quarta-feira, 31 de março de 2010

E o vencedor é....

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A cerimônia de entrega do III Prêmio Sentidos aconteceu na Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, em São Paulo

Uma noite muito especial com histórias e exemplos de superação. Assim foi a cerimônia de entrega do Prêmio Sentidos 2010, que aconteceu no dia 30 de março, no Auditório da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, em São Paulo. A festa de encerramento do Prêmio foi abrilhantada com a revelação de grandes talentos, que contou com a presença de familiares e amigos de pessoas com deficiência, personalidades, instituições e empresas ligadas ao setor.
A terceira edição do Prêmio Sentidos apresentou um número de inscritos superior à segunda edição realizada em 2009. No total foram 787 inscrições recebidas pela internet e por cartas nas 6 categorias disponíveis para participação do público - Gente como a Gente, Talentos Especiais (Artes, Literatura e Esportes), Menção Honrosa (Empresas e Organizações do Terceiro Setor). O Prêmio recebeu inscrições de 13 Estados da Federação.
Assim como nas últimas edições do prêmio, que é uma iniciativa da revista e site Sentidos, AVAPE, FENAVAPE, Instituto Ressoar, Rede Record de Rádio e Televisão, e com o apoio da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Editora Escala, Flow Design, Áurea Editora e Trama Comunicações, a categoria que teve maior adesão foi a Gente como a Gente, seguida por Talentos Especiais com destaque para Artes e Literatura. As pessoas com deficiência física foram o maior grupo por tipo de deficiência.
Na categoria "Gente como a Gente", a vencedora foi Isis Maria de Almeida Ramos, de Campinas (SP). Portadora de Artrogripose múltipla congênita, ela conseguiu vencer as barreiras do preconceito, estudando, dançando e sonhando com a formação de educadora para transmitir sua experiência de vida a alunos com deficiência. Hoje, trabalha na Prefeitura Municipal de Paulínia como professora de educação especial na inclusão de bebês com deficiência na estimulação precoce. "Sinto uma alegria que não cabe dentro de 1, 70. Estou realmente muito feliz por receber esse Prêmio"disse Isis, agradecendo a Comissão Julgadora do Prêmio Sentidos e todos que estavam presentes.
Além das seis categorias, a terceira edição ainda contou com a participação do "Júri Popular", compartilhando com os internautas do site Sentidos, a responsabilidade de eleger os destaques do ano. E o público premiou na categoria "Artes", a finalista Iasmin Carneiro Freitas, que também foi a vencedora escolhida pela Comissão Julgadora. Iasmin, de Ceres (GO), nasceu prematura com dificuldade respiratória e fenda palatina. Foi diagnosticada como portadora da Síndrome de Stickler e Sequência de Pierre Roubin. Ela possuía fenda palatina, 23 graus de miopia em ambos os olhos, respostas auditivas ausentes bilateralmente. Sua mãe a colocou em contato com a música. Hoje aos 9 anos tem um ótimo desempenho com o piano.
Durante a cerimônia, representantes de organizações do terceiro setor, empresas e pessoas que trabalham em prol da inclusão social também foram homenageadas pelo prêmio. Entre elas estavam a consultora de inclusão social Flavia Cintra, que atualmente desenvolve trabalho de consultora para a novela Viver a Vida, da Rede Globo, e o autor da mesma novela, Manoel Carlos.
E como o Prêmio Sentidos reconhece talentos e superações, uma importante pessoa não poderia ficar de fora. Na categoria "Troféu Especial", subiu ao palco para receber a homenagem o publicitário e radialista Dudu Braga. Filho do cantor e compositor Roberto Carlos, Dudu que tem deficiência visual, atua na Rádio Nativa FM e apresenta o Programa Vida em Movimento, da TV Cultura, que mostra os benefícios e a importância da prática de atividades físicas por pessoas com deficiência de forma inclusiva.
O segundo "Troféu Especial" foi entregue para a Prefeitura Municipal de Socorro, representada por sua prefeita, Marisa de Souza Pinto Fontana. Nos últimos anos a prefeitura tem realizados em parceria com a AVAPE, importantes projetos voltados para a acessibilidade da pessoa com deficiência na cidade.
Os idealizadores do Prêmio Sentidos: Marcos Gonçalves, presidente da Federação Nacional das AVAPES (FENAVAPE), membros da Comissão Organizadora e todos presentes à cerimônia - agradeceram o público presente. O evento contou ainda com outras várias personalidades que comporam a mesa de honra do Prêmio Sentidos e que representam o segmento da deficiência como o Secretário Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida de São Paulo, Marcos Belizário, a Secretária de Estado da Secretaria dos Direitos das Pessoas com Deficiência de São Paulo, Linamara Rizzo Batistella, que foi representada pelo coordenador de acessibilidade da Secretaria, Marco Antonio Pelllegrini, a presidente da AVAPE, Sylvia Cury, e Lemos Britto, da Lemos Britto Multimídia Congressos e Feiras.

Os vencedores das seis categorias:
Talentos Especiais - Artes: Iasmin Carneiro Freitas, portadora da Síndrome de Stickler e Sequência de Pierre Roubin, de Ceres (GO).
Talentos Especiais - Esportes: Edson Dantas de Oliveira, deficiente físico, de São Paulo (SP).
Talentos Especiais - Literatura: Thiago Ribeiro Santos, que tem deficiência múltipla, do Rio de Janeiro (RJ).
Gente como a Gente: Isis Maria de Almeida Ramos, portadora de Artrogripose múltipla congênita, de Campinas (SP).
Menção Honrosa - Empresas: Museu de Arte Moderna, que desenvolveu o programa Igual Diferente que visa possibilitar aos usuários de instituições para uma participação em cursos de arte, de São Paulo (SP).
Terceiro Setor - Menção Honrosa - Instituições: Associação Adaptação e Surf, que promove a inclusão de pessoas com deficiência permitindo o acesso ao lazer, esporte e cultura.

Saiba mais sobre os vencedores:

Categoria: Artes

IASMIN CARNEIRO FREITAS
Deficiência: Múltipla
Cidade/Estado: Ceres/GO
Sua história: Nasceu prematura com dificuldade respiratória e fenda palatina. Até os cinco meses de idade não dormia bem e tinha dificuldades para mamar. Foi diagnostica como portadora da Síndrome de Stickler e Sequência de Pierre Roubin. Ela possuía fenda palatina, 23 graus de miopia em ambos os olhos, respostas auditivas ausentes bilateralmente. Sua mãe sem a colocou em contato com a música. Hoje com 9 anos de idade tem um ótimo desempenho com o piano.

Categoria: Empresas

MUSEU DE ARTE MODERNA DE SÃO PAULO
Cidade/Estado: São Paulo/SP
Projeto de Inclusão: Desenvolveu o programa Igual Diferente que visa possibilitar aos usuários de instituições para uma participação em cursos de arte. Um exemplo de curso é o Aprender para Ensinar: destinado à formação de educadores surdos para mediar a relação público-obra de arte no espaço do museu, na Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Categoria: Esportes

EDSON DANTAS DE OLIVEIRA
Tipo de Deficiência: Física
Cidade/Estado: São Paulo/SP
Sua história: Sofreu um acidente que o levou à amputação da perna direita. Após colocar a prótese e passar por um longo processo de reabilitação, recuperou sua auto-estima e voltou a trabalhar, jogar bola e exercer suas atividades cotidianas. Em 2000, começou a se dedicar à corrida. Além das vitórias pessoais, é considerado um dos melhores atletas brasileiros amputado de membro inferior nas distâncias de 5.000 e 10.000 metros. Também é representante do Projeto Próximo Passo, que desenvolve e executa ações e contribui para a melhoria da vida das pessoas com deficiência. Edson é bicampeão da Maratona de Nova York.

Categoria: Gente como a Gente

ISIS MARIA DE ALMEIDA RAMOS
Tipo de Deficiência: Física
Cidade/Estado: Campinas/SP
Sua história: Portadora de Artrogripose múltipla congênita, ela conseguiu vencer as barreiras do preconceito, estudando, dançando e sonhando com a formação de professora para transmitir sua experiência de vida a alunos com deficiência. Formou-se em Pedagogia, foi aprovada em concurso, na Prefeitura Municipal de Paulínia como professora de educação especial atuando na inclusão de bebês com deficiência na estimulação precoce. Locomove-se com autonomia em seu carro adaptado. Participa efetivamente no movimento de luta pelos direitos das pessoas com deficiência. Sendo a artrogripose uma deficiência pouco pesquisada e disseminada no Brasil, faz de sua vida uma instigante fonte de conhecimento.

Categoria: Literatura

THIAGO RIBEIRO SANTOS
Tipo de Deficiência: Múltipla
Cidade/Estado: Rio de Janeiro/RJ
Sua história: Autor de ESPERANÇA SEM FIM traz o depoimento de uma batalha sem trégua pela conquista de cada dia. Em meio há uma vida que muitos julgam ser difícil por causa do acidente que o deixou tetraplégico. Para ele, a verdadeira força vem da esperança do amor e de transformar o impossível em possível. Visando uma vida melhor e querendo compartilhar sua experiência com outras pessoas criou um blog, como forma de demonstrar ao mundo que enquanto há vida há Esperança Sem Fim. www.espelhodaseras.blogspot.com.

Categoria: Terceiro Setor

ASSOCIAÇÃO ADAPTAÇÃO E SURF
Cidade/Estado: Rio de Janeiro/RJ
Sua atuação social: Fundada em 2007 a instituição promove a inclusão de pessoas com deficiência permitindo o acesso ao lazer, esporte e cultura, através do contato direto com a Natureza. Realiza projetos socioambientais nas áreas de surf adaptado, acessibilidade das praias e preservação. Com aulas gratuitas de surf, atividades de lazer nas praias e mutirões de limpeza das mesmas. Já beneficiou mais de 200 pessoas diretamente com as atividades realizadas nas praias Cariocas e atualmente 20 alunos participam das aulas de surf.

Fonte: Sentidos

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Noite especial - Entrega do Prêmio Sentidos

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O Blog DEFICIENTE ALERTA esteve presente na entrega do Prêmio Sentidos.
Foi uma grande felicidade fazer parte de uma noite tão especial, onde grandes histórias de superação nos emocionaram muito.
Parabéns à todos, aos vencedores, aos que ficaram entre os finalistas e à todos que de alguma forma colaboraram com essa grande noite!



