PARABÉNS AOS NOSSOS ATLETAS, TEMOS MUITO ORGULHO DE VOCÊS!!!
Com 30 medalhas no total, brasileiros ficam em terceiro lugar na classificação geral
O Brasil se despediu neste sábado do Mundial de Para-Atletismo, na Nova Zelândia, com um número recorde de medalhas. Chineses bons de medalha. A bandeira deles é a mais hasteada. Lideram o mundial com 21 medalhas de ouro. Eles também têm a maior e mais animada torcida de Christchurch. Passam o tempo todo cantando. São campeões de barulho. Mas, os chineses estão aprendendo a falar o nome de outro país campeão de medalhas. É a melhor participação brasileira em mundiais. São 12 ouros, dez pratas e oito bronzes, 30 medalhas no total. Terceiro na classificação geral. No último dia de provas de pistas teve prata de Carlos Barto, deficiente visual, nos 800 metros. E bronze no revezamento 4x100 para deficientes físicos. Na maratona, a última prova, a prata de Tito Sena e o bronze de Ozivan Bonfim, deficientes físicos aumentaram o número de medalhas e sorrisos.
Fonte: Jornal Nacional - 29/01/11
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O livro é o primeiro e mais completo material sobre os diversos aspectos que giram na órbita da Lei de Cotas.
Ajudar a construir um país mais justo, inclusivo e democrático. Esta é a proposta do livro “Cotas: Como Vencer os Desafios da Contratação de Pessoas com Deficiência”, de Andrea Schwarz e Jaques Haber, com o apoio do Itaú Unibanco, sobre a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Fazer a inclusão de pessoas com deficiência por sua eficiência e não por sua deficiência é, ainda hoje, passados 18 anos da promulgação da lei, o maior desafio. Segundo informações oficiais, 14,5% da população brasileira é deficiente, cerca de 30 milhões de pessoas, das quais apenas 323,2 mil estão ativas no mercado, o que representa cerca de 1% do mercado formal de trabalho. Idealizado pelos mesmos autores do Guia São Paulo Adaptada, lançado em 2001, e Guia Brasil Para Todos – Um roteiro turístico e cultural para pessoas com deficiência, publicado em 2008, o livro é o primeiro e mais completo material sobre os diversos aspectos que giram na órbita da Lei de Cotas. Para Andréa e Jaques, a principal barreira a ser quebrada ainda é o preconceito. “É necessária a conscientização das altas lideranças das empresas e dos empregadores sobre essa população, seu perfil, necessidades específicas e expectativas. Experiências no Brasil e no exterior comprovam que a empresa a qual contempla a diversidade adquire um diferencial competitivo que, diante de mercados cada vez mais globalizados, passa a ser fundamental para o sucesso e a sustentabilidade do negócio”, afirmam, ressaltando que a ideia de que as pessoas com deficiência são incapacitadas é distorcida e precisa ser quebrada.” As 262 páginas do livro reúnem dicas sobre gerenciamento de PCDs (pessoas com deficiência), modelos de questionário para entrevistas, sugestões de programas de inclusão social nas empresas e cases reais de pessoas que venceram as barreiras físicas e do preconceito e conquistaram importantes carreiras em empresas privadas. Uma importante ferramenta para os Departamentos de Recursos Humanos de todas as empresas, baseada na experiência de duas pessoas que há mais de 10 anos trabalham em prol da inclusão e da garantia de direitos das PCDs e, por meio da i.Social – consultoria de inclusão de pessoas com deficiência, da qual os autores são os sócios fundadores - já foram responsáveis pela inclusão bem-sucedida de mais de seis mil pessoas com deficiência em diversas funções, em mais de 200 empresas de diferentes ramos de atuação. O livro “Cotas: Como Vencer os Desafios da Contratação de Pessoas com Deficiência” está disponível para download no site: www.isocial.com.br, na íntegra e também na versão acessível para pessoas com deficiência visual
Fonte: Portal Vida Mais Livre
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Artigo de Carlos Ferrari comenta as iniciativas de inclusão e acessibilidade que vem sendo aplicadas em pontos de lazer e diversão no país Carlos Ferrari
Essa série de textos não vem apenas para apontar problemas. A luta do movimento das pessoas com deficiência e uma consciência social cada vez mais voltada para essa temática já tem produzido resultados importantes, e não tenho dúvidas em afirmar que esse é um caminho sem volta. Uma rede de fastfood, com dois segmentos de negócios, comida árabe e comida italiana, já tem em todas as suas lojas cardápios em Braille, permitindo as pessoas cegas definirem o que vão escolher com total autonomia. Isso acontece também em vários outros estabelecimentos menores sensibilizados pela legislação local, e em outros casos pela percepção da oportunidade de atender um novo público. O Braille também aparece nas embalagens da famosa rede de fastfood americana de sanduíches, o que reafirma a idéia de que esse é um fenômeno global. Além de boas alternativas de comer bem, nesse verão as pessoas cegas também poderão acompanhar alguns filmes e peças teatrais com bem mais independência. A áudiodescrição é um recurso que consiste na descrição clara e objetiva de todas as informações que compreendemos visualmente e que não estão contidas nos diálogos, como, por exemplo, expressões faciais e corporais que comuniquem algo, informações sobre o ambiente, figurinos, efeitos especiais, mudanças de tempo e espaço, além da leitura de créditos, títulos e qualquer informação escrita na tela. As cidades também começam a se preparar. No interior de São Paulo a cidade de Socorro é um exemplo premiado e reconhecido de acessibilidade. A cidade em parceria com o Ministério do Turismo, a Avape – Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência- e outros tantos atores locais, têm trabalhado para adaptar todos os seus espaços, hotéis, pousadas, farmácias, espaços públicos, enfim buscado uma reconstrução não apenas de caráter arquitetônico, como também dos serviços prestados, o que têm demandado um grande esforço para a qualificação da mão-de-obra local. Assim por meio do programa Aventura Segura, Socorro se consolida nacionalmente como uma referência no turismo de aventura para pessoas com deficiência. As praias também têm se mostrado bem mais possíveis e acessíveis para usuários de cadeira de rodas. Alguns projetos tem sido desenvolvidos por governos estaduais como o do Rio e de São Paulo oferecendo toda a infra-estrutura, o que compreende cadeira anfíbia, e profissionais qualificados para que o banho de mar seja cada vez mais “democratizado”. Infelizmente ainda esses são pilotos que esperamos um dia sejam uma realidade em qualquer praia do país.
Fonte: Blog da Audeodiscrição
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No domingo fui ao Pacaembu assistir ao Noroeste e Corinthians, acompanhado de um cadeirante. Antes de sair de casa, procurei no site da prefeitura as entradas acessíveis. Levei um ‘susto do bem’, ao notar que são várias as entrada adaptadas. A infraestrutura (rampas, vagas especiais para os automóveis, etc) está toda lá, o que merece ser festejado, não há dúvida. No entanto, ao chegar nas catracas do portão 8, fomos informados de que teríamos de seguir para outro portão, o 13, localizado do outro lado do estádio. A essa altura começavam a cair umas gotas de chuva, dava a crer que em minutos cairia uma dessas chuvonas. Depois de informar os responsáveis de que eu havia me informado pelo site oficial e que não iria ao portão 13, quiseram nos convencer a erguer a cadeira de rodas, para que o meu acompanhante entrasse ‘suspenso’ por quatro brutamontes. Recusei a oferta, perigosa, evidentemente, e tive de ‘falar grosso’ para que percebessem que eu não desistiria facilmente. O mau humor dos responsáveis e mesmo a tentativa de nos intimidar eram evidentes. Depois de 15 ou 20 minutos de espera, nos avisaram de que um técnico estava chegando pra remover duas catracas, suficientes para a passagem da cadeira. O operação de retirada das catracas não levou mais de dois minutos! Quando retiraram, percebemos que no chão havia o símbolo da acessibilidade, até então encoberto pelas catracas! Quando já estávamos instalados, uma pessoa da organização ainda se deu ao trabalho de vir falar comigo. “Dessa vez tudo bem, vocês vão assistir aqui, mas da próxima vão ter que ir pro portão 13. Quando é jogo do Corinthians, os cadeirantes não usam o portão 8”, afirmou o sujeito. Eis o Brasil 2011. Na corda bamba entre a civilização e a barbárie.
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A prefeitura que impugnou sua posse alega que ela não poderia "corrigir os cadernos ou provas dos alunos"
A 1ª Turma Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul negou na tarde desta terça-feira (25) o pedido de tutela antecipada para a professora Telma Nantes de Matos, que prestou um concurso público que oferecia vagas para professores da educação infantil. Ela passou, mas sua posse foi negada porque é ela é cega. A professora recorreu mas, por dois votos a um, os desembargadores negaram o recurso em que Telma pedia para tomar posse antes do julgamento final da ação. O único que votou favorável foi o desembargador Joenildo de Souza Chaves. A Justiça de primeira instância já havia dado ganho de causa à professora, pedagoga, mas o município recorreu. A prefeitura acha que a professora não conseguiria corrigir cadernos de tarefas e provas dos alunos. Com a decisão de hoje, a professora Telma, que já trabalha com educadora infantil no Ismac (Instituto Sul Matogrossense para Cegos Florivaldo Vargas), promete levar até a última instância sua questão. “Não é pelo meu emprego, mas pelo respeito e dignidade das pessoas com deficiência visual”, disse. Ainda de acordo com Telma, seu objetivo como educadora é o de contribuir como educadora infantil e que, na sua opinião, os desembargadores julgaram de acordo com aquilo que eles pensam e não levaram em consideração a capacidade dela. "Como cidadã me sinto envergonhada por passar por uma situação destas. Em São Paulo há mais de 70 anos as pessoas como eu contribuem com a educação de crianças e jovens". Um dos desembargadores, durante seu voto, justificou que a professora Telma não teria capacidade física conforme exige o estatuto do serviudor municipal. Telma disse ter pago R$ 70 na inscrição do concurso, realizado em dezembro de 2009. “Foi um ato de discriminação devido o preconceito da equipe multiprofissional [que a barrou] com pessoa deficiente”, disse ela à época que soube que não ia assumir a vaga de professora, em fevereiro do ano passado.
Fonte: Mídia Max News Referência: Rede Saci
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Eles aparecem em produção da federação de deficientes visuais do país. Meta é chamar atenção para as dificuldades dos cegos, dizem responsáveis.
Calendário retrata o presidente da França, Nicolas Sarkozy, o jogador Zinedine Zidane e o ator Gérard Depardieu aparecem como cegos em calendário 2011 da federação francesa dos deficientes visuais. O objetivo, segundo os organizadores, é chocar o público, chamando a atenção para os problemas pelos quais passam os deficientes visuais. (Foto: AFP)
Fonte: G1
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Os formandos vão de professores treinados para dar aulas acessíveis a profissionais com deficiencia visual e física
Marcelo Matos, 30 anos, se vale do tato e de competência técnica para exercer seu ofício. Cego desde os 15 anos, por descolamento da retina, é montador de pára-choques da General Motors em Gravataí, no Rio Grande do Sul. Foi aprovado na montadora em criterioso processo de seleção após concluir, em 2004, o curso de aprendizagem industrial em mecânica de automóveis do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI). Marcelo Matos, que teve aulas pelo sistema Virtual Vision - programa de computador que ensina deficientes visuais usando eitura de menus e telas por um sintetizador de voz -, é um dos quase 55 mil deficientes físicos, mentais, auditivos, visuais e múltiplos capacitados para o mercado de trabalho desde 2004 pelo Programa SENAI de Ações Inclusivas (PSAI). O programa inclui ainda os superdotados. Além de atender ao contingente de pessoas com necessidades especiais, o PSAI capacita também mulheres, negros e índios e re-qualifica profissionalmente pessoas idosas. Somando-se este contingente, classificado como vertentes, chega a 77.822 o número de pessoas treinadas pelo PSAI. A gestora nacional do programa, Loni Manica, ressalta ser expressiva, na educação profissional, a quantidade de capacitados pelo PSAI. “O SENAI atua fortemente para que se consolide a inclusão social pela educação profissional”, acrescenta. Informa ela que o PSAI formou, ano passado, 300 professores na língua de sinais, 150 no ensino braille em matemática e 350 para identificação e desenvolvimento de alunos com altas habilidades, os superdotados. Publicou ainda trabalhos com orientações sobre o melhor atendimento das pessoas com deficiência, seguindo as normas da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para esse segmento de trabalhadores.
Aptidão
Após passar por treinamento na GM, Marcelo Matos relata ter ganho a confiança da equipe e se diz orgulhoso de participar efetivamente da linha de produção da montadora, que fabrica 900 carros por dia. “Há boas vagas de trabalho na indústria. É preciso que as pessoas se capacitem e estejam aptas quando surgirem oportunidades. Foi assim comigo,” depõe. A unidade da General Motors em Gravataí emprega 112 pessoas com deficiência. Segundo o gerente de recursos humanos da montadora, Silvio Uchima, o SENAI possibilita uma boa oferta de pessoal em um mercado carente de profissionais qualificados, como o automobilístico. “Investimos no potencial e não nas limitações dos profissionais. A formação pelo SENAI segue este viés,” ressalta Uchima.
Fonte: Porto Gente Referência: Rede Saci
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Centro Nalaga’at treina cegos e surdos para serem garçons e atores. Eles também atuam em peça com enredo feito de seus próprios sonhos.
Hadar, a jovem garçonete, guia o grupo que caminha com dificuldade, num trenzinho, até a mesa. Com cuidado, coloca cada um sentado em sua cadeira e explica o que há em frente. Diz que trará água, vinho e pão. Uma das pessoas começa a passar mal, e Hadar a coloca ao lado da parede, para que se sinta segura. A garçonete explica que tem um problema de visão que a impede de enxergar de noite. “Mas não é o caso de todos os garçons aqui. A maioria é cega.” O Blackout é um restaurante no escuro, em que o cliente entra no mundo de quem o serve. Para não estragar a experiência, é proibido entrar com câmeras fotográficas e celulares. Os garçons caminham com um sino para não esbarrarem um nos outros, nem atrapalhar a desajeitada caminhada dos até 40 clientes que jantam ali a cada noite. Situado num antigo depósito na região velha de Jaffa, em Tel Aviv, o Blackout é parte do projeto Nalaga’at, que integra e treina cegos e surdos em Israel. Além do restaurante, o local abriga um café com garçons surdos e um teatro com atores cegos-surdos. Atualmente eles empregam 70 deficientes. “Acredito que todo mundo que vem aqui sai diferente. Acho que estamos fazendo uma revolução, porque não é só a vida dos cegos e surdos que muda, mas a de todo mundo ao redor”, explica a presidente-fundadora do centro, a suíça Adina Tal. Dramaturga e atriz, ela conta que nunca tinha tido contato com cegos e surdos até ser convidada a dar um workshop para deficientes. “Simplesmente não sabia como faria aquilo. Mas, quando cheguei, fui fumar e quem acendeu meu cigarro foi um cego. Aí comecei a entender a dinâmica e vi que eles têm sonhos e expectativas.”
Garçons 'ensinam' aos frequentadores como eles devem se comunicar com eles (Foto: Giovana Sanchez/G1)
Ela começou a ensaiar com o grupo, e em 2002 fez a primeira apresentação. Elogiados pela crítica, em dois anos eles estavam viajando pelo país e depois pelo mundo. “No começo me disseram que seria impossível. Eles precisam de interpretes e de muitos ensaios, pois só sabem que alguma coisa está acontecendo quando são tocados. Mas nós conseguimos. Hoje eles estão integrados no mundo, conseguem ter o sentimento de pertencimento. Até reclamam do salário [risos].” O centro Nalaga’at foi criado em 2007, com o teatro -que hoje é responsável por 75% da renda do projeto- o Café Kapish e o Blackout. “No começo as pessoas achavam que estavam fazendo uma doação vindo aqui, pois não sabiam o que iam encontrar. E quando elas chegam e veem atores realmente bons, fazendo um bom trabalho, elas se surpreendem e falam para os amigos. Nosso marketing é todo de boca-a-boca.”
Café por mímica
À primeira vista, é um café normal. Mesas, cadeiras, garçons, música, meia-luz. Ao sentar, no entanto, o cliente percebe uma lousa com caneta e uma toalha com imagens de mímicas. Os garçons chegam para anotar os pedidos e se esforçam ao máximo para ler os lábios dos clientes. Em pouco tempo, todos no salão estão conversando por sinais e entrando no mundo dos surdos. Ser garçom é o primeiro passo para quem chega no centro Nalaga’at. Alguns entendem os sinais em outras línguas, e muitos não precisam de tradutores. Kseniya Starisn, de 28 anos, explica por meio de uma intérprete que está há oito meses trabalhando no Café Kapish. “Minha vida mudou muito. Antes eu trabalhava na cozinha de um restaurante normal e eu era a única surda. Era muito difícil pra mim. Aqui conseguimos nos comunicar. É um lugar muito especial.”
Pão no palco
O centro Nalaga’at começou com o teatro. As peças são produções de até um milhão de shekels, o equivalente a cerca de R$ 600 mil. O roteiro em cartaz nesta semana, “Não só de pão”, aborda os sonhos dos deficientes. A peça começa com o grupo de 11 atores fazendo pão. Com a ajuda dos cinco intérpretes, eles colocam a massa para assar em fornos e falam de suas deficiências e das paixões e vontades de cada um. No palco, enquanto o pão assa, eles podem dirigir carros, dançar no ritmo da música e escolher um penteado no salão mais famoso. Um mágico com uma varinha passa tocando os atores, num sinal para mudar de posição entre as cenas. A vibração de um tambor marca os atos. As falas são traduzidas em um telão para o inglês, o árabe e o hebraico. Um intérprete faz a linguagem dos sinais no canto esquerdo do palco. Quando o olfato denuncia que o pão ficou pronto, os atores convidam o público para saborear seus sonhos junto com eles. Tradutores ajudam nos cumprimentos e, emocionada, a platéia deixa o mundo do silêncio escuro.
Entrada do centro Nalaga'at, na antiga Jaffa Giovana Sanchez/G1
O cardápio do Café Kapish Giovana Sanchez/G1
Fonte: G1
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Empresas metalúrgicas de Osasco e Região iniciam o ano com mais pessoas com deficiência entre seus funcionários
É o que revela a 5º pesquisa sobre o cumprimento da Lei de Cotas entre cem empresas metalúrgicas instaladas em Osasco e outros 11 municípios. A apresentação dos resultados será em 15 de fevereiro, mas dados preliminares indicam que:
A) Cerca de 44% delas cumprem integralmente a Lei de Cotas ou já a superavam em dezembro passado.O percentual é superior ao encontrado em dezembro de 2009.
B) Do lado negativo, persiste um grupo de 10%de empresas que ignoram a Lei e só pensam no assunto quando acionadas pela fiscalização trabalhista. Neste grupo encontram-se empresas filiais de matrizes fora da jurisdição da Gerência Regional do Trabalho e Emprego de Osasco, que fica impotente para exigir o respeito a Lei nestes casos.
C) Há uma concentração de vagas superior a 80% para quem tem deficiências física e auditiva. Acidentados reabilitados ocupam a 3 ºposição, seguidos de pessoas com deficiência visual, intelectual e múltipla.
O próprio processo de atualização das informações desenvolvidas conjuntamente pelo Sindicato dos Metalúrgicos e pela GRTE/Osasco estimulou várias empresas a recrutarem profissionais com deficiência para seus quadros. Dez empresas foram multadas pelo descumprimento de Lei de Cotas no 2º semestre do ano passado. Os resultados do estudo farão parte da programação do 10º aniversário do Espaço da Cidadania onde se espera a presença de empresários que estão dando passos largos em direção à responsabilidade social empresarial quando o assunto é a pessoa com deficiência.
Fonte: Espaço da Cidadania
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Na primeira semana de fevereiro, a Prefeitura começa as obras de revitalização da Avenida Líbero de Almeida Silvares, no corredor comercial que liga o Centro à Brasilândia. Serão implantadas 118 rampas de acessibilidade na extensão de 1.670m da Líbero de Almeida Silvares. A avenida contará, ainda, com sinalização especial e piso tátil de alerta e direcional para deficientes visuais. Além de novo paisagismo, a nova Avenida Líbero terá ciclovia, implantada onde hoje estão os canteiros. A via liga vários bairros ao centro e tem grande fluxo de ciclistas. A revitalização da Avenida Líbero começou no ano passado, quando a Prefeitura de Fernandópolis deu início à retirada dos canteiros centrais e implantou uma rotatória no acesso à Brasilândia. Através do Departamento Municipal de Trânsito (Demutran), a Prefeitura de Fernandópolis vai comprar todo o material e realizar a obra com recursos próprios de R$ 92 mil, economizando cerca de R$ 200 mil com a terceirização do serviço.
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Existem programas gratuitos que fazem a leitura de tudo o que acontece no computador. Cães Guia também são muito úteis.
Jair Suavi mora em Santa Catarina e veio visitar sua namorada Francisca Josefa em Teresina. Fato comum, que ocorre na rotina de muitos casais, a diferença é que os dois são deficientes visuais e graças a programas de computador acessíveis permitiram que eles se conhecessem na internet e começassem a namorar. Francisca é funcionária concursada da Secretaria Estadual para Inclusão da Pessoa com Deficiência - SEID, Jair é Psicólogo, estão namorando há um ano e sete meses e se conheceram em uma sala de bate-papos na internet. “Tínhamos um chat (sala de bate papo) na internet só de pessoas com deficiência, onde conheci o Jair, começamos a conversar, nos conhecermos melhor e em seguida começamos a namorar”, frisou Francisca. Jair ressaltou que atualmente a tecnologia acessível melhorou a vida das pessoas que tem deficiência visual. “Temos hoje dois programas de computador o Virtual Vision e o NVDA, que são gratuitos”. Estes programas fazem a leitura de tudo que acontece no computador para o deficiente visual, possibilitando que a utilização das máquinas, para trabalho, estudo e lazer. Nesta visita de Jair a Teresina, ele veio com uma companhia especial, Sita, um labrador de 2 anos e meio que serve de cão guia. Jair está com Sita há oito meses, desde então sua vida está bem melhor. “Posso dizer que a Sita faz o que a oftalmologia não pode fazer, que é devolver minha visão”. Ele explicou que Sita foi treinada para ser um cão companhia e trabalho. “Depois que Sita veio para minha vida, não cai mais em buracos ou esbarrei em obstáculos na rua, facilitou muito minha vida”. Ele frisou que o cão guia serve com uma excelente ferramenta inclusão, “as pessoas ditas normais, tem receio de se aproximar do deficiente e o cão faz esta ponte”.
Escola para cães-guias
Em Santa Catarina existe um Centro de Treinamento Helen Keller – uma insituição sem fins lucrativos que faz o treinamento para cães- guias. “Eu fiz cadastro no centro e fui contemplado com Sita”. Jair falou que fez um treinamento para que pudesse se adaptar a sua nova companheira. O centro prepara cães guias para todo o país. Jair Suavi frisou que existe uma fila de espera, mas os cães são entregues às pessoas com deficiência visual sem qualquer custo. Os cães são treinados durante um ano e meio a dois anos. A legislação garante acesso livre do cão guia a qualquer estabelecimento público e privado de uso público, assim com serviços de transporte (terrestre, marítimos e aéros).
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Selecionados passam por curso de capacitação para atuar em agências dos bancos participantes do projeto, que tem apoio da Prefeitura de São Paulo. Inscrições podem ser feitas pelo site www.febraban.org.br/oportunidade ou nos Centros de Apoio ao Trabalhador – CATs da cidade de São Paulo.
A Federação Brasileira de Bancos lança a edição 2011 do Programa Febraban de Capacitação Profissional e Inclusão de Pessoas com Deficiência no Setor Bancário, que oferece 444 vagas de emprego para pessoas com deficiência (sendo 31 com deficiência intelectual) em agências de onze bancos. A primeira edição, realizada entre 2009 e 2010, contou com 469 participantes. Todos alunos receberam certificação do MEC e assumiram cargos nos bancos.
Como participar
Entre janeiro e fevereiro, podem se inscrever pessoas com todo tipo de deficiência (física, visual, auditiva, intelectual e múltipla), que sejam maiores de 18 anos e tenham o ensino médio completo. Os selecionados serão contratados como bancários e participarão de um programa de capacitação profissional de 480 horas, com duração de seis meses e início a partir de abril de 2011. Nas atividades de formação, os participantes terão aulas sobre língua portuguesa, matemática financeira, etiqueta empresarial, informática, negócios bancários, negociação e vendas. As inscrições podem ser feitas pelo site www.febraban.org.br/oportunidade ou nos Centros de Apoio ao Trabalhador – CATs da cidade de São Paulo. É possível também encaminhar currículos para o e-mail oportunidade@avape.org.br. Dúvidas podem ser esclarecidas na central de atendimento do Programa, através do telefone (11) 4362-9368. O programa da Febraban conta com apoio da Prefeitura da Cidade de São Paulo, por meio da SMPED – Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida e da SEMDET – Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e do Trabalho. Marcos Belizário, secretário Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, explica que a Prefeitura realiza um forte trabalho de colocação profissional, mas que apóia todas as iniciativas voltadas à empregabilidade das pessoas com deficiência, principalmente aquelas que incorporam ações de qualificação. “Mais importante que abrir vagas para cumprir a lei é oferecer condições para que a pessoa possa evoluir na carreira. Isto diferencia os programas de inclusão mais sérios e consistentes”.
Fonte: Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida
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Deficientes físicos formaram o primeiro pelotão. Já os deficientes visuais vão em bikes com dois lugares. Sete mil pessoas participaram do evento que mudou a paisagem da Marginal Pinheiros.
Fonte: SPTV 1ª Edição - 25/01/11
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O paraense Alan Fonteles vivenciou um pesadelo no Mundial Paraolímpico de Atletismo. Nas eliminatórias dos 200 m, categoria T44 (amputados), ele foi desclassificado no domingo da prova por ter queimado a largada e viu das arquibancadas o duelo entre o sul-africano Oscar Pistorius e o americano Jerome Singleton. Apontado pelo próprio Pistorius como uma das forças das provas de velocidade, Alan não escondeu a frustração e chorou ao passar pela zona mista dos repórteres na ocasião. Três dias depois, a alegria voltou ao sorriso do corredor de 18 anos que soube superar uma tragédia pessoal e se tornou uma das estrelas do esporte paraolímpico. Ainda bebê, ele teve as suas duas pernas amputadas em decorrência de uma infecção intestinal. Nos 100 m, Alan teve um início discreto nas eliminatórias e por, temer queimar de novo a largada, fez uma prova conservadora e avançou com o quarto tempo para a decisão. A corrida de disputa por medalhas foi o momento mais emocionante do Mundial disputado em Christchurch. Pistorius e Singleton disputaram palmo a palmo o ouro, e o americano levou a melhor após os juízes terem de usar o "photo finish" para definir o vencedor.. Ambos fizeram o mesmo tempo - 11s34 Alan acompanhou de perto a briga e terminou em terceiro lugar a apenas 0s09 dos vencedores. O brasileiro também teve de contar com o "photo finish" por ter feito também o mesmo tempo que o sul-africano Arnu Fourie. "Fiquei muito triste de não ter feito a prova dos 200 m, porque tinha certeza de que podia ter trazido uma medalha. Infelizmente não deu, mas tive o apoio do CPB e dos atletas para erguer a cabeça e me concentrar para os 100 m", disse Alan. "Na prova teve um atleta que foi punido por queimado. Então eu pensei: assim que sair o tiro vou sair mais rápido que puder. Eu estava chegando perto do americano e estava do lado do Pistorius, mas ele tem muita força na chegada. Esperava batê-lo aqui, mas estou entre os três melhores do mundo e vou treinar para o revezamento que vai ser ouro", completou o brasileiro, referindo-se ao 4x100 m. Alan é apontado pelos dirigentes como uma das estrelas do Brasil para a Paraolimpíada de 2016, e o atleta tem um objetivo fixo para as próximas competições. "A minha meta nesse Mundial era bater o Pistorius. Cheguei alguns milésimos atrás, mas na próxima não vai ter vez", comentou.
A decisão do 4x100 m será no sábado, às 18h42 (de Auckland) ou 3h42 (de Brasília).
Fonte: Terra
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Entre os homens, Alan Fonteles faturou o bronze nos 100 m, categoria T44 (amputados)
Outro destaque desta quarta-feira foi Shirlene Coelho, na prova do lançamento de dardo
Na decisão, Terezinha acabou com o ouro e Ádria com o bronze, representando bem o Brasil no pódio
Quem também brilhou no Mundial foram as brasileiras Terezinha Guilhermina e Ádria dos Santos, que venceram suas baterias classificatórias nos 400 m, categoria T11 (deficientes visuais)
O brasileiro Yohansson Nascimento quebrou o recorde mundial dos 100 m, categoria T46 (amputados), e ficou com o ouro em prova realizada no Mundial Paraolímpico de Atletismo, na Nova Zelândia
Fotos: Beto Monteiro-Exemplus/CPB/Divulgação Fonte: Terra
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O Estádio Queen Elizabeth II não está preocupado apenas com os atletas. Nas instalações e entradas do complexo, há pistas, rampas e acessos especiais para os portadores de deficiência que acompanham nas arquibancadas e/ou disputam o Mundial Paraolímpico de Atletismo, em Christchurch, na Nova Zelândia
Foto: Anderson Giorge Regio/Terra Fonte: Terra
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O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) recebeu hoje o inquérito da Corregedoria da Polícia Civil sobre a agressão sofrida pelo cadeirante Anatole Magalhães Macedo Morandini, no último dia 17, em São José dos Campos. O delegado Damásio Marino agrediu o cadeirante após uma discussão por causa de uma vaga de estacionamento exclusiva para deficientes físicos. Segundo o MP-SP, o promotor Flávio Albernaz, da 5ª Promotoria de Justiça Criminal, já recebeu o inquérito. Ele tem até 15 dias para decidir se apresenta ou não denúncia contra o delegado. Marino pode responder por lesão corporal dolosa. A Secretaria de Segurança Pública informou que o laudo do Instituto Médico Legal (IML) aponta que o advogado sofreu lesões no lado esquerdo da cabeça, dos olhos e lábio superior. De acordo com o laudo, as lesões foram causadas por objeto contundente, mas não foi especificado qual objeto poderia ter causado os ferimentos. Morandini, que é advogado, afirmou que foi agredido com uma arma. Testemunhas também confirmam a versão do advogado.
Fonte: G1 - 26/01/11
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Os flagrantes foram feitos no estacionamento de um hipermercado. As vagas são para que os deficientes fiquem perto da porta e é um direito deles.
Fonte: Radar SP - 25/01/11
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Grupo teve aula de percussão e conheceu samba-enredo da Mocidade Alegre. Visita faz parte de projeto que inclui outras duas escolas de São Paulo
Um grupo formado por 15 deficientes visuais visitou, na tarde deste domingo (23), a quadra da escola de samba Mocidade Alegre, na Zona Norte de São Paulo. Durante a visita, eles tocaram nos instrumentos, sentiram quatro fantasias com as pontas dos dedos e também participaram de aulas com percussionistas da escola. “Deu para saber como é. Achei as fantasias muito elegantes”, conta Zilda Procedino, de 50 anos, que perdeu totalmente a visão após uma infecção ter atingido os olhos. Ela lembra que até os 24 anos, quando deixou de enxergar, costumava acompanhar o carnaval pela televisão. Hoje, ela pensa em desfilar. Curioso para saber todos os detalhes que podem consagrar ou tirar o título de uma escola de samba, o advogado Marcos Bernardo Rodrigues, que nasceu cego, perguntava tudo para o carnavalesco da Mocidade, Sidnei França. Rodrigues conta que sempre gostou das letras dos sambas-enredos. “Neste ano eu vou desfilar pela Rosas de Ouro”, conta. José Dilson Pereira dos Santos tem 32 anos e perdeu a visão quando tinha 24. “Já empurrei muitos carros na avenida. Nunca tinha encostado em um instrumento musical e quero fazer isso mais vezes”, disse. Os 15 deficientes visuais receberam um resumo sobre o enredo da Mocidade Alegre em braile. Neste ano, a escola leva para a avenida o samba-enredo “Carrossel das Ilusões”, com carros que mostram coelhos saindo de cartolas e a Terra do Nunca, de Peter Pan. A visita faz parte do projeto “Carnaval Paulistano – Só Não Vê Quem Não Quer”, uma parceria entre a São Paulo Turismo (SPTuris), a Prefeitura de São Paulo e o Complexo Educacional FMU. Ao todo, o projeto deverá levar 45 deficientes visuais para três escolas de samba dos grupos Especial e de Acesso. Os próximos destinos serão a Rosas de Ouro, no dia 30, e a Camisa Verde Branco, no dia 2 de fevereiro. Nos dias dos desfiles das três escolas, os deficientes visuais irão acompanhar, em um camarote no Anhembi, a evolução das agremiações. Uma pessoa irá descrever o que acontece na avenida. Uma semana antes dos desfiles, eles poderão conferir com as mãos maquetes de carros alegóricos que irão para a avenida.
Fonte: G1
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Daniel Mendes fez dobradinha e ficou com a prata nos 400m T11. Odair dos Santos briga pelo ouro mais tarde
Lucas Prado conquistou, na manhã desta quinta-feira, 27 (noite de quarta no Brasil), sua segunda medalha no Campeonato Mundial Paraolímpico de Atletismo. O brasileiro correu os 400m T11 em 51seg19, novo recorde da competição. Daniel Mendes completou a dobradinha brasileira, chegando a apenas 36 centésimos de Lucas. “Esse tempo foi uma coisa de outro mundo”, comemorou Lucas, que até um mês atrás estava com os dois guias lesionados. “Esse ouro vai para o meu treinador, que faz aniversário hoje. É o melhor presente que possa para ele, por ter confiado em mim e ter me ajudado a chegar até aqui. Quando cruzei a linha de chegada só me lembrei dele dizendo para eu ficar tranqüilo que daria tudo certo. Deu mesmo”, disse o campeão. O guia Laércio Martins, que competiu hoje com Lucas, também foi homenageado pelo medalhista mundial. “O Laércio é uma pessoa que merece mais que ouro por ter dado a palavra de que conseguiria chegar até aqui e ter feito tudo isso”, elogiou Lucas. Daniel Mendes também ficou feliz com a prata na prova e o tempo de 51seg45. “A intenção era chegar brigando e eu consegui. Gosto muito dessa prova. E hoje consegui correr mais solto do que ontem, foi muito bom”, explicou Daniel. Agora os dois brasileiros se preparam para a eliminatória dos 200m, amanhã, às 16h20 (1h20 no Brasil). “Vou trabalhar para continuar brigando por um bom resultado”, disse Daniel. “Quero fechar o Mundial com chave de ouro”, afirmou Lucas.
Brasil se firma em quarto no quadro geral de medalhas
A seleção brasileira conquistou cinco medalhas (três ouros e dois bronzes) no quinto dia de competição do Campeonato Mundial Paraolímpico de Atletismo. Com o resultado, o Brasil se manteve em quarto no quadro geral de medalhas, com 20 conquistas (oito ouros, seis pratas e seis bronzes). Lucas Prado e Daniel Mendes já aumentaram a conta para 22 medalhas (nove ouros, sete pratas e seis bronzes). Em primeiro está a China (13 ouros, 18 pratas e 11 bronzes), seguida de perto pela Rússia (13 ouros, oito pratas e cinco bronzes). A Grã Bretanha ganha do Brasil no número de pratas. Tem oito ouros, sete pratas e 12 bronzes.
Mais medalhas são esperadas
Na tarde deste sexto dia de competição o Brasil ainda briga por mais um ouro: o campeão dos 10.000m e dos 1.500m T11, Odair dos Santos corre os 5.000m. A prova será às 18h47 (3h47 do Brasil). Antes, só mais um brasileiro entrará na pista do QE II. Ariosvaldo Silva, o Parré, disputa a eliminatória dos 400m T53 às 17h (2h do Brasil). Já a eliminatória dos 400m T46, de Emicarlo de Souza, foi cancelada e ele correrá na final, amanhã às 18h (3h de sexta-feira no Brasil).
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No último dia 25 tivemos em SP o World Bike Tour, que teve a presença do querido amigo Evandro Bonocchi ( http://tocandoavidasobrerodas.blogspot.com/ ), que gentilmente nos cedeu algumas fotos:
André Ferreira e Evandro Bonocchi
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Na sinfonia, Que é de todos os barulhos, De Santo Amaro, Ao Brás, ao Centro, Ao ABC, Por Santo André, Vila Maria, Até Guarulhos, Grande São Paulo, Como eu gosto de você.
São Paulo que amanhece trabalhando, São Paulo que não pode adormecer, Porque durante a noite, O Paulista vai pensando, Nas coisas Que de dia vai fazer !
São Paulo que amanhece trabalhando, São Paulo que não pode adormecer, Porque durante a noite, O Paulista vai pensando, Nas coisas Que de dia vai fazer !...
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O evento conta com bicicletas adaptadas para pessoas com deficiência
No próximo dia 25 de janeiro, acontece na cidade de São Paulo a 3º edição do World Bike Tour 2011. Com largada, às 9h, na Ponte Estaiada, percorre a Marginal Pinheiros, com chegada à Universidade de São Paulo - USP, sendo aguardados cerca de 7.000 participantes, em um dos eventos que integram o calendário de celebração do 457º aniversário da cidade. A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência estará presente no evento e conta com a participação da Secretária da Pasta, Doutora Linamara Rizzo Battistella, e 14 Instituições representadas por pessoas com e sem deficiência, que fizeram as suas inscrições por meio da Secretaria. O grupo constituído utilizará 58 bicicletas, algumas com modelos adaptados para pessoas com deficiência, definidas em 20 Tandems (operada por mais de uma pessoa), 18 Handbikes (utilizada por cadeirantes) e 20 convencionais, sendo 10 para pessoas com deficiência intelectual e 10 para a equipe de apoio. Todos os participantes inscritos têm direito ao Kit Bike Tour, constituído por camiseta, mochila, capacete, medalha e bicicleta, que poderão ser levados para as suas casas após o evento.
No dia 22, sábado, também acontece em São Paulo, no Estádio do Pacaembu, o Kids Bike Tour 2011. Com distâncias adequadas às diferentes faixas etárias, estarão definidos diferentes percursos bem junto ao gramado do estádio. As competições infantis foram divididas em quatro faixas etárias (2 a 3 anos, 4 a 5 anos, 6 a 9 anos e 10 a 11 anos). Os familiares poderão assistir a todo o evento, confortavelmente instalados na arquibancada.
Fonte: Secretaria Dos Direitos da Pessoa com Deficiência
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O espaço que fica em São Paulo é acessível, pois conta com audiodescrição, legendas e mapas em Braille. Museu conta a história de 5 mil anos de existência de perfumes.
O Espaço Perfume Arte e História, uma iniciativa do Grupo Boticário, objetiva divulgar a história e cultura do perfume. O acervo apresenta mais de 5 mil anos de história, com núcleos interativos que permitem aos visitantes sentir aromas, escutar jingles, assistir a vídeos; uma incrível viagem ao universo da perfumaria. Recursos de acessibilidade: elevador, banheiro adaptado, piso podotátil, mapa tátil, legendas em braille, audioguia com audiodescrição.
Serviço: Terça a sábado: das 10h às 18h; Quinta-feira: das 10h às 20h; Domingo: das 12h às 18h. Endereço: Rua Dr. Emílio Ribas, 110. Perdizes. (em frente à Faculdade Sta Marcelina, próximo à Rua Cardoso de Almeida, entre ruas Paraguaçu e Itapicuru). Telefone: 11 2361-7728.
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Policial ocupou com seu carro uma vaga exclusiva para deficientes físicos. Briga ocorreu em São José dos Campos, na segunda-feira (17).
O secretário da Segurança Pública de São Paulo, Antonio Ferreira Pinto, determinou no fim da tarde desta quinta-feira (20) o afastamento do delegado titular do 6º Distrito Policial de São José dos Campos, Damasio Marino. Ele deixa o cargo depois da agressão a um cadeirante na segunda (17) no Centro de São José, no Vale do Paraíba, interior de São Paulo. Em nota, a secretaria informou ainda que a Corregedoria da Polícia Civil instaurou procedimento administrativo para apurar a denúncia da agressão. Marino pode responder por lesão corporal dolosa. A briga começou por causa de uma vaga exclusiva para deficientes físicos. O advogado Luiz Antonio Lourenço da Silva, defensor do delegado, foi procurado pela reportagem para comentar a decisão do secretário. No entanto, até as 19h15, não havia sido localizado. O advogado Anatole Magalhães Macedo Morandini, que é cadeirante e tem 35 anos, disse ao G1 nesta quinta que na segunda-feira, por volta das 17h, foi de carro a um cartório. Ao procurar a vaga exclusiva na rua, encontrou outro veículo estacionado nela. “Não tinha nenhum selo nem nada que sugerisse que o proprietário fosse deficiente”, afirmou. Morandini encontrou um lugar mais à frente, a cerca de 200 metros, estacionou e, em seguida, seguiu em sua cadeira de rodas até o cartório. Quando se aproximou da entrada, viu o delegado Damasio Marino, que não é deficiente, caminhando até o veículo parado na vaga especial. “Fui chamar sua atenção. Mas ele me constrangeu fisicamente. Ficou em pé na minha frente. Mesmo assim, disse que ele estava errado", contou. Ainda de acordo com o advogado, ambos começaram a trocar insultos e o policial o xingou de “aleijado filho da p...”. “Revoltado e enojado”, Morandini cuspiu na direção do delegado. Em sua versão, o cuspe atingiu o vidro do automóvel. Marino, porém, disse que recebeu a cusparada no rosto. “Ele sacou uma arma e perguntou se eu queria morrer. No momento, não sabia que ele era policial. As pessoas que passavam pela rua saíram correndo”, contou o advogado. “Quando ele mirou na direção da minha cabeça, só consegui virar o rosto”, acrescentou Morandini, que ficou paraplégico aos 17 anos após levar um tiro na coluna durante um assalto.
Versões
A versão dos dois difere em relação à agressão que se seguiu. O advogado disse que recebeu uma coronhada na cabeça e que teve o rosto atingido pela ponta da arma. O delegado, porém, negou ter sacado a pistola, segundo sua defesa. “Ele deu dois tapas no rosto dele. Apenas reagiu a uma cusparada”, disse ao G1 pela manhã o advogado Luiz Antonio Lourenço da Silva, defensor do delegado. Questionado sobre o fato de o policial ter estacionado em uma vaga exclusiva, o defensor afirmou que a noiva de Marino, grávida de 4 meses, não se sentia bem. “[Morandini] quis se prevalecer por causa de sua condição de cadeirante”, afirmou. Ambas as partes afirmaram que tomarão providências quanto ao ocorrido. “Ainda estou tomando medidas cabíveis, uma vez que fui humilhado, desrespeitado e constrangido por uma autoridade pública”, disse Morandini. O delegado, por sua vez, disse ter feito uma representação em um distrito policial da cidade e acionado a Comissão de Ética e Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Fonte: G1
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Fornecedora de confecções criou versão após pesquisa com associação de cegos
No mercado. A etiqueta especial da Easy Put é de papel e as informações em braile se repetem na barra da roupa
Valéria França - O Estado de S.Paulo A inclusão social está desembarcando na moda brasileira. Uma etiqueta de roupa especial, com informações do produto em braile, foi lançada ontem na Première Brasil, maior salão Têxtil da América Latina. A iniciativa parte de uma das grandes empresas do setor, a Haco, que durante dois anos pesquisou a funcionalidade e viabilidade do produto com a Associação dos Cegos do Vale do Itajaí (Acevali). A empresa arredondou a ideia, que já pipocava no mercado entre pequenos confeccionistas, possibilitando agora sua aplicação em grande escala. Isso significa que grupos com representação no mercado nacional, como uma Hering, têm meios de incorporá-lo. Ainda não há lei que obrigue as empresas a adotar a etiqueta em braile - somente projetos em discussão no Congresso (leia mais ao lado) -, mas ter a infraestrutura para que isso aconteça é um começo. "Trata-se de um jeito informal para que a etiqueta vire um padrão", diz Geraldo Lima, professor da Faculdade de Moda da Universidade Anhembi Morumbi. Em 2003, Lima pesquisou durante quase um ano em institutos como o Dorina Nowill e o Padre Chico sobre as necessidades do consumidor cego. A partir daí, numa atitude pioneira, incluiu em todas as peças de sua confecção, a Urânio, uma etiqueta emborrachada em braile que descreve a cor do produto. "Mesmo quem não enxerga consegue perceber informações como textura e modelo. E se você adiciona muita informação, a etiqueta fica enorme, porque o braile ocupa mais espaço do que as letras do nosso alfabeto."
Modelo. A etiqueta da Haco pretende ser um de tamanho regular. O confeccionista escolhe o material - tecido, borracha e tag de papel craft - e as informações que quer adicionar em braile. Mas há outros tipos no mercado. A grife Virgemaria criou uma transparente, que vem com um adesivo em PVC, para que o cliente possa aplicá-la na parte da roupa que quiser. "Ainda colocamos na frente um bordado para ajudar o cego a distinguir um lado do outro." A Virgemaria fez o teste com a etiqueta no ano passado. "Fiquei convencida de que o investimento valia a pena quando uma cliente que não enxergava vibrou de felicidade com a novidade", conta Ana Pasternak, de 38 anos, estilista da marca. "Ela disse que agora poderia, pela primeira vez, comprar roupa sem a ajuda de uma amiga ou parente. Representava sua independência."
Acessibilidade. "Não é apenas o deficiente que fica de fora da moda", diz Ana. "Há muitas pessoas que não se encaixam no padrão do mercado, seja pelo peso ou pela altura." No ateliê da grife, na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, os modelos são desenvolvidos com base na estética e na funcionalidade. Camisas com botão de pressão, uso de elástico em calças e tantos outros detalhes que facilitam o uso por pessoas que tenham qualquer tipo de deficiência.
Até pontos de vendas descolados, como a Galeria Mundo Mix, nos Jardins, embarcaram na ideia da roupa acessível. Há um mês, as prateleiras da loja receberam a nova coleção Easy Put, resultado da parceria entre o Instituto Mara Gabrilli e a marca Hey!U. A coleção começou com camisetas (de R$ 35 a R$ 50), vendidas com duas etiquetas, uma normal de tecido e outra em braile, de papel, com o tamanho, a cor e a estampa do modelo. Como o papel é destacável do produto, as mesmas informações foram colocadas na barra, com strass. "O total arrecadado vai para o Instituto Mara Gabrilli desenvolver uma coleção de roupas acessíveis", diz Beto Lago, dono da Galeria Mundo Mix. "Virei parceiro do projeto porque pretendo que a loja vire referência para todos os movimentos da moda. E a inclusão social é um deles", afirma.
NÃO COMETA GAFES
Ao encontrar um cego em um cruzamento, ofereça ajuda, mas pergunte como fazer isso ntes de guiá-lo, deixe que ele pegue em seu braço, e não o contrário Seja preciso ao indicar locais. Não diga que está logo ali Nas lojas, os vendedores costumam se dirigir ao acompanhante do deficiente visual, como se ele não pudesse decidir. Os cegos reclamam disso
Fonte: Estadao.com.br
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O ambiente em que estão os personagens, as roupas e os gestos, tudo é descrito por uma voz ao pé do ouvido.
Eles chegam meio apreensivos, mas curiosos. Aos poucos começam a tatear a novidade. Com um fone no ouvido, o que era tão distante vira um presente. É muito mais que um momento de lazer. Muitas dessas pessoas estão pela primeira vez em uma sala de cinema. As luzes se apagam, o filme começa e é por um aparelho que eles vão ouvir, ver e sentir também cada cena e cada detalhe. O ambiente em que estão os personagens, as roupas e os gestos, tudo é descrito por uma voz ao pé do ouvido. Na telona, é exibido o filme “Pra frente Brasil", dos anos 1980. A professora Maria Zago fecha os olhos e mergulha na história sobre a ditadura militar. “Teve até uma parte em que uma mulher estava calçando a bota, acontecendo realmente. É como se você estivesse sonhando”, comenta a professora Maria Zago. O sonho deles é o do acesso e da oportunidade, e do não preconceito. A sala de cinema lotada é uma boa lição: por que pensar em limites quando se tem imaginação?
Fonte: Bom Dia Brasil - 19/01/11
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Idealizado pela Fundação Dorina Nowill, formação será realizada de 14 a 17 de fevereiro, em São Paulo.
De 14 a 17 de fevereiro, será realizado em São Paulo o curso Criação e Gerenciamento de Projetos Culturais acessíveis às pessoas com deficiência. Idealizado pela Fundação Dorina Nowill para Cegos, o projeto tem como foco a apresentação de metodologias para a inclusão de pessoas com deficiência em museus, centros culturais, exposições, galerias de arte, oficinas de artes e outros espaços culturais. Especialista em acessibilidade de espaços culturais, a coordenadora do curso, Viviane Panelli Sarraf, comenta que esta é uma oportunidade para profissionais de museus, agências de turismo, professores, profissionais de organizações inclusivas, profissionais da área de acessibilidade e interessados em geral, entenderem as necessidades das pessoas com deficiência, e assim pensar e desenvolver projetos de inclusão e acessibilidade cultural. Por meio de palestras, depoimentos, vivências, debates, análises e visitas técnicas a espaços acessíveis, o curso será uma oportunidade de formar profissionais sensíveis à causa e estimular a criação e a gestão de projetos voltados assegurem os direitos de inclusão dos deficientes em espaços públicos.
SERVIÇO:
Curso: Criação e Gerenciamento de Projetos Culturais Acessíveis à Pessoas com Deficiência Data: 14 a 17 de fevereiro de 2011 Horário: 9h às 16h Investimento: R$ 250,00 Estudantes e professores R$ 200,00 Carga horária: 30h Local: Auditório da Fundação Dorina Nowill para Cegos Rua Doutor Diogo de Faria, nº 558, Vila Clementino - São Paulo Material de apoio: Apostila acessível em CD-ROM e certificação Inscrições: pelo site http://goo.gl/wUEq
Fonte: Portal Vida Mais Livre
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Vagas são para atuação em diversas áreas administrativas da empresa.
A Scania, uma das principais fabricantes de veículos pesados do mundo, está recrutando pessoas com deficiência para atuação em áreas administrativas como: RH, Engenharia, Manutenção, Compras, Vendas e Financeira, entre outras. Os interessados devem encaminhar currículo com pretensão salarial para o e-mail rh.curriculo@scania.com até 31 de janeiro.
Fonte: Portal Vida Mais Livre
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Um inglês cansado das cadeiras de rodas convencionais encomendou a TC Mobility uma cadeira especial. A cadeira exclusiva tem tecnologia usada em veículos militares, como uma esteira no lugar das rodas, para permitir que ele passe por terrenos arenosos, com neve e irregulares com facilidade, além de ser bem mais larga que a convencional.
O inglês Jim Starr tem 36 anos e teve problemas na coluna e joelhos que o impossibilitam de andar. A ideia dele é poder ir a praia com seus filhos e poder passear livremente por terrenos irregulares sem a dificuldade encontrada por uma cadeira comum ou ter que ser carregado por outra pessoa. O grande problema é que as autoridades inglesas querem que Ji, tire uma carteira de motorista especial para pode dirigir a sua cadeira em público. Uma cadeira dessas por aqui não seria nada mal e ajudaria bastante na falta de acessibilidade, porém alguns problemas iriam vir junto com ela: o transporte não deve ser nada simples, a locomoção em ambientes internos é meramente impossível e elevadores especiais para cadeirantes não suportariam o seu peso.
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Condutores alegam dificuldade para transportar cadeiras de rodas devido à falta de espaço nos veículos
Enquanto cadeirantes alegam dificuldade para conseguir táxis na capital sul-riograndense, taxistas reconhecem o problema, mas justificam a dificuldade em transportar cadeiras de roda devido a falta de espaço nos veículos. A EPTC alerta que o taxista que se negar a prestar o serviço pode ser autuado, já que estará descumprindo de uma lei municipal. Conseguir um táxi tem sido um drama para a advogada Mariana Saraiva Silva, de Porto Alegre. Ela é cadeirante e dificilmente encontra um taxista disposto a fazer o transporte da cadeira de rodas. Falta espaço no porta-malas devido ao gás veicular, além do receio dos taxistas em danificar o banco traseiro. "Eu me sinto péssima, até em questão de auto-estima, a gente se sente deixada de lado, se sente um peso na forma como eles agem, né? Eu me sinto super mal. Sou uma cidadã, pago impostos como todo mundo e tenho meus direitos, quero ter o meu direito de ir e vir preservados.", desabafa Mariana. O taxista José Cestari reconhece o problema. Ele defende a adoção de medidas urgentes para tornar os táxis de Porto Alegre aptos a fazer esse transporte. Ele sugere a criação de um suporte para a colocação da cadeira do lado de fora do carro, como aqueles para bicicletas. Cestari admite que às vezes é obrigado a negar corrida a cadeirantes. "Muitas vezes a gente tem que parar em lugar proibido para colocar a cadeira dentro do veículo, e nós não temos espaço para a cadeira. Eu sinto muito em estar falando, de ver a dificuldade do cadeirante para pegar um táxi." O diretor-presidente da EPTC diz ter conhecimento de reclamações de usuários sobre o problema. Ele explica que o taxista que se negar a lavar um cadeirante está descumprindo lei municipal. Vanderlei Cappellari alerta que o passageiro deve anotar o prefixo e encaminhar reclamação para o telefone 118. Os táxis também não podem cobrar a mais pelo serviço, a não ser que seja um veículo especial, equipado com elevador, semelhante aos que tem em alguns ônibus da capital. Nesse caso, a corrida custa 50% a mais.
Fonte: Zero Hora Referência: Rede Saci
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Rio - Uma multa no valor de R$ 5,01 foi pedida pelo Ministério Público Federal, Ministério Público estadual e pelo Instituto Brasileiro dos Direitos de Pessoa com Deficiência contra a União, o Estado e o Município pelo não cumprimento de decisão judicial. É que a juiza Regina Coeli Formisano, da 6ª Vara Federal, determinou que todos os prédios públicos do Rio de Janeiro sejam acessíveis às pessoas com deficiência. E a ordem judicial foi descumprida. De acordo com a petição encaminhada à Justiça Federal, na última quinta-feira, o valor da da multa se refere a 26 prédios da União, 533 do Estado e 1393 do município. Relatório elaborado dos próprios administradores entregues à Justiça esses prédios não estão acessíveis às pessoas deficientes.O cálculo do valor foi da multa foi feito com base na sentença da juiza Regina Coeli que deu ordem, em abril de 2009m, para que todos os públicos do Rio de Janeiro fossem adaptados no prazo de um ano, sob pena de multa diária de R$ 10 mil por prédio.
Fonte: O Dia Online - 17/01/11
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A eleição de três deputados cadeirantes, um deles tetraplégico - a deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP) - mobilizou a Casa, que tem até o final de janeiro para finalizar a obra. BRASÍLIA - Os três deputados que têm problemas de acessibilidade e usam cadeiras de rodas terão condições de usar a tribuna do plenário da Câmara para pronunciarem seus discursos. É o que garantem funcionários da Casa, que correm contra o tempo para, até o final de janeiro, finalizar a obra de implantação de uma plataforma elevatória para a cadeira de rodas. No plenário também está sendo feita a troca do painel de votações, com a substituição de antigos retroprojetores por monitores modernos de LCD. Em janeiro haverá ainda a troca do carpete do Salão Verde. Sem contar o valor da troca do painel, não divulgado nesta quarta-feira pela Câmara, as obras deste janeiro giram em torno de R$ 250 mil. A obra de acessibilidade foi feita em tempo recorde pela Câmara. A eleição de três deputados cadeirantes, um deles tetraplégico - a deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP) - mobilizou a Casa. A compra da plataforma custou R$ 48.350,00 e foi feita por meio de carta convite, em dezembro. O elevador levará o cadeirante até a tribuna, por cima dos cinco degraus de acesso, e enquanto não estiver sendo usado, ficará retraído, sem atrapalhar a passagem dos demais deputados. Embora há cinco anos a Câmara esteja trabalhando num programa de acessibilidade nos diferentes pontos da Casa, a tribuna do plenário ainda era inatingível para alguém com cadeira de rodas. O pedido mais contundente para a mudança na situação, segundo os funcionários, foi feito pela deputada Mara Gabrilli. Ela ponderou que teria dificuldade de levar adiante sua bandeira pela acessibilidade sem acesso à tribuna. Além dela, nas últimas eleições foram eleitos dois deputados cadeirantes: Rosinha da Adefal (PTdoB-AL) e Walter Costa (PMN-MG). Além de acesso à tribuna, eles terão como ocupar o plenário com suas cadeiras (foram retiradas cadeiras do local) e terão microfones exclusivos em sua bancadas. Os demais deputados dividem os 8 microfones instalados nos corredores. A bancada de Mara terá ainda um equipamento semelhante ao que utilizava na Câmara de Vereadores de São Paulo para poder exercer o direito de votar, apenas com movimentos faciais. Desde janeiro do ano passado, foram feitas obras de acessibilidade nos banheiros do plenário e nas comissões permanentes. Segundo Maurício Mattar, arquiteto e diretor de projetos do Departamento de Engenharia da Casa, há duas legislaturas (entre 2003 e 2007), a solução da plataforma elevatória foi apresentada ao deputado cadeirante Leonardo Mattos, que não aceitou. Para evitar o uso do elevador, começou a ser estudada uma outra opção, que implicaria em mudanças no formato do plenário. Em 2007, o deputado Gerônimo da Adefal também era portador de deficiência física, mas morreu pouco mais de um mês depois de assumir o mandato. A troca do carpete do Salão Verde, segundo a Câmara, é necessária porque eles estão sendo usados há 12 anos e estão desgastados. O carpete do plenário também está gasto, mas envolve uma operação de engenharia maior e a troca só deverá ser feita em janeiro de 2012. No caso da mudança no painel eletrônico, a Câmara informou que eles estavam defasados e havia problemas de peças de reposição. As enormes e pesada cubas de projeção multimídia, compradas em 1995, pesam cerca de 1 tonelada. As 25 telas de LDC, em cada um dos dois painéis, pesam apenas 500 quilos e permitirão economia de energia.
Fonte: Isabel Braga - O Globo (06/01) Referência: Portal Mara Gabrilli
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Estilista cria confecção de roupas para mulheres anãs Adriana Kuchler
Atriz e estilista, Carina Casuscelli descobriu seu mininicho de mercado ao tentar resolver um pequeno problema de suas amigas anãs: encontrar looks que caíssem bem. Roupas de criança desconsideram os peitos ou entalam nos quadris -mais largos. Carina decidiu então fazer modelitos para as "pequenas". Divulgando o trabalho pelo blog A Moda Está em Baixa, já vendeu mais de 200 peças em que tamanho é documento. "Não dá pra fazer P, M e G porque elas têm proporções bem diferentes. Confecciono sob medida." Nessa onda "pela democracia dos corpos", promoveu um desfile com modelos anãs, cadeirantes e até uma amiga que mede 1,99 m. A ideia ainda não dá dinheiro, mas rende outros projetos: Carina produz um programa-piloto pra TV, com a amiga grandona e uma pequena. Vai se chamar "As Estranhas".
Fonte: Folha Online
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No próximo Sábado (15/01) a equipe do Cadê Você? vai até a ONG Casa do Cristo Redentor em Itaquera para orientar as pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade da região. A equipe é formada por psicóloga, terapeuta ocupacional, fonoaudiólogo, fisioterapeuta e assistente social. Os interessados em participar devem realizar o cadastro pelo site: www.cadevoce.info
O projeto Cadê Você? iniciou no ano passado e já atendeu 67 pessoas em dois mutirões realizados.
Serviço: III Mutirão do Projeto Cadê Você? Data: 15/01/10 Horário: 9 às 18h Local: Casa do Cristo Redentor Rua Agrimensor Sugaya, 1050 - Itaquera Realização: Instituto Mara Gabrilli Patrocínio: Instituto Alcoa, McDonald`s, Volkswagen Parceiros: Instituição Casa do Cristo Redentor informações: www.cadevoce.info
Fonte: Portal Mara Gabrilli
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O brasileiro se destacou no Mundial de Natação Paraolímpica, em agosto de 2010, com a conquista de oito medalhas de ouro e cinco recordes mundiais Daniel Dias foi anunciado nesta terça-feira, 11, como um dos indicados ao prêmio Laureus World Sportsperson of the Year with a Disability (Melhor Esportista com Deficiência do Ano). Esta é a terceira vez que o nadador paulista concorre ao prêmio – ele foi contemplado com o Laureus há dois anos e agora espera repetir a façanha em 2011. “Agora é torcer, quem sabe levo esse ano novamente”, diz Daniel. O prêmio Laureus World Sports reconhece os contributos esportivos durante o ano de 2010 e é o principal evento de homenagem no calendário desportista internacional. Os vencedores finais, votados pela Academia Laureus World Sports, cujo júri esportivo supremo é composto pelos 46 maiores atletas masculinos e atletas femininas de todos os tempos, serão revelados durante a cerimônia de entrega dos prêmios, que será realizada em Abu Dhabi na segunda-feira, 7 de fevereiro. Daniel foi um dos principais nomes do Campeonato Mundial de Natação, que ocorreu em agosto de 2010, em Eindhoven, na Holanda. O brasileiro conquistou oito medalhas de ouro, sendo sete delas individuais (50m, 100m e 200m livre, 50m costas, 100m peito, 50m borboleta e 200m medley) e uma no revezamento (4x50m medley), bateu cinco recordes mundiais (50m, 100m e 200m livre, 50m borboleta e 200m medley), um recorde das Américas, e ainda ficou com a prata nos 4x100m livre. “A expectativa é muito grande, afinal foram nove medalhas novamente como em Pequim, mas dessa vez oito de ouro”, afirma,confiante. Num ano espetacular, ganhou também quatro medalhas de ouro no Campeonato Aberto de Natação Grego, seis medalhas de ouro no Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico e três medalhas de ouros no Meeting Internacional Paraolímpico Loterias CAIXA, no Rio de Janeiro. A estrela paraolímpica Tanni Grey-Thompson, vice-presidente da Laureus, parabenizou o brasileiro: “Dou a Daniel os meus parabéns mais sinceros. O seu recorde é fenomenal. O seu sucesso em Eindhoven foi excepcional, tal como de resto tem sido desde que começou a ganhar medalhas de ouro em 2006. Daniel tem apenas 22 anos, mas demonstrou uma dedicação enorme para alcançar tanto tão cedo na sua carreira, e eu estou ansiosa para vê-lo continuar a ultrapassar, passo a passo, os desafios do futuro. Gostaria também de lhe dar os parabéns pelo excelente trabalho que faz no Brasil, ao promover o esporte para as pessoas com deficiência”.
A trajetória
Nascido com má formação nos membros superiores e inferiores, Daniel iniciou na natação aos 16 anos depois de ter visto a performance de Clodoaldo Silva pela TV, nos Jogos Paraolímpicos de Atenas em 2004. Aprendeu os quatro estilos em apenas dois meses e começou a treinar para os Campeonatos Mundiais de Natação Paraolímpicos do IPC de 2006, Durban, onde ganhou três medalhas de ouro e duas medalhas de prata. Nos Jogos Paraolímpicos de 2008, Daniel firmou sua soberania, tornando-se o principal medalhista em Pequim, com quatro medalhas de ouro, quatro de prata e uma de bronze – um feito que lhe mereceu o prêmio Laureus Disability (Melhor Esportista com Deficiência) de 2009.
Fonte: RS PARADESPORTO
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Empresas que não preencheram as cotas de deficientes foram multadas Adriana Aguiar
As empresas que não conseguiram preencher as cotas destinadas por lei a trabalhadores com algum tipo de deficiência, arcaram com um número maior de multas em 2010 na comparação com o ano anterior. Na Grande São Paulo e baixada Santista, por exemplo, o Ministério Público do Trabalho da 2ª Região registrou 116 autuações no ano passado. Um aumento de 32,5%, em relação a 2009, cujo número de multas correspondeu a 90. As punições só não foram maiores do que as aplicadas em 2007, ano em que foram registradas 131 autuações. Pela Lei nº 8.213, de 1991, as companhias com mais de cem empregados são obrigadas a destinar de 2% a 5% de suas vagas para deficientes.
Fonte: Valor Online
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A unidade Lapa da Rede de Reabilitação Lucy Montoro, da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, oferece oficinas de jardinagem para auxiliar no tratamento das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Os alunos aprendem sobre paisagismo, manutenção de jardim e horta. Com duração de duas horas, as aulas recebem pacientes já atendidos pela Rede, pessoas da comunidade e vítimas de acidentes de trabalho em busca de um ofício para geração de renda. Os utensílios de jardinagem são adaptados com tesouras de fácil manuseio e canteiros suspensos, por exemplo. Segundo a terapeuta ocupacional da Rede Lucy Montoro Noemia Moraes, a atividade não exercita apenas a coordenação motora, mas também a sensibilização. "O contato com a terra e as várias espécies de plantas possibilita ao paciente sentir diferentes texturas", ressalta Noemia. Outro ponto trabalhado pela jardinagem é o campo emocional. "Pessoas que estiveram em contato com a natureza na infância, depois de sofrerem um AVC,por exemplo, sentem vontade de voltar a esta fase da vida, pois isso as remete a um período em que eram produtivas", explica a terapeuta. As oficinas oferecidas na unidade Lapa da Rede de Reabilitação Lucy Montoro são consideradas uma fase do processo de reabilitação em que os pacientes optam por participar. Caso o paciente não tenha condições de exercer a atividade desejada por suas limitações, ele é encaminhado para outra oficina. De acordo com a terapeuta ocupacional, há uma triagem para indicar as atividades adequadas para cada paciente.
Fonte: Secretaria de Estado da Pessoa com Deficiência
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