quarta-feira, 8 de abril de 2009

Mobilidade: São Paulo já começa a se adaptar

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Principal dificuldade dos paulistanos que têm algum tipo de limitação física é a infraestrutura urbana. Ônibus e calçadas são os maiores problemas

A cidade de São Paulo já começou a se adaptar e luta diariamente para melhorar os acessos para os deficientes. Nos últimos dias, fomos as ruas de São Paulo ver como é a dificuldade que o deficiente físico possui na hora de ir trabalhar ou até mesmo ao tentar sair para se divertir.
Não foi difícil encontrar no centro da capital paulista, deficientes com reclamações na ponta da língua. "Muitos pensam que estamos pedindo caridade, e não é por aí, estamos querendo ver os nossos direitos respeitados", disse Alex de Almeida Fuji, jornalista e morador de São Paulo.
Foi lançado em São Paulo nos últimos dias, o Guia Brasil para Todos, uma espécia de guia Brasil para os deficientes, e traz informações turísticas sobre as dez capitais brasileiras que estão trabalhando para diminuir esse problema de locomoção para os deficientes.
A principal dificuldade do 1,5 milhão de paulistanos que sofrem algum tipo de limitação física é a infraestrutura urbana. Dos 15 000 ônibus que circulam pelo município, só 3 166 são adaptados (todos os veículos novos devem, obrigatoriamente, se adequar às normas de acessibilidade). As calçadas também são muito criticadas. Entre janeiro de 2005 e dezembro de 2008, a prefeitura gastou 65,8 milhões de reais para reformar 433 quilômetros de passeio. Isso corresponde a menos de 1,5% do total.
"Ainda que todos os ônibus pudessem ser usados pelos cadeirantes, como chegaríamos a eles com essas calçadas?", questiona a vereadora Mara Gabrilli, tetraplégica desde 1994. Segundo o secretário municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, Marcos Belizário, os avanços são realmente lentos. "Em 500 anos de história, nunca nos preo-cupamos com as pessoas com deficiência", diz. "Mas hoje há dez vezes mais ônibus adaptados que em 2005."
O Guia Brasil para Todos pode ser acessado no site www.brasilparatodos.com.br. Quem preferir a versão impressa deve solicitá-la na página. Nesse caso, o guia será enviado pelos Correios gratuitamente.
A cidade de São Paulo já começou a se adaptar e luta diariamente para melhorar os acessos para os deficientes. Nos últimos dias, fomos as ruas de São Paulo ver como é a dificuldade que o deficiente físico possui na hora de ir trabalhar ou até mesmo ao tentar sair para se divertir.
Não foi difícil encontrar no centro da capital paulista, deficientes com reclamações na ponta da língua. "Muitos pensam que estamos pedindo caridade, e não é por aí, estamos querendo ver os nossos direitos respeitados", disse Alex de Almeida Fuji, jornalista e morador de São Paulo.
Foi lançado em São Paulo nos últimos dias, o Guia Brasil para Todos, uma espécia de guia Brasil para os deficientes, e traz informações turísticas sobre as dez capitais brasileiras que estão trabalhando para diminuir esse problema de locomoção para os deficientes.
A principal dificuldade do 1,5 milhão de paulistanos que sofrem algum tipo de limitação física é a infraestrutura urbana. Dos 15 000 ônibus que circulam pelo município, só 3 166 são adaptados (todos os veículos novos devem, obrigatoriamente, se adequar às normas de acessibilidade). As calçadas também são muito criticadas. Entre janeiro de 2005 e dezembro de 2008, a prefeitura gastou 65,8 milhões de reais para reformar 433 quilômetros de passeio. Isso corresponde a menos de 1,5% do total.
"Ainda que todos os ônibus pudessem ser usados pelos cadeirantes, como chegaríamos a eles com essas calçadas?", questiona a vereadora Mara Gabrilli, tetraplégica desde 1994. Segundo o secretário municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, Marcos Belizário, os avanços são realmente lentos. "Em 500 anos de história, nunca nos preo-cupamos com as pessoas com deficiência", diz. "Mas hoje há dez vezes mais ônibus adaptados que em 2005."
O Guia Brasil para Todos pode ser acessado no site www.brasilparatodos.com.br. Quem preferir a versão impressa deve solicitá-la na página. Nesse caso, o guia será enviado pelos Correios gratuitamente.
A cidade de São Paulo já começou a se adaptar e luta diariamente para melhorar os acessos para os deficientes. Nos últimos dias, fomos as ruas de São Paulo ver como é a dificuldade que o deficiente físico possui na hora de ir trabalhar ou até mesmo ao tentar sair para se divertir.
Não foi difícil encontrar no centro da capital paulista, deficientes com reclamações na ponta da língua. "Muitos pensam que estamos pedindo caridade, e não é por aí, estamos querendo ver os nossos direitos respeitados", disse Alex de Almeida Fuji, jornalista e morador de São Paulo.
Foi lançado em São Paulo nos últimos dias, o Guia Brasil para Todos, uma espécia de guia Brasil para os deficientes, e traz informações turísticas sobre as dez capitais brasileiras que estão trabalhando para diminuir esse problema de locomoção para os deficientes.
A principal dificuldade do 1,5 milhão de paulistanos que sofrem algum tipo de limitação física é a infraestrutura urbana. Dos 15 000 ônibus que circulam pelo município, só 3 166 são adaptados (todos os veículos novos devem, obrigatoriamente, se adequar às normas de acessibilidade). As calçadas também são muito criticadas. Entre janeiro de 2005 e dezembro de 2008, a prefeitura gastou 65,8 milhões de reais para reformar 433 quilômetros de passeio. Isso corresponde a menos de 1,5% do total.
"Ainda que todos os ônibus pudessem ser usados pelos cadeirantes, como chegaríamos a eles com essas calçadas?", questiona a vereadora Mara Gabrilli, tetraplégica desde 1994. Segundo o secretário municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, Marcos Belizário, os avanços são realmente lentos. "Em 500 anos de história, nunca nos preo-cupamos com as pessoas com deficiência", diz. "Mas hoje há dez vezes mais ônibus adaptados que em 2005."
O Guia Brasil para Todos pode ser acessado no site www.brasilparatodos.com.br. Quem preferir a versão impressa deve solicitá-la na página. Nesse caso, o guia será enviado pelos Correios gratuitamente.

Revista do Ônibus

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