Nilton Câmara - Intérprete de Libras - http://www.niltoncamara.net/

Denise, Sérgio, Ricardo Shimosakai ( Turismo Adaptado ) , Renato e Alan ( jogador de Rugby )

Marcos Belisário - Secretário Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida

José Luiz Zanzini ( Zézinho ) - Assessor de Gabinete

Tabata Contri - Atriz
Billy Saga - Movimento Superação - http://movimentosuperacao.ning.com/

Renato Bueno de Camargo Laurenti , sócio fundador da COMO IR http://www.lojacomoir.com.br/

Denise, modelo e Letícia, uma de nossas colaboradoras.

Dudu Braga

Priscila Sampaio - Editora Chefe da Revista Sentidos http://sentidos.uol.com.br/

Equipe da Revista Sentidos

Fotos: Arquivo Pessoal

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Projeto de lei quer garantir transporte gratuito de estudantes com deficiência

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Iniciativa tem o objetivo de exigir a instalação de rampas e espaço para cadeirantes, corrimões e bancos estofados exclusivos para o uso de deficientes visuais.

Em São Paulo, está tramitando o Projeto de lei 265/2010 do deputado Baleia Rossi (PMDB) que quer garantir aos alunos com deficiência matriculados na rede de ensino estadual transporte gratuito e adaptado às suas necessidades no trajeto que de suas residências às escolas e vice-versa. A proposta de Baleia Rossi não exclui deste benefício estudantes da rede pública que não possuem nenhum tipo de deficiência, pois as adaptações exigidas no projeto não obriga que os equipamentos que facilitam a vida dos portadores de necessidades especiais ocupem todo o espaço dos veículos escolares.
"Na verdade, minha iniciativa tem o objetivo único de exigir a instalação de rampas e espaço para cadeirantes, corrimões e bancos estofados exclusivos para o uso de deficientes visuais e outros, fato raro de ser constatado na frota de veículos responsáveis pelo transporte escolar de estudantes da rede de ensino estadual". Segundo Baleia Rossi, isto não vai impedir que a maior parte do espaço dos ônibus, vans e veículos similares utilizados neste tipo de transporte possa ser ocupada por alunos que não tenham deficiência.
Na justificativa de seu projeto, o deputado reconhece o esforço do governo paulista no sentido de melhorar o sistema de transporte dos alunos matriculados em sua rede de ensino, mas observa que este serviço público não é uma exigência imposta por lei e que, por isso, a frota destinada a este tipo de transporte é demasiadamente insuficiente para atender a demanda do número de alunos que precisa usufruir deste benefício, além de serem muito poucos os veículos equipados com adaptações para atender as necessidades dos alunos deficientes.

Fonte: Vida Mais Livre

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Austrália apresenta "olho biônico", que poderá devolver visão a pessoas cegas

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Sydney (Austrália), 30 mar (EFE).- O Governo da Austrália apresentou hoje um protótipo de "olho biônico", cujos responsáveis esperam que seja capaz de devolver a vista a muitos cegos, naquele que seria o maior marco desde o desenvolvimento do alfabeto Braille.
A iniciativa, na qual Canberra investiu 42 milhões de dólares australianos (US$ 38,6 milhões), "pode ser um dos avanços médicos mais importantes de nossa geração", afirmou o primeiro-ministro, Kevin Rudd.
"O projeto do olho biônico permitirá à Austrália se manter na vanguarda desta linha de investigação e comercialização, e pode devolver a vista a milhares de pessoas no mundo todo", disse Rudd.
Segundo os cientistas australianos, a invenção se implanta parcialmente no globo ocular e foi projetada para pacientes que sofrem uma perda de visão degenerativa e hereditária causada por uma condição genética conhecida como retinitis pigmentosa.
O "olho biônico" dispõe de uma pequena câmera, colocada sobre uma lente, que captura imagens e as envia a um processador que pode ser guardado no bolso.
O dispositivo transmite um sinal à unidade dentro da retina, que estimula os neurônios vivos dentro desta, mandando as imagens ao cérebro.
Os usuários do sistema não voltarão a ter vista perfeita, mas espera-se que possam ser capazes de distinguir pontos de luz que o cérebro poderá transformar em imagens. EFE aus/fm

Fonte: Último Segundo

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Robô 'urso' é criado para transportar doentes

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>Aparelho de 1,65 metros feito por japoneses consegue carregar até 61 quilos.

Quando alguém na família fica hospitalizado ou impedido de andar por qualquer razão – idade, fratura ou doença –, uma das maiores dificuldades é transportar o doente. Dependendo do número de vezes que ele tem de ser transportado por dia, a família pode ganhar dois doentes em vez de um. Para resolver este problema os japoneses criaram o Riba, um robô em forma de urso que transporta pacientes.
O bichinho de formato humanóide e 1,65 de altura é capaz de carregar até 61 quilos – capacidade que não ajuda muito no caso de homens e mulheres mais cheinhas, mas pode ser uma mão na roda para transportar crianças ou levar idosos do leito à cadeira de rodas e vice-versa.
A simpatia de Riba não para no sorriso. Ele tem câmeras nos olhos e um sistema capaz de reconhecer rostos e vozes de pacientes e até colegas de trabalho. Seu motor é silencioso, para não interromper o descanso de ninguém, e seus braços são revestidos de espuma para dar conforto ao paciente carregado. Ele tem ainda a capacidade de andar livremente pelo hospital sem esbarrar em nada.
Você deve estar se perguntando: mas por que, afinal um urso? Os japoneses alegam que quanto mais um robô tem o rosto parecido com o humano, mais aumenta a reação de medo a ele. Não acredita? Ok, imagine então se em vez do ursinho boa-praça você fosse transportado por ciborgue, como o encarnado por Schwarzenegger.

Fonte: Revista Galileu

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Tecnologia transforma movimento labial em voz digital

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Novidade ajudará as pessoas que perderam a habilidade de fala a se expressarem.
O Instituto de Tecnologia de Karlsruhe, na Alemanha, desenvolveu uma tecnologia para conversarmos no celular sem falarmos. A técnica, que traduz o movimento labial humano em voz digital gerada por computador, foi apresentada na feira de tecnologia CeBit 2010, em Hanôver, também no país europeu.
Nos testes, os pesquisadores alemães conectaram eletrodos no rosto das pessoas e monitoraram os pulsos elétricos gerados pelos movimentos musculares faciais, numa técnica que se chama eletromiografia. No futuro, esse equipamento poderá ser embutido em celulares para transformar os movimentos labiais numa voz eletrônica.
A tecnologia ajudará as pessoas que perderam a habilidade de fala a se expressarem, e poderá facilitar a conversação via celular em ambientes silenciosos (como um cinema), ou a transmitir informações confidenciais.

Fonte: Revista Galileu

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Colaboradores da Transa participam de treinamento para atendimento especial aos cadeirantes

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Motoristas e auxiliares de viagem receberam treinamento com o objetivo de capacitá-los para que prestem o serviço de maneira adequada e qualificada
Motoristas e auxiliares de viagem da Transa Transporte Coletivo participaram, na última semana, de um treinamento especial “Transporte para todos: Atendimento a Pessoas com Deficiência”. O objetivo foi capacitá-los para que prestem o serviço de maneira adequada e qualificada. A empresa renovou sua frota, recentemente, adquirindo ônibus adaptados para o transporte de cadeirantes, pessoas com mobilidade reduzida, obesos e demais cidadãos que apresentam comprometimento funcional que os impossibilitam a mobilidade.
“Com este encontro reiteramos o compromisso com a cidadania que sempre assumimos, cumprimos mais uma etapa do exercício de responsabilidade social e sensibilizamos a nossa equipe acerca da importância da inclusão e de atendermos com excelência todos os nossos clientes”, explica a psicóloga da Transa, Virgínia Fonseca.
O encontro aconteceu no auditório da Unimed Três Rios e contou com a parceria da Secretaria Municipal do Idoso e da Pessoa com Deficiência, SEST/SENAT e APAE. As orientações foram dadas por uma equipe multidisciplinar composta pelo secretário municipal Dr. Wiliam Machado, a psicóloga Virgínia Fonseca e a assistente social Rita de Cássia Ferreira de Souza.
“Procuramos passar aos colaboradores da empresa o sentido de responsabilidade e cidadania. As pessoas não pedem para serem deficientes, elas são acometidas por este fato e devem continuar possuindo os mesmos direitos”, afirma Dr. William. Para a assistente social Rita de Cássia a capacitação foi importante e proveitosa: “Percebi que o grupo assimilou bem o conteúdo proposto e, com certeza, isso irá refletir no atendimento aos que utilizarão o novo serviço”.
A receptividade dos colaboradores para as informações foi positiva e todos se mostraram motivados: “Os relatos nos ajudaram a entender melhor a realidade de um cadeirante e aprendemos bastante com o treinamento”, conta Luiz da Silva Lima, assistente de operação da empresa.
É importante ressaltar que a aquisição dos veículos é um desejo antigo da Transa e faz parte do programa de inclusão social desenvolvido em prol da sociedade e da equipe de colaboradores, além de atender à nova legislação. Segundo a empresa, os ônibus estão em circulação desde o dia 10 de março, nas linhas 101 (Moura Brasil), 401 (Cidade Nova), 203 (Morada do Sol), 302 (Cantagalo – via Benjamin) e 403 (Monte Castelo).

