sexta-feira, 30 de abril de 2010

Dia do Trabalho

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O Dia do Trabalho é comemorado em 1º de maio. No Brasil e em vários países do mundo é um feriado nacional, dedicado a festas, manifestações, passeatas, exposições e eventos reivindicatórios.


A História do Dia do Trabalho remonta o ano de 1886 na industrializada cidade de Chicago (Estados Unidos). No dia 1º de maio deste ano, milhares de trabalhadores foram às ruas reivindicar melhores condições de trabalho, entre elas, a redução da jornada de trabalho de treze para oito horas diárias. Neste mesmo dia ocorreu nos Estados Unidos uma grande greve geral dos trabalhadores.
Dois dias após os acontecimentos, um conflito envolvendo policiais e trabalhadores provocou a morte de alguns manifestantes. Este fato gerou revolta nos trabalhadores, provocando outros enfrentamentos com policiais. No dia 4 de maio, num conflito de rua, manifestantes atiraram uma bomba nos policiais, provocando a morte de sete deles. Foi o estopim para que os policiais começassem a atirar no grupo de manifestantes. O resultado foi a morte de doze protestantes e dezenas de pessoas feridas.
Foram dias marcantes na história da luta dos trabalhadores por melhores condições de trabalho. Para homenagear aqueles que morreram nos conflitos, a Segunda Internacional Socialista, ocorrida na capital francesa em 20 de junho de 1889, criou o Dia Mundial do Trabalho, que seria comemorado em 1º de maio de cada ano.
Aqui no Brasil existem relatos de que a data é comemorada desde o ano de 1895. Porém, foi somente em setembro de 1925 que esta data tornou-se oficial, após a criação de um decreto do então presidente Artur Bernardes.

Fonte: Sua Pesquisa

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Maratona de São Paulo

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Dia 2 de maio a cidade de São Paulo realiza mais uma competição esportiva de nível mundial. Após a disputa da SP Indy 300 e antes de receber a GP Brasil de Fórmula 1 será disputada a Maratona Internacional de São Paulo. Essa será a 16ª vez que a cidade recebe a prova de 42.195m de comprimento.

A largada da prova ocorrerá na Av. Roberto Marinho (antiga Av. Águas Espraiadas) e a chegada da Maratona será na Av. Pedro Álvares Cabral, no parque do Ibirapuera.
Organizada pela prefeitura e com reconhecimento internacional, a Maratona de São Paulo é receptiva aos grandes atletas e também aos atletas amadores. Além da prova tradicional de 42 km, são disputadas paralelamente provas de 25 km, 10 km e uma caminhada de 3 km, permitindo assim, que qualquer praticante da modalidade corrida, participe da prova.

História

Disputada desde 1995, a Maratona Internacional de São Paulo tem visto uma disputa acirrada entre brasileiros e quenianos. Ambos os países tem sete vitórias e a prova masculina nunca registrou um bi-campeonato, sempre tendo sido vencida por diferentes competidores. Já na feminina, o domínio brasileiro é notório com 11 vitórias e diversos bi campeonatos, porém Márcia Narloch é o grande nome da competição com o bi-campeonato de 1999 e 2000 e a vitória apertada da edição de 2005.

Considerada a segunda prova brasileira em grau de importância e tradição, esse ano a Maratona de São Paulo alcança a lendária São Silvestre no número de participantes inscritos, com 20.000 atletas.

Atletas especiais

Esse ano, também será disputada a II maratoninha de São Paulo, para atletas com idades entre 6 e 15 anos. Com o objetivo de incentivar a pratica desportiva entre as crianças, a prova será disputada no Conjunto de atletismo “Constâncio Vaz Guimarães” no dia 1º de maio

Além das crianças, estão previstas na Maratona Internacional de São Paulo a presença de portadores de necessidades especiais, em todas as categorias existentes: Cadeirantes, Hand Cycle, Deficiente Visual, Amputados de Membros Inferiores, Deficientes Andantes Membros Inferiores, Deficientes Intelectuais, Deficientes Membros Superiores e Deficientes Auditivos.

Fonte: Leve na Esportiva

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ADD na Maratoninha de São Paulo 2010

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São Paulo, 28 de abril de 2010 – No próximo sábado, 1º de maio, a ADD - Associação Desportiva para Deficientes irá levar 47 crianças cadeirantes para participar da 2ª Maratoninha de São Paulo Corrida Infantil, que acontece na pista sintética do Estádio Ícaro de Castro Mello, no Conjunto Desportivo do Ibirapuera.
Na competição, crianças e jovens entre seis e 15 anos correrão em baterias de 50m, 60m, 80m, 100m, 300m e 600m.
O número grande de crianças cadeirantes que a ADD levará para o evento reflete a preocupação da associação em fazer com que, desde cedo, o esporte seja um fator de inclusão social para as pessoas com deficiência.
“Esperamos que as crianças que participem do evento tenham conhecimento sobre o que é o atletismo adaptado, despertando o gosto pela prática paradesportiva” afirma Sileno Santos, coordenador de esportes da ADD. “Independente de qualquer resultado, ver o sorriso de uma criança ao completar a prova nos motiva dia a dia a continuar o nosso trabalho” ressalta o coordenador.
A iniciativa de participar da Maratoninha de São Paulo também faz parte das ações da Escola de Esporte Adaptado da ADD. Essa é a primeira escola do gênero no Brasil, cujo objetivo é trabalhar o desenvolvimento integral de crianças e adolescentes por meio de atividades paradesportivas e de artes, dança, teatro, música, inclusão digital e também pedagógicas.

Sobre a ADD

Criada em 1996 pelo professor de educação física Steven Dubner juntamente com a administradora de empresas Eliane Miada, a ADD - Associação Desportiva para Deficientes é uma instituição sem fins lucrativos que promove o desenvolvimento de pessoas com deficiência por meio de práticas esportivas adaptadas, ensino e cursos de capacitação, facilitando o processo de resgate da auto-estima, integração e inclusão social.

Em 14 anos de atividades, a ADD tem um total de 11 mil pessoas com deficiência atendidos diretamente e outros milhares indiretamente.

Para mais informações, acesse www.add.org.br.

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Biblioteca Louis Braille recebe primeira Bíblia em braille

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Evento faz parte da comemoração dos 63 anos da biblioteca localizada no Centro Cultural São Paulo.

Para comemorar seus 63 anos, a Biblioteca Louis Braille, no Centro Cultural São Paulo, em SP, realizará em 1º de maio a cerimônia de entrega da Bíblia transcrita em braille para o acervo da biblioteca. Além disso, estão programados um recital de piano e o lançamento do CD Em tempo de Valsa, de Valdilice de Carvalho. A cerimônia acontece dia 1º de maio, às 16h30, no próprio CCSP, localizado à rua Vergueiro, 1.000 - Paraíso. Na ocasião, também se comemora o aniversário de criação da Biblioteca Louis Braille, inaugurada em 29 de abril de 1947.

Outra boa notícia é que a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED) vai distribuir mil novos livros e audiolivros ao longo de 2010.

Confira a programação:

Comemoração dos 63 anos da Biblioteca Louis Braille
1º de maio - Sala Adoniran Barbosa
Entrada franca (os convites devem ser retirados na bilheteria a partir das 16h)

16h30 - Entrega da Bíblia
Como parte de suas ações de inclusão cultural, a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED) promove a distribuição de edições completas da Bíblia em braille. Por sua importância e pioneirismo, a Biblioteca Louis Braille do Centro Cultural São Paulo foi escolhida para receber a primeira edição, que será entregue pelo secretário da SMPED, Marcos Belizário.

18h - Recital de lançamento do CD Em tempo de Valsa, de Valdilice de Carvalho.
A pianista brasileira Valdilice de Carvalho dá destaque à música brasileira em sua produção artística. Teve como professores, entre outros, Margarida Viserta, Sara Lima e Helena Plaut, esta uma das principais assistentes de Magda Tagliaferro.

Fonte: Portal Vida Mais Livre

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Padarias e bancas de jornal passam por vistorias de acessibilidade na Zona Leste, em São Paulo

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Olho: Ação visa garantir a circulação de pedestres e o acesso de pessoas com deficiência a calçadas e estabelecimentos.

Na semana passada, a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED) e a Subprefeitura da Mooca, em São Paulo, realizaram vistorias técnicas de acessibilidade em 25 estabelecimentos comerciais, sendo 20 padarias, 2 bancas de jornal, uma agência dos correios, um restaurante e uma loja de telefonia celular.
Das 20 padarias vistoriadas, a principal irregularidade encontrada foi a falta de rampas de acesso para cadeirantes e para pessoas com mobilidade reduzida. Poucos estabelecimentos preocupam-se em eliminar degraus na entrada. Outras irregularidades apontadas foram os espaços de circulação interna e a falta de sanitários adaptados, bem como, o mal uso e a má conservação das calçadas. Todos estes estabelecimentos foram notificados e têm 30 dias para providenciar as adequações.
Marcos Belizário, secretário da Pessoa com Deficiência, explica que, embora a operação conte com a presença de fiscais das subprefeituras, o objetivo principal desta primeira fase não é multar estes estabelecimentos, mas apontar os erros e conscientizar os proprietários. "Não estamos simplesmente multando os estabalecimentos que não atendem às normas técnicas de acessibilidade, estamos conversando com seus proprietários e conscientizando-os sobre a importância de tornar o ambiente acessível a todas as pessoas", ressalta o secretário.

Fonte: Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED)

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Descumprimento da Lei de Cotas gera prejuízo de R$ 15,6 bilhões

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Às vésperas do 1° de maio, parte dos trabalhadores do país não tem o que comemorar: cerca de 600 mil pessoas com deficiência não têm acesso às vagas que lhes são garantidas pela Lei de Cotas (artigo 93 da lei 8.213/91), que determina que empresas com cem ou mais funcionários mantenham percentual entre 2% e 5% de pessoas com deficiência entre seu quadro de pessoal.

Com isso, perdem as pessoas com deficiência que não têm seu direito respeitado e perde o conjunto da sociedade, que não só não convive com a diferença, mas também não usufrui os recursos que poderiam ser injetados na economia devido à entrada de mais assalariados.
Uma conta baseada na média dos salários pagos às pessoas com deficiência hoje empregadas mostra que ao ano R$ 15,6 bilhões deixam de ser pagos às pessoas com deficiência excluídas do mercado de trabalho. O cálculo é feito com base nos dados da Rais (Relação Anual de Informações Sociais) de 2008, dado mais atualizado disponível, o que indica que os números devem ser ainda maiores atualmente.
O problema poderia ser corrigido se empresas e poder público fizessem sua parte. Cabe ao Ministério do Trabalho multar as empresas que não cumprem a lei. O valor varia entre R$ 1.410,79 e R$ 141.077,93. O Ministério Público também tem papel fiscalizador, mas falta exercer tal papel para corrigir a postura de empresas que não exercem de fato a responsabilidade social.
Trata-se, portanto, de questão de interesse público. “Se a lei for cumprida, milhares de pessoas terão respeitadas sua cidadania, como prevê recente Convenção da ONU sobre direitos das pessoas com deficiência, que, embora ratificada pelo Brasil, não está sendo colocada em prática no mundo do trabalho”, afirma o coordenador do Espaço da Cidadania, Carlos Aparício Clemente.

