovem também o projeto Direitos da Pessoa com Deficiência - Cidadania e Gestão da Política, com o apoio do Ministério Público.

Na abertura dos trabalhos, o presidente do Cepam, Felipe Soutello, ressaltou a importância de existir uma secretaria de Estado específica para atender às necessidades e questões da pessoa com deficiência."Queremos que este conselho se fortaleça ainda mais, para ter relevante atuação, sobretudo agora que existe uma secretaria, um braço executivo capaz de realizar coisas pelo Estado inteiro", disse Soutello.
"Este momento é muito importante e não pode ser desperdiçado. Esperamos que esta parceria com a secretaria possa ajudar cada vez mais. Estamos criando um constrangimento positivo nas pessoas, ao apontar as necessidades de inclusão, para mostrar que é fundamental atuar nesta área", acrescentou o presidente do Cepam sobre a importância da acessibilidade.

Flávio Scavasin falou em seguida, representando a secretária Linamara Rizzo Battistella, e lembrou que "a criação da secretaria e nosso trabalho aqui com o Cepam reflete a importância que a questão da pessoa com deficiência tem para o governador Serra".
"Quanto ao conselho, acreditamos que é importante manter suas características de militância nessa luta pelos direitos e, ao mesmo tempo, o enxergamos como espaço de qualificação das pessoas", observou Scavasin.

Luiz David Araújo, doutor em direito constitucional e especialista em questões jurídicas de inclusão e acessibilidade, lembrou que "toda questão sobre a pessoa com deficiência parte de uma regra básica, que é o princípio da igualdade".
O professor abordou três aspectos que considera fundamentais para o entendimento da inclusão: igualdade, acessibilidade e educação. "Não basta a lei determinar que todos têm direito ao lazer, por exemplo, se a pessoa com deficiência não consegue chegar ao cinema, ou entrar no teatro, pois tais locais nem sempre oferecem acesso", disse Araújo.
"Da mesma maneira, não adianta saber que todos têm direito à educação, se as escolas não são inclusivas", acrescentou.
"Nas escolas, poder conviver com pessoas diferentes é um privilégio e um direito da maioria. Se essa convivência viesse desde a infância, certamente todos seriam mais tolerantes", finalizou.
O presidente do Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência, José Oliveira Justino, apontou a importância das questões técnicas e da capacitação, objetivo da reunião.
"Este trabalho de capacitar tecnicamente os conselheiros é muito importante, para que as pessoas possam interferir melhor na sociedade e atuar com mais eficácia nos conselhos municipais".

O presidente do conselho destacou a dinâmica feita durante o encontro. "Ela trouxe à tona pontos fundamentais relacionados aos conselhos e seus integrantes e enriqueceu a troca de idéias", disse Justino.

Ida Célia Palermo, secretária executiva do conselho estadual, e que também trabalhou no conselho municipal de Campinas, citou a informação como outro importante aspecto da acessibilidade.
"Dependemos muito da informação e da divulgação. A informação precisa tornar-se acessível a todos".
"As políticas existentes são boas, mas o mais importante é discutir a maneira de como implementá-las. Precisamos dirigir nossa atuação e saber qual a melhor forma de aplicar a legislação, os programas e os investimentos estaduais, para que tudo isso se reflita na garantia dos direitos da pessoa com deficiência e também de todos os cidadãos", completou Ida Célia.
Direitos

Nas discussões finais, foram abordados o papel, as atribuições e a postura ética do Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência, com uma palestra da advogada e técnica do Cepam, Laís Mourão, seguida pela apresentação sobre o Papel do Ministério Público e Poder Judiciário na Política de Atendimento à Pessoa com Deficiência, feita pelo promotor Lauro Luiz Gomes Ribeiro.
A técnica do Cepam apresentou os aspectos legais do conselho. "É claro que quando falamos do conselho, acabamos traçando também um perfil do conselheiro, reforçando os aspectos morais e éticos da sua conduta."
"Apesar de garantidas na Constituição, a organização e a composição desses conselhos dos direitos são práticas novas. A secretaria é relativamente nova, e os conselheiros foram recém-empossados, então, vale esclarecer esses pontos, até para que eles possam entender o que pede a lei, qual o trabalho e de que forma ele deve ser exercido, para atender não só a legislação, mas também e principalmente as necessidades desses cidadãos e de toda a sociedade", alertou a advogada.