Fonte: Entre-Rios Jornal

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Parceria facilita acesso a cardápio em braille para restaurantes e bares de São Paulo

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Devido ao alto custo de confecção dos cardápios, nem todos os estabelecimentos se enquadravam na lei municipal
Flávia Albuquerque

A Confederação Nacional do Turismo (CNTur) e a Associação Brasileira de Gastronomia (Abresi) assinaram hoje (29) parceria com a Fundação Dorina Nowill para Cegos para a produção de cardápio em formato braille a preços mais acessíveis. A parceria, firmada durante a Feira Internacional de Produtos e Serviços para Gastronomia, Hotelaria e Turismo (Fistur), prevê também o treinamento e a capacitação dos funcionários dos estabelecimentos.
De acordo com lei municipal, todos os estabelecimentos no município de São Paulo que comercializem refeições e lanches são obrigados a disponibilizar um ou mais cardápios em braille, constando o nome do prato, ingredientes utilizados, relação de bebidas e preços. Além de braille, o cardápio deve ter o texto em tamanhos maiores para aqueles que tem baixa visão e que não leem o braille.
O diretor presidente da Fundação Dorina Nowill para Cegos, Alfredo Weisflog, disse que a parceria fará com que os estabelecimentos se enquadrem na lei e que os deficientes visuais tenham pleno acesso a restaurantes, lanchonetes e bares. "Como qualquer outro ser humano ele [cego] come, consome, paga impostos e tem pleno direito a ter informação e independência de escolher seu menu e não depender de que outros leiam para ele."
Para Weisflog, nem todos os estabelecimentos se enquadravam na lei porque a confecção do cardápio tem custo elevado. Além disso, segundo ele, as empresas avaliavam esse tipo de cardápio como "dispensável" uma vez que nem todos os dias recebiam clientes com deficiência visual. "Por isso os estabelecimentos preferem ler o cardápio. E a inclusão [do cardápio em braille nesses locais] nem sempre é um trabalho de simples convencimento."
O custo de um cardápio em braille varia de R$ 40 a R$ 45. Mas os afiliados à Abresi terão descontos e poderão oferecer treinamento aos funcionários sobre como tratar um deficiente visual.
O presidente da Abresi e da CNTur, Nelson de Abreu Pinto, reforçou que a parceria tem o intuito de melhorar o atendimento aos portadores de necessidades especiais, além de arrecadar recursos para ajudar essas pessoas. "Antes, cada estabelecimento procurava seu próprio fornecedor para fazer o cardápio. Com a parceria todos farão no mesmo lugar. Antes não se fazia isso porque não havia integração entre as entidades oficiais."
Para a revisora braille Rita de Cássia Martins de Araújo, o cardápio braille é mais uma forma de ajudar o deficiente visual a se sentir independente. "Quando vou a um restaurante e não há o cardápio braille preciso pedir ajuda das pessoas, do garçom. É até meio constrangedor sabendo que isso poderia não ser necessário já que temos recursos e uma lei para isso."
Rita lembrou que em diversas situações já citou a obrigatoriedade do cardápio braille em estabelecimentos que não o disponibilizavam para o cliente. Ela disse que os proprietários precisam ser melhor informados e que o poder público tem de intensificar a fiscalização.

Fonte: Agência Brasil

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Instituto Nokia cria novas soluções para acessibilidade

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Empresa cria aplicativos que irão permitir ao deficiente interação com o ambiente por meio do celular

O Instituto Nokia de Tecnologia - INdT - desenvolveu uma série de aplicativos de acessibilidade que permitem que deficientes interajam com o ambiente por meio do celular.
Um exemplo é o Audio Aid, o qual permite que sons como campainhas ou alarmes sejam percebidos através de vibrações. A ideia é que o deficiente auditivo possa sentir sons do ambiente por meio da vibração do celular e se orientar por elas. Deste modo, alarmes e campainhas são traduzidos em estímulos que ajudam na orientação dos usuários com deficiência.
Para quem sofre de daltonismo foi desenvolvido o Color Detector. Instalado nos celulares, quando a câmera do aparelho é apontada para algum objeto, a cor dele é mostrada escrita por extenso na tela.
O Nokia Magnifier por sua vez é uma lupa eletrônica que usa a próprio câmera do aparelho. O programa é para quem tem baixa visão e pode ser usado em celulares Nokia da série S60.
De acordo com o Jackson Feijó, pesquisador do Instituto Nokia de Tecnologia, os aplicativos de acessibilidade têm sido distribuidos gratuitamente.
"O site www.nokiaaccessibility.com já oferece bastante material sem nehum custo para o consumidor final. Dos aplicativos que foram desenvolvidos no INdT, já temos o Nokia Magnifier, que é distribuído gratuitamente pelo Nokia Beta Labs. bit.ly/9UOcg3".
Os aparelhos que suportam esses aplicativos são o Nokia S60 3rd Edition e Feature Pack 1.
As ideias para novos projetos passam por um comitê criado pelo INdT. Segundo Feijó essas idéias são avaliadas por um conselho e as que forem aprovadas recebem um investimento para que se comecem os trabalhos. Feijó e Wilson trabalharam nesses projetos, que tiveram inicio em 2007.
"O primeiro conjunto de aplicativos ficou pronto em mais ou menos um ano e meio. Eles foram implementados paralelamente aos trabalhos do Community Group no INdT." explica Feijó.
Segundo o Censo 2000, do IBGE, existem no Brasil mais de 5,7 milhões de pessoas com deficiência auditiva. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), existem 135 milhões com baixa visão em todo o mundo. No Brasil, o número de portadores de algum tipo de deficiência visual é de 3,5 milhões.

Fonte: Terra

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Lei beneficia deficientes em processos

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Segundo lei sancionada pelo governador Sérgio Cabral, pessoas com deficiência terão prioridade na tramitação de processos administrativos

Portadores de deficiência terão prioridade na tramitação de processos administrativos, com a sanção da Lei 5.671/10, pelo governador Sérgio Cabral. A proposta do deputado Glauco Lopes (PSDB) altera a Lei 5.059/07, de sua autoria, que dava prioridade na tramitação de processos administrativos aos idosos com mais de 60 anos.
O parlamentar estendeu o benefício aos portadores de deficiência e justificou sua iniciativa citando estatísticas. "Em 2000, o IBGE constatou a existência de 24,5 milhões de brasileiros com algum tipo de incapacidade. O número equivale a 14,5% da população total".

Fonte: O São Gonçalo

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terça-feira, 30 de março de 2010

Mensagem

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" Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas...
Que já têm a forma do nosso corpo...
E esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos
mesmos lugares...
É o tempo da travessia...
E se não ousarmos fazê-la...
Teremos ficado...
para sempre...
À margem de nós mesmos..."


(Fernando Pessoa)



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segunda-feira, 29 de março de 2010

Brasil termina o Aberto Paraolímpico de Atletismo com 14 medalhas

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Os cinco atletas brasileiros conquistaram 11 medalhas de ouro e três de prata. Com o resultado, Brasil mostra sua força no esporte paraolímpico.

Os cinco atletas da delegação brasileira no Aberto Paraolímpico de Atletismo se destacaram na Nova Zelândia, local onde foi realizada a competição, que terminou em 28 de março. Em três dias de competição, eles somaram 14 medalhas e mostraram a força do esporte paraolímpico do Brasil. Foram 11 medalhas de ouro e três de prata.
Neste domingo, último dia de disputa, Antônio Delfino e Lucas Prado repetiram a dobradinha na prova dos 200m rasos multiclasse e conquistaram o ouro e a prata, respectivamente. A cega Terezinha Guilhermina se recuperou rapidamente da frustração de sábado, quando foi desclassificada dos 400m por uma confusão da arbitragem e venceu a prova dos 200m feminino com o tempo de 26s79. Shirlene Coelho ficou com a prata no lançamento de disco com a marca de 22m85.
No sábado, o destaque foi o alagoano Jonathan Santos, com duas medalhas de ouro. O atleta tem 19 anos, é anão, e vai se firmando no cenário internacional como um dos maiores nomes das provas de lançamento. Ele levou a melhor no disco e no dardo e subiu duas vezes ao lugar mais alto do pódio. No dardo, Jonathan fez a melhor marca de sua vida com 25m47. Já no disco, por pouco ele não bateu o seu próprio recorde mundial. Ele lançou a36m47 contra 36m82 do recorde que ele mesmo bateu na Colômbia, durante o Parapan Juvenil no ano passado.
A brasiliense Shirlene Coelho (na foto desta matéria) também fez o seu melhor arremesso de todos os tempos, 9m85, e ficou com o ouro. A prova dos 400m rasos multiclasse teve dobradinha brasileira. O amputado Antônio Delfino ficou em primeiro, seguido pelo cego Lucas Prado, que levou a prata.
Terezinha Guilhermina mais uma vez não encontrou adversárias, agora na prova dos 400m. Porém, uma confusão na largada, em que a arbitragem colocou o bloco de saída na raia errada, fez com que a atleta brasileira fosse desclassificada.

Confira as medalhas brasileiras:

3 ouros - Jonathan Santos (Arremesso de peso, lançamento de dardo e disco)
3 ouros - Antônio Delfino (100m, 200m e 400m rasos)
2 ouros - Terezinha Guilhermina (100m e 200m rasos)
2 ouros e 1 prata – Shirlene Coelho (ouro no lançamento de dardo e disco e prata no arremesso de peso)
1 ouro e 2 pratas - Lucas Prado (ouro nos 100m rasos e prata nos 200 e 400m)

Fonte: Instituto Superar e Comitê Paraolímpico Brasileiro

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Brasil conseguiu o maior número de medalhas e mundiais em competição de Judô

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Bom desempenho do feminino comprovou a expectativa da comissão técnica, que comemorou o melhor da história em número de medalhas.

O Brasil termina o Mundial Paraolímpico de Judô, em Antalya, na Turquia, com mais uma medalha. Neste domingo novamente foi uma mulher que subiu no pódio. A Deanne Almeida (mais de 78 quilos, categoria pesado) conquistou o bronze ao derrotar a turca Yücel Yilkiran por ippon na decisão do bronze. Após quatro dias de competições, o Brasil conseguiu o maior número de medalhas e mundiais: quatro, todas no feminino. Além de Deanne, Lúcia Teixeira ficou com a prata na leve (até 57 quilos) e Daniele Bernardes da Silva e Victoria Santos de Almeida Silva levaram o bronze na meio-médio (até 63 quilos) e médio (até 70 quilos), respectivamente.
Se na véspera o sorteio foi cruel com Deanne, neste domingo a ajudou, pois entrou apenas na segunda fase, já na semifinal. Na primeira luta, uma velha e indigesta conhecida, a chinesa Yamping Yuan, que já derrotara a brasileira na final paraolímpica em Pequim e também no sábado. Assim como na véspera, a chinesa levou a melhor, por imobilização. Determinada, Deanne se concentrou e agarrou sua última chance na luta contra a turca.
“Na véspera eu não estava bem, me senti muito nervosa ao saber que enfrentaria logo a chinesa. Neste domingo já estava melhor, mais confiante e sabia que poderia vencer a turca. A chinesa está realmente acima de todas as outras competidoras e isso mostra que temos de trabalhar duro para chegar ao nível dela”, disse Deanne.
Como o Mundial conta pontos para o ranking que classifica para os Jogos Paraolímpicos de Londres, a organização fez três disputas para atletas acima de 70 quilos. Uma para todas as atletas com mais de 70 quilos, que pontuou para o ranking, dividindo também as competidoras entre mais duas categorias, até 78 quilos e mais de 78 quilos. Assim, a brasileira, teve mais uma chance de medalha neste domingo.
O bom desempenho do feminino comprovou a expectativa da comissão técnica, que comemorou o bom desempenho brasileiro, o melhor da história em número de medalhas:
“Temos motivos para comemorar, apesar de ter faltado o ouro. Conseguimos quatro medalhas e dois atletas cotados entre os favoritos tiveram a infelicidade de ficar fora do pódio”, disse Jaime Bragança, coordenador de judô do CPB. “O judô feminino mostrou que é um dos melhores do mundo e também temos de comemorar o fato de, mesmo sem medalha, termos marcado pontos no ranking em outras cinco categorias. Saímos da Turquia com a certeza de que estamos no caminho certo para 2016, mas também sabendo que muita coisa tem de ser feita.
Porém, nem tudo foi festa no último dia. Um erro da organização impediu a participação do Brasil na competição por equipes. Apesar da confirmação da participação da equipe masculina, a comissão técnica foi surpreendida ao chegar ao ginásio e ver que o Brasil não estava entre os oito países da disputa. A organização alegou que o Brasil não entregara a ficha de inscrição, que em nenhum momento foi passada a qualquer membro da delegação.
“Isso foi um absurdo. Várias vezes confirmamos com eles que iríamos participar. À noite fomos pedir informações sobre as chaves e nos disseram que só teríamos esta informação no dia da competição. Em nenhum momento, quando falamos com eles, nos disseram que teríamos de entregar qualquer ficha. No Congresso Técnico também nada foi informado. Antes da competição, disseram que entregaram a ficha para alguém do Brasil, mas que não sabiam para quem tinha sido. Ninguém da comissão técnica recebeu qualquer notificação a respeito disso”, disse Bragança.
Jaime também citou outros casos, como a falta de relatórios técnicos diários, como em toda grande competição, e até de um medidor de quimonos na área de aquecimento, para os técnicos conferirem se o tamanho das mangas está dentro das regras. “Infelizmente, o que vimos aqui foi uma grande desorganização. Vamos fazer um documento e um protesto formal junto à IBSA (International Blind Sports Association)”, adiantou Bragança.

Foto: Victor Motta
Fonte: Comitê Paraolímpico Brasileiro

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Lançamento do Livro “Inclusão – conceitos, histórias e talentos das pessoas com deficiência”

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Publicação escrita por Carolina Ignarra, Tabata Contri e Raphael Bathe traz conceitos de inclusão de pessoas com deficiência na sociedade, histórias de vida e fotos.



No próximo dia 5 de abril, será lançado o livro “Inclusão – conceitos, histórias e talentos das pessoas com deficiência”, publicação que traz importantes conceitos de inclusão de pessoas com deficiência na sociedade, histórias de vida e fotos. A publicação será lançada em São Paulo, em 5 de abril, na Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos, às 19h.
O livro é dividido em três partes. A primeira, escrita por Carolina Ignarra traz seus relatos sobre a inclusão de pessoas com deficiência na sociedade por meio de sua experiência como consultora de inclusão em diversas empresas no Brasil. A segunda parte traz uma série de fotografias inéditas de pessoas com deficiência em seu ambiente de trabalho feitas por Raphael Bathe. Para finalizar, Tabata Contri traz as emocionantes histórias de vida das pessoas retratadas nas fotos.

Serviço:
Lançamento do Livro: Inlcusão – conceitos, histórias e talentos das pessoas com deficiência
Autoria: Carolina Ignarra, Tabata Contri e Raphael Bathe
Data: 5 de abril
Horário: 19h
Local: Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos
Endereço: Avenida das Nações Unidas, 4777 – Jd. Universidade Pinheiros – São Paulo / SP

Fonte: Portal Vida Mais Livre

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Brasília recebe a 1ª Conferência do Esporte Paraolímpico Brasileiro

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Objetivo do evento é planejar as ações para 2010 e 2016, entendendo o que é necessário para que o Brasil chegue com boas condições nessas próximas Paraolimpíadas.

A partir de segunda-feira, 29 de março, todas as entidades que gerem o esporte paraolímpico no Brasil se reunirão em Brasília para planejar os passos do segmento de 2010 a 2016. Coordenadores técnicos, presidentes e vice-presidentes das confederações e associações apresentarão suas metas e necessidades para juntas, pela primeira vez, traçarem um plano único. Com a perspectiva dos Jogos Paraolímpicos no Rio de Janeiro, em 2016, os objetivos serão traçados para dois ciclos olímpicos.
Para que o documento seja elaborado após as reuniões, o CPB está orientando todas as entidades em seus planejamentos desde dezembro, montando um formulário único, padronizando o processo. O objetivo é ter uma base concreta do que é necessário para que o Brasil chegue às Paraolimpíadas no Rio com condições de cumprir as metas estabelecidas e ficar entre os cinco primeiros.

1ª Conferência Nacional do Esporte Paraolímpico
Local: Golden Tulip Brasília Alvorada Hotel (antigo Blue Tree)

Programação:

29 de março
Reuniões de trabalho
15h30 – oportunidade de imagens
15h45 – entrevistas

30 de março
Reuniões de trabalho

31 de março
Reuniões de trabalho
17h – Entrevista coletiva com o presidente do CPB, Andrew Parsons

Fonte: Portal Vida Mais Livre

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TRT-SP debate inclusão no mercado de trabalho

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Servidores do TRT-SP participam de palestras sobre inclusão social de pessoas com deficiência. Uma das experiências relatadas no evento foi a da vereadora Mara Gabrilli
O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região realizou na noite dessa segunda-feira (22), no auditório do 1° subsolo do Fórum Ruy Barbosa, a palestra “Inclusão no Trabalho da Pessoa com Deficiência”. O evento foi organizado pela Escola da Magistratura do Trabalho da 2ª Região Ematra-2, em parceria com a Comissão de Acessibilidade do TRT-SP.
Com o objetivo de conscientizar os participantes em relação ao tema, o evento contou com a participação de pessoas com deficiências física, visual, surdocegueira e intelectual, que contaram, através de depoimentos e de uma forma bastante informal, suas experiências de luta e superação diante das barreiras enfrentadas.
Daniela Kovács, servidora e membro da Comissão de Acessibilidade do TRT-SP, apresentou os palestrantes e falou sobre o trabalho da Comissão neste Regional, cuja missão é eliminar barreiras físicas e arquitetônicas, tornando os imóveis que compõem esta Justiça mais acessíveis, mas também cuidar para que a pessoa com deficiência se sinta realmente incluída no ambiente de trabalho, e tenha seu potencial produtivo aproveitado.
Segundo Daniela, existem hoje 107 servidores com algum tipo de deficiência no TRT-SP. Desses, 20 ingressaram no último concurso concorrendo às vagas reservadas às pessoas nessas condições.

A primeira palestrante da noite foi a vereadora Mara Cristina Gabrilli, da Câmara Municipal de São Paulo. Tetraplégica há 16 anos, a publicitária e psicóloga disse que quando sofreu um grave acidente de carro, que a deixou paralizada do pescoço para baixo, não conhecia seus direitos. Decidida a clinicar, teve de enfrentar inúmeras barreiras, pois o consultório não possuía acesso para deficientes, e ela tinha que esperar de duas a três horas para poder entrar no prédio.
Hoje, a vereadora luta para eliminar barreiras e incluir na sociedade as milhares de pessoas que vivem na capital e que tenham algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida. “Oportunidades abrem caminhos”, enfatizou Mara ao citar algumas empresas aéreas brasileiras que contratam essas pessoas, dão-lhes estudo e as colocam no mercado de trabalho.
Durante o evento, a plateia recebeu um livro chamado “Manual de Convivência”, de autoria da vereadora. Para ter acesso à versão virtual do manual, acesse www.maragabrilli.com.br/livros .
O segundo palestrante a falar foi Antônio Carlos Barqueiro, relações institucionais da Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual – Laramara, que perdeu a visão aos 22 anos, vítima de retinose pigmentar.
AC Barqueiro, como gosta de ser chamado, perguntou à platéia quem sabia conduzir um deficiente visual. A resposta foi unânime e negativa. Então ele pediu um voluntário e, em poucas palavras, explicou como é simples conduzir um deficiente.
João Luis Leite Júnior e Ilka Fornazieiro, deficientes intelectuais, falaram sobre suas experiências profissionais. João fez estágio durante dois anos no Ministério Público do Trabalho e agora trabalha na Colgate/Palmolive, onde desenvolve todos os trabalhos que são atribuídos a ele, que está lotado no setor de Recursos Humanos.
Ambos frequentaram a APAE de São Paulo durante muitos anos, e, graças à associação, conseguiram qualificação e espaço no mercado de trabalho. Ilka, que mencionou ter sido discriminada no serviço, disse que “o essencial é diminuir o preconceito em relação à pessoa com deficiência”.

O último palestrante da noite foi Alex Garcia, surdocego e presidente da Associação Gaúcha de Pais e Amigos de Surdocegos e outras deficiências (Agapasm). Primeiro surdocego a cursar universidade no Brasil e autor do livro “Surdocegueira empírica e científica”, Alex se define como um “eterno rebelde” lutando pela empregabilidade para pessoas surdocegas. “(o surdocego) precisa apenas de ar; que os meios funcionem. Aí ele poderá existir como pessoa produtiva na sociedade”, afirmou Alex Garcia.
Participaram do evento, compondo a mesa, a desembargadora Ana Maria Contrucci Brito Silva, presidente da Comissão de Acessibilidade do TRT-SP; e os juízes Maria Eulália de Souza Pires, também da comissão, e Gabriel Lopes Coutinho Filho, representando a Ematra-2.
Daniela Kovács finalizou a palestra com uma apresentação dedicada a seu cão-guia chamado Basher.

Fonte: TRT-SP

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Cerimônia de entrega do III Prêmio Sentidos

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No dia 30 de março acontece a Cerimônia de entrega do III Prêmio Sentidos, iniciativa da Revista e Site Sentidos, AVAPE, FENAVAPE, Instituto Ressoar, Rede Record de Rádio e Televisão, com apoio da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

O objetivo do evento é apresentar histórias de superação, como exemplos de vida e motivação nas categorias: "Artes", "Esportes", "Literatura", "Empresas", "Terceiro Setor" e "Júri Popular". Os três finalistas de cada uma das seis categorias do III Prêmio Sentidos foram escolhidos pela comissão julgadora, pelo conjunto de suas conquistas, obras e realizações.

Serviço

Cerimônia de entrega do Prêmio Sentidos 2010

Data: 30/03

Horário: 19h30

Local: Auditório da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência - Memorial da América Latina

Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564 - Portão 10 - Barra Funda - São Paulo - SP - próximo à Estação do Metrô e da CPTM

Mais informações e inscrições: (11) 4362-9349 ou pelo e-mail: eventos@avape.org.br

Fonte: Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência

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Secretaria comemora dois anos de atividades

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No dia 27 de março, completou dois anos a assinatura do decreto nº 52.841 que organizou a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Na mesma data, tomou posse a atual titular da pasta, Dra. Linamara Rizzo Battistella. Entre os objetivos da Secretaria está a garantia de que as pessoas com deficiência tenham seus direitos assegurados, além de desenvolver projetos para uma efetiva melhoria na qualidade de vida deste segmento.
Desde o início das atividades da Secretaria, já foram lançados programas nas áreas de saúde, habitação, empregabilidade e esporte, em conjunto com outras pastas do estado, empresas, e outras entidades.
Algumas das ações incluem o programa Praia Acessível, que leva, em sua primeira fase, cadeiras de rodas anfíbias às praias do litoral de São Paulo; a implantação do Desenho Universal nas moradias de interesse social; e a Rede de Reabilitação Lucy Montoro, que contará com 17 unidades fixas no estado, além de uma unidade móvel. A Rede já conta com cinco unidades em funcionamento, três na capital, em Campinas e em Ribeirão Preto.

Fonte: Secretaria dos Direios da Pessoa com Deficiência

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Iguais e diferentes

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"Iguais na diferença', Luciana e Renan representam personagens antagônicos. E o que os separa não é nenhuma barreira arquitetônica. Ela é fruto da imaginação de um novelista. Ele é de verdade, e sua paralisia, talvez, dure mais que 203 capítulos."

Claiton César Czizewski

"Outro dia, eu falei para um amigo que os cadeirantes estão na moda: na novela das oito e no cinema." A frase, de um ex-Big Brother - que ficou paraplégico por conta de um acidente de trânsito, em julho de 2009 - publicada no caderno de ZH dedicado a televisão e celebridades é pertinente.
Cadeirantes estão mesmo "na moda". A personagem Luciana (Alinne Morais), da novela Viver a Vida, chama a atenção para uma minoria social que não é tão pequena: as pessoas que, pelas mais diversas razões, locomovem-se em cadeiras de rodas. (Fato semelhante ocorre com um personagem do comentado e premiado filme Avatar.)
O serviço prestado pelo autor da novela, Manoel Carlos, com o - cada vez mais comum - merchandising social é inegável. Mas não se pode esquecer que Luciana é uma personagem de ficção (assim como o do filme, que é criação no mais alto grau, como pede o gênero ficção científica).
Filha de pai rico e mãe superprotetora, a ex-modelo, agora tetraplégica, tem atenção e cuidados em tempo integral: dispõe de uma fisioterapeuta e duas enfermeiras particulares, além de uma sala de fisioterapia - com piscina para hidroterapia -, dentro de casa. E mais: arrebatou de paixão o galã da novela. Em suma, vive numa "redoma de cristal".
Diferente dela é Renan, um personagem da vida real que, mesmo vivendo uma das mais revoltantes histórias dos últimos dias, ficou longe do foco da grande mídia. Ele foi "esquecido" por fiscais enquanto prestava prova do concurso da Funai, no dia 14.
Valendo-se de um direito garantido pelo edital de seleção, Renan respondeu às questões em uma sala exclusiva e sem problemas de acessibilidade. Porém, com o fornecimento de energia elétrica do local interrompido, o concurso foi cancelado; e os candidatos, dispensados. Menos Renan, que continuou "esquecido" pelos fiscais na sala, de onde só conseguiu sair por volta das 21h.
"Iguais na diferença", Luciana e Renan - ambos jovens cadeirantes do Rio de Janeiro - representam personagens antagônicos. E o que os separa não é nenhuma barreira arquitetônica. Ela é fruto da imaginação de um novelista. Ele é de verdade, e sua paralisia, talvez, dure mais que 203 capítulos. Não sei sobre os estados financeiro e amoroso do rapaz. Mas tenho certeza de que ele não possui tantas regalias - que beiram a idealização -, nem a "aura mágica" que envolve pessoas famosas, como a atriz e sua personagem.
Transpondo esses dois casos particulares para uma dimensão maior, arrisco-me a dizer que, dentre o expressivo número de cadeirantes do país, há muito mais Renans que Lucianas. E essa gente não quer "redomas de cristal e amores de novela". Elas só pedem respeito e acessibilidade. Em resumo, estão fartas de serem "esquecidas" pela sociedade a cada degrau, porta estreita ou falta de vaga no estacionamento.
Cadeirante como elas, eu também quero isso. E mais: peço que se dê a cada "Renan" a visibilidade dada a Luciana.

Fonte: Zero Hora

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Carro estacionado em vaga reservada para a PcD no prédio da reitoria da USP

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Flagra ocorreu no dia 26 de março de 2010, aproximadamente às 15h

Esse foi um flagrante do desrespeito à vaga de estacionamento destinada às pessoas com deficiência física. O fato se deu no estacionamento do prédio da reitoria da Universidade de São Paulo (USP). Só podem estacionar nessas vagas carros que tenham o cartão Defis em lugar visível, que identifica que o automóvel conduz uma pessoa com deficiência física ou mobilidade reduzida.

Lastimamos que, mesmo em um dos maiores centros educacionais do país (a principal universidade brasileira), as pessoas pratiquem tal desrespeito, ao invés de servir como modelo de boas práticas.

Fonte: Rede Saci

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Uma notícia maravilhosa!!!

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Hoje quando li o post do Jairo ( http://assimcomovoce.folha.blog.uol.com.br/ ) me emocionei muito, porque mostra uma conquista de uma pessoa que eu gosto e admiro demais.
O próprio Jairo pediu pra divulgarmos essa notícia. Então, com todo meu
carinho e felicidade transcrevo as palavras do Evandro para vocês curtirem, e como ele mesmo diz ao final: "E que se existe amor, nada é impossível! Nada..."


Mesmo sabendo que era IMPOSSÍVEL, nós fomos lá, teimamos e fizemos

Sempre sonhamos....

Sempre tentamos....

Certa vez, conseguimos, mas perdemos....

Aí veio o meu acidente , e com ele vieram às dúvidas e as incertezas.
No Sarah, fui informado que era impossível, e que se tivesse muita sorte conseguiríamos por meio de tratamentos em laboratório.
Mas um dia, lendo o livro “Velejando a Vida”, de João Carlos Pecci, vimos que era possível sim!
Apesar de ouvirmos mais uma vez de um médico da nossa cidade, que não aconteceria, que o lance do livro não existiria. Insistimos!
Procurando respostas na internet, conversando com um e com outro, recebi de uma amiga virtual, se não me engano foi da Gloria frequentadora aqui blog, um arquivo dando explicações que a ejaculação era possível de acontecer para lesados medulares com a ajuda de um aparelho de massagem.
Na Reatech (feira com diversos produtos e serviços para ‘matrixianos’) do ano passado, encontramos um stand vendendo um tal aparelho de massagem para as costas e braços, super forte!!
A Fá (minha mulher) testou na nuca e se empolgou. Aí chegou a minha vez de testá-lo...
Confesso que tenho uma amizade de muito carinho e afeto com o meu instrumento sexual e apesar da baixa sensibilidade, não queria colocá-lo em risco, então, testei o troço no antebraço e doeu “pracara....o”. Mas como ela insistiu, compramos (R$150,00).
Começamos a usá-lo em abril de 2009. Coloco o aparelho no “cabresto” do, do menino..., conforme tinha lido no tal arquivo. A dor que senti no antebraço, era carinho para o meu amigo. Uma sensação ótima, prazerosa!!
Então começamos a fazer uso do massageador em todas as nossas relações, era praticamente um “ménage à trois” .
E foi em agosto do ano passado que a primeira ejaculação (uuia), após quatro anos do meu acidente, aconteceu. E juntamente com ela, aconteceu também o saudoso orgasmo (que diferentemente da época que eu era “normal”, surge de forma bem mais longa e intensa, )
Lembro que liguei para minha mãe para contar a novidade, (vê se pode...um cara com 33 anos ligando pra mãe para dizer que estava gozando!!! ). A velha chorou de alegria, assim como meus irmãos. E até um churrasco para comemorar, nós fizemos na casa do meu pai.
A primeira etapa, tínhamos vencido. Parte do impossível, já havia se rompido. Estávamos no caminho certo para a nossa realização.
Faltava acertar o alvo, o dia, pois a ejaculação não acontece todas as vezes que utilizo o aparelho, e, dificilmente, rola em dias seguidos.
Então começamos a nos concentrar na data correta da ovulação. Olha que já estudei química, física..., mas juro que não entendo essas contas de menstruação, décimo quarto dia....putiz, é ‘complicoso’, não seria melhor a mulher ficar verde no dia certo? Aí não teria erro e pronto!
Em fevereiro a Fá teve que fazer alguns exames de rotina, inclusive um ultrassom, quando a médica constatou que ela estava NAQUELE dia, fértil!
E lá fomos nós pro nosso ménage à trois.... Eu, a Fá, o aparelho... e pronto.
Parte didática: a ejaculação não acontece na hora da penetração, e sim com a utilização do aparelho. Então, coloco os projetos de molecada em um potinho esterilizado e com uma seringa, aplico dentro da Fá. Não reclamem mulherada, é mais fácil que bater um bolo!
Deus nos abençoou, e contrariando tudo que ouvimos, estamos GRÁVIDOS! Minha mulher está indo para a sétima semana , carregando um baby meu! Aêêêê


O brilho que vejo nos olhos da Fá é a coisa mais linda do mundo.
Estamos vivendo um momento especial em nossas vidas. Nossos pais e irmãos estão felizes igualmente.
A mensagem que gostaria de deixar para vocês é que ao longo desses quase cinco anos de lesão, constatei que não existe regra pra nada. Nosso corpo não é uma questão matemática. Cada um é diferente do outro.
E que se existe amor, nada é impossível! Nada...

Foto: Arquivo Pessoal

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domingo, 28 de março de 2010

As dificuldades dos cadeirantes para viajar de ônibus

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O teste de moblilidade para deficientes físicos foi feito em cinco capitais brasileiras, a que apresentou melhor qualidade de serviço foi Porto Alegre (RS).

A novela "Viver a vida" colocou um problema em evidência, esta semana. A cena entre a protagonista Luciana e o cobrador de um ônibus retrata bem a realidade.

Cobrador: Olha só, moça, eu vou avisar logo que vai demorar, tá?
Luciana: Demorar o que, moço?
Cobrador: Pra resolver isso aqui, o elevador
Luciana: Não devia ser assim, né, mas paciência

Cena de novela? É, mas tem tudo a ver com o que aconteceu com o artista plástico Alarico Moura, em um ponto de ônibus do centro do Rio de Janeiro, esta semana. Meia hora de espera e quem disse que o equipamento funcionava?
Alarico e outros quatro cadeirantes foram convidados a fazer um teste em ônibus de Rio de Janeiro, São Paulo, São Luís, Goiânia e Porto Alegre.
O primeiro caso é do carioca. Com ajuda de um pedestre, Alarico sobe e se acomoda no lugar destinado a portadores de necessidades especiais. Mas na hora de recolher o equipamento, problemas. A cobradora aperta o botão, sobe no elevador e nada.
“Não é que eu não estou sabendo ligar. O negócio é que não está funcionando”, explica a cobradora.
Passageiros desistem de esperar. O elevador, enfim, dá sinal de vida. E 20 minutos depois, o ônibus sai.
Só que depois do desembarque do Alarico, o elevador emperra de novo. “Eu me senti muito constrangido, porque essa dificuldade toda faz com que o veículo demore muito tempo, quer dizer, os passageiros em trânsito, estão se deslocando, saindo do trabalho, voltando para casa, eu fiquei olhando para o rosto das pessoas com um constrangimento muito grande”, revela o cadeirante.
Dos 8,8 mil ônibus que circulam no município do Rio de Janeiro, 2 mil já estão adaptados, segundo o sindicato das empresas de ônibus. Mas ainda há muito a fazer. Um decreto de 2004 determina que 100% da frota nacional deverão estar totalmente acessíveis aos cadeirantes em 2014. Faltam quatro anos. E não basta ter o equipamento, é preciso saber usar.
“No meu ponto de vista, nós estamos super atrasados. Em quatro anos muito dificilmente teremos toda a frota adaptada e é uma capital que vai ser a capital da Olimpíada e da Para-Olimpíada, além de ser uma sede da Copa de 2014”, observa o presidente do Instituto Muito Especial, Marcos Scarpa .
Outra sede da Copa também mostra problemas. São Paulo tem 15 mil ônibus, quase 4 mil adaptados. O administrados de empresas Eduardo Figueiredo Palma deu sorte. Seis minutos no ponto e o ônibus chegou. Tudo funcionou bem. Mas a espera pelo segundo ônibus foi um balde de água fria.

"Já faz 27 minutos agora que eu estou esperando o ônibus", conta.

O ônibus adaptado só chegou 59 minutos depois.

"O cadeirante paulista que irá fazer viagem de ônibus e necessitar desse ônibus adaptado vai encontrar dificuldade na questão de tempo, porque nem todas as linhas são adaptadas, e dificuldade na questão de preparo dos profissionais para atendê-lo", avalia o administrador de empresas.
E o pior ainda estava por vir. Em São Luís, somente 231 ônibus de quase 1 mil estão preparados para receber quem usa cadeira de rodas. Antônio chegou ao ponto de ônibus às 15h45. Três veículos adaptados pararam, mas o equipamento não funcionou em nenhum. Quando deu certo, ainda teve que explicar como fazer a plataforma se movimentar. O embarque aconteceu duas horas e treze minutos depois da chegada ao ponto.
Fomos ao Centro-Oeste, em Goiânia, grande parte da frota é acessível aos cadeirantes: mais de 1,1 mil dos quase 1, 5 mil ônibus. Mas isso não significa que o serviço é eficiente. De novo, defeito no equipamento.
Outro ônibus, o mesmo problema. Só meia hora depois de muitas tentativas, um elevador para Juliana. “É sempre assim, mas hoje parece que está pior, viu? De cada dez ônibus que passa, três estão estragados, o motorista não para, se tiver muito cheio eles não param para embarcar o cadeirante”
Em Porto Alegre, o número de carros adaptados é pequeno: são 470 dos quase 1,6 mil. A advogada Andréa Pontes aguardou meia hora pelo primeiro ônibus para cadeirante no centro da cidade. Fora a espera, tudo correu bem.
Quando repetimos o teste em outro ônibus, o motorista deu exemplo. Manobrou o carro para chegar mais perto do meio-fio. Andréa entrou e saiu com muita rapidez.
“Eu fiquei bastante admirada na forma como os ônibus em Porto Alegre estão preparados e, principalmente, os funcionários das empresas”.

Resultado do teste do Fantástico: Porto Alegre tem o melhor serviço. E São Luís foi a capital onde constatamos o pior atendimento. Além do mais longo tempo de espera, 2 horas e 13 minutos, em três ônibus adaptados o elevador não funcionava.

Na opinião de quem trabalha para inserir o cadeirante na sociedade, a falta de transporte digno impede a pessoa de ser cidadã.
“Impacta diretamente na sua vida profissional, na sua vida social, ela não tem direito de ir a um médico, ela não consegue chegar a um hospital, ela não consegue chegar, fazer um tratamento ambulatorial, ela fica literalmente ilhada dentro de casa”, fala Marcos Scarpa.



Fonte: Fantástico - 28/03

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Conheça os equipamentos para deficientes usados em 'Viver a vida'

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Os equipamentos especiais para deficientes físicos utilizados pela personagem Luciana (Alinne Moraes) na novela “Viver a vida” estão fazendo o maior sucesso. Segundo a Central de Atendimento ao Telespectador (CAT) da Rede Globo, oito dos dez produtos que mais atraíram a atenção do público em fevereiro foram os recursos destinados a tetraplégicos. O campeão foi o adaptador para alimentação.
— Recebo cartas e e-mails diariamente, não apenas de pessoas com deficiência, dando sugestões e também fazendo perguntas, querendo saber onde encontram um ou outro produto que apareceu em cena — conta o autor Manoel Carlos, que tem o auxílio de profissionais para escrever os capítulos.
A produção de arte também consulta especialistas para montar o cenário.
— Providenciamos os aparelhos ideais para as atividades descritas com orientação da fisioterapeuta do set. Procuramos sempre usar equipamentos que realmente facilitem o dia a dia dos deficientes — explica a produtora Lara Tausz.

Cadeira de rodas
Totalmente ajustável, leve, encosto rígido, sistema de amortecimento e rodas de fibra de carbono. Preço:
R$ 6.500. Contato: (51) 3696.9600 ou www.ortobras.com.br.

Cama
Acionada por comando de voz, a cama move as partes superior e inferior e vira poltrona. Preço: R$ 16.200. Contato: (21) 3369-5050 ou www.vallitech.com.br.

Mesa
Ajusta a altura e os apoios de cotovelos. Possui mouse especial e teclas emborrachadas para clique. Preço: R$ 5 mil. Contato: (12) 8816-1712, (12) 97843178, (12) 97907887, comercial@dumontbrasil.com.br, www.dumontbrasil.com.br ou www.dumontbrasil.blogspot.com.


Adaptador para teclado
Modelado em liga especial de aço e silicone, o adaptador (órtese) tem desenho ergonômico. Preço: R$ 60,50, mais a ponteira para digitação, R$ 16. Contato: ana.carvalho@ortopediafollowup.com.br, (21) 2286-7290 / 2527-1999 / 2527-2071 / 2527-2480.

Adaptador para batom
A órtese pode ser usada também com encaixes para batom e pincel para blush. Preços: pincel, R$21,95; encaixe para batom, R$20,60. Contato: ana.carvalho@ortopediafollowup.com.br, (21) 2286-7290 / 2527-1999 / 2527-2071 / 2527-2480.



Adaptador para talher
A órtese pode ser modelada para facilitar a alimentação. Preços: órtese, R$ 60,50; e garfo, R$ 20,60. Contato: ana.carvalho@ortopediafollowup.com.br, (21) 2286-7290 / 2527-1999 / 2527-2071 / 2527-2480.



Fonte: Extra Globo
Referência: Tropa do Amor

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Ciclo de Debates

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Acessibilidade e acesso: a informação como instrumento de emancipação

No dia 12 de abril de 2010, a Rede Entre Amigos, uma rede social de informação, realizará o I Ciclo de Debates - Acessibilidade e acesso: a informação como instrumento de emancipação, das 13h00 às 17h00, no Flower´s Garden Buffet, localizado à Rua Gualaxo, 285 - Paraíso, nesta Capital, para comemorar seus 12 anos de prestação de serviços, disseminando informações sobre as questões da deficiência.
A formação de uma rede social favorece o estabelecimento de parcerias, tornando-se a forma mais rápida e eficaz para fazer frente aos inúmeros desafios apresentados pela realidade brasileira, potencializando a capacidade de ampliação do raio de ação, no sentido de universalizar a assistência e ampliar o índice de cobertura.
Uma rede social de informação possibilita um alcance nacional, um aumento da mobilização da sociedade civil em relação às questões da deficiência e à transmissão de conhecimentos, alguns dos frutos que a Rede Entre Amigos, através de 30 organizações de renomado saber na área, espera alcançar, servindo como um instrumento ágil de repasse de informações e conhecimentos, visando a proporcionar às pessoas com deficiência, um instrumento de emancipação e cidadania.
Durante o I Ciclo de Debates, será lançado o novo Portal da Rede Entre Amigos, contemplando inovações conceituais e tecnológicas, com todos os recursos de acessibilidade digital, preconizados pela W3C, organismo internacional que regulamenta os princípios e normas de acessibilidade e usabilidade, que foi desenvolvido pela WEBGOAL, que doou seu tempo em forma de serviço, para proporcionar o mais completo acesso das pessoas com deficiência às informações de seu interesse, a quem agradecemos.
Ainda teremos a assinatura de novas parcerias com mais doze prestigiadas e renomadas organizações públicas e privadas: a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, Comissão Municipal dos Direitos Humanos, Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e do Trabalho, Fundação Dorina Nowill, Associação de Assistência à Criança com Deficiência - AACD, Instituto MID, ADERE, Grupo Chaverin, Rede Atitude, INIS, Casa do Caminho, OAB Jabaquara. E, também se juntam à Rede Entre Amigos, os novos Conselheiros do Conselho Consultivo: Dra. Ana Rita de Paula, Vereadora Mara Gabrilli, Jornalista Lia Crespo, Consultor Romeu Sassaki e Dr. José Gregori.
Nesses 12 anos de serviços, a Rede Entre Amigos, rede social de informação que representa o Estado de São Paulo no Sistema Nacional de Informação - SICORDE/CORDE, Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, atendeu em torno de 10 mil pessoas e mais de 5 milhões e meio visitaram o site em busca de informações, que agora torna-se um portal de organizações públicas e privadas, trabalhando para promover a emancipação das pessoas com deficiência.
No ponto alto do evento estão as conferências ministradas com os temas: A informação na contemporaneidade: globalização, diversidade e emancipação das pessoas com deficiência e Parceria em rede: uma forma eficaz para fazer frente à universalização dos serviços.

Maiores informações e inscrição gratuita no portal da Rede Entre Amigos -
www.entreamigos.org.br

Fonte: Rede Entre Amigos

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Autoescolas não formam deficientes em categorias profissionais

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Custo de adaptação dos veículos seria um empecilho

As autoescolas não estão preparadas para formar condutores com necessidades especiais para veículos de carga, tração e coletivos de passageiros, ou seja, nas categorias profissionais “C”, “D” ou “E”. A dificuldade é a disponibilização desses veículos em uma versão adaptada.
Apenas duas das 80 autoescolas existentes em Ribeirão Preto estão capacitadas para atender portadores de necessidades especiais, mas apenas com a CNH categoria “B”.
Na autoescola Santo Antônio há carros que saíram adaptados direto das fábricas e outros que foram adaptados de acordo com necessidades específicas. De acordo com o proprietário, Antônio Mateus Junqueira, embora esteja capacitado para atender diversas necessidades especiais, a procura é baixa, com 120 habilitações por ano.
O presidente da Associação das Auto-Escolas de Ribeirão Preto, Antônio Geraldo, acredita que seria impossível ensinar um deficiente físico a dirigir um ônibus ou caminhão atualmente. “Eu nunca vi um ônibus adaptado. Acredito que não tenha no estado de São Paulo nem no resto do Brasil”, diz.
Isso porque, embora a deliberação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que permite a habilitação profissional para condutores com necessidades especiais e, portanto, a possibilidade de exercício de atividade remunerada, exista desde 2007, não havia permissão para que veículos de carga, tração ou coletivos de passageiros passassem por adaptações.
Essa situação foi modificada com a publicação da Portaria 659 em 17 de dezembro de 2009 do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) permitindo as modificações.
Mesmo com o ajuste da lei, as autoescolas alegam que a demanda não compensa os altos custos das adaptações. De acordo com o diretor do Denatran, Alfredo Peres da Silva, não há uma lei que obrigue as autoescolas a ter carros adaptados.
A situação transformou a esperança do auxiliar agrícola Antônio Carlos Sodré de aumentar o salário em frustração. Ele dirige há 13 anos, mas não consegue tirar a categoria profissional porque tem uma perna 12 centímetros menor que a outra e usar prótese. Por causa disso, somente no ano passado, perdeu três oportunidades de emprego.
“Procurei varias autoescolas que atendem deficientes físicos nas cidades de Ribeirão Preto, Franca e São Paulo e todas me informaram que não era viável financeiramente adaptar um veículo para atender o meu tipo de deficiência, pois a demanda é muito pouca. Acredito que existem muitas pessoas com o mesmo tipo de problema que gostariam de se sentirem inclusos no mercado profissional”, lamenta.

Fonte: EPTV - 26/03

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Paula Werneck, da campanha “Ser Diferente é Normal”, participa de Viver a Vida

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Foto: Paula Werneck, do Instituto MetaSocial gravando cena com a atriz Alinne Morais, que representa a personagem Luciana na novala Viver a Vida

Em busca de amigos
Luciana vai a centro de reabilitação exercitar-se e socializar-se


Luciana é uma guerreira e não se contenta com a vida de conforto que o pai pode lhe proporcionar. Muito menos é de se acomodar. Por isso, vai atrás, quer aprender, conhecer, experimentar. Então, em vez de usar os aparelhos que estão à sua disposição, na casa amarela, ela agora busca um centro de reabilitação para se exercitar – o mesmo lugar onde Camila faz fisioterapia.
É uma alternativa que vai aproximá-la de pessoas com problemas semelhantes aos dela: “Acho bom pra conhecer pessoas com questões parecidas com as minhas, ver outros tipos de reabilitação, me socializar”, ela diz e Miguel concorda.
Mal chega e já é reconhecida por Paula, uma menina que é frequentadora assídua do blog Sonhos de Luciana.

Luciana adora o astral do lugar, muito animado e cheio de gente bacana. Depois que encontra Camila, ela vai direto para a fisioterapia, sob os cuidados de Larissa.

Na saída, pinta até um clima de paquera. Um bonitão em uma cadeira de rodas, frequentador do centro e amigo de Camila, combina um chope e um encontro quem sabe para um outro dia... E todo mundo percebe o olhar de interesse do rapaz. No entanto, para as amigas, Luciana confessa: só tem olhos para Miguel.

Fonte: Viver a Vida


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sábado, 27 de março de 2010

Braille Virtual

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O Braille Virtual é um curso on-line aberto, público e gratuito, destinado à difusão e ensino do sistema Braille a pessoas que vêem. É orientado especialmente a pais, crianças, professores e funcionários de escolas inclusivas.

Para aprender Braille na Internet

Uma das dificuldades do deficiente visual é que os demais à sua volta não conhecem o Sistema Braille de leitura para cegos. O Braille Virtual é um curso on-line baseado em animações gráficas e destinado à difusão e ensino do sistema Braille a pessoas que vêem.

O que é o Braille?
O Sistema Braille é um código universal de leitura tátil e de escrita usado por deficientes visuais. Conheça o sistema e sua história.

Metodologia do Curso
As pessoas que vêem não precisam do tato para ler em Braille. Você pode aprender a ler o sistema em algumas horas. Veja como é simples e fácil!

Para quebrar os mitos e preconceitos
Veja como relacionar-se com uma pessoa deficiente visual e ajude a desfazer os mitos e preconceitos que envolvem a figura do indivíduo cego.

Faça download do Braille Virtual
O programa Braille Virtual pode ser salvo em disquete e usado fora da Internet. É gratuito e funciona em computadores de poucos recursos.

Acesse: http://www.braillevirtual.fe.usp.br/

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Feira cadastra deficientes que estão em busca de trabalho

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A feira também pretende indicar as melhores oportunidades de trabalho. Isabel Gimenes, secretária da Pessoa com Deficiência, e Patrícia Ricardo, funcionária administrativa, falam sobre o assunto.



Fonte: Bom Dia Rio 25/03/2010

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Fundação Dorina Nowill para Cegos renova parceria para produção de cardápios em braille

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Cardápios em braille e capacitação de funcionários são alguns dos principais termos da parceria com ABRESI e CNTur

Com o propósito de incluir o deficiente visual enquanto consumidor e cidadão, proporcionando benefícios a toda a sociedade e garantindo o cumprimento da legislação, a CNTur (Confederação Nacional do Turismo), entidade sindical de grau máximo que representa o setor no Brasil, e a ABRESI (Associação Brasileira de Gastronomia, Hospedagem e Turismo), maior entidade civil do segmento, renovou parceria com a Fundação Dorina Nowill para Cegos.
Um dos tópicos do acordo prevê a produção, a preços mais acessíveis, de cardápios em formato braille ou tinta/braille, conforme estabelecido na legislação vigente.
A parceria prevê ainda treinamento e capacitação de funcionários dos estabelecimentos do segmento, workshops para empresas interessadas em contratar funcionários com deficiência visual e consultoria para adequação dos espaços, lembrando que a CNTur e a ABRESI congregam cerca de 2 milhões de empresas, que geram aproximadamente 6 milhões de empregos no País.
Além de investir em acessibilidade e produtos diferenciados a parceria com a Fundação Dorina se transforma em benefício social, pois a renda obtida com os cardápios em braille produzidos é totalmente revertida em prol das ações e programas que a instituição realiza há mais de 64 anos com o objetivo facilitar a inclusão social de crianças, jovens e adultos cegos ou com baixa visão.
O lançamento oficial da parceria acontecerá no próximo dia 29 de março, a partir das 14h30, no estande da Fundação Dorina Nowill, logo após a abertura da Fistur, evento realizado pela ABRESI no Anhembi, na capital paulista.

Fonte: Portal Vida Mais Livre

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Cadeirante Acrobático

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O americano Aaron Fotheringham nasceu com um problema na coluna e nunca foi capaz de andar. Chegou a usar muletas, mas desde os oito anos vive em uma cadeira de rodas.
Ele costumava ir a um parque ver seu irmão fazer manobras com uma bicicleta, e este o aconselhou a tentar fazer o mesmo com sua cadeira. Desde então, ele pratica com frequência e diz ter sido o primeiro a
conseguir realizar um back flip na modalidade.




Fonte: Movimento Superação

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Bom Final de Semana!!!!

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Se eu pudesse deixar algum presente à você, deixaria acesso o sentimento de amar a vida.
A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora.
Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem.
Daria a capacidade de escolher novos rumos, novos caminhos.
Deixaria, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável:
Além do pão, o trabalho.
Além do trabalho, a ação.
Além da ação o cultivo à amizade.

E, quando tudo mais faltasse, um segredo:
O de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída.

(Gandhi)

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Cerímonia de Abertura da Paraolímpiada de Inverno 2010

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Paraolímpiadas de Inverno

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A Suíça participou com 15 atletas dos Jogos Paraolímpicos de Inverno no Canadá. A equipe já conquistou uma medalha de ouro e duas de prata e supera as expectativas.
As competições entre portadores de deficiências físicas ainda ocorrem à sombra dos Jogos Olímpicos de Inverno, mas atraem cada vez mais audiência, dinheiro e, com ele, mazelas do esporte profissional.
Pelo menos nos países em que neva, os fãs do esporte já se acostumaram à Paraolimpíada de Inverno, disputada sempre após os tradicionais Jogos Olímpicos de Inverno. Este ano o espetáculo se repete no Canadá.
Um recorde de 507 atletas de 44 países disputaram 64 medalhas na décima edição dos jogos em Vancouver e Whistler, na província da Colúmbia Britânica.
A Suíça participou com uma delegação de 40 pessoas, sendo 15 atletas. O Comitê Paraolímpico Suíço foi para o Canadá com a meta de voltar para casa com pelo menos duas medalhas.



Esta meta já foi superada. Na quarta-feira (17/3), o esquiador paraplégico Christoph Kunz ganhou prata no esqui alpino (slalom gigante); na quinta-feira, ele venceu a descida sentado em esqui bobsled. Seu colega de equipe, Michael Brügger, ficou com a medalha de prata na descida em pé.

Suíça vice-campeã na primeira edição

Os primeiros Jogos Paraolímpicos – no caso, de verão – foram disputados há 50 anos em Roma, onde participaram 400 atletas de 23 de nações.
A primeira versão de inverno aconteceu em 1976, em Örnsköldsvik, na Suécia, com 250 atletas. Na ocasião, a Suíça foi vice-campeã, atrás da Alemanha, tendo conquistado dez medalhas de ouro, uma de prata e uma de bronze.
Desde então, muita coisa mudou. A Paraolimpíada da Suécia aconteceu longe da opinião pública. Ainda hoje ela não é um espetáculo midiático comparável à Olimpíada de Inverno, mas 1.500 jornalistas cobrem a décima edição no Canadá.
Na Alemanha, as emissoras de televisão pública ARD e ZDF dedicam até três horas de programação por dia às competições entre portadores de deficiências físicas. A emissora austríaca ORF faz um resumo diário de uma hora dos jogos.
A televisão suíça dá menos espaço, mas também inclui a Paraolimpíada no programa "Sport aktuell". O destaque na mídia depende muito da expectativa de vitórias do respectivo país.

Concorrência avançada

Em 1984, em Innsbruck (Áustria), a Suíça conquistou 37 medalhas (5 de ouro, 16 de prata e 16 de bronze). Em 1998, em Nagano (Japão), foram 23 (10 de ouro, 5 de prata e 8 de bronze).
Um resultado desses é impensável este ano porque há menos categorias de handicap em disputa e a concorrência fez grandes avanços. Até esta quinta-feira (18/3), a Rússia liderava o quadro de medalhas no Canadá, seguida pela Alemanha e a Ucrânia.
"Em muitos países também as medalhas paraolímpicas são mercantilizadas. Sobretudo o Canadá, o Japão e a Alemanha estão mais avançados do que nós neste ponto", disse Roger Getzmann, chefe da equipe suíça, ao jornal Berner Zeitung.

Semiprofissionalização dos melhores

Segundo ele, em muitas nações o esporte de portadores de deficiências físicas já está completamente profissionalizado. "Precisamos seguir o mesmo rumo. Queremos pelo menos uma semiprofissionalização dos nossos melhores atletas", afirmou Getzmannm, acrescentando que há um projeto nesse sentido.
As transformações recentes do esporte paraolímpico também têm seu lado sombrio. Mais dinheiro em jogo torna as competições mais atraentes para os atletas. Há oito anos, em Sydney, houve nove casos positivos de doping.
Em Pequim 2008, um jogador de basquete em cadeira de rodas foi suspenso por doping. "A problemática é a mesma observada entre os atletas sem deficiência. O valor das medalhas aumenta, o número dos incorrigíveis também", disse Getzmann.

Fonte: ://www.swissinfo.ch/

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Dica de espetáculo de dança: “Encontro de dois”

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Coreografia une gestos da Libras e movimentos da dança contemporânea.

A diretora e coreógrafa Mariana Muniz apresenta, na Galeria Olido, em São Paulo, entre os dias 25 e 28/3, a coreografia “Encontro de dois”, com o grupo Quase9 Teatro. O espetáculo une gestos da Língua Brasileira de Sinais - Libras e movimentos da dança contemporânea.
A concepção do trabalho surgiu a partir de uma proposta feita por um dos integrantes do grupo, que já tinha trabalhado com Libras. Depois dessa experiência, a companhia realizou uma intensa convivência com a comunidade surda, deixando-se impregnar pela poesia e estética da língua de sinais, com aspectos marcadamente teatrais.
Para criar os movimentos, os bailarinos tiveram liberdade para incorporar suas próprias experiências, de acordo com seu maior e único material de trabalho, o corpo, e suas histórias de vida.
Uma das cenas concebidas pelos intérpretes foi inspirada no poema de Jacob Levy Moreno, cujo título deu origem ao nome do espetáculo. “Encontro de dois também sugere a ideia da aproximação entre dois universos: o dos surdos e o dos ouvintes”, conta a diretora.

Serviço:
Galeria Olido - Sala Paissandu (136 lugares)
Endereço: Avenida São João, 473, Centro, São Paulo
Metrô República e Anhangabaú
Quando: 25 a 28/3 - qui a sáb, às 20h e dom, às 19h
Quanto: Grátis (retirar ingresso com 1 hora de antecedência)
www.galeriaolido.sp.gov.br

Fonte: Portal Vida Mais Livre

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Duas medalhas para o Brasil no Mundial Paraolímpico de Judô

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Lúcia Teixeira ficou com a prata na categoria leve e Daniele Bernardes da Silva, meio-médio, conquistou o bronze.

O Brasil conquistou duas medalhas no segundo dia de competições do Mundial Paraolímpico de Judô, que está sendo disputado em Antalya, na Turquia, até 28 de março. Lúcia Teixeira, na categoria leve (até 57 quilos), ficou com a prata, enquanto Daniele Bernardes da Silva, na meio-médio (até 63 quilos), terminou com o bronze, nesta sexta-feira. No masculino, Magno Gomes, da leve (até 73 quilos) e Denis Rosa, da meio-médio (até 81 quilos) ficaram em nono lugar.
Se Daniele, com duas medalhas de bronze em Paraolimpíadas estava cotada para o pódio, Lúcia surpreendeu ao vencer por ippon logo na estreia a chinesa Qian Zhou. Na semifinal, a brasileira ganhou da turca Duygu Cete, também por ippon. Na final, Lúcia foi imobilizada e perdeu por ippon para Afag Sultanova, do Azerbaijão. A curiosidade da conquista de Lúcia e Daniele é que as duas trocaram de categoria justamente para a competição:
“Deu certo, né? Acho que a mudança também surpreendeu as adversárias, que vieram para cá esperando enfrentar a Dani e tinham estudado o estilo dela. Eu me sentia muito leve na categoria até 63 quilos e a Dani tinha dificuldades na 57 quilos, conversamos e decidimos fazer a mudança”, disse Lúcia, dedicando o título a muita gente, mas principalmente à filha Ana Clara, de dois anos.
Daniele só enfrentou lutas duras até chegar à semifinal, quando perdeu por um detalhe para a chinesa Tong Zhou, por ippon. Na estreia, contra a americana Jordan Mouton, uma chave de braço lhe garantiu a vitória por ippon. Na luta seguinte, porém, a cubana Dalidaivis Rodriguez ameaçou até o final, mas a brasileira soube segurar a vantagem de um wazari. Após a derrota para a chinesa, Daniele saiu chorando do tatame, mas buscou forças para reagir:
“Na hora fiquei chateada, com raiva mesmo, mas eu não tinha vindo aqui para perder. Eu vim para ganhar e queria muito este bronze”, disse Dani, que tem na carreira dois bronzes em paraolimpíadas, em Pequim e Atenas. “Antes do Mundial ainda brinquei que estava cansado de bronze, mas estou adorando ter conquistado mais um para a minha coleção, na primeira vez que eu disputo um Mundial”, comemorou a judoca brasileira, que venceu a finlandesa Paivi Tolppanen na disputa pela medalha.
Depois de um primeiro dia em que os resultados ficaram abaixo do esperado, a comissão técnica comemorou não apenas as medalhas, mas mesmo a colocação dos homens.
“Foi muito bom. As duas medalhas coroam um trabalho de muita dedicação, mas mesmo o resultado dos meninos deve ser comemorado. São duas categorias muito disputadas e em Pequim não conseguimos levar nenhum atleta. Agora já marcamos pontos no ranking”, disse Jaime Bragança, lembrando que nas Paraolimpíadas de Londres serão apenas dez vagas no masculino, pois as outras duas serão reservadas para o país anfitrião e para o continente africano.
O Brasil também tem muitas chances de medalha neste sábado. Será a vez do tetracampeão paraolímpico e único brasileiro com o título do Campeonato Mundial de Judô, Antônio Tenório, na categoria meio-pesado (até 100 quilos), de Roberto Julian Santos Silva, na médio (até 90 quilos) e Alexandre Ferreira da Silva, na pesado (acima de 100 quilos) no masculino. No feminino, a caçula da delegação, Victoria Santos de Almeida Silva, de apenas 17 anos, estreia na categoria médio (até 70 quilos), assim como a pesado Deanne de Almeida, prata em Pequim.

Foto: Victor Motta
Fonte: Portal Vida Mais Livre

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