Sociedade – A sociedade também pode fazer sua parte. É exatamente isso que têm feito as cerca de 600 pessoas que participam do 3° Programa de Sensibilização Social e Empresarial para Colocação de Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho, coordenado pelo Espaço da Cidadania em conjunto com várias entidades públicas e privadas e outros voluntários.
O programa é composto por etapas. A primeira terminou ontem na cidade de Limeira, retratado pela foto no momento em que a palestrante Márcia Hipolito tirava dúvidas do público presente. Esta etapa passou por Osasco, São Paulo, Santos, Lins, Campinas, Salto, São Bernardo do Campo e Limeira atraindo participantes de quase 50 cidades. Todos participaram de palestras de sensibilização sobre o potencial das pessoas com deficiência. Os participantes dessa etapa se credenciaram para estar na segunda etapa, na qual conhecerão “locais que dão bons exemplos de inclusão, cujas experiências poderão ser multiplicadas por outros locais do país”, explica Clemente.
A programação das visitas será divulgada em breve, mas estão entre os locais a Superintendência Regional do Trabalho de São Paulo, responsável pelo melhor índice de cumprimento da Lei de Cotas no país, e a Secretaria de Estado dos Direitos das Pessoas com Deficiência que instalou o Memorial da Inclusão em Dezembro passado.

Informações:

Espaço da Cidadania
(11) 3685-0915
www.ecidadania.org.br
ecidadania@ecidadania.org.br

Fonte: Portal Vida Mais Livre

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VI Encontro de Empregabilidade da pessoa com deficiência visual: reflexão e prática

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Recebi por email e repasso para vocês:

21 de maio de 2010 - sexta-feira
Horário:
8h30min. - Recepção e café da manhã
9h - Início do Encontro

Local: Espaço Sociocultural - Teatro CIEE

Endereço: Rua Tabapuã, 445 - Itaim Bibi - São Paulo/SP

Inscrições gratuitas e obrigatórias: www.ciee.org.br/portal/eventos

Informações: 3040-6541/6542

Haverá estacionamento no local mediante pagamento.

Será disponibilizado certificado de participação.

Programação
8h30min. - Recepção e café da manhã
9h - Abertura
Dr. Ruy Martins Altenfelder Silva - Presidente do Conselho de Administração do CIEE e da Academia Paulista de Letras Jurídicas
Dr. Alfredo Weiszflog - Presidente da Fundação Dorina Nowill para Cegos
9h30min. - Palestra
A inclusão profissional em rede: perspectivas para o século XXI
Carlos Aparício Clemente - Espaço Cidadania e Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco
10h - Palestra
Desafios e soluções para inclusão profissional: Acessibilidade, Tecnologia, Capacitação e Crescimento profissional
Emanuelle G. Alkmin - Advogada do Grupo CCR - Via Oeste
Antonio Carlos Grandi - Professor de informática da Fundação Dorina Nowill
Vandreia Oliveira - Gestora de RH - Diversidade do Grupo Pão de Açúcar
Leandro Amaral - Psicólogo e Gestor de RH - Diversidade da Deloitte
11h - Debate
11h15min. às 12h - Exposição de produtos acessíveis para a pessoa com deficiência visual e pré-lançamento dos livros da Série Dorina Nowill: "Deficiência Visual e o Mundo do Trabalho" e "Informática e Deficiência visual: uma relação possível?"
12h - Previsão de encerramento

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Subprefeitura da Sé reforma calçadas e Sub Butantã fará vistoria de calçadas

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Os 5.000 m² de passeio da rua Amaral Gurgel estão recebendo um novo piso, com concreto modelado in loco, que facilita o acesso de pessoas com mobilidade reduzida. Parte do Plano Emergencial de Calçadas, a obra deve ser concluída em 3 meses. O Plano Emergencial de Calçadas (PEC), criado pela Lei nº 14.675 de autoria da vereadora Mara Gabrilli, permite que a Prefeitura revitalize as vias estratégicas, que estão localizadas nos centros comerciais e que interligam diversos equipamentos públicos e privados essenciais à população.
Em outra ação, os fiscais da Subprefeitura do Butantã estão percorrendo alguns bairros do distrito para verificar irregularidades nos muros, calçadas e terrenos particulares. Alguns desses itens estão dispostos de forma irregular, o que gera transtornos aos moradores.
Caminhar pelo Centro se torna cada vez melhor. As calçadas estão sendo remodeladas para receber os visitantes e moradores que circulam pela região com mais conforto e segurança. Na última segunda-feira, 26, a Subprefeitura da Sé deu início à reforma dos 5.000 m² de passeio da rua Amaral Gurgel, no trecho entre as ruas Jaguaribe e Consolação. O piso utilizado é o concreto moldado in loco, como o da avenida Paulista, que, além de maior durabilidade, facilita o acesso de pessoas com mobilidade reduzida e proporciona mais comodidade aos pedestres. Nas travessias também serão instaladas rampas de acessibilidade.
Com custo aproximado de R$ 490 mil, a obra deve ser concluída em três meses. Ela faz parte do Plano Emergencial de Calçadas (PEC), projeto da Prefeitura que tem por objetivo tornar acessíveis os locais com grande circulação de pessoas e concentração de serviços públicos.
No último ano, foram adequados 450 quilômetros de calçadas em toda a Cidade. Até 2012, a previsão é que sejam executados mais 600 quilômetros.
Além da revitalização das calçadas, a via ganhará novas cores, com o plantio de espécies de ipês-roxos e amarelos, na altura do nº 145 ao 287.

Subprefeitura do Butantã inicia a operação Melhora Bairro

Os fiscais da Subprefeitura estão percorrendo alguns bairros do distrito para verificar irregularidades nos muros, calçadas e terrenos particulares. Alguns desses itens estão dispostos de forma irregular, o que gera transtornos aos moradores.
A Subprefeitura do Butantã acaba de iniciar a operação Melhora Bairro, que começa pelo distrito do Morumbi, englobando os bairros, Morumbi, Real Parque, Cidade Jardim, Jardim Panorama entre outros.
Fiscais da Subprefeitura estão percorrendo todo o distrito, para verificar irregularidades nos muros, calçadas e terrenos particulares. A maioria dos moradores mantém esses itens regulares. Alguns terrenos estão abandonados, o que gera focos do mosquito da Dengue, um dos motivos para a realização desta operação. Outros estão com calçadas danificadas, o que gera dificuldades de circulação dos pedestres.
Ao constatarem uma irregularidade, os fiscais irão notificar o proprietário que terá 30 dias para regularizar o problema. Caso isso não aconteça será aplicada uma multa proporcional como prevê a lei nº 10.508/88.
São tipos diferentes de multas: Para passeio e ou muro irregulares, e para problemas terreno vazio, não edificado. Por exemplo: um terreno de aproximadamente 500 m² , a multa é de R$ 481,65, já um passeio irregular ou muro de 10 a 15 metros a multa é de R$ 722,48.

Fonte: Prefeitura de SP

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Deficiência Física é tema de curso para professores municipais

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As inscrições para o 24º Curso de Formação Básica em Deficiência Física para Professores da Rede Regular de Ensino abrirão nesta quinta-feira (29/04). São 20 vagas para aqueles que atuam com alunos de necessidades especiais.

Nesta quinta-feira, 29 de abril, a Secretaria de Educação, em convênio com a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), abre as inscrições para o 24º Curso de Formação Básica em Deficiência Física para Professores da Rede Regular de Ensino. Serão oferecidas 20 vagas e o objetivo é dar formação continuada para professores que atuam com alunos portadores de Necessidades Educacionais Especiais (NEEs) e discutir a importância da equipe multidisciplinar para o processo de inclusão.
Podem participar do curso os professores de Educação Infantil e de Ensino Fundamental I que atuam nos CEIs, EMEIs e EMEEs que tenham em suas turmas alunos com NEEs. O curso, de 40 horas, será realizado nos dias 3, 4 e 5 de maio, das 18h às 22h, no anfiteatro da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), na avenida Professor Ascendino Reis, 724 – Ibirapuera. O curso contempla também um estágio de 20 horas na AACD da Mooca ou Vila Clementino. As inscrições devem ser feitas das 9h às 16h em DOT/Educação Especial (rua Diogo de Faria, 1.247 – sala 311). Além dos documentos de identificação, os interessados devem levar um holerite.

Fonte: Prefeitura de SP

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Depoimento: Adriana Barros

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Um dos mais lindos depoimentos, que prova que o amor está muito além de qualquer tipo de deficiência!

Ela superou os seus limites, ao se casar com um deficiente físico, contra a vontade de sua família.



Fonte: G1

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Reatech supera expectativas de público e gera R$ 290 milhões em negócios

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Mais de 45 mil visitantes foram ao Centro de Exposições Imigrantes para conferir gratuitamente a diversidade de lançamentos de tecnologias, debates, jogos adaptados, desfile de moda, apresentações de grupos de dança e serviços voltados para as pessoas com deficiência.

Realizada entre os dias 15 e 18 de abril, em São Paulo, a 9ª edição da Reatech (Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade) atraiu um público diversificado e provou mais uma vez que as pessoas com deficiência física buscam por novidades e serviços que promovam o bem estar social. Mais de 45 mil visitantes foram ao Centro de Exposições Imigrantes para conferir gratuitamente a diversidade de lançamentos de tecnologias, debates, jogos adaptados, desfile de moda, apresentações de grupos de dança e serviços voltados para as pessoas com deficiência.
“O evento, que reúne os mais variados serviços e lançamentos em único local, mostra que esse público necessita e merece uma atenção especial do mercado”, destaca José Roberto Sevieri presidente do Grupo CIPA. Nessa edição, a feira gerou cerca de R$ 290 milhões em negócios. Ainda segundo Sevieri, “o crescimento e reconhecimento do evento evidenciam uma maior conscientização do papel das pessoas com deficiências enquanto cidadãos e também da aposta da indústria voltada para esse público”.
Para os expositores, a feira permite um contato mais próximo com o consumidor final. “Lançar uma novidade na feira é muito mais vantajoso, o rendimento é maior e o público pode sanar dúvidas e fazer uma pré-avaliação. A empresa também pode ver de perto as reações do cliente”, conta Patrícia de Risso, fonoaudióloga do Grupo Microsom. A opinião do representante de venda da Physicus, Ismael Rocha, não foi diferente: “Conseguimos mostrar a importância do produto para esse público e nos surpreendemos com o volume de contratos que foram amarrados”, finaliza.
Incorporando os conceitos de acessibilidade corporativa e empregabilidade, diversas empresas também utilizam a feira como mecanismo de captação de currículos de pessoas com deficiências. Somente nesta edição, foram oferecidas pelos expositores mais de 6.500 vagas diversas de trabalho para pessoas com deficiência.
Números do setor: No Brasil, aproximadamente 15% da população possui alguma deficiência e cerca de 500 pessoas todos os dias adquirem algum tipo de deficiência. É dentro deste cenário que o setor de produtos e serviços para reabilitação movimenta cerca de R$ 1,5 bilhão no País, sendo R$ 200 milhões só com vendas de cadeiras de rodas e mais de R$ 800 milhões em automóveis e adaptações veiculares.

Mais informações no site: www.reatech.tmp.br ou pelo telefone (11) 5585-4355.

Fonte: Portal Vida Mais Livre

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quinta-feira, 29 de abril de 2010

Menor mãe da Grã-Bretanha relata dificuldades para cuidar do filho

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Garoto de 14 meses é quase tão alto quanto Amanda Moore, de 25 anos.

A menor mãe da Grã-Bretanha descreveu as dificuldades de cuidar de seu filho que, aos 14 meses de idade, é quase tão alto quanto ela.
Amanda Moore, de 25 anos, de Hinckley em Leicestershire, arriscou a vida para dar à luz Aidan.
Amanda tem uma rara doença óssea que prejudicou seu crescimento. Ela mede apenas 90cm e não consegue ficar em pé.
Com 70 cm, Aidan já é mais alto do que sua mãe quando ela está sentada. “Agora que ele está andando, é um trabalhão para alguém do meu tamanho”, disse ela à agência britânica SWNS.
A mãe disse acreditar que Aidan pode ficar tão alto quanto seu pai, Steven Fyfe, 20 anos, que mede 1,8 metro.
“Quando sento no chão para brincar com ele, ele já fica mais alto do que eu e ele tem só 14 meses.”
“Ele está ficando grande e forte e logo vamos ter que dizer para ele que ele tem que ter cuidado com a mãe”, afirma.
“Tem sido difícil porque ele tem corrido a minha volta desde que começou a engatinhar.”
“A maioria dos meninos é mais alta do que suas mães, mas não pouco depois de um ano.”
Amanda Moore sofre de osteogênese imperfeita, doença caracterizada por ossos quebradiços. Ela nasceu com 14 ossos quebrados e médicos a haviam alertado que uma gravidez poderia ser fatal.
Mas Aidan nasceu em fevereiro de 2009 pesando cerca de 2,5 quilos e não herdou a doença da mãe.
Ele hoje pesa 9,9 quilos, quase metade do peso de sua mãe (25,4 quilos).
“Logo Aidan vai ser maior do que eu e estamos pensando em como vou conseguir movê-lo pela casa em minha cadeira enquanto Steve está no trabalho”, diz Amanda.
O casal afirma que não descarta ter outro filho.
“Foi difícil, mas Aidan está indo tão bem”, disse o pai.
“Ele é um menino grande e logo será muito maior do que a mãe dele.”
“Quando Amanda engravidou os médicos nos disseram que ela ou o bebê poderiam morrer, ou até os dois.”
“Mas os dois estão saudáveis e somos uma família de muita sorte.”

Foto: Amanda More e Aidan. (Foto: BBC )
Fonte: G1

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Fiscalização do MTE inseriu mais de 5 mil pessoas com deficiência no mercado de trabalho em 2010, diz auditor

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Ações de fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego inseriram 5.338 pessoas com deficiência no mercado de trabalho nos primeiros três meses deste ano, disse o auditor fiscal Rogério Reis nesta terça durante audiência pública na Câmara.
Segundo números apresentados por ele à Comissão de Legislação Participativa (CLP), entre os anos de 2005 e 2009 cerca de 107 mil trabalhadores com deficiência foram integrados ao mercado.
Apesar do trabalho fiscalizatório, menos da metade, ou 45,22% das 36 mil empresas que são o foco das auditorias, cumpre a cota para pessoas com deficiência estabelecido por lei há 19 anos.
“Infelizmente muitos trabalhadores que conquistam uma vaga através da nossa fiscalização não permanecem mais que dois meses no emprego. Ainda há mais de 250 mil vagas pertencentes à cota que não foram preenchidas nas empresas”, disse Reis ao blog.
A multa para as empresas que não respeitam a cota varia de R$ 1,4 mil a R$ 141 mil.

Fonte: Blog do Trabalho

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Júris in vox

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O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) lançou, na quinta-feira (08/04), o projeto Jurisprudência em Voz (Júris in Vox) que converte textos doutrinários e jurisprudência, que normalmente são publicados no formato escrito, para o formato de voz eletrônica de alta qualidade. O objetivo é facilitar o acesso de pessoas com deficiência, principalmente visuais, e outros interessados nos conteúdos informativos de jurisprudência do TJDFT.
Na abertura do evento, o vice-presidente do TJDFT, desembargador Romão Cícero Oliveira, ressaltou o empenho do tribunal em acompanhar novas tecnologias e garante que o Júris in Vox vai beneficiar não só as pessoas com deficiência, mas a população de modo geral.
Segundo o desembargador, a instalação do projeto só foi possível graças aos servidores, que se debruçaram sobre o tema. “Registro aqui o nome das pessoas que tiveram o trabalho mais duro: Ricardo de Jesus Ribeiro, Silvino César Silveira, Márcia Luz, João Batista da Silva, Alexandre Lacerda e Roberto Becker”. Por fim, agradeceu ao Secretário de Jurisprudência e Biblioteca e ao Subsecretário de Doutrina e Jurisprudência, mentores intelectuais do projeto.
Na sequência, o Subsecretário de Jurisprudência e Biblioteca, Jorge Althoff, fez a apresentação do Projeto. Segundo ele, a conversão de textos jurisprudenciais em voz não demanda nenhum aparato diferente. A pessoa poderá acessar diretamente na página do TJDFT ou gravar em mídias como Ipods e outros tocadores de música. “Um grande número de textos poderá ser convertido em voz de uma só vez”, assegurou. Existe ainda a possibilidade de outros setores do tribunal utilizarem o recurso, como a assessoria de comunicação social, que poderá converter os textos das matérias em áudio, assegurou.
Ao final da apresentação, a plateia foi surpreendida com um gentil agradecimento realizado pela Raquel, voz sintética do Juris in Vox: “Gostaria de agradecer aos desembargadores Nívio Gonçalves e Romão Oliveira, os maiores incentivadores do projeto, pelo empenho na concretização dessa iniciativa, além dos meus sinceros agradecimentos ao Secretário de Justiça e Jurisprudência, Bruno Queiroga”. Raquel ressaltou ainda a importância do projeto para a sociedade: “Com a implantação do Juris in Vox, o Tribunal de Justiça do DF reforça sua posição de vanguarda no Judiciário Brasileiro. Sem contar com a melhoria da acessibilidade à página do TJDFT aos portadores de necessidades especiais”, concluiu.
O evento contou com a presença do vice-presidente do TJDFT, desembargador Romão Cícero Oliveira, o Corregedor da Justiça do DF, desembargador Getulio Pinheiro, o Secretário de Jurisprudência e Biblioteca, Bruno Queiroga, o Subsecretário de Doutrina e Jurisprudência, Jorge Althoff, o Juiz Auxiliar da Presidência, James Oliveira, o Secretário-Geral da OAB/DF, Lincoln de Oliveira, além de outras importantes autoridades.

Saiba mais sobre Raquel

A voz (Raquel) que narra os Informativos de Jurisprudência é de alta qualidade, suave, pausada e com timbre próximo à voz humana. Para minimizar as distorções, os técnicos da Jurisprudência estão fazendo as adaptações necessárias com a ajuda de um filólogo (profissional que estuda a língua em toda sua amplitude: escrita e falada) e de um engenheiro, ambos pertencentes à empresa brasileira que comercializa o software americano.

Fonte: Jus Brasil
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Inclusão no cyber espaço

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Você sabia que a linguagem HTML pode ser de acesso universal? Ou seja, que ela tem capacidade para atender a todas as pessoas, inclusive, aquelas que possuem uma determinada deficiência? Pois é. Nem todo mundo sabe, mas um site pode ser tão acessível a um cego quanto a uma pessoa que enxerga perfeitamente. E isso vale também para o conteúdo em aúdio para um surdo, por exemplo.
Os primeiros países a pensar na questão da acessibilidade nas mídias eletrônicas foram o Canadá, os Estados Unidos e a Austrália. Em 1998, o governo norte-americano colocou em vigor a Section 508, uma lei que determinava o acesso para pessoas com deficiência a qualquer conteúdo eletrônico produzido pelo governo federal. Essa lei acabou chamando atenção para o assunto, culminando em outras iniciativas em prol da causa.
No Brasil, o Departamento de Governo Eletrõnico em parceria com a ONG Acessibilidade Brasil criou um modelo baseado em um conjunto de regras de acessibilidade adotada por diversos países. O eMAG-Acessibilidade do Governo Eletrõnico - Cartilha Técnica foi criado com o objetivo de orientar profissionais da área sobre a construção de sites acessíveis às pessoas com deficiência.

Por que tornar um site acessível?
Engana-se quem pensa que tornar um site acessível é obra de caridade. Quando você investe em acessibilidade na web está ampliando o número de visitantes do seu veículo, o que atrairá mais anunciantes. Além disso, seu website estará adaptado a diferentes tipos de conexão como, por exemplo, navegadores mais antigos, computadores menos potentes, ou sem mouse, e outros casos.
Além disso, você estará dentro dos princípios de acessibilidade determinados pela lei federal de acessibilidade (Lei no. 10 098, de 19 de dezembro de 2000), que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência
E o mais importante: Você estará contribuindo para uma sociedade mais igualitária e justa. Afinal, o acesso a informação é um direito de todos!

Dicas para tornar o seu site acessível

Economia nas imagens - Os sintetizadores de voz utilizados por cegos para acessar a Web conseguem interpretar texto, mas as imagens ficam de fora. Por isso, o W3C- World Wide Web Consortium, um consórcio de empresas de tecnologia que desenvolve padrões para web, levando em consideração normas de acessibilidade-recomenda que, sempre que possível, seja usado texto no lugar de imagens. Isso pode ser feito em menus de navegação ou até mesmo em logotipos mais simples.

Atributo "alt" - Caso as imagens sejam imprescindíveis, como no caso de fotos, forneça uma descrição através do atributo "alt". Ele será usado pelos softwares específicos para comunicar ao usuário o conteúdo da foto.
O "alt" também pode ser usado com o para elementos que são inseridos com este comando, como arquivos Flash.

Atributo "longdesc" - Há casos em que o "alt" não é suficiente, principalmente em animações ou conteúdo de áudio ou vídeo. É quando entra o elemento "longdesc". Ele cria um link para um arquivo com descrição mais detalhada do objeto.

Apresentação e conteúdo - Além das diversas vantagens para manutenção e automatização do site, separar a apresentação do conteúdo também facilita o acesso de quem não usa softwares convencionais. O W3C recomenda que seja usado o CSS- Cascading Style Sheet, um mecanismo para adicionar estilos, como fontes, cores espaçamento- para a apresentação da página, eliminando comandos puramente estéticos.

Tabelas - O W3C recomenda que as tabelas sejam utilizadas para conteúdo estritamente tabular, e não para determinar o layout das páginas. Como a leitura nos softwares específicos é feita seguindo o código HTML verticalmente, muitas tabelas visualmente perfeitas no browser podem ser confusas para um cego. Ao utilizar tabelas, é possível utilizar elementos como o "header" e "footer" para relacionar os elementos

Idiomas - O atributo "lang" pode ser usado com o comando para que os sintetizadores de voz pronunciem palavras de outros idiomas corretamente. Para indicar a língua padrão do documento, utilize o "lang" dentro do comando

Cores - O uso de cores como indicativo de importância dentro de uma página deve ser feito com cuidado, pois usuários daltônicos podem ter dificuldades. Assim, o W3C recomenda que as cores não sejam o único referencial para relevância de conteúdo de um site.

Inclusas no Cyber espaço

Sara Bentes: Sara é cega, cantora, repórter...Acesse seu endereço eletrônico: http://www.sarabentes.com/

Raquel Couto Amaral: Raquel é surda e responsável pelo Portal http://sur10.net/

Curso de HTML para cegos
Através desse curso, pessoas com deficiência visual podem aprender a linguagem HTML, e terão o conhecimento básico para criar suas páginas web.
Saiba mais: http://www.cursodehtml.com.br/

E agora, como posso testar a acessibilidade da minha página?
Existem programas verificadores de acessibilidade. Eles analisam todo o código da página e verificam a conformidade do uso do HTML com as regras definidas no W3C.
Saiba mais: www.dasilva.org.br
http://www.accesible.com.ar/examinator/

Fonte: Portal Mara Gabrilli

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Eleitor com deficiência tem até 5 de maio para solicitar transferência para seção especial

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O prazo para o alistamento eleitoral e transferência de títulos termina no dia 5 de maio. O eleitor que tem uma deficiência física ou é idoso e não está inscrito em uma seção especial deve solicitar transferência para uma delas, a fim de evitar aborrecimentos no dia da votação. Essas seções não possuem escadas, o que facilita o acesso às urnas. Em 18 de fevereiro, a Procuradoria Regional Eleitoral no Estado de São Paulo emitiu Recomendação a todos os membros do Ministério Público para que verificassem os locais de votação quanto à acessibilidade e, se necessário, tomassem as providências cabíveis para garantir o acesso das pessoas com deficiência e com dificuldades de locomoção às eleições 2010. Nas eleições de 3 de outubro, o eleitor deverá fazer seis escolhas: deputado estadual, deputado federal, senador (duas vagas), governador e presidente.

Dia 5 de maio, uma quarta-feira, é o último dia em que o eleitor que tenha deficiência ou mobilidade reduzida solicite junto à Justiça Eleitoral acesso a seção eleitoral chamada de especial que conte com acesso amplo e irrestrito. A data é publicada a cada eleição pelo Tribunal Superior Eleitoral e correspondente a 151 dias antes das eleições de acordo com a Lei nº 9.504/97, art. 91, caput e Resolução nº 21.008/2002, art. 2º. Esse prazo é o mesmo para o cidadão que precisa obter o título de eleitor ou tranferir seu título.

“É importante que o eleitor tome essa atitude e avise que necessita de acesso para poder votar. A justiça não tem como saber onde estão esses eleitores por isso comunicar é fundamental”, lembra a vereadora Mara Gabrilli. "No entanto, mais alarmante é lembrar que a maior parte das seções eleitorais se encontram em escolas. Se não há acesso naquela escola para o eleitor, como é para um aluno que tem uma deficiência? Ele fica excluido da Educação durante todo o ano letivo? É preciso modificar este quadro com urgência", completa a vereadora.

A inscrição eleitoral e o voto são obrigatórios para os maiores de 18 anos. Para os analfabetos, jovens entre 16 e 18 anos e maiores de 70, o voto é facultativo. Quem completar 16 anos até 3 de outubro pode votar nas eleições gerais de 2010, desde que solicite o documento até 5 de maio. No caso do eleitor que mudou de município, é necessário transferir o título para o atual domicílio.
O eleitor com deficiência física que não está inscrito em uma seção especial deve solicitar transferência para uma delas, a fim de evitar aborrecimentos no dia da votação. Essas seções não possuem escadas, o que facilita o acesso às urnas. Todas as zonas eleitorais dispõem de seções especiais. Idosos com dificuldade de locomoção também podem transferir seu título para uma seção especial, já que as seções especiais não são exclusivas para os eleitores com uma deficiência.

O eleitor pode obter o endereço dos cartórios eleitorais através do site www.tre-sp.jus.br. As dúvidas podem ser esclarecidas na Central de Atendimento ao Eleitor, pelos telefones 148 (ligação local para todo o Estado) ou (11) 2858-2100 (para ligações da capital).

Documentos
Para obter o título pela primeira vez, a pessoa deve procurar o Cartório Eleitoral correspondente à rua de sua residência com os seguintes documentos:
- documento de identidade
- comprovante de residência
- certificado de quitação do serviço militar (para homens entre 18 e 45 anos)

Para a transferência, é necessário que o eleitor resida há no mínimo três meses na nova residência e já tenha completado um ano de sua inscrição ou última transferência. Além disso, é preciso ir ao cartório correspondente a sua residência atual munido de:
- documento de identidade
- comprovante de residência
- título eleitoral
- comprovantes de que votou nas últimas eleições ou justificou

Multa
Quem não votou e nem justificou a ausência nas eleições anteriores deve pagar multa de cerca de R$ 3,50 por turno não votado, mas esse valor pode variar por determinação do juiz eleitoral.

Fonte: Tribunal Regional Eleitoral de SP

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Cientista desliga um único gene e recupera lesão na medula espinhal

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Na tentativa de se proteger, organismo acelera morte de células pós-trauma. Silenciamento do gene Abcc8 impede processo de autodestruição.

A recuperação em longo prazo de pessoas que sofreram lesões na medula espinhal melhora significativamente por meio do desligamento de um único gene, defende estudo publicado nesta semana.
Cerca de metade dos indivíduos que sofrem tais lesões ficam paraplégicos. Os custos de hospitalização e eventual reabilitação, nesses casos, são altíssimos.
Traumas na coluna podem fraturar osso ou deslocar vértebras, destruindo axônios, que transmitem sinais neurológicos do cérebro para o resto do corpo. Ironicamente, na tentativa de preservar-se da lesão, a medula causa estrago ainda maior a suas próprias células.
Após o trauma, o gene Abcc8 ativa a proteína Sur1. Isso ocorre por um mecanismo de defesa cujo objetivo é proteger células da morte causada por excesso de cálcio.
A proteína injeta sódio no sistema, ajudando a reduzir a entrada de cálcio nas células. Mas em lesões graves esse mecanismo protetor fica confuso, e a Sur1 vira workaholic, promovendo um superfluxo de sódio que acaba de matar as células.
O cientista Marc Simard estudou o mecanismo em humanos, camundongos e ratos e descobriu que a Sur1 atua nos três casos após lesões da medula espinhal. Ao “silenciar” o gene que codifica essa proteína (o Abcc8), os pesquisadores conseguiram brecar o processo de autodestruição involuntária.
Simard é do departamento de neurocirurgia da Faculdade de Medicina da Universidade de Maryland, nos EUA. A pesquisa foi publicada na revista científica “Science Translational Medicine” desta semana.

Fonte: G1

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Um dia maravilhoso para todos....

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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Esporte Adaptado na USP Leste

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O projeto oferece gratuitamente três modalidades esportivas: goal Ball, tênis de mesa adaptado e basquete sobre cadeiras.

Desde janeiro de 2010, o Centro de Práticas de Atividades Físicas da USP Leste (Escola de Artes, Ciências e Humanidades- EACH/USP) promove o projeto Esporte Adaptado, voltado especialmente para pessoas com deficiência, em especial, deficientes visuais e físicos (cadeirantes ou não).
O projeto oferece três modalidades esportivas: goal Ball, tênis de mesa adaptado e basquete sobre cadeiras. Os interessados em praticar os esportes devem mandar um e-mail para esporteadaptado@usp.br. Vale lembrar também que o projeto não cobra nada do aluno e que é necessário um atestado médico que libere a prática de exercícios.
O principal objetivo do Esporte Adaptado é oferecer oportunidades de práticas esportivas a pessoas com deficiência e formar atletas com potencial competitivo. Ao todo, cerca de 30 pessoas já foram beneficiadas pelo projeto, que tem parcerias com associações que fornecem o técnico instrutor, como a APADV e ADD (Associação Desportiva para Deficientes), por exemplo.

Serviço:
Projeto Esporte Adaptado
Onde: Centro de Práticas de Atividades Físicas da USP Leste (Escola de Artes, Ciências e Humanidades- EACH/USP)
Endereço: Rua Arlindo Bettio, 1000 - Acesso pelo trem linha Calmon Viana - estação USP Leste
Horários: goal ball: segundas e quartas das 19 às 21h;
tênis de mesa adaptado: terças e quintas das 15 às 18h;
basquete sobre cadeiras: sextas-feiras das 14 às 18h.
Informações: esporteadaptado@usp.br
Quanto: gratuito

Fonte: Portal Vida Mais Livre

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Deficientes encontram dificuldades para tirar CNH para ônibus e caminhões

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Apenas 25 autoescolas em todos o estado de São Paulo estão preparadas para receber essas pessoas em automóveis de passeio. Já para habilitação de ônibus e caminhões, não há nenhuma habilitada.



Fonte: Em Cima da Hora

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Tecnologia ajuda os deficientes a conquistarem a independência

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Ferramentas auxiliam os portadores de necessidades especiais a conquistar uma vida mais independente e uma estima mais alta. Eles dirigem sozinhos e comandam compitadores, entre outras atividades.



Fonte: G1

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Mobilidade é maior problema da pessoa com deficiência no Brasil

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Acessibilidade, uma palavra comprida, representa um direito de todo cidadão. Veja o que está sendo feito para melhorar a vida de pessoas com necessidades especiais. Ainda há muito por fazer.

Às 7h30, em Curitiba, muita gente está a caminho do trabalho. No meio delas, no ônibus, o analista de sistemas Claudinei de Oliveira - casado, pai de uma filha, cadeirante. Como ele, há 28 milhões de pessoas com deficiência no Brasil, segundo estimativa do IBGE. Outro cálculo, o das Nações Unidas, fala em 19 milhões.
Gente como o técnico de informática João Carlos Rocha, no Rio de Janeiro. Quanto ele tenta pegar um ônibus, um não é adaptado, outro para longe do ponto. Há os que nem param. Em outro o elevador não funciona. Ele leva quase uma hora para conseguir embarcar.
A administradora de empresas Ana Claudia Monteiro vai ao trabalho de metrô: “A estação onde eu moro, a Siqueira Campos, em Copacabana, é totalmente acessível. Lá eu não preciso de ajuda. Mas no Catete, que é a estação onde eu desço, não tem elevador. Só escada rolante. Eu preciso de um auxiliar que me ajude na escada rolante até o nível intermediário e depois até a rua e quando você sai da escada rolante, ainda tem dois degraus”.
A maior parte das estações do metrô do Rio de Janeiro não tem elevador. Em São Paulo, pelas ruas, Regina passa dificuldades. Os sinais de trânsito não têm aviso sonoro para alertar o cego se abriu ou fechou. No Rio de Janeiro existe apenas um, em frente ao instituto dedicado à integração do cego ao mundo comum.
Nos bairros da capital paulista, não são apenas buracos e faltas de rampas que incomodam quem usa cadeira de rodas. O maior problema da pessoa com deficiência no Brasil é a mobilidade.
“Às vezes,em lugares que eu não conheço, que não tem muita gente, e como nós somos a minoria, não tem aquela adaptação da cidade para deficientes visuais, tipo sinal sonoro, orelhão que não tem proteção, que bate com a cabeça, especialmente eu que sou um pouquinho alto”, descreve o atleta para-olímpico Luis Pereira Da Silva Filho.
“Eu todo dia ando no centro da cidade. É uma loucura, é muita gente, as pessoas não notam, só notam quando a minha bengala, que é o instrumento que a gente usa pra andar na rua, que quando toca em alguém, que aí vê que é um deficiente visual que está passando e aí fala: cuidado, cuidado”, diz a atleta Ana Carolina.
Na capital do Paraná existem calçadas com trilhas para cegos, rampas, paradas altas, que permitem entrar direto (com a cadeira) no interior dos ônibus. A reforma do sistema de transportes de Curitiba teve orientação da superintendente do IBDD Tereza Costa D’Amaral, que também ajudou a elaborar a Lei do Deficiente em 1998: “Curitiba fez a reforma do transporte coletivo pensando na acessibilidade para o deficiente, então foi uma transformação completa, não se fez uma exceção”.
Mesmo na cidade considerada a mais bem adaptada às necessidades de portadores de deficiências, quem está numa cadeira de rodas, ou tem algum tipo de deficiência, enfrenta problemas diariamente. Nas paradas, escadas.
“Seria necessário fazer uma rampa que você criaria uma certa independência para subir e descer sem depender de outras pessoas e também ajudaria outras pessoas, como idosos, gestantes, para poder utilizar a rampa”, sugere Claudinei de Oliveira.
A Lei do Deficiente exige: rampas, acesso, locais próprios em cinemas e teatros, banheiros, vagas em estacionamentos...
“De que adianta oferecer emprego para uma pessoa com deficiência, se não existe um meio acessível para ele chegar a esse emprego? De que adianta oferecer escola se ele não consegue chegar à sala de aula porque na escola só tem escada? De que adianta oferecer cultura, lazer, se todos esses locais, esses instrumentos não são acessíveis?”, questiona o analista de sistemas Sandro Soares.

Por que a lei não funciona?

“Eu acho que é preciso fiscalização, vontade. Por que não adianta você ter uma determinação que obriga os ônibus a ter acessibilidade e ninguém fiscalizar se ela funciona”, aponta a administradora de empresas Ana Claudia Monteiro.
André Melo de Souza quer mais do que surfar: “Uma cidade toda acessível para que as pessoas possam vir à praia, ir ao teatro, ir à escola, poder chegar ao hospital porque não adianta ter a saúde se não tem como chegar lá, não adianta ter a escola se o aluno não tem como chegar lá e isso envolve toda a questão da acessibilidade na cidade toda. Não é só o transporte, mas as vias e tudo. O que eu espero é uma cidade para todos”.
E um país que permita a meninos como o estudante Vinicius Rangel Valentin, de 10 anos, sonhar alto: "Eu quero chegar em 1016 e ser campeão”.



Fonte: G1

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Ricardo Shimosakai fala sobre turismo acessível e a Copa do Mundo de 2014

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O turismólogo e cadeirante, Ricardo Shimosakai dedica-se à acessibilidade no turismo brasileiro. Confira o que pensa sobre a questão no Brasil e no mundo e suas expectativas para 2014 em entrevista ao Portal Copa 2014, do Ministério do Turismo.

1. Sabemos que você é turismólogo. Como surgiu o seu interesse por Turismo?
Depois do tiro que levei num sequestro relâmpago em 2001, duas das coisas de que mais senti falta foram meus passeios e minhas viagens. Então comecei a pensar nas alternativas para voltar à minha rotina de uma pessoa acostumada a sair e conhecer novos lugares. Depois fui perceber que isso não era um desejo somente meu, e comecei a trabalhar nesse campo visualizando uma oportunidade de mercado e um modo de auxiliar meus colegas com deficiência. Decidi me aprofundar e ingressei no curso de Turismo, no qual sou formado, além de buscar conhecimento atualizado sobre todos os tipos de deficiência.

2. Como turista, o que mudou para você com a deficiência física, da escolha do destino ao decorrer da viagem?
Comecei a prestar mais atenção na acessibilidade, porém sem me privar de visitar um local pela falta deste item. Desenvolvi habilidades para me virar em casos de dificuldade, como por exemplo tomar banho num hotel em que não há maneira de acessar o chuveiro por conta do box apertado. Então aprendi a tomar banho de canequinha, ou mesmo utilizando uma toalha úmida, método popularmente conhecido como “banho-de-gato”. Mas isso não é o correto, pois a deficiência não está em nós, e sim no estabelecimento, que não está preparado para nos receber de maneira adequada. Perdemos muito tempo também, pois enquanto uma pessoa consegue entrar num estabelecimento com facilidade, geralmente precisamos ficar à procura de como acessá-lo, quando isso é possível. No começo, fui auxiliado. Viajei com a família, com colegas, mas depois fui buscar minha independência e passei a viajar sozinho. Passei por diversas dificuldades que me fizeram amadurecer como pessoa e como turista, como por exemplo perceber que centros de informações turísticas dificilmente sabem nos informar sobre a acessibilidade dos locais turísticos, por isso passei a procurar essas informações antes de realizar a viagem. Ironicamente, como as dificuldades são maiores do que antes, o prazer de depois ter conseguido superá-las também é maior.

3. Qual foi a melhor experiência turística (incluída a questão da acessibilidade) que você já vivenciou no Brasil?
Apesar de cada lugar ter sua característica particular, a minha melhor experiência turística no Brasil até hoje – por diversos fatores, incluindo a acessibilidade – se deu em Curitiba. Foi o primeiro destino para o qual fiz uma viagem sozinho após me tornar uma pessoa com deficiência. A questão do transporte é bastante facilitada, com ônibus equipados com elevadores veiculares, as estações-tubo, além das linhas de ônibus turístico (conhecido como Jardineira), todos contemplando a acessibilidade. O Jardim Botânico, a Rua 24 Horas, a Ópera de Arame e o Parque Tanguá, entre outros, eram possíveis de visitação, apesar das falhas de acessibilidade aparentes numa avaliação mais rigorosa. Por essas e outras razões, Curitiba era considerada a cidade modelo brasileira.

4. Que outras cidades / destinos brasileiros estão bem estruturados, são acessíveis, e você indicaria a colegas?
É dificil dizer que existe um destino acessível no Brasil. Portanto comecei a trabalhar preparando pacotes turísticos em que todos os locais e as atividades propostos são acessíveis. Preparamos Bonito, Foz do Iguaçu, Pantanal e Itacaré neste formato, e já estamos trabalhando para deixar Rio de Janeiro, Porto de Galinhas, Fernando de Noronha e Manaus nas mesmas condições. Mas, para que a viagem atinja uma total satisfação, realizamos uma conversa com o turista com deficiência para conhecer melhor quais são suas dificuldades, pois cada pessoa com deficiência possui necessidades diferentes, que às vezes são mais do que questões de acessibilidade, mas sim da forma como ele será atendido. Por exemplo, um rapaz que foi viajar sozinho a Itacaré não possuía os braços e tinha pernas muito curtas, então colocamos uma pessoa para auxiliá-lo no banho, na troca de roupas e na alimentação. Na verdade, qualquer destino é viável, dependendo do perfil da pessoa com deficiência.

5. Melhorias e adaptações em hotéis e atrações turísticas visando a acessibilidade podem ser vistas como um investimento? Por quê?
Pessoas com deficiência geralmente viajam acompanhadas, e se o local não possui acessibilidade, provavelmente está deixando de receber não só pessoas com deficiência mas também seus acompanhantes. Sem contar que a acessibilidade é um item procurado pela terceira idade, segmento que tem ganhado força no turismo nos últimos anos. A acessibilidade pode ser traduzida como conforto, pois rampas, elevadores, barras e outros itens, além de atender a todos, também são facilitadores para qualquer pessoa. Alguns equipamentos, como áudio-guias em museus, servem como uma orientação mais detalhada para qualquer pessoa, além de que o mesmo aparelho utilizado poder conter recursos de áudio-descrição para cegos, criando assim um serviço que agrada a todos e, ao mesmo tempo, pratica a inclusão. Além disso, valoriza a imagem do estabelecimento perante a sociedade, pois empresas que se preocupam com o lado social são muito mais valorizadas pelo consumidor. Há relatos comprovados de empresários que investiram em questões de acessibilidade e inclusão e que hoje em dia estão tendo um retorno devido à atitude tomada.

6. Que estádios você já visitou na condição de deficiente físico? Como foram estas experiências?
Visitei Morumbi e Pacaembu (em São Paulo) e a Vila Belmiro, em Santos. No exterior, conheci o estádio do Barcelona. Para assistir a um jogo, somente o Morumbi; os outros foram visitações turísticas. No Morumbi, estacionei meu carro em vaga reservada no interior do estádio, depois entrei por um acesso diferenciado com outros dois colegas. Não fiquei na área acessível, pois acompanhei meus colegas na arquibancada e fiquei num corredor frontal.

7. O que é essencial para um estádio ser acessível?
O essencial para pessoas com deficiência física são rampas ou elevadores, dependendo da estrutura arquitetônica, instalações sanitárias, circulação com rotas acessíveis e sinalização adequada, além do espaço onde a pessoa com deficiência física assistirá ao jogo. Um serviço de apoio é recomendado pela FIFA, para que todas as pessoas com deficiência possam ser atendidas. Mapas táteis do estádio, sinalização em braille e pisos táteis são itens importantes para quem tem uma deficiência visual. Pessoas treinadas para interpretar a Língua Brasileira de Sinais (Libras) é o recurso mais importante para pessoas com deficiência auditiva – que, apesar de ser utilizada somente no Brasil, possui semelhanças com outras línguas estrangeiras de sinais. Além disso, julgo importante que as informações dos recursos de acessibilidade sejam divulgadas na comunidade de pessoas com deficiência, para estimular a ida aos estádios de quem ainda tem dúvidas.

8. Além de ter estádios acessíveis, quais são os principais pontos onde o Brasil poderá investir para realizar uma Copa acessível?
Além dos estádios, toda a infraestrutura das cidades também deve ser pensada sob a ótica da acessibilidade. Pois o evento influenciará outras questões como os transportes aéreo e rodoviário, hotelaria, informação, além da visitação turística nos atrativos de cada sede. As pessoas geralmente vêm assistir somente aos jogos do time de seu país de origem, e não necessariamente a todos. Então, nessa logística, ficam sobrando espaços de tempo, que serão preenchidos para visitação local. Alguns também usam a oportunidade para visitar a cidade modificada para o grande evento, e nem chegam a ir aos estádios, assistindo de fora deles nas Fan Fests ou mesmo somente para sentir o clima festivo. Então outros serviços e locais como bares e restaurantes, praias, além de toda a cadeia do comércio, serão influenciados. Produzindo nossos destinos como locais acessíveis, seja gerada uma divulgação espontânea dos próprios visitantes, que retornarão aos seus locais de origem e passarão suas impressões aos seus conhecidos. Mas deve-se prestar atenção em todos os tipos de deficiência, e trazer experiências de sucesso como o projeto do Bayer 04 Leverkusen da Alemanha, realizado no Brasil pela Freeway com o nome de Projeto Ver-o-gol, em que pessoas cegas foram levadas ao estádio para assistir a um jogo de futebol por meio da técnica da áudiodescrição, com a narração em tempo real diferenciada, com detalhes do que se passa no jogo. A FIFA reforça as orientações quanto à segurança nos estádios, como procedimentos e equipamentos para evacuação do local em caso de emergência. Também são feitas recomendações técnicas para que a visão do campo do local onde pessoas usuárias de cadeira de rodas irão se posicionar não seja obstruída por outros espectadores, mesmo nos momentos de comemoração, em que todos estarão saltando e agitando suas bandeiras. Também é citado que se deve prover acesso a todos os locais, para que a pessoas com deficiência possam desfrutar das mesmas oportunidades de uma pessoa não deficiente.

9. Que outros países o Brasil poderia tomar como exemplo para fundamentar suas ações visando a acessibilidade no turismo? Por quê?
Barcelona, quando foi escolhida para sediar as Olimpíadas e consequentemente as Paraolimpíadas de 1992, realizou uma grande reforma na cidade, incluindo as questões de acessibilidade. As calçadas são muito boas, com rebaixamento de guias em grande parte da cidade, além de museus e praias acessíveis, entre outros atrativos que prezam a inclusão, de modo que a cidade espanhola se tornou uma referência mundial em acessibilidade. A Disney, em Orlando (EUA), tem brinquedos em que você pode entrar com a própria cadeira, sistemas de operacionalização para entrada facilitada nos mesmos, guias impressos indicando essas facilidades, transporte e hospedagem acessíveis em todo o complexo. Na França, uma organização chamada Tourisme & Handicap trabalha em conjunto com o equivalente ao Ministério do Turismo Francês, para orientar e viabilizar diversos pontos em relação à acessibilidade e à inclusão no turismo, fundamentais para que se tenha um resultado de qualidade. A Argentina tem um projeto de acessibilidade em San Martín de Los Andes, uma cidade de campo onde também há uma estação de esqui chamada Chapelco, com atividades de esqui na neve adaptado. Todos os ônibus e os principais atrativos de Londres são acessíveis, dando condições para uma visitação satisfatória.

10. Acha que o turismo pode ser considerado uma ferramenta de inclusão? E o esporte?
O turismo e o esporte podem ser considerados como uma ferramenta de inclusão, não somente a pessoas com deficiência, mas a todas as pessoas. Isto se dá principalmente pelo fator de socialização, já que podemos, numa atividade turística ou esportiva, conhecer outras pessoas e conversar de uma maneira agradável, por se tratar de um contexto de descontração. Focando um pouco mais nas pessoas com deficiência, muitas delas precisam de incentivos, principalmente aquelas que adquirem uma deficiência sem nenhum aviso e que passam por momentos de depressão. Além disso, quando uma pessoa passeia ou viaja está realizando uma atividade física e adquirindo cultura e conhecimento. Então este é um ciclo ativo composto por atividades de socialização, exercícios e ganho de conhecimento. O turismo e o esporte geralmente são atividades realizadas espontaneamente, então há neles um apelo muito mais eficaz para inserir uma pessoa deslocada no contexto ativo da sociedade, para que se sinta incluída.

11. Pratica algum esporte? Qual?
No final de minha reabilitação, comecei a fazer hidroterapia e me puxaram para a natação. Mas não achei legal, uma questão de gosto. Então comecei a praticar tênis de mesa, o que me ajudou imensamente. Além da parte física, que me auxiliava com força, resistência e equilíbrio, também recebia conselhos de colegas que tinham mais tempo de lesão, e, em competições realizadas fora de São Paulo, aprendia questões de independência, além de me socializar com diversas outras pessoas. No final, isso tinha um efeito psicológico enorme, o qual julgo o maior benefício. Depois parei com o tênis de mesa devido ao estudo e ao trabalho, retomei atividades físicas em academia, e atualmente estava me exercitando com uma hanbike, bicicleta adaptada em forma de triciclo. Além disso, realizo atividades de aventura, como paraquedas, mergulho, tirolesa, rafting, paraglider e rapel, entre outros. Também estou sempre ativo, saio para exposições, teatros, cinemas, eventos, restaurantes e vida noturna, atividades que me ajudam a exercitar o físico e o psicológico.

12. Gosta de futebol? Para que time torce? Tem algum jogo/lance/gol inesquecível? Se sim, por quê?
Sim, gosto bastante de futebol e torço para o São Paulo. Não sou fanático, porém sempre acompanho. Momento inesquecível no futebol foi a final de 1994 contra a Itália. Foi a primeira vez em que presenciei o Brasil ser campeão, além de ser uma final decidida nos pênaltis, o que acho muito mais tenso e emocionante, pois ali acaba o trabalho de uma equipe e prevalece a habilidade individual de cada jogador que irá fazer a cobrança e do goleiro, a quem cabe a defesa.

13. Pretende torcer bastante pelo Brasil na Copa de 2010? Onde pensa em assistir aos jogos da seleção?
Certamente, além de mim, milhares de outras pessoas no Brasil e também do exterior, pois nosso país é muito querido, principalmente no futebol, pelo qual é muito respeitado. É o único evento que consegue parar o país inteiro. Penso em reunir colegas para assistir em algum bar ou restaurante, ou então me dirigir a espaços onde haverá um telão ou diversas TVs para assistir junto de outras pessoas, pois nessa hora somos todos um só time e é uma oportunidade de conhecer mais pessoas num grande ambiente de socialização.

14. Como acha que a Copa de 2014 pode impulsionar e melhorar o turismo no Brasil, inclusive o turismo acessível?
O grande benefício de um evento internacional desse porte será a exposição. Apesar do foco ser a competição, ela será disputada em 12 cidades diferentes. Geralmente a mídia não mostra somente os jogos, mas também diversas outras informações das cidades onde serão disputadas as partidas, além de informações gerais sobre o país. Então, se a imagem que conseguirmos passar para o resto do mundo for positiva, isso será um grande benefício; porém o contrário também pode ser um grande prejuízo. Fazer a implantação de acessibilidade de forma correta não é só cumprir com obrigações exigidas pela FIFA, mas demonstrar que nosso país tem uma consciência social de inclusão, um fator muito valorizado pela sociedade mundial. Se os investimentos em acessibilidade forem aplicados além dos estádios, valorizando o transporte, vias públicas, sinalização, comércio e outros itens que fazem parte da cadeia produtiva desse evento, o retorno será inevitável. Posso afirmar que tanto turistas locais como estrangeiros com deficiência têm grande interesse em visitar as cidades-sedes numa proposta turística.

Ricardo Shimosakai mantém o blog Turismo Adaptado (www.turismoadaptado.zip.net).

Fonte: Portal Copa 2014

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Ubatuba conhece projeto pioneiro de turismo acessível

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Secretário de Turismo conheceu experiência de Socorro, que é referência nacional

A cidade paulista de Socorro foi o primeiro município do país a implantar um projeto de turismo acessível e hoje é referência nacional, especialmente no turismo de aventura para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida
O secretário de Turismo de Ubatuba conheceu no início desta semana, o projeto Socorro Acessível, referência nacional em turismo adaptado para pessoas com deficiência (paraplégicos, tetraplégicos, cegos, surdos, mental, síndromes, entre outros) ou mobilidade reduzida (idosos, gestantes, obesos, anões, etc). O chefe da Divisão de Turismo da prefeitura de Socorro, Michael Golo, explicou que o processo de tornar a cidade turisticamente acessível teve início em 2005 e de lá pra cá foram implementadas várias ações, todas coordenadas com a iniciativa privada.
"Temos um Conselho de Turismo bastante forte e articulado e o resultado disso é que hoje, praticamente não enfrentamos o problema da sazonalidade. Temos turistas em Socorro o ano inteiro", explicou o responsável pela Divisão de Turismo de Socorro. Ainda segundo ele, foram quase dois anos de muito estudo envolvendo profissionais da saúde e do turismo de aventura para formatar as mudanças que a cidade precisaria implantar para se tornar um exemplo de acessibilidade. "O comprometimento e o apoio dos empresários foi fundamental para chegarmos até aqui", reforça Michael, lembrando que no país são hoje cerca de 25 milhões de pessoas que possuem algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida. "Somos hoje destino referência no país, em termos de turismo acessível e temos participado de muitas feiras pelo Brasil todo", complementa.

Campo dos Sonhos

Entre os empreendimentos da iniciativa privada que "compraram" a idéia da acessibilidade e se transformaram em exemplos bem sucedidos na área, está o Campo dos Sonhos. De propriedade do empresário José Fernandes Franco, o Campo dos Sonhos se transformou em um dos primeiros hotéis-fazenda do Brasil adaptado a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
O hotel possui chalés totalmente adaptados; sinalização vertical e horizontal com rotas acessíveis; cardápio em braile; central de reservas para surdos e espaço para alojar cão guia. Além de toda a infraestrutura, o hotel oferece diversas atividades adaptadas como tirolesa, arvorismo, passeio de trator, charrete, trole, cavalgada (com sela adaptada), cadeira para trilha (para que os cadeirantes possam fazer trilhas mais fechadas onde não é possível entrar com cadeira de roda convencional), bicicletas, triciclos e quadriciclos adaptados (mais de 20 modelos diferentes).
"Com essas adaptações, as pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, têm a oportunidade de vivenciar a sensação de liberdade e superação que estas atividades propiciam", explica Fernando Augusto Palazi, funcionário do empreendimento há 12 anos. "Uma família que possui um integrante deficiente pode realizar todas as atividades com eles, num processo de inclusão total de todas as pessoas e idades", enfatiza Palazi, lembrando que até mesmo um playground foi adaptado para receber crianças com deficiência e que todos os funcionários receberam treinamentos específicos para trabalhar com esse tipo de público.

Sustentabilidade e prêmios

Há dois anos, o Hotel Fazenda Campo dos Sonhos vem recebendo o Selo Verde de Hotel Sustentável (2009 e 2010) do Guia Quatro Rodas. Isso porque, segundo explica Palazi, o hotel não só cumpre todos os requisitos de sustentabilidade, como captação de energia solar, utilização de energias renováveis, reciclagem de lixo e utilização de mão de obra local, como também mantém em sua estrutura um minhocário utilizado para produzir a adubação da horta, cujos produtos orgânicos são servidos no restaurante do próprio hotel.
Além do selo verde, o Hotel tem recebido sucessivos prêmios e o seu fundador, o Zé Fernandes, como é mais conhecido, inaugurou, há seis anos, um outro empreendimento, mais voltado para o turismo de aventura, o Parque dos Sonhos. E ele tem percorrido o país e o mundo, a convite de instituições e empresários, dando palestras sobre o sucesso dos seus negócios e do projeto de acessibilidade de sua cidade natal, a pequena Socorro, de pouco mais de 30 mil habitantes, localizada a 130 km da capital, no Circuito Paulista das Águas. "O sucesso do nosso empreendimento pode ser medido pela nossa taxa de ocupação. Há dois anos consecutivos estamos operando o hotel com lotação máxima, durante todos os dias da semana, e durante o ano todo", contabiliza um dos responsáveis pelo setor de marketing do hotel.
Para o secretário de turismo de Ubatuba, é importante conhecer experiências de sucesso, como a de Socorro, que detectou uma vocação da cidade e, todos juntos - Poder Público e iniciativa privada - arregaçaram as mangas e trabalharam firme focados num objetivo bem definido. "O resultado é que hoje eles são referência nesse nicho de mercado e conseguem uma visibilidade incrível a custo zero, através de mídia espontânea", afirma.

Fonte: Diário de Taubaté

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"Liberdade e Deficiência"

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Livro traz coletânea de textos que falam um pouco de como é ser deficiente
Amauri Nolasco Sanches Junior e Marley Cristiina Felix Rodrigues

Esse livro foi feito com inúmeros textos que falam um pouco de ser deficiente e como podemos superar esse deficiência. Muitos textos foram escritos a mão pela Marley, outros foram escritos para o blog "Ser um Deficiente" que tenho a um bom tempo. Esse livro fala de superação e desejo de Vitória! Você está convidado a adentrar em nosso mundo e abrir a porta, entrar em um novo e belo mundo, onde eu e a Marley construimos e vivemos nele.

Fonte: Clube dos Autores

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terça-feira, 27 de abril de 2010

Passeata do MOVIMENTO SUPERAÇÃO foi adiada

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Comunicamos que no domingo dia 02/05 no Parque da Redençao, estará acontecendo um evento em comemoração ao dia do trabalho, por esse motivo a Passeata de Porto Alegre será remarcada em breve.

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Aparelho ajuda deficientes visuais a identificar ônibus em Jaú

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Jaú deve ser o primeiro município brasileiro a receber sistema pioneiro de sinalização eletrônica, que permite a deficientes visuais o acesso aos serviços de transporte público, mediante anúncio sonoro. A nova tecnologia foi apresentada ontem, no auditório do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), por representantes da empresa Geraes, de Belo Horizonte. O sistema será instalado por meio de parceria entre a Prefeitura e a Empresa Auto Ônibus Macacari.
Segundo o representante da Geraes, Júlio Cezar David de Melo, a tecnologia, denominada DPS-2000, foi desenvolvida ao longo de 12 anos por Dácio Pedro Simões e contou com parceria da Universidade Federal de Minas Gerais, que trabalhou na pesquisa.
O sistema é composto por um aparelho receptor, instalados nos ônibus, e um transmissor que fica com o usuário. O passageiro memoriza no aparelho o código da linha. Ao chegar ao ponto de ônibus, seleciona a linha desejada e o aparelho emite ondas de baixa frequência com raio de 100 metros, possibilitando ao motorista receber sinal luminoso e sonoro e parar. Ao estacionar no ponto, uma gravação automática informa o número da linha repetidas vezes, até que o usuário embarque.

O custo unitário do aparelho receptor é de R$ 650 e do transmissor R$ 250.

Quanto maior o número de aparelhos encomendados ao fabricante, menor fica o preço final de cada unidade. Estimativa inicial para a estação piloto de Jaú é de que cada receptor fique em R$ 400 e o transmissor caia para R$ 150. No projeto piloto seriam distribuídos 30 transmissores para pessoas com deficiência e idosos e os receptores instalados em pelo menos 50 ônibus circulares da Macacari.
O cronograma de instalação do sistema em Jaú, que será cidade laboratório, prevê o início dos estudos e fabricação dos aparelhos em janeiro, quando a Prefeitura terá recebido o orçamento final para assinatura do contrato.
O diretor da Geraes, Júlio de Melo, diz que o sistema poderá ser instalado em Jaú a um custo entre R$ 30 mil e R$ 50 mil, mas esse valor poderá ser reduzido, o que depende de uma série de variáveis, como o número de aparelhos a serem produzidos.

“Precisamos ter um número preciso para fechar orçamento que possa ser apresentado e discutido”, diz.

Custo

A secretária dos Direitos das Pessoas com Deficiência e Idosos de Jaú, primeira-dama Caroline de Toledo Franceschi, estima que a parceria com a Macacari permita que esse custo fique em aproximadamente R$ 19 mil. Em janeiro, a secretaria pretende iniciar censo para determinar o exato número de deficientes no Município, o que auxiliará a consubstanciar o projeto final. “Com base nesse cadastro, levantaremos o número de todos os que gostariam de ter o aparelho transmissor”, diz. “Para os mais necessitados, a secretaria poderia doar e os que tiverem melhores condições podem adquiri-lo.”
O diretor da Macacari, José Eduardo Macacari, entusiasmou-se com a nova tecnologia e diz que a parceria e a instalação do projeto em Jaú são viáveis “Achamos que dará resultados.” O empresário afirma que os receptores poderão ser instalados em 100% de sua frota, composta hoje por 61 veícuulos.
A apresentação contou com a presença do prefeito Osvaldo Franceschi Junior (PV), do presidente do Conselho Estadual para Assuntos da Pessoa com Deficiência, José de Oliveira Justino, e do presidente do Conselho Municipal das Pessoas com Deficiência, Estevam Rogério da Silva.

Fonte: Grupo MVI Brasil

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Caraguatatuba ( SP ) realizará Copa Brasil de Ciclismo Paraolímpico

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Competição será realizada entre 30 de abril e 2 de maio.

A cidade de Caraguatatuba (SP) será sede da Copa Brasil de Ciclismo Paraolímpico. A competição ocorrerá entre os dias 30 de abril e 2 de maio e será classificatória para o Campeonato Mundial de Ciclismo UCI 2010.
A Copa Brasil contará com a participação de 60 atletas de 17 clubes. Ao todo, serão cerca de 80 pessoas envolvidas na competição.
Além de ser importante para o desenvolvimento da modalidade no país, o torneio servirá como base do ranqueamento dos atletas que deverão pleitear a Bolsa Atleta Nacional do Ministério do Esporte.
A Comissão Técnica brasileira irá iniciar suas observações dos atletas visando a formação da Seleção Brasileira Paraolímpica de Ciclismo que representará o Brasil no Mundial da categoria a ser realizado entre os dias 17 e 22 de agosto, no Canadá.

Fonte: Portal Vida Mais Livre

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Funcionários do aeroporto recebem treinamento para atender deficientes

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O curso faz parte de um amplo programa de treinamento da Infraero que prevê o aperfeiçoamento dos atendentes a fim de aumentar a qualidade dos serviços no aeroporto

Os funcionários do Aeroporto Mário de Almeida Franco e a comunidade aeroportuária participam nesta semana do curso em cumprimento à política ao Atendimento às Pessoas com Deficiência ou Mobilidade Reduzida. O curso faz parte de um amplo programa de treinamento da Infraero que prevê o aperfeiçoamento dos atendentes a fim de aumentar a qualidade dos serviços no aeroporto. A abertura do evento foi feita pelo superintendente da Infraero, João Itacir Gottfried Freitas. O curso será ministrado até o dia 30 deste mês.
João Itacir esclarece que a programação do evento inclui práticas de atendimento à pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida, equipamentos mais utilizados (prática de montagem e desmontagem) e transferência (da cadeira de rodas para outro assento), além de normas e segurança para inspeção de pessoa com deficiência. "O curso se destina à melhoria do atendimento às pessoas com deficiência física, sensorial, auditiva e visual, intelectual e múltipla ou mobilidade reduzida (idosos, obesos, baixa estatura, enfermos, gestantes, lactantes e as pessoas acompanhadas por crianças de colo, entre outros). Os temas são interessantes, pois quando se trata do ser humano não podemos esquecer que cada um tem a sua individualidade e que deve ser respeitada sem que haja algum tipo de exclusão", explica.
Temas - Freitas lembra que no curso são abordados diversos temas, entre eles atendimento à pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida, política de acessibilidade da Infraero, o novo perfil do consumidor, legislação e direitos humanos, equipamentos mais utilizados (prática de montagem e desmontagem), técnicas de atendimento e transferência (prática), o aeroporto: facilidade e segurança, inspeção de pessoa com deficiência, sensibilização e na conclusão do curso haverá um simulado.
Adefu - O vice-presidente da Associação de Deficientes Físicos de Uberaba (Adefu), Íris Nogueira, avalia que o curso é de grande importância para todas as pessoas. Segundo Íris, investir em acessibilidade é, portanto, fundamental garantia do direito de ir e vir com autonomia, independência e segurança, possibilitando maior qualidade de vida.
Nogueira relata que a acessibilidade não é somente para o deficiente físico, é para o obeso, para o deficiente temporário, deficiente visual, para a gestante, para o idoso. "São milhares de pessoas se deslocando para o trabalho, estudo, lazer, entre outras atividades cotidianas, que são prejudicadas pela falta de acessibilidade gerada pelos constantes obstáculos existentes no percurso das calçadas, como lixeiras em locais impróprios e calçadas estreitas", diz Nogueira.
"Essa acessibilidade é denominada desenho universal, é um acesso para todos. O desenho universal é um projeto acessível que pode ser usado no futuro, numa acessibilidade que a pessoa vai usar agora e seus amigos e parentes usarão futuramente", completa.
Nesta sexta-feira (30), durante o encerramento, um exercício simulado de situações enfrentadas por pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida será realizado no aeroporto para serem avaliadas as condições de acessibilidade do aeroporto e a eficiência dos funcionários.

Fonte: Jornal de Uberaba

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Em Berlim, já há quem conduza o carro com os olhos

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Investigadores da Universidade Livre de Berlim criaram um tecnologia que permite guiar um automóvel com o movimento dos olhos. Os primeiros ensaios foram feitos num aeroporto abandonado.

O feito foi anunciado na sexta-feira passada pela equipa de investigadores liderada pelo espanhol Raul Rojas: com a tecnologia eyeDriver é possível guiar um automóvel a velocidades máximas de 50 Km/H apenas e só com o sentido do olhar.
Os ensaios têm sido levados a cabo num Dodge Caravan, no âmbito de um projecto conhecido por Spirit of Berlin.
De acordo com a Associated Press, os mentores do projecto pretendem elevar, durante os próximos tempos, a fasquia da "condução com os olhos" para velocidades máximas de cerca de 90 Km/H.
Durante os primeiros ensaios, os investigadores limitaram-se a colocar um capacete que regista o movimento dos olhos e a seguir o percurso feito por uma pessoa ou outro automóvel.
Tudo é feito seguindo a direcção do olhar - até a marcha atrás. O que levanta vários desafios no que toca ao lançamento de uma versão comercial para uso em ambiente citadino, com múltiplos focos de interesse que atraem os olhares dos condutores.
Nenhum destes requisitos chegou para esmorecer o entusiasmo da equipa da universidade alemã.
Afinal, o Spirit of Berlin é muito mais do que apenas um carro que pode ser conduzido com os olhos e está equipado com GPS, câmaras, scanners e lasers, que permitem parar a marcha sempre que se depara com obstáculos ou saídas de estrada.



Fonte: Exame Informática

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Desinformação trava contratação de portadores de deficiência

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A discriminação e o preconceito ainda existem sob diferentes formas, entre elas a falta de acessibilidade aos portadores de deficiência


Entre 2007 e 2008, a contratação de pessoas com deficiência no mercado formal de trabalho caiu 7% no Brasil

Rio de Janeiro - Dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) mostram que a contratação de pessoas com deficiência no mercado formal de trabalho caiu 7% no Brasil entre 2007 e 2008. A informação é da Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência (Avape).
Para a entidade, a redução na contratação de deficientes é justificada por algumas empresas pela falta de mão de obra para dar cumprimento à Lei 8.213/1991, conhecida como Lei de Cotas, que estabelece um percentual de pessoas com deficiência a ser contratado pelas empresas.
O gerente de Inclusão e Capacitação Profissional da Avape, Marcelo Vitoriano, disse à Agência Brasil que a partir da ampliação da fiscalização implementada pelo Ministério do Trabalho, muitas companhias passaram a admitir deficientes em seus quadros, mas poucas se preocuparam em criar uma gestão que contemplasse a retenção dessas pessoas e propiciasse a elas programas de educação continuada dentro das próprias organizações. "Ou seja, pessoas perderam o emprego por conta disso".
Segundo a Avape, não falta mão de obra para preencher o que estabelece a Lei de Cotas no que diz respeito aos profissionais com deficiência. Vitoriano afirmou que a questão da discriminação melhorou, mas o preconceito ainda existe sob diferentes formas, entre elas a não realização de investimentos nas instalações físicas para dar acessibilidade aos portadores de deficiência, a compra de um software (programa de computador) para cegos, por exemplo. "Esse tipo de discurso é preconceituoso no sentido de não investir recursos para poder receber pessoas com diferentes perfis".
O gerente da Avape lembrou, contudo, que a educação e a capacitação de pessoas é um problema ainda sério no Brasil, independentemente de elas serem deficientes ou não. Segundo a Avape, a não absorção no mercado de trabalho formal se agrava para as pessoas com deficiência intelectual, que apresentam alguma dificuldade de cognição ou de escolaridade. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que 10% da população mundial têm algum tipo de deficiência. Desse total, 50% são indivíduos com deficiência intelectual.
"A gente percebe um movimento um pouco mais lento na contratação de pessoas com deficiência intelectual. Ainda hoje, elas integram a menor parte da população com deficiência contratada", disse Vitoriano. Ele explicou que as pessoas confundem deficiência intelectual com doença mental, o que cria estereótipos negativos, associados à loucura, inibindo a contratação pelas empresas e prejudicando as pessoas portadoras desse tipo de problema.
O censo de 2000 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que o Brasil tem 14,5% de deficientes, o que equivale a 27 milhões de indivíduos. Considerando-se os dados da OMS, os deficientes intelectuais brasileiros seriam 13,5 milhões de pessoas, dos quais boa parte poderia estar trabalhando. Entretanto, apenas 2% estão empregados.
Números do Ministério do Trabalho acumulados até março deste ano indicam que há no Brasil uma preferência pela contratação de tipos específicos de deficiência, informa a Avape. A maior contratação (47,5%) é feita com deficientes físicos, seguindo-se deficientes auditivos (32,5%) e reabilitados (8,4%), enquanto os deficientes intelectuais e visuais têm índices de apenas 5,8% e 4,7%, respectivamente.
A Avape defende que sejam realizadas pelo governo campanhas informativas que desmistifiquem os conceitos que muitas pessoas ainda têm sobre os deficientes intelectuais e visuais. "Você só desmistifica e quebra preconceitos com muita informação", afirmou Marcelo Vitoriano. Ele sugeriu que os ministérios da Saúde e do Trabalho se engajem nesse tipo de campanha, para mostrar à sociedade que esse deficiente pode exercer muitas funções em empresas como restaurantes, bancos e, inclusive, montadoras de automóveis, "respeitadas as suas características".
Desde que foi criada em 1982, a Avape já conseguiu colocar no mercado de trabalho 15 mil pessoas com deficiência. De acordo com a Rais, o estado de São Paulo, pela sua característica industrial muito forte, é o maior empregador de pessoas com deficiência no país, passando de 600 indivíduos em 2001 para 112,1 mil no ano passado. Em outros estados, contudo, foram registradas quedas na contratação.
As maiores baixas são observadas em Goiás (76,9%), na Bahia (50,3%) e em Mato Grosso do Sul (26,8%). Vitoriano comentou que falta a esses estados iniciativas voltadas à promoção e defesa dos deficientes, além de maior fiscalização por parte do Ministério Público, como já ocorre na capital e no estado de São Paulo. "A gente espera que esse movimento vá também para outros estados", afirmou.

Fonte: Portal Exame

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Deficientes físicos reclamam das dificuldades no Brasil

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Por decisão da Justiça, todos os prédios públicos - municipais, estaduais e federais - terão que facilitar o acesso a pessoas com necessidades especiais. Quem não cumprir a decisão vai pagar multa de R$ 10 mil por dia.

Esta semana - a partir de quarta-feira (28) - os deficientes físicos, no Rio de Janeiro, passam a contar com um aliado importante na luta contra a discriminação. Por decisão da Justiça, todos os prédios públicos - municipais, estaduais e federais - terão que facilitar o acesso a pessoas com necessidades especiais. Quem não cumprir a decisão vai pagar multa de R$ 10 mil por dia.

A dança abriu um mundo de prazer para Viviane Macedo. Na força do remo, Fernando Fernandes leva o corpo a extremos de esforço, de segunda a sábado. Para André Melo de Souza, a liberdade está no azul das ondas do mar. André, Fernando, Viviane - eles demonstram como é possível vencer limitações e preconceitos.

“Quando eu entro em um baile de dança de salão para dançar, eu não sou uma deficiente. Eu sou mais uma pessoa que faz a dança de salão”, aponta a dançarina Viviane Macedo.
Uma pessoa que gosta de dançar, ou de remar, de surfar - por que não?
“Meu objetivo é totalmente voltado do esporte”, diz o atleta Fernando Fernandes.
Fernando Fernandes ficou paraplégico em julho do ano passado, quando sofreu um acidente de automóvel. Em 2002 ele participou do programa “Big Brother”. Já em cadeira de rodas, ele participou da última corrida de São Silvestre: “Peguei uma luva de bicicleta, coloquei esparadrapo na mão. Com dez minutos, minha mãe estava em carne viva. Meu objetivo era terminar a prova”.
Não enxergar ou não caminhar não são impedimentos para eles. Mas há limitações que ainda são muito difíceis de serem enfrentadas.
As estatísticas falam em 19 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência. Isso equivale a quase o dobro da população de Portugal. Apesar desses números, os nossos cidadãos que têm necessidades especiais muitas vezes parecem não existir. Veja, por exemplo, o que acontece em São Paulo, a maior cidade do país.

Quando Regina Lopes anda - ou tenta andar - pelas ruas da cidade, a bengala ajuda. Mesmo assim ela esbarra em todo tipo de dificuldade.
“A própria calçada: buracos, degraus”, conta a assistente social Regina Lopes.
Marcelo Pierro mora no alto de uma ladeira. Para chegar em casa, ele empurra 86 quilos do próprio peso, mais a cadeira de rodas. Faz esse percurso várias vezes ao dia: “Enfrento dificuldades com calçada, escadarias. As calçadas deixam a desejar nos bairros”.
A vantagem é que Marcelo é forte. Mas Tábata Penaci é frágil. Também mora no alto de uma ladeira, no bairro de Sacomã, na zona sul de São Paulo. Depende da mãe para chegar e sair de casa. Quando Tábata era criança, Dona Antonia trabalhou de merendeira para poder subir e descer as escadas da escola com a filha: “Nas duas escolas que estudei, as pessoas tinham que ajudar”.
Tábata tem muitos sonhos, inclusive de construir uma família. Ela estuda psicologia. Mas para chegar até a faculdade: “Ainda falta para o cadeirante a facilidade de andar sozinho”.
O desrespeito piora a situação: deficiente com carro tem direito a lugar para estacionar. Mas nem sempre consegue.
“Eu passei por situação de ser ofendido dentro de um mercado porque eu disse para uma pessoa que ela estava estacionando em uma vaga reservada. Olhou para mim e disse assim: ‘Eu vou deixar o carro aqui mesmo’. Foi fazer compras. Nós somos cidadãos. Eu sou um cidadão. Eu pago imposto. Posso não pagar a passagem de ônibus por uma deferência qualquer do governo. Mas no resto eu pago imposto. Tenho o direito de ir e vir. Tenho o direito de poder e querer trabalhar”, conta o analista de sistemas Agostinho Sieckkowski.

Fonte: G1

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PASSEATA MOVIMENTO SUPERAÇÃO – PORTO ALEGRE

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O Movimento SuperAção – Porto Alegre convida para apoiar a 1ª Passeata Movimento SuperAção – Porto Alegre, que acontecerá no dia 02 de maio de 2010, às 12h no Parque da Redenção.

O evento marcará a primeira edição da Passeata em Porto Alegre.

Desenvolvida anualmente em São Paulo, indo para sua sétima edição, celebra o “Dia Internacional da Pessoa com Deficiência” e a valorização da cidadania das pessoas com deficiência, tem como missão promover a acessibilidade plena e a inclusão social. Já contou com duas edições na Orla de Copacabana – Rio de Janeiro e em Santa Fé – Argentina.
O Movimento SuperAção foi criado por jovens com deficiência preocupados com a necessidade de serem reconhecidos enquanto cidadãos. Para tanto, promove ações e projetos culturais chamando atenção para a questão da acessibilidade e da inclusão das pessoas com deficiência em todos os espaços.
A caminhada conta com a participação de grupos sociais que representam a diversidade humana. São várias instituições e organizações que trabalham e apóiam pessoas com mobilidade reduzida, com deficiências sensoriais e intelectuais, simpatizantes e adeptos ao movimento, todos com o intuito de alertar a sociedade sobre a importância do reconhecimento e da inclusão das diferenças.

Contamos com o apoio para tornar esse evento um sucesso!

Mais informações:
Juliana Carvalho, Apresentadora e Produtora do Programa “Faça a Diferença”
Fone: ( 51) 8121-1282
Marcia Gonçalves, Administradora Desenvolver Inclusão de Pcds
Fone: (51) 8203-4974; (51) 3431-2884

Fonte: Vivian W Missaglia

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