Finalizando os trabalhos, o promotor Lauro Luiz Gomes Ribeiro enfatizou o papel dos juízes e promotores, nas regiões e nos municípios, como agentes que podem definir e influenciar políticas públicas que atendam aos direitos da pessoa com deficiência.
"Quando um juiz determina que uma empresa de ônibus deve adequar seus carros para dar acesso a cadeirantes, por exemplo, ele não está apenas cumprindo o que diz a lei, mas está também colaborando com o desenvolvimento de uma política pública", disse.
Ribeiro também enfatizou que a participação do conselho e de seus membros em uma relação direta com os promotores é importante. "Todos os conselheiros podem e devem ter um canal aberto com os promotores de suas cidades ou região. Podem, por exemplo, convidá-los para fazer palestras".
"É muito importante a proximidade da pessoa com deficiência com os promotores, pois é ela que realmente conhece, na prática, suas necessidades. O promotor deve zelar pela fiscalização e pelo cumprimento da lei, mas ele não tem o conhecimento da real necessidade e precisa da ajuda das pessoas e dos conselheiros", acrescentou.

O evento reuniu mais de 50 pessoas, de 27 municípios do Estado. A próxima reunião já está marcada para acontecer no dia 28 de agosto.
Participaram representantes de Agudos, Araçatuba, Araraquara, Campinas, Carapicuíba, Indaiatuba, Jacareí, Lençóis Paulista, Limeira, Mogi das Cruzes, Mogi-Guaçu, Mogi-Mirim, Olímpia e Osasco.

Conheça também o livro Acessibilidade nos Municípios - Como Aplicar o Decreto 5.296 de 2004, editado pelo Cepam. A publicação traz as informações necessárias aos gestores municipais para adequar os equipamentos públicos, dentro das normas previstas em lei. O material está disponível em formato digital, no site http://www.cepam.sp.gov.br/arquivos/acessibilidade/acessibilidade_nos_municipios.pdf

Fonte: CEPAM

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segunda-feira, 22 de junho de 2009

Arraiá da Ong " Viva as Diferenças"

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ONG Viva as Diferenças vai realizar um Arraia Beneficente...

Valor do convite: R$ 25,00 (Vinte e Cinco Reais) por pessoa.
O convite dará direito a:
01 Kit caipira com 1 chapéu + 1 pintura de rosto (opcional);
01 Refrigerante;
01 Churrasco no pão ou espetinho;
01 Bolo;
01 Pipoca;
03 Fichas de brincadeiras (pesca e lata);
01 Vinho quente ou quentão;
Algodão doce à vontade..

Data: 11/07/2009
Horário: das 18h às 23h
Local do evento: Rua Ernesta Pelosini nº 148 (Estacionamento)
São Bernardo do Campo– SP

Parte da renda arrecadada será destinada para doação de cadeira de rodas

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Daniel Dias é o melhor do mundo!

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O nadador paraolímpico Daniel Dias recebeu nesta segunda-feira ( dia 15/06 ), em Londres (Inglaterra), o Laureus Sports Awards, o Oscar do esporte, de melhor atleta com deficiência em 2008. Maior medalhista paraolímpico em Pequim, conquistou quatro medalhas de ouro, quatro pratas e um bronze.“Fico emocionado porque esse prêmio é a prova da importância do esporte paraolímpico no cenário mundial. Quero compartilhar com todos os brasileiros essa alegria que estou sentindo”, comemorou o nadador.Grandes nomes concorreram com Daniel. A norte-americana April Holmes (atletismo), o inglês Darren Kenny (ciclismo), o sueco Jonas Jacobsson (tiro), a espanhola Teresa Perales (natação) e o chinês Zhang Lixin (atletismo) eram adversários fortes na luta pelo Laureus.Daniel Dias é o primeiro paraolímpico brasileiro a vencer o Laureus. O país já venceu em outras categorias, com Pelé (2000), Bob Burnquist (2002) e Ronaldo Fenômeno e a seleção de futebol (2003).

Por causa da crise econômica, a organização do evento não fez uma cerimônia de gala, como nas nove edições anteriores. O troféu foi entregue aos vencedores individualmente. Daniel recebeu o seu 'Oscar' em uma pequena cerimônia em Londres.

Foto: http://atletadanieldias.blogspot.com/

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Ministério Público do Trabalho cria fórum permanente para defesa de direitos dos trabalhadores com deficiência

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Objetivo da medida é ampliar o foco da empregabilidade para os trabalhadores com dificuldades físicas, proporcionando a inclusão social desses cidadãos por meio do trabalho

Para estimular e facilitar a inserção das pessoas com deficiência no mercado de trabalho foi instalado, nesta terça-feira (26), em Brasília, o Fórum da Inserção da Pessoa com Deficiência e/ou reabilitação no Mercado de Trabalho. O objetivo da medida - sob a coordenação pela Procuradoria Regional do Trabalho da 10ª Região (DF) - é ampliar o foco da empregabilidade para os trabalhadores com dificuldades físicas, proporcionado a inclusão social desses cidadãos por meio do trabalho.
Para o procurador-chefe da PRT-10ª Região, Ricardo Britto, o Fórum será um indutor das iniciativas de qualificação e inserção da pessoa com deficiência no mercado de trabalho. "Não se trata de caridade, mas de se fazer valer a lei", ressaltou o procurador. "Esse direito foi estabelecido por lei. É pensar a acessibilidade de forma ampla como também realçar as potencialidades das pessoas e não mais suas dificuldades", completou Ricardo Britto.
O Fórum contará com a participação de representantes do Ministério Público do Trabalho (MPT) e também das secretarias do Governo do Distrito Federal, como de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente; de Desenvolvimento Social; de Trabalho; de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos; de Governo e de Educação. A sociedade civil organizada também poderá contribuir.
"O objetivo é mobilizar toda a sociedade para que haja uma discussão sobre problemas e soluções para a efetiva inserção das pessoas com deficiência ou reabilitada no mercado de trabalho" explica a procuradora do Trabalho Ana Cristina Ribeiro, uma das idealizadoras do Fórum.
Para dar celeridade à ação, o grupo se reunirá mensalmente para traçar diretrizes, planos de ação e medidas que facilitem a qualificação de trabalhadores com deficiência e sua inserção no mercado de trabalho. O presidente do Fórum, Fernando Cotta, destaca a importância da troca de informações para o alcance de bons resultados com a medida: "Não fazemos nada sozinhos. O Ministério Público do Trabalho tem uma experiência muito boa, que será utilizada para a promoção dessa inserção social", afirma.
Já aderiram ao Fórum da Inserção da Pessoa com Deficiência e/ou reabilitação no Mercado de Trabalho, entidades e instituições como Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae-DF), Coordenadoria para Inclusão da Pessoa com Deficiência do Distrito Federal (CORDE-DF), ICP Brasil, Senac/DF, Senai/DF, Serviço Social de Transporte (Sest), Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat), Divisão de Reabilitação Profissional do INSS, Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda do DF e Secretaria de Governo do GDF, entre outras.

Cidadania - "O trabalho me fez sentir um cidadão útil à sociedade. O trabalho é uma forma de dignidade", afirma o funcionário público Cirlei Ribeiro, 49 anos, representante do Movimento Habitacional e Cidadania da Pessoa com Deficiência (Mohciped). Ele está deficiente há 30 anos em virtude de uma poliomielite na infância.
Cirlei Ribeiro também reforça a necessidade de "aproximar o empresário do deficiente", que, na avaliação dele, é essencial para a quebra de pré-conceitos. "Precisamos conscientizar os empresários de que empregar um deficiente não é difícil. Tendo acessibilidade no ambiente de trabalho, o deficiente pode corresponder à altura de qualquer outro trabalhador", diz.
Lei de Cotas - A Lei Federal 8.213/91 estabelece que as empresas que têm entre 100 e 200 empregados devem reservar uma cota de pelo menos 2% da quantidade de vagas para profissionais com deficiência ou reabilitados. Para empresas com até 500 funcionários, a cota sobe para 3%; com até mil, para 4%; acima de mil, a cota estipulada pela lei é de 5%. As empresas que não cumprem a lei podem pagar multas que variam de R$ 1.195,13 a R$ 119.512.33.

Fonte: Rede Saci ( dia 26/05 )

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Parques adaptados para pessoas com deficiência

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Ir a um parque e não poder se divertir deve ser horrível, hein?! Mas, infelizmente, isso acontece com muitas crianças que têm dificuldade de se locomover. Pensando nelas, o Senado aprovou na última terça, dia 16, um projeto de lei da Câmara (PLC 24/2008, do ex-deputado Alberto Fraga) que dita normas para a adaptação de parte dos brinquedos e equipamentos em parques de diversão para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

O texto determina que os parques de diversões, públicos ou particulares, devem adaptar, no mínimo, 5% de cada brinquedo e equipamento. Para virar lei, só falta o projeto ser sancionado pelo presidente Lula.

O relator da matéria na Comissão de Direitos Humanos, senador Geraldo Mesquita Júnior, do PMDB do Acre, elogiou a iniciativa, observando que uma lei assim poderá garantir o direito à integração das pessoas portadoras de deficiência por meio do lazer.



Fonte: Agência Plenarinho
Foto: Google Imagens

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sexta-feira, 19 de junho de 2009

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Um final de semana maravilhoso para todos....




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GRSA anuncia novas vagas para portadores de deficiência

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Dando continuidade ao conjunto de políticas e práticas implementadas pela GRSA – Grupo de Soluções em Alimentação para reduzir desigualdades sociais, gostaríamos de anunciar a abertura de novas vagas voltadas para Pessoas Portadoras de Deficiências (PPDs). A legislação brasileira garante o direito da pessoa com deficiência à educação, ao esporte, lazer, trabalho e a acessibilidade. Entre 16 e 24,5 milhões de brasileiros têm algum tipo de deficiência, o que representa 14.5% da população brasileira, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A GRSA se coloca lado a lado com os portadores de deficiência na luta contra o preconceito e na busca da consolidação efetiva do princípio da igualdade.

Vaga: Ajudante de Cozinha
Perfil: 20 a 30 anos.
Não é necessário experiência.
Sexo: indiferente
Localidade: São Bernardo do Campo, Guarulhos e outras regiões da Grande SP
Grau de instrução desejável: 1º grau completo
Enviar CV para: rhdiversidade@grsa.com.br

Sobre a GRSA

Atuando no mercado brasileiro há 32 anos, a GRSA – Grupo de Soluções em Alimentação - é a maior e a mais completa empresa do setor, oferecendo mais de 30 soluções em alimentação para empresas, escolas, hospitais, aeroportos, terminais rodoviários, metrôs e locais distantes de centros urbanos. Além disso, oferece aos clientes serviços de suporte como limpeza, manutenção, recepção, entre outros. Líder de mercado há mais de 20 anos, a GRSA fornece mais de 1 milhão de refeições por dia e conta com uma estrutura logística para atender cerca de 1500 unidades em 330 cidades. Atualmente possui 26 mil colaboradores, posicionando a empresa em 14º lugar entre as maiores empregadoras do país. A GRSA é uma empresa do Compass Group, líder mundial em serviços de alimentação e serviços de suporte, com atuação em mais de 55 países.

Contatos:

Hill & Knowlton
Sabrina Orlov (11) 5503 2863
sorlov@hillandknowlton.com

Flávia Castro (11) 5503 2872f
castro@hillandknowlton.com


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4º Congresso Internacional de Medicina de Reabilitação da AACD

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Entre 19 e 21 de agosto de 2009, teremos o prazer e a satisfação de sediar o 4º Congresso Internacional de Medicina de Reabilitação da AACD, o 9º Congresso Internacional de Reabilitação da ORITEL e o 1º Simpósio Internacional de Ortopedia Pediátrica da AACD na cidade de São Paulo, no Centro de Exposições e Convenções do Expo Center Norte.

Neste ano, a temática central do Congresso será:“Funcionalidade e qualidade de vida da pessoa com deficiência física”. Presidir o Congresso é uma honra proporcional ao desafio. No entanto, tal desafio, apesar de vultoso, é respaldado pela imagem institucional da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) que, em seus 59 anos de história, está afeita a conquistas e realizações. Assim, desde o momento de nossa indicação, tivemos o cuidado de constituir as Comissões Científica e Executiva com profissionais absolutamente comprometidos com o evento e que trabalhassem de forma dinâmica e harmoniosa buscando os melhores resultados para o Congresso e seus participantes.
A Comissão Executiva, engajada com a infra-estrutura do Congresso, anuncia uma área de convenções e exposições remodelada e aprimorada. As modernas instalações do Centro de Exposições e Convenções do Expo Center Norte, que serão inauguradas em abril de 2009, representarão um local de vanguarda enquanto cenário de eventos na cidade de São Paulo. O conforto e a comodidade dos congressistas, nacionais e internacionais, foram cuidadosamente pensados levando-se em conta, além do próprio complexo de convenções, a proximidade com shopping centers, hotéis e múltiplos sistemas de transporte interligados.
Na área de exposição, teremos a presença de estandes que merecem sua visita. A Reabilitação, sem dúvida alguma, é uma das áreas que vem se beneficiando de inúmeros avanços farmacológicos, de engenharia e biotecnologia. Proporcionar o contato com estas perspectivas foi outra prioridade do Comitê Executivo.
A Comissão Científica, vinculada com a grade acadêmica do evento, preparou um conjunto de atividades representadas por: 5 cursos pré-congresso, 10 conferências magnas, 2 simpósios de almoço, visitações aos pôsteres, 31 atividades plenárias (entre mini-cursos e mesas-redondas, tradicionais e modernas), 4 apresentações de temas-livres e 5 períodos destinados ao 1º Simpósio Internacional de Ortopedia Pediátrica da AACD. Nestas atividades, além de convidados nacionais, da instituição e de centros de referência do Brasil, haverá a participação de conferencistas norte-americanos e latino-americanos (dos principais Centros de Reabilitação que congregam a ORITEL [Organização Internacional de Teletons]).
A Comissão de Trabalhos Científicos, indicada pela Comissão Científica e coordenada pelo Professor Sergio Lianza, da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, cuidará da escolha dos pôsteres e temas-livres, que serão apresentados, além de selecionar os melhores para que recebam um certificado especial de premiação na cerimônia de encerramento do Congresso. Dessa forma, convidamos todos os acadêmicos e profissionais vinculados à Reabilitação, de todas as áreas do conhecimento (exatas, humanas e biológicas) que se sintam estimulados a enviar seus resultados e seus projetos de pesquisa para apreciação e discussão em nosso evento. Esta salutar troca de informações acadêmicas é a mola propulsora que gera conhecimento, pesquisa e colaborações em todas as esferas sejam elas intra-, inter- ou trans-disciplinares. Naturalmente, não poderíamos deixar de destacar a cidade que sediará o evento. São Paulo, em seus 455 anos, merece ser visitada e conhecida pelos congressistas de outras cidades e países. No aconchego do clima de inverno, sua arquitetura, gastronomia, parques, museus, teatros, casas de espetáculos, além de centros de comércio dos mais variados tipos e padrões são um atrativo à parte que, juntamente com o projeto que se definiu para este Congresso, tornarão sua vinda ao evento e à cidade, um momento especial de atualização de conhecimentos e entretenimento. Dessa forma, convido a todos que prestigiem e participem do 4º Congresso Internacional de Medicina de Reabilitação da AACD, 9º Congresso Internacional de Reabilitação da ORITEL e 1º Simpósio Internacional de Ortopedia Pediátrica da AACD. Recebam minhas saudações e dos colegas da Comissão Científica do Congresso e da Diretoria Clínica da AACD.

Fonte: http://asconcongressos.com.br/eventos/2009/aacd/index.php?conteudo=1

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quinta-feira, 18 de junho de 2009

Até que ponto você é inclusivo ? Você faria terapia com um profissional que tem deficiência?

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XXVIII Papo Inclusivo, que acontece no dia 4 de julho, discute autonomia e vida independente de pessoa com deficiência

O CEMUPI - Centro de Estudos Multidisciplinares Pró Inclusão convida para o XXVIII Papo Inclusivo discutindo autonomia e vida independente de pessoa com deficiência.

Os papos inclusivos de 2009 terão como tema geral "Ser...humano com deficiência". A cada encontro vamos conversar com uma pessoa com deficiência falando sobre suas atividades e experiências.

Ser terapeuta com deficiência
Naira Rodrigues é fonoaudióloga, especialista em atendimento familiar, além de professora universitária e pesquisadora. É membro da equipe técnica da 3 In.
Data: 4 de julho de 2009 - Sábado - 10h
Local: Faculdade de Belas Artes - R. Dr. Álvaro Alvim, 90 - Vila Mariana - São Paulo (em frente à ESPM)
Inscrições gratuitas: inclusao@gmail.com.
Serão emitidos certificados de participação. Vagas Limitadas
Realização: CEMUPI - Centro de Estudos Multidisciplinar Pró-Inclusão

Próximos encontros
1 de Agosto
12 de setembro
3 de outubro
7 de novembro

"Papo Inclusivo" é um encontro de pessoas com deficiência, pais, parentes, educadores, médicos e terapeutas ligados à questão da deficiência e à Inclusão, sobre temas como Saúde, Educação, Comportamento, Trabalho e Legislação. A cada mês um convidado fala sobre um tema específico e debate esse assunto com os presentes. Essa apresentação/debate dura cerca de 1h30, um sábado por mês, à tarde e tem um caráter bastante informal.

CEMUPI - Inclusão ampla, geral e irrestrita
O CEMUPI surge da necessidade de se congregar esforços e competências de pessoas de diferentes áreas do conhecimento, para planejar e executar projetos que visam à transformação das escolas, para que se tornem espaços abertos às diferenças.
A intenção deste grupo é de pesquisar as formas de eliminação das barreiras educacionais que excluem crianças e jovens das nossas escolas, interrompendo suas trajetórias escolares por motivos os mais diferentes, relacionados aos processos de ensino e de aprendizagem.
A cultura da diversidade vai nos permitir construir uma escola de qualidade, uma didática de qualidade e profissionais de qualidade. Todos teremos de aprender a “ensinar a aprender”. A cultura da diversidade é um processo de aprendizagem permanente, onde TODOS devemos aprender a compartilhar novos significados e novos comportamentos de relações entre as pessoas. A cultura da diversidade é uma nova maneira de educar que parte do respeito à diversidade como valor.

Área temática e pesquisas
O CEMUPI pertence à Faculdade de Educação do Centro Universitário Belas Artes e passa a ter a co-gestão do Grupo de Estudos Projeto Roma Brasil e dos Papos Inclusivos do Grupo Síndrome de Down.
O Centro tem como objetivo desenvolver um modelo teórico/prático de inclusão que possa ser usado pelas escolas, que não pretende ser um livro de receitas , mas sim um plano de vôo que ajude a viabilizar efetivamente as práticas educativas inclusivas.
O grupo é multidisciplinar formado por pessoas, nem todas vinculadas profissionalmente à Educação, mas preocupadas com o tema.
As pesquisas desenvolvidas pelo grupo referem-se a:
Þ Educação para todos Þ Formação de Professores para a educação inclusiva Þ Transversalidade e educação
Atividades · desenvolvimento de projetos de pesquisa que possam ser aplicados em escolas, instituições e organizações que adotam princípios inclusivos em suas áreas de atuação educacional e/ou terapêutica; · estudo sistemático e atualizado da literatura sobre ensino e diferenças na educação; · intercâmbios com centros nacionais e internacionais ligados à área temática do CEMUPI; · integração de conhecimentos sobre temas da área por meio convênios de cooperação técnico-científica com instituições de pesquisa e de ensino nacionais e internacionais; · organização de encontros, seminários, congressos científicos; · constituição de um acervo de trabalhos internos e externos ao CEMUPI e publicação de produções do CEMUPI em mídias especializadas.

Fonte: Rede Saci

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Convite para "Café Manhã - Palestra Inclusão de Pessoas com Deficiência"

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Palestra gratuita será realizada dia 24 de junho, às 8 horas, e abordará como implantar a Lei de Cotas de forma eficaz

Público-alvo: Profissionais de RH, dirigentes e profissionais de empresas que precisam implantar imediatamente um projeto de acessibilidade e inclusão e, realizar o recrutamento e qualificação destas pessoas.

Data: 24/06/2009 (quarta-feira).
Horário: das 8h às 11h00.
Local: IPC - Instituto Pró-Cidadania Rua Antonio Tavares, 173 - Aclimação - SP/SP - Fone: 11 3277-0337 Altura do nº 950 da Av. Lins de Vasconcelos Estacionamento conveniado com Olimpark Estacionamentos à Av. Lacerda Franco, 1086-A

Agenda:
08h00 - recepção e café da manhã; 09h00 - palestra, debates e apresentação do instituto 11h00 - encerramento A partir das 11h00 serão realizados atendimentos individuais às empresas que necessitarem mais informações.

Inscrições (Vagas Limitadas): Inscrições pelo e-mail: valdelene@ipcpe.org.br, informando nome, empresa, cargo e telefone, ou através do telefone (11) 3277-0337

Realização: IPC - Instituto Pró-Cidadania (www.institutoprocidadania.org.br).
O IPC é referência e pioneiro na implantação dos projetos de acessibilidade para as empresas e na qualificação de pessoas com deficiência.

Fonte: Rede Saci

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Convite "Acerca da Vida - Vivendo Com Independência"

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O Centro de Vida Independente Araci Nallin está organizando um grande evento, onde acontecerá o Seminário "Acerca da Vida - Vivendo Com Independência", além de minicursos com temas relacionados à Pessoa com Deficiência.

Será realizado nos dias 20 e 21 de junho de 2009, na Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, localizada no prédio Parlatino, dentro do espaço do Memorial da América Latina (Av. Auro Soares de Moura Andrade 664, portão 10, Barra Funda, São Paulo/SP).

A programação completa e informações para inscrição estão no site http://www.cvi.org.br/eventos.asp.

No dia 21 de junho (domingo) às 15h30, Ricardo Shimosakai (Agente de viagens e consultor de turismo, membro da equipe técnica do CVI-Araci Nallin) irá ministrar a palestra "Acessibilidade e Inclusão no Turismo", com apresentação do Case "Parque dos Sonhos" (Complexo que reúne 14 atividades de aventura em meio à natureza numa área de 400 mil m2 e se destaca por oferecer estrutura adaptada para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida).


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Adesão do Sport Clube Corinthians Paulista à Campanha: Acessibilidade - Siga essa idéia

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O Sport Clube Corinthians Paulista anunciou em São Paulo, segunda feira, dia 15/06, sua adesão à Campanha Nacional: Acessibilidade - Siga essa idéia.
Outros clubes e entidades já aderiram, e continuam aderindo a campanha, que visa sensibilizar a sociedade para a eliminação de barreiras arquitetônicas e ideológicas.
Muitas vezes, não é só a arquitetura, o mobiliário, que impedem o deficiente, mas sim as barreiras de atitude, de ações e de sentimentos.
É preciso tornar acessível o coração das pessoas, fazer com que consigam enxergar que qualquer tipo de deficiência não deve ser impecilho para uma vida afetiva, social e profissional.
Estiveram presentes neste evento vários atletas consagrados do clube, como Rivelino, Wladimir e Zenon.
Também estavam presentes atletas paraolímpicos como Clodoaldo Silva.
Todos assinaram o termo de adesão à Campanha.
Outras personalidades aplaudiram a iniciativa, como a deputada Célia Leão.
Presentes e envolvidos com o tema, assinaram à adesão: Dorina Nohil, presidente da fundação que leva seu nome, Dr Osmar de Oliveira, D. Marisa Furia Silva, presidente da Associação Brasileira de Autismo, entre outros.
No evento, também foi lançado o livro " Jogadas da Vida ", escrito por Júlio César, que conta a vida vitoriosa do ex-jogador que ficou completamente surdo aos 30 anos.

A Campanha é promovida pelo Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência ( CONADE ), com a Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência ( CORDE ), e pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da Republica.



Rodolfo Ferrim e Tabata Contri foram os anfitriões do evento.


Ricardo Shimosakai, consultor de turismo, acessibilidade e inclusão.



Marisa Furia Silva, presidente da Associação Brasileira de Autismo


Rivelino assinando o termo de adesão à Campanha

Dorina Nohil
Clodoaldo Silva


Deputada Célia Leão

Presidente do Clube: Andrés Sanches



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