
Segundo a portaria oficial do Detran (Departamento Estadual de Trânsito) de nº 1708, todas as clínicas médicas e psicotécnicas credenciada devem dispor de acessibilidade para as pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida.
Apesar disso, várias clínicas ainda infringem estas regras e não possuem rampas ou elevadores próprios para o acesso ideal aos deficientes físicos.
Na manhã do dia 20/03, a equipe de reportagem do Portal O Dia se deparou com uma situação incômoda.
O policial militar do Rone, Joaquim Ferreira Neto, 29 anos, foi impossibilitado de realizar seu exame médico e psicotécnico por conta da enorme escada que dava acesso à Clinica de Habilitação a qual foi encaminhado.“Eu estou aqui desde 9:30h e já são quase 11h, e eles ainda não me deram nenhuma resposta sobre o que vão fazer comigo, como é que eu vou subir para colocar minha digital? Não tem condições”, desabafa Joaquim.
Segundo informações do médico Ricardo Coqueiro, coordenador da clínica, situada na Avenida Miguel Rosa, nº 6666, um laudo do Detran já foi encaminhado a eles para que haja a transferência de local. “O Detran enviou o laudo pra gente essa semana, nos deram um prazo de dois meses e ainda estamos dentro deste prazo, o problema dele [Joaquim Ferreira] já foi resolvido, já foi tudo esclarecido”, enfatiza o médico.Depois do incômodo sofrido por Joaquim Ferreira, um laudo foi encaminhado ao diretor de habilitação do Detran, Francisco José Nogueira, solicitando que seu exame seja feito em um local em que exista a forma de acesso necessária a cadeirantes